Devo trocar segurança por oportunidade?

Em linhas gerais, a maior parte de nós, brasileiros, prioriza a estabilidade.

A escritora americana Helen Keller viveu no século passado. Ela foi a primeira surda a se formar na faculdade e deixou uma frase que sempre me fez refletir. Ela disse:Segurança é praticamente uma superstição. Vida é aventura ou nada”.

Procuro sempre avaliar os fatores que diferenciam estabilidade da oportunidade. Em outras palavras: as pessoas que focam exclusivamente a estabilidade no seu trabalho e as pessoas que priorizam a geração de oportunidades, tolerando certo nível de risco.

Em linhas gerais, a maior parte de nós, brasileiros, prioriza a estabilidade: um emprego estável com poucas variações, entendendo que assim estão seguras.

Esta análise sempre conflita com um tema que assusta muitos profissionais: a mudança. Uma regra nova, um novo modelo de remuneração, um chefe novo, um novo concorrente. Todo tipo de mudança assusta, e isso é normal. O problema é quando a gente precisa viver uma mudança que nos é imposta e ficamos paralisados diante dela, reduzindo nossa produtividade e eficiência no trabalho.

O primeiro sinal de que uma pessoa não lida bem com uma mudança é que ela se torna reativa; Isto acontece pelo fato de encararem a mudança como algo negativo. Afinal, aquele jeitinho de sempre precisará ser renovado, precisará sair da zona de conforto.

Leia também: A maldita zona de conforto

Encarar as mudanças de peito aberto, se esforçando para entender o porque da decisão e o que deve ser feito para ter êxito com as novas práticas modelos diferencia os profissionais de sucesso.

 

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