Como se comunicar com a classe C?

A mídia apenas dita moda e produz estereótipos.

Meu amigo, como se comunicar e atingir a classe C diante de novas tantas variedades de produtos e preços?  Essa classe em ascensão, como já abordei aqui no blog/Mundo Empresarial, ganhou um poder de compra ultimamente que nunca teve antes.

Comprar se tornou um prazer e só consumindo a pessoa acredita ser feliz e bem visto pela sociedade. Isso não é de hoje: diz a psicologia do consumo que a gente compra para se inserir ou se excluir de um determinado grupo social, estabelecendo com ele uma ponte ou um muro.  Diante dessa realidade, as marcas têm aproveitado esta nova realidade para alcançar essa classe emergente.

Mas o grande desafio é dialogar com esse público sem cair no comum, no clichê, e tentar entender os comportamentos e hábitos de consumo que fazem parte da vida dessa nova classe.

Atualmente se criam campanhas exageradas, frases prontas e “forçadas”. A mídia apenas dita moda e produz estereótipos.

Diante desse fato, talvez seja até mais fácil se comunicar com as classes mais altas, pois pelo menos já conhecemos suas características e costumes.

Segundo o especialista em marketing de serviços, Marcos Hiller, “por mais que se façam pesquisas com pessoas da classe C , é bem complexo para criadores e diretores de redação entenderem profundamente essa classe, pois são pessoas com realidade econômica bem distintas destes”.

E você meu amigo, que estratégias utiliza para se comunicar com essa classe emergente? Compartilhe aqui no blog suas ideias e opiniões.

Um abraço e até breve,

Diego Maia

www.diegomaia.com.br

 

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2 ideias sobre “Como se comunicar com a classe C?

  1. Olá Diego,

    Tudo bem? Gostei do seu artigo em “como se comunicar com a classe C”. Sou redator e estou com um dilema, encontrar uma maneira eficiente em comunicar com a classe C e D, e ajudá-los no desenvolvimento de uma melhor consciência em relação a empréstimos, investimentos, etc… Será que a forma de comunicação tem que ser séria e agressiva ou o approrach teria que ser mais suave e humano? Muitos acabam exagerando e esquecendo dos ensinamentos de finanças pessoais (muitos nem sabem o que é isso) e assim acabam criando somente dívidas….

    Um abraço,

    Guilherme da Luz

    • Guilherme, obrigado por participar do blog.

      Eu sou da teoria do “e” no lugar do “ou”. Eu acho que você deve se comunicar “séria e agressivamente” E (não “ou”) “suave e humanamente”. Não acho que sejam conceitos antagônicos, não.

      A questão que você levantou também sempre é pauta das minhas palestras quando minha plateia é formada por profissionais autônomos.

      Forte abraço, obrigado, sucesso e participe sempre,
      Diego Maia.

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