O problema não é errar, o problema é continuar errando.

Vamos errar erros novos: tem tanto erro novo dando 'sopa' por aí.

Já falei em outras oportunidades sobre os erros e falhas que cometemos no dia a dia profissional.

Mas não tem jeito: todo mundo erra. O que diferencia vencedores de perdedores é  a habilidade de aprender com os erros. E não apenas deixá-los de lado, esquece-los e seguir a vida.

Na Olimpíada de Londres em 2012, Chad le Clos ganhou de Michael Phelps nos 200 metros borboleta por 0,05 segundos. Phelps viu a gravação da competição centenas de vezes e identificou quais foram suas falhas. Como resultado, Phelps chegou em primeiro nos Jogos do Rio e encerrou sua carreira com 23 medalhas de ouro. E, se você acompanhou, sabe bem: ele ganhou do le Clos.

Eu sou um tremendo partidário do erro. É importantíssimo falharmos cedo e falharmos sempre, desde que sejam erros novos. Repetir os velhos erros no ambiente de trabalho é o fim da picada!

Eu sempre acreditei que aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias. Basta ter mente aberta e refletir profundamente sobre os erros.

Faz assim: falhou? Errou? Dedique um tempo para revisar suas falhas e o que você poderia fazer de diferente.

Peça ajuda de seu gestor, de um colega, de um subordinado. Feio não é pedir ajuda. Feio é continuar errando.

Para os grandes vencedores que conheço, de empresários a jogadores de futebol, as maiores lições sempre acontecem após os maiores erro que cometem.

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