Saber dos problemas e não revelá-los é ser cúmplice do erro

Funcionário bom não trabalha com chefe ruim, pelo menos não por muito tempo.

Hoje quem escreve é o João, nome fictício, auxiliar de tesouraria de uma empresa de médio porte. Ele diz:

“Sou seu fã, e ouço seu programa de rádio todos os dias.  Minha empresa, que prefiro não revelar o nome, vem passando por uma crise financeira, e pelo que venho acompanhando, ela não é a única a passar por isso.

Como trabalho no setor financeiro, os gerentes pedem para que eu “ache” o dinheiro. Pois bem, eu “achei”. Na verdade, tenho uma ideia bem concreta do que aconteceu com dinheiro. Eis que lhe pergunto: Será que vale a pena eu provar o motivo pelo qual o dinheiro “sumiu”? Como devo agir nessa situação?”

João, no meu modelo de gestão a verdade deve sempre prevalecer, em detrimento de lobbies e politicagens.

Fornecer este relatório com sua opinião deve ser a sua ação, mesmo que isto lhe custe caro, até mesmo com demissão.

São 3 situações que consideraria: 

  1. Saber dos problemas e não revela-los é ser cúmplice da situação;
  2. Trabalhar em empresa antiética é denigrir a sua carreira; e
  3. Sempre há espaço para quem é bom, honesto e competente. Funcionário bom não trabalha com chefe ruim, pelo menos não por muito tempo.

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