O vício da telinha… #diegomaia

vicio em smartphoneA condução da vida através do smartphone nem é mais uma febre, é uma realidade. Você constata que as pessoas estão enfeitiçadas pela telinha quando vai a um restaurante e vê casais conectados, quando anda na rua e todo mundo com os dedinhos afoitos, quando entra num elevador e ninguém mais se cumprimenta: só tem olhos para o celular.

Está prejudicando até a postura; me refiro a coluna vertebral mesmo.

Fico imaginando quantos casais, pais, filhos e amigos nem mais conversam no mundo real; só sabem dos acontecimentos pelo Whatsapp, Facebook, Instagram e todas as outras redes sociais.

Teve até um tonganês que transmitiu ao vivo pelo Facebook, direto da Califórnia, o parto de seu filho, com direito a sangue, choro, apreensão e alegria. É a ficção da telona dando passagem para a vida real da telinha…

Uma situação terrível para mim é quando um chefe não desgruda do aparelhinho quando está conversando com seus funcionários. Mas sabe qual é a pior mesmo? Vendedores, balconistas e até operadoras de caixa que atendem o cliente com os dois olhos na telinha.

É claro que eu sou usuário de smartphone e não prego aqui nada relacionado a desapego.

  • Mas será mesmo que as melhores coisas da vida acontecem nos dispositivos?
  • Será que a produtividade e a performance acontecem somente pra quem está vidrado neles?
  • O que os homens e mulheres de negócios de 10 ou 15 anos atrás faziam para se informar, para se comunicar, para conquistar?

Ah, já sei!

  • Eles liam mais livros, jornais e revistas. Por isso sabiam mais, escreviam melhor.
  • Eles conversavam e não trocavam mensagens. Talvez por isso as relações – inclusive as comerciais – fossem mais verdadeiras.
  • Eu realmente acho que se quisermos melhorar nossa produtividade, precisamos deixar o celular um pouco de pouco.

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