Fofoca no trabalho: as três peneiras de Sócrates

Quais são as perguntas que você deve se fazer antes de falar de alguém para outra pessoa?

A ouvinte Débora relata viver diversos contratempos na empresa muito por conta do “disse-me-disse”, da “intriga” e da “fofoca”. Ela afirma que trabalha com pessoas que parecem jogar contra e que falam mal de tudo e de todos, “mas sempre pelas costas”, e ela já não aguenta mais. Por isso, pede ideias.

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Pra respondê-la peguei carona num texto antigo do filósofo Sócrates, que viveu séculos Antes de Cristo. O texto se chama “As três peneiras”  e sugiro que a Débora utilize esta regra quando for falar ou ouvir sobre alguém que não esteja presente.

A primeira peneira é a da verdade. O que você quer contar é um fato? Caso tenha apenas ouvido falar, a coisa deve morrer por si mesma.

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Mas suponhamos então que seja verdade. Deve agora passar pela segunda peneira, a da bondade.

O que você vai contar é coisa boa? Ajuda a construir ou destruir a reputação da pessoas sobre a qual você vai falar?

Se o que você vai contar é verdade e coisa boa, deve passar ainda pela terceira peneira, a da necessidade.

Convém contar? Resolve alguma coisa? Ajuda a empresa? Pode melhorar algo? Se passar pelas três peneiras, conte! Caso contrário, esqueça e enterre o assunto. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e disseminar a discórdia.

Ainda de acordo com o filósofo Sócrates, “pessoas sábias falam sobre ideias; pessoas comuns falam sobre coisas; pessoas medíocres falam sobre pessoas“.

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