Como reduzir as contratações equivocadas?

Como reduzir as contratações equivocadas?Contratações equivocadas podem enterrar o seu negócio e é um tema cada vez mais alarmante, já que ter uma equipe afiada e disposta a superar desafios é decisivo para a sobrevivência.

A maior parte das empresas comete uma série de erros na hora de contratar. Os mais relevantes são esses:

  • Não detalham quais serão as atividades que o profissional executará. Eu sempre proponho que isto esteja absolutamente detalhado antes de iniciar qualquer processo.
  • Depois, pecam em não detalhar qual o perfil desejado. Estou falando de atributos que vão além da escolaridade ou tempo de experiência na função. Me refiro a comportamentos, atitudes, postura.
  • As empresas falham também quando contratam baseado apenas no feeling do entrevistador ou no comportamento do candidato durante a entrevista.
  • Pecam também quando contratar parentes e amigos de funcionários só porque precisam preencher a vaga com certa urgência.

O foco de quem recruta – seja um profissional de RH, um gerente ou mesmo um empresário – deve ser sempre reduzir a probabilidade do novo funcionário falhar.

Mas como fazer isso? Eu respondo…

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O importante é AGIR

O importante é AGIR.

Para se destacar no ambiente competitivo deste ano, as empresas precisam focar duas atividades:

Investir  no que pode te trazer resultados.

E cortar o que de fato traz prejuízo.

 

Afirmar isso parece simples, fazer estas coisas parece fácil. Mas não é nada disso.

Cortar o que trás prejuízo vai além de mandar funcionários embora, economizar na eletricidade ou cortar verbas mal utilizadas.

Cortar o que traz prejuízo é cortar o mau atendimento a clientes, a morosidade nos processos, a não utilização da tecnologia, redes sociais, aplicativos…

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Quanto vale sua empresa?

 Descobrir quanto vale e a empresa faz o gestor olhar o futuro com mais clareza – mesmo sendo o futuro algo incerto.

Hoje quem escreveu foi o Rui. Ele diz:

“Estou negociando a minha parte na minha empresa que administra condomínios com meus sócios. Como devo avaliar o valor de venda? Já tive informações que o método que devo me basear é multiplicar por sete o faturamento bruto anual. Estou correto?”

O questionamento do Rui é oportuno para todo empresário, mesmo pra aquele que não pensa em vender o seu negócio. Descobrir quanto vale e a empresa faz o gestor olhar o futuro com mais clareza – mesmo sendo o futuro algo incerto.

 

  1. A forma mais adequada, mas nem assim 100% precisa, é copiar modelos adotados por grandes empresas e trazê-los para a realidade das pequenas. Em geral, uma pequena empresa tem, ao mesmo tempo, grande potencial de crescimento e grande chance de dar errado. Por isso, não existem métodos palpáveis sobre o que seria o valor ideal de um negócio desse porte. Mas vamos tentar elucidar:
  2. Fazer um inventário detalhado e precificar seus ativos é o ponto de partida, mas jamais deve ser o  único ponto de avaliação. Muito mais importante do quanto a empresa tem em mesas, cadeiras, armários e computadores é avaliar o quanto isto tudo pode gerar de riqueza no futuro.
  3. Outra coisa: muita gente erra calculando o preço de sua empresa considerando tudo que já investiu nela. Este é um ponto meramente ilustrativo sem qualquer relação real com o  preço da empresa.

O que muito se utiliza é o método  chamado de “fluxo de caixa descontado” (FDC). Nele, o empreendedor estima quanto será o fluxo de caixa líquido da empresa para os próximos cinco anos e soma o valor da perpetuidade, que é o fluxo de caixa a partir do sexto ano – época em que, teoricamente, o negócio tende a se estabilizar. O montante tem de ser atualizado com os valores de hoje. Porém, neste caso, quem vende sempre usa  uma taxa de desconto mais baixa e, quem compra, mais alta. É absolutamente recomendado que  este tipo de fluxo seja feito em conjunto com o contador.

Outro método comum entre empresas pequenas é a avaliação do negócio por múltiplos, método associado a uma conta simples: o preço da empresa dividido pelo seu faturamento. Para fazer esse cálculo, o empreendedor  precisa buscar os dados de preços de venda e de faturamento de empresas de atividade idêntica, para depois calcular todos os múltiplos e compará-los. O indicador múltiplo mostra o quanto o negócio vale em relação ao que fatura. Assim, um múltiplo “três” revela que a empresa vale o triplo do que fatura.

Como você pode observar, Rui, calcular quanto vale sua empresa é algo bem mais complexo do que simplesmente multiplicar por 7 o faturamento bruto.

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Montar um negócio no Brasil é uma decisão inteligente?

DIEGO MAIA -montar-um-negocio-no-brasil-e-uma-escolha-inteligente_1024x628Muita, mas muita gente mesmo me escreve pedindo sugestões e até avaliação das suas ideias de negócios. Gente como a Kayla Favilla, a Gabriela Gonçalves, como o Mateus Pontes e muitos outros.

Todos querem realizar o sonho de empreender: uns por visível vocação, outros por acreditarem que estão com um bom negócio na mão e até aqueles que querem abrir um negócio porque não conseguem se recolocar. Este último grupo me preocupa muito: pois investem o que tem e o que não tem e são os que correm mais riscos, principalmente quando não buscam se qualificar ANTES de abrir.

A Raquel Palmares foi curta e grossa na mensagem que me mandou via Facebook: “Montar um negócio no Brasil, neste momento turbulento, é uma escolha inteligente?”.

Minha resposta é: pode ser, mas apenas para o tipo certo de pessoa. Continue lendo e confira meus argumentos!

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Por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras?

Destacado

Diego Maia - Talento - Esforço - Treinamento - CDPVDeixando de lado o quesito “sorte”, há realmente apenas duas explicações para o sucesso: talento e esforço. Talento diz respeito às capacidades, habilidades e conhecimentos que determinam o que uma pessoa pode fazer. Esforço diz respeito ao grau de intensidade em que a pessoa se dedica aos seus projetos e metas.

O trabalho duro ajuda as pessoas a compensar níveis mais baixos de talento, mas elas precisam estar cientes de suas limitações. 

Eu sempre prefiro contratar uma pessoa absolutamente determinada a atingir seus objetivos do que aquela que possui uma boa formação e um currículo bonito.

Depois que falei isto em uma convenção de gerentes e líderes de uma rede de varejo, um profissional me perguntou: “Mas Diego, então empresas devem parar de buscar talentos bem formados?”.

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A falsa liberdade do empresário…

Destacado

Abrir uma empresa é o sonho de muitos justamente pela sensação de "liberdade".Quem tem um emprego formal no Brasil ganha direito a férias após 12 meses de trabalho. Empreendedores, por outro lado, não têm esse benefício – digamos – garantido.

Abrir uma empresa é o sonho de muitos justamente pela sensação de “liberdade”. Mas é “Liberdade” entre aspas, gente!

Em certa ocasião eu fiz uma enquete com os participantes de um evento para empresários que ministrei. Eu perguntei assim: “quanto tempo você consegue se afastar da sua empresa sem se preocupar com ela?” Me referi a se afastar mesmo, sem ligar, sem ver e-mails, sem acessar sistema, sem ver relatórios.

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Três regras para construir reputação

Como construir reputação?Todo mundo sabe que eu sou especialista em treinamento de equipes de vendas e de gestão. Me sinto um felizardo por viajar o Brasil inteiro e poder interagir com pessoas de diferentes perfis.

Mas pouca gente sabe como tudo isso começou e como consegui construir uma forte reputação. Continue lendo e confira…

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Não tente abraçar o mundo

Quem tenta abraçar o mundo com as pernas normalmente se dá mal.

Olha, você não tem ideia do poder que um hábito tem nas nossas vidas. Às vezes, o que a gente precisa para crescer é justamente mudar alguns desses hábitos, ou deletar algumas práticas prejudiciais.

Esses costumes tomam conta da nossa vida porque nosso cérebro acaba se acostumando a fazer sempre a mesma coisa e assim poupar a energia de pensar outras soluções.

Quantas promessas de final de ano acabam ficando só na promessa, não é? Ir para a academia, ficar mais tempo com a família, fazer aquela viagem… Vamos combinar que é difícil mudar um hábito. Se você tem uma empresa ou lidera uma equipe e quer fazer esta empresa ou esta equipe decolar, existe um hábito que você deve incorporar na sua rotina para impulsionar o trabalho:

Foque em apenas um grande assunto  por vez.

Quem tenta abraçar o mundo com as pernas normalmente se dá mal e acaba adiando problemas e não encontrando soluções. Quando se está à frente de uma empresa ou de uma equipe, a tendência é que você queira resolver tudo sozinho.

O ideal é separar os problemas e atacar um de cada vez, um dia uma coisa, outro dia, outra coisa. O meu desafio para você hoje é o seguinte: Procure dentro da sua empresa um grande assunto que merece o seu foco hoje e se dedique totalmente a resolver este tema.

Quer mais ideias? Me adicione no Facebook e no LinkedIn e se conecte comigo.

Como fazer sua startup decolar?

Outra tarefa é vender seus produtos e negociar com os clientes.

Recebi um e-mail de uma ouvinte que está abrindo uma marca de roupas. Ela conta que o produto tem um grande potencial, mas ela não tem muito dinheiro para investir e pergunta o que fazer para sua startup crescer.

Olha, a melhor coisa a se fazer quando você precisa economizar é bancar o “faz tudo”. Você vai precisar saber de tudo um pouco e estar disposta a aprender funções que você não domina.

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Assumir a empresa da família ou trabalhar com carteira assinada?

Empresa da famíliaHumberto escreve: “Comecei a vida trabalhando na loja de minha mãe no ramo de produtos naturais. Mas entendi que era necessário ter um emprego formal com carteira assinada lá fora. Realizei: fui trabalhar numa grande concessionaria de veículos.

Lá passei por muitos cargos, adquiri experiência e amadureci. Cheguei a um lugar de destaque. Recentemente cobri as férias do meu chefe. Durante este período atingi os objetivos e eles reconheceram meu trabalho, me elogiaram e tudo mais, mas quando eu mencionei que desejava ser promovido e ganhar mais, disseram que não poderiam aumentar, pois eu já estou no topo da lista de salários.

Será que estar chegando a hora de eu seguir meu caminho voltando a trabalhar com minha mãe no nosso próprio negócio? O que devo fazer para garantir o sucesso da loja familiar?”

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Afinal, o que o cliente quer? Preço ou Qualidade?

Destacado

Muito além do preço - Banana - Diego MAiaUma ouvinte que não quer se identificar escreveu:

“Sou gestora de vendas na empresa que herdei do meu pai. Aqui, comercializamos equipamentos e serviços para prevenção de incêndios.

Dentre várias situações no que tange herdar uma empresa, a que mais me preocupa é o posicionamento da concorrência no nosso segmento.

Infelizmente é um segmento sem sindicato, com práticas absurdas de dumping e uma concorrência totalmente promíscua.

Visito os clientes, converso, oriento-os, explico normas e legislações do nosso serviço, e os clientes além de se assustarem em descobrir que não possuem nem 1/3 do que é obrigatório, julgam os valores das nossas propostas como mais caros – vale informar que não praticamos valores acima do mercado, nos preocupamos em oferecer o justo, de acordo com nossa expertise e situação do mercado brasileiro – e acabam por não fechar conosco, repassam todo levantamento para concorrência e fecham com eles, pois praticam valores impossíveis de serem cobertos. E na contra partida: não executam efetivamente o serviço – o típico que diz que fez, e o cliente não tem como provar que não foi feito –, não deixam as edificações com a conformidade exigida pelos órgãos fiscalizadores, e mais uma série de falhas que precisaria de caracteres mais caracteres para relacionar”.

Afinal, o que o cliente quer?

  • Devo largar a qualidade para cobrir valores visando nossa  sobrevivência?
  • Ou devo prezar a qualidade e manter meus números e crescimento abaixo do que podemos atingir?

Continue lendo e confira minhas respostas!

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Se até os super-heróis precisam de ajuda, por que tem muito empreendedor que insiste continuar fazendo as coisas sozinho?

Não costuma ser fácil para o empresário aceitar que ele já não consegue concentrar tudo em suas mãos.

Cada vez mais, se descobre que o empreendedor precisa de gente envolvida e competente para continuar tocando e crescendo a empresa, afinal, ser empresário não tem nada haver com escravidão!

Em seu livro “O Herói de Mil Faces”, Joseph Campbell revela que sempre há um momento em que heróis se sentem despreparados e precisam de um empurrãozinho.

Ao observar grandes empreendedores e suas batalhas diárias para manter e fazer crescer um negócio conseguimos enxergá-los também como heróis e que precisam não só de um momento de ajuda, mas de frequentes auxílios ao longo das trajetórias de crescimento.

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A sucessão numa empresa familiar…

Roberta escreve comentando que faz parte da terceira geração de uma empresa familiar no segmento de peças industriais. Ela está com medo danado do futuro, pois tudo que consegue enxergar é uma nuvem nebulosa: o seu mercado sendo absorvido por empresas maiores, inclusive multinacionais. E me pergunta:

“Diego, estou com um medo de quebrar o negócio de minha família quando eu assumir de fato. A quebra da empresa tem relação com a falta de treinamento dos sucessores?”

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Como resolver problemas comportamentais dentro de sua equipe?

Toda empresa precisa de colaboradores interessados e dispostos a dar o melhor de si. No entanto, é preciso que os gestores saibam minimizar os efeitos dos problemas técnicos e comportamentais.

A solução para problema técnico inevitavelmente atende pelo nome de “treinamento técnico” ou “treinamento de produto”. E isto é responsabilidade do gestor.

E os problemas comportamentais? Eis algumas dicas:

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Como motivar a equipe

Tudo o que precisamos para aumentar a produtividade no local de trabalho é ter funcionários felizes – pelo menos de acordo com um estudo recente da Universidade de Warwick, no Reino Unido. O estudo descobriu que os indivíduos mais bem tratados por suas empresas são 12% mais produtivos. Parece pouco, mais não é.

O que faz as pessoas mais felizes não é, necessariamente, o dinheiro. 

Inspirado por este estudo, fui buscar nas empresas quais são as práticas que mais proporcionam felicidade nos colaboradores… Logo de cara, encontrei 3 práticas: todas com custo zero. Vamos a elas:

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