Negócios de Carnaval (Parte I)

Tem vagas para costureiras, aderecistas e marceneiros, trabalho temporário...

Muita gente trabalha durante os dias de festa do carnaval. Muitos trabalham meses antes para garantir o sucesso dos blocos, trios elétricos e escolas de samba.

A Asserttem, Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizados e Trabalho Temporário acredita que que as festas espalhadas pelo País geram cerca de 250 mil empregos temporários.

Além das vagas de costureiras, aderecistas e marceneiros, o trabalho temporário também engloba outras, como de vendedor, recepcionista, atendente, garçom, auxiliar de serviços gerais, motorista, entre outros.

A cadeia produtiva de um carnaval é um tanto complexa e envolve diferentes setores da economia. Até a hora em que a primeira escola de samba abre os desfiles na Marquês de Sapucaí ou um trio entra no circuito Barra-Ondina em Salvador por exemplo, o Carnaval já influenciou a atividade industrial, o dia-a-dia das agremiações e também atividades paralelas que sofrem efeitos indiretos da festa, como o setor de comidas e bebidas, fantasias, mercado fonográfico…

A demanda por serviços naturalmente cresce. De acordo com dados do setor de turismo, o  Carnaval  gera, no mínimo, 6,2 milhões de viagens dentro do País, alcançando uma movimentação financeira de R$ 5,7 bilhões.

Brincar o carnaval é divertido e libertador. Mas o melhor é saber que Carnaval não é só festa. O carnaval ajuda o Brasil a crescer.

De todas as formas, divirta-se! É só uma vez por ano.

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