Como organizar a vida financeira

Como organizar a vida financeira

Eu recebo dezenas de emails e mensagens no meu Facebook e Twitter falando sobre como organizar a vida financeira.

São mais pedidos do que perguntas…  Todo mundo quer saber como virar um milionário. 

Bom, minha resposta é a mesma: trabalhando, dinheiro ainda não dá em árvore!  Mas mesmo trabalhando, algumas pessoas têm menos disposição de fazer o dinheiro render do que outras.

Então eis algumas dicas para você fazer seu dinheirinho valer um dinheirão no futuro.

  • Primeiro a orientação que todo economista dá: anote tudo que gastar, da passagem ou do aluguel à paçoca depois do almoço, tudo deve ser anotado.  Além do evidente controle, você vai ter como fazer uma análise do que gastou e recebeu.  Essa organização não tem preço!  Portanto, comece anotando a primeira compra da sua lista: uma caneta e bloco!
  • Economize.  Compre, mas economize.  Não precisa deixar de adquirir o que o seu salário pode comprar, mas coloque um percentual destinado para sua aposentadoria dele como se fosse um “gasto” mensal, ou seja, além de todas as compras que você faz todo mês, ainda tem de caber dentro da sua remuneração esse percentual para o amanhã.  Guarde-o e busque no mercado a melhor aplicação para o seu perfil.  Se não for realmente necessário, esqueça que esse dinheiro exista. Eu chamo isso de dízimo pessoal”.
  • Outra dica óbvia é não se endividar.  Você pode cair na tentação de pegar um empréstimo, mas cuidado.  Se o seu sonho de consumo puder esperar um pouco, ele vai sair até 50% mais barato, ou seja, você às vezes precisa de 60 meses para se livrar de uma dívida, mas se “salvar” dinheiro por 30 meses, compra à vista seu presentinho.

Para saber onde investir, converse com um especialista e responda às perguntas quanto, por quanto tempo e por que você está juntando esse dinheiro.  Isso vai definir o seu perfil e seu gerente do banco vai indicar uma boa aplicação.

Você quer uma forcinha? Há algum tempo criei uma planilha em Excel totalmente automatizada que pode te ajudar a controlar suas despesas e ter uma visão panorâmica de sua vida financeira.  É de graça e você não precisa dominar o Excel. É fora de série e pode contribuir contigo! Me solicite que eu te mando!

Baixe sua Planilha de Controle Financeiro. É grátis!

Por conta do meu programa de rádio e também pelas dezenas de palestras que ministro Brasil à fora todos os meses, recebo diversos e-mails e mensagens no Facebook com as mais variadas situações. Tem gente que reclama do chefe, gente que pede ideias para turbinar a carreira, empresários buscando ideias para acelerar as vendas…

Mas muita gente escreve pedindo soluções para equilibrar as contas pessoais, principalmente nestes tempos turbulentos.

E eu sempre respondo que não existe mágica pra isso; o que é necessário, em primeiro lugar, é disciplina.

Me responda: você controla todas as suas despesas? 

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O Brechó da Eva (2) e dicas para otimizar a gestão

Ontem eu comecei a responder aqui a mensagem da Eva, que tem uma loja que é um mix de brechó e loja de artesanato na  região da Lapa,  Rio de Janeiro.

Eva me confidenciou que não consegue decolar; ela vê seu negócio cada vez mais se afundar. De um ano para cá não consegue pagar os custos; pede dinheiro emprestado, investiu tudo que tinha, já foi ao Sebrae, participou de cursos…  mas infelizmente hoje penso em fechar , vender o ponto e partir para outra.

Neste post dei ideias para Eva atrair e fidelizar clientes. Hoje falo sobre gestão empresarial.

Algumas das grandes falhas do empresário de pequeno porte é:

  1. Misturar as contas da empresa com as da pessoa física;
  2. Não ter qualquer tipo de controle de vendas, estoque e fluxo de caixa (ou ter controles falsos);
  3. Viver o hoje sem pensar no amanhã;
  4. Não ter precisão de nada, sabe “mais ou menos” quanto fatura, quanto gasta e quanto precisa para sair do vermelho.

Qualquer empreendimento requer planejamento, controle e execução.

Se Eva quiser salvar seu negócio, deve:

  1. começar a controlar suas despesas e receitas, gerando um controle real de seu fluxo de caixa (por mais “tupiniquim” que seja);
  2. Deve controlar as vendas no cartão de crédito, principalmente quando vende parcelado (a maioria dos empresários não controla isto).

Publiquei AQUI kit de planilhas que podem auxiliar o empresário nestes controles. São dois arquivos: uma planilha para controle e execução de fluxo de caixa e outra planilha que auxlia no controle das vendas em cartão de crédito e débito, já descontando as tarifas e juros bancários.

Este kit é gratuito! Baixe, use e depois me conta.

‘Quem nasce pobre morre pobre’. Você ainda acredita nisso?

Li numa reportagem que de acordo com o Banco Central, nos últimos anos a cada 10 minutos surge um novo empreendedor milionário no Brasil. E que a economia do País é alvo de bilhões de dólares em investimentos internacionais e que apesar de todos os problemas sociais, estruturais e políticos que vivemos, o País se tornou a 7ª economia do mundo e um dos principais mercados para se empreender.

E lendo um artigo do amigo Flavio Augusto, fundador da rede Wise Up (o texto do Flavio dá origem a este post) relembrei os paradigmas e falsas crenças que inibem o brasileiro a sair do lugar comum e conquistar suas metas.

Estas falsas crenças são como as “normoses”, que já comentei aqui em outra oportunidade. E acabam moldando a população. Quer ver algumas delas? 

  1. Quem nasce pobre morre pobre;
  2. Para ter sucesso na vida, e preciso de Q.I – Quem Indica;
  3. Somente prospera quem se envolvesse em algo ilícito, quem vira jogador de futebol (ou casa com um) ou quem ganha na loteria;
  4. Empreender e correr riscos é algo abominável: o que importa mesmo é um emprego com estabilidade;
  5. “Mais vale o certo do que o duvidoso”, rico é safado, pobreza é uma virtude.

A que mais me traz graça é a que fala : “aqui no Brasil as coisas são desse jeitinho há séculos, desde os portugueses. Ponto final e não se discute mais”. Quanta mentira!

As reflexões: 

  • Pessoas que se realizam profissional e financeiramente falando são aquelas que arriscam.
  • São aquelas que não se limitam a trabalhar somente de 9h às 18h.
  • São aquelas que pensam nos resultados – seus e da empresa – mesmo que não possua o tal de “reconhecimento” do patrão, pois ele sabe que se fizer bem feito agora, portas se abrirão no futuro.
  • São aquelas que não reclamam de trabalhar sábados, domingos e feriados.
  • São aquelas que desligam a Tv – especialmente quando está passando programas de auditório – e vai ler um livro.
  • São aquelas que sabem que a maioria dos que ganham na loteria empobrece poucos anos mais tarde e que a MÉDIA salarial de um jogador de futebol é menor do que a média de um professor.
  • São pessoas que projetam o futuro e deixam de lado o estilo do “deixa a vida me levar”.

O medo do risco não mata apenas as boas ideias. Mata carreiras.

Pessoas de sucesso, não se deixam conduzir por “normoses” e por pensamentos proibitivos. Além disso tudo, gostam muito  do que fazem. Mesmo que a remuneração não seja lá “esta coisa toda”.

O mestre da fotografia J. R Duran tem uma frase altamente provocativa. Certa vez ele disse: “Não trabalho para ganhar dinheiro. Ganho dinheiro com o meu trabalho.”

Se nada disso faz sentido para você, volte a ver o programa do Faustão e o SuperPop; abrindo espaço para quem quer fazer, acontecer e se realizar.

Pense nisso!

Problemas financeiros afetam a produtividade

Eu recebi um estudo da seguradora MetLife que mostra um dado interessante: problemas que envolvem dinheiro e finanças pessoais são responsáveis pela ausência de funcionários em 58% das empresas pelo mundo.

O levantamento também mostra que em 78% das companhias sondadas, as preocupações do funcionário com questões financeiras causam impactos negativos na sua produtividade diária.

Os pesquisadores estimam que 15% dos trabalhadores estejam sofrendo com o estresse causado por um comportamento financeiro inadequado, a ponto de afetar sua produção.

Dívidas, contas a pagar e dinheiro mal administrado são problemas que afetam a produtividade de trabalhadores de todo o planeta.

Embora a maioria das pessoas reconheça que o governo não lhes proporcionará uma renda adequada na aposentadoria, isso não se traduz em um aumento na poupança ou nos investimentos.

Portanto, identificamos um dos principais motivos da baixa performance no ambiente de trabalho: o colaborador que fica preocupado com as contas e com as dívidas.

Muitas empresas adotam soluções paliativas para melhorar a performance e reduzir a desmotivação. Mas nada adianta se elas não atacarem as verdadeiras causas.

Iniciar a disseminação de ideias para um melhor controle do dinheiro pode ser um caminho. Refletir com eles sobre aposentadoria, também.

Fornecer ideias e ferramentas para uma melhor organização do dinheiro, é fundamental para as empresas que querem construir uma equipe de alto desempenho.

Pense nisso e me siga no Twitter. @diegomaia_br 

Você está por dentro das novas mudanças na rescisão do contrato de trabalho?

Dia 1º de novembro de 2012 será um marco para as rescisões de trabalho.  Você sabe por quê?  Cobre do seu contador ou do seu pessoal de gestão de pessoas que se atualizem com as novas portarias publicadas no Diário Oficial da União, a1.057/2012, que altera e complementa a Portaria 1.621/2010.

A partir de 1º de novembro o Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho vai ganhar mais campos para novas informações.  Ainda será também obrigatório um maior detalhamento das verbas rescisórias, do adicional noturno, de insalubridade e periculosidade, das horas extras, das férias vencidas, do aviso prévio indenizado, do 13º salário, das gorjetas e gratificações, do salário-família, das comissões, das multas, dos adiantamentos, das pensões, da contribuição à previdência e, finalmente, do Imposto de Renda Retido na Fonte.

Foram criados os Termos de Quitação e Homologação.  O Termo de Quitação é para aquelas rescisões com menos de 12 meses ao passo que o Termo de Homologação para os contratos com mais de um ano de serviço, o que também obriga ao empregador a assistência e homologação pelo sindicato profissional representativo da categoria ou pelo Ministério do Trabalho e Emprego.  Ambos os termos serão usados em conjunto com o Termo de Rescisão do Contrato.

Todos os termos estão acessíveis na página do Ministério do Trabalho, vá em www.trabalho.gov.br e clique no banner “Novo TRCT”.

A despeito de mais essa burocracia para aumentar o Custo Brasil, Brasília diz que essa mudança visa garantir o cumprimento da lei e a clareza das verbas rescisórias advindas das relações trabalhistas.

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Os serviços continuam sendo a galinha de ovos de ouro da economia.

O aumento de renda do brasileiro fez com que aumentasse seus gastos neste nicho.  E, mais ainda, agora quer manter o que conquistou e aumentar suas compras.  Por essa razão aqui e em qualquer parte do mundo, o crescimento da renda está associado ao crescimento do terceiro setor.

Segundo a Confederação Nacional dos Serviços, em 2012 o segmento deve fechar com alta de 3%, contra 1,6% do que o seu Mantega espera para o PIB.  Educação (presencial e a distância) e internet (acesso e conteúdo) continuam sendo vedetes, mas vêm sendo seguidas por gastos supérfluos como o happy hour, beleza e viajar de avião.

Turismo, por exemplo, é sensação: em 2011 mais de 7,5 milhões de pessoas viajaram pela primeira vez de avião.  Para termos uma ideia da fome de serviços, da renda total da classe média, 22,6% foram usados com despesas tidas como desnecessárias, como cabeleireiro e manicure, só perdendo para as despesas de manutenção do lar.  Detalhe: o consumidor não vê o consumo desses serviços como futilidade, mas investimento em si mesmo.

O lado ruim é que a demanda por serviços vem pressionando a inflação, uma vez que os serviços não podem, em grande maioria, ser importados por substitutos mais baratos.  Em 12 meses, a inflação total foi de 5,24%, mas a de serviços, 8,78%!

O lado excelente é que o setor de serviços também emprega mais do que o resto da economia.  Ensino, alimentação, transporte e comunicações foram os campeões em contratações.

O lado mais ou menos dessa história é que o setor está compensando boa parte da perda da indústria, ou seja, qualquer deslize no setor terciário terá um impacto catastrófico para a economia brasileira.  A classe média brasileira já é maioria entre as classes: ela acaba não só consumindo mais serviços, mas, especialmente, trabalha em serviços.  Ou seja, é a classe mais beneficiada do segundo setor, razão pela qual toda atenção a esse setor é pouca por parte do governo.

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O poder da autoavaliação

Não faltam números para mensurar o desempenho de uma empresa ou de investimentos: Ebitda, taxa interna de retorno, valor presente líquido, ROI e muito mais.  Mas vamos pensar friamente e estabelecer aquilo que o empresário vê sem ter de ser economista ou doutor em administração.  Vamos falar do que o empresário vivencia todo dia, seja atrás do balcão, da mesa do escritório ou da caixa registradora.

O primeiro são as vendas.  Tem de vender.  O faturamento eleva à saúde do capital de giro, permite investimento de curtos e longos prazos e faz com que o empresário consiga estabelecer uma relação entre meta e realização.  Vender é essencial e deve vir antes de qualquer teoria econômica que mais prega paradoxos do que resultado no final do mês.  Vender é obrigação do empresário, tanto para reinvestir em sua empresa quanto para pagar os salários.

Agora, de nada adianta vender se as finanças estão mal administradas.  Vender é essencial, olhar pro custo, vital.  Tanto os custos fixos e variáveis como o custo por mercadoria vendida vão dizer muito sobre a lucratividade da sua empresa, isto é: o quanto você investe e o quanto retorna.  Atenção: não adianta vender, portanto, se não sobrar nada no fundo do seu caixa!

Depois das vendas e das finanças, olhe sua equipe: avalie o tempo médio que o funcionário fica na sua organização.  Esse giro fala da saúde da sua empresa.  O grau de satisfação deve ser medido de tempos em tempos.  Um grupo desmotivado pode levar sua empresa a uma longa temporada no vermelho.

O quarto e último ponto deve ser a satisfação do cliente. Não adianta, só vende bem quem atende bem.  Sua equipe está bem treinada para atender o seu cliente?  Ele está satisfeito com o produto e atendimento?  Não esqueça, o cliente é a melhor fonte de respostas para a sua empresa: ele diz tudo sobre como é tratado e não cobra nada por isso.

Fique atento e pense nisso.

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Atingir o sucesso no negócio próprio.

Hoje é dia de responder email da Tania.

Ela Resolveu me escrever com o objetivo de encontrar um caminho para a situação que esta vivenciando.

Seu marido tem 46 anos, é engenheiro, e está desempregado há 2 anos, período no qual tem enviado currículo incessantemente, sem obter qualquer êxito em voltar para o mercado profissional.
Ela tem 47 anos, com formação em Letras e trabalha como revisora de textos em um escritório de advocacia há 12 anos e se encontra totalmente desestimulada, há muito tentando uma outra direção, mas também sem nenhum sucesso.

A conclusão a que chegou é que ela e o marido estão “velhos” para o mercado, pois se há muitas ofertas de emprego, principalmente para quem tem qualificação, elas são dadas aos mais jovens.

Fato é que, diante de tal situação, tem considerado a possibilidade de abrirem um negocio próprio, como uma franquia, por exemplo.

O marido tem muita relutância em investir todas as suas economias em algo que possa vir a ser um fracasso. Contudo, Tania não concorda com ele: sabe que é um risco, mas pensa que se bem alicerçado, pode dar certo.

Ela termina o e-mail falando: “penso que em certos momentos é necessária uma grande dose de audácia, de confiança e coragem para tomar determinadas atitudes.Pelo exposto, o que você nos aconselha, visto que mais do que nunca precisamos pôr fim a esta “tempestade”?”.

O Tania: não existem atalhos ou formulas mágicas para atingir sucesso no ramo do “negócio próprio”. Seu marido tem razão em ter receio, por mais que estejam reduzidos, os riscos existem.

Que tal diminui-los estudando previamente as oportunidades e entendendo alguns conceitos?
Bom… eu só investiria num novo negócio se tivesse recursos suficientes para girá-lo por pelo menos 6 meses e, ainda assim, sem raspar a conta bancária.

As micro franquias, aquelas com investimento muito baixo e operadas de maneira muito simples, podem ser, inicialmente, a solução. Você investe pouco e vai faturar pouco também. Mas pode funcionar como um teste.

A franquia que mais abriu unidades nos utimos 12 meses foi a Dr. Resolve, que vende uma espécie de serviços gerais do tipo “marido de aluguel”. Ela foi fundada por meu amigo David Pinto, de São José do Rio Preto e custa a partir de R$ 46mil e fatura, em média, R$ 30mil mensais.

A segunda foi a Seguralta, que atua no segmento de corretagem de seguros. Investimento inicial a partir de R$ 17mil com faturamento médio mensal de R$ 100mil.

A terceira foi a Prepara Cursos Profissionalizantes, uma espécie de escola de capacitação profissional para classe C. Investimento inicial de R$ 38mil, fatura R$30mil em média.

De todas as maneiras, siga este mini-roteiro:
• Faça um plano de negócios;
• Faça cursos de negócios, gestão e empreendedorismo;
• Pesquise, avalie e duvide do que vê.

Depois comente aqui no blog os resultados que você alcançou.

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Conheça algumas franquias para quem quer começar com pouco.

Conheça algumas franquias de investimento baixo com um bom retorno, são procuradas por jovens, ou por quem não quer, ou não pode investir muito. Veja a lista.

UnepxMil – Rastreamento de veículos
Investimento inicial: R$ 7 mil
Retorno do investimento: 1 ano
Faturamento médio mensal: R$ 3 mil

Computertoys – Informática educacional
Investimento inicial: R$ 15 mil
Retorno do investimento: 12 meses
Faturamento médio mensal: R$ 5 mil mensais.

Como parte do pacote inicial, a rede oferece treinamentos, manuais pedagógicos e de gestão, além de carência de três meses para início do pagamento da taxa de royalties, que é de 5% do faturamento ou R$ 400 – o que for maior.

Auto Brasil – Plano de saúde automotivo
Investimento inicial: R$ 2,5 mil.
Retorno do investimento: até seis meses.
Faturamento médio mensal de R$ 7 mil.

Light-Depil – Depilação em domicílio
Investimento inicial: R$ 4,5 mil – além de um salário mínimo por mês em royalties –, tendo direito a treinamento, kit com aparelho de depilação, além de 50 mil panfletos, uniforme, banners e captação de clientes através do site da Light-Depil.
Faturamento médio mensal: apenas dois meses.

Estética automotiva – Auto Spa Express
Investimento inicial: R$ 2,5 mil.
Faturamento médio mensal: R$ 4 mil a R$ 5 mil.
Além do uso da marca, o valor dá direito a treinamento, carrinho de transporte, produtos e materiais para lavagem de até 400 carros, kit de materiais para estética automotiva, dois uniformes, 50 mil panfletos, aspirador de pó para carros e espaço no site para captação de clientes da Auto Spa Express.
Além da taxa de adesão, o franqueado paga um salário mínimo por mês de taxa de royalties.

Zebra Zero: frozen yogurt
Investimento inicial: R$2,5 mil/m², a rede tem o suporte de uma empresa de venture capital.
Retorno do investimento: entre 12 e 36 meses.
O faturamento médio mensal: 90 mil reais.

Compras coletivas
Investimento inicial: R$ 1 mil mensais mais royalties de 10% sobre o faturamento
Faturamento médio mensal: 10 mil mensais.

DryWash – Lavagem a seco
Investimento inicial:  R$ 13,5 mil para capital e grande São Paulo e R$ 7,8 mil para demais regiões.
Retorno do investimento: até 36 meses.

Guia-se Negócios pela Internet – criação de sites e lojas virtuais
Investimento inicial: R$ 13 mil
Retorno do investimento: entre 6 e 10 meses.

SuperSAN – serviços de limpeza
Investimento inicial: a partir de R$ 90 mil
Retorno do investimento: 18 a 24 meses.
Faturamento médio mensal: 45 mil reais, com lucro líquido de até 20%.

Dirigindo Bem – autoescolas
Investimento inicial: a partir de R$ 70 mil
Retorno do investimento: 20 meses.

A Revista Exame tem um guia para quem vai se aventurar no mundo das franquias. Confira.

Fonte: Revista Exame

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Como se livrar do sufoco das dívidas?

O Antônio Carlos Andrade é um pequeno empresário e está todo enrolado com as finanças da sua empresa. E as pessoais também. Ele me escreveu pedindo alguma dica de como se livrar desta nefasta situação. Ele diz no email que até vende bem, que atinge um bom sucesso junto aos clientes, mas que não consegue ver a cor do dinheiro.

Antônio, vou dar 5 dicas para você equalizar a situação. Seu problema é muito comum no empreendedor brasileiro e eu tenho certeza de que seu email pode contribuir com várias pessoas.

1 – Mantenha as contas da empresa e da pessoa física separadas. Sempre emita cheques e cartões em nome da pessoa jurídica quando forem despesas do negócio.

2 – Fixe um pró-labore. E dê a ele uma periodicidade fixa, da mesma forma que são pagos os salários dos funcionários. Pode haver uma data de pagamento e uma de adiantamento, na metade do mês

3 – Despesas de trabalho não*planejadas cobertas com verbas pessoais, como almoços com clientes, devem ser reembolsadas e é necessário prestar contas desses gastos.

4 – Faça um rigoroso controle das contas pessoais para que o valor do pró-labore seja capaz de cobrir esses gastos. As despesas domésticas não podem ultrapassar o valor da retirada

5 – Recorra à poupança ou aplicações pessoais para cobrir despesas particulares quando acabar o recurso recebido a título de pró-labore antes da próxima retirada, mas nunca toque nas receitas da empresa.

Se você tem duvidas sobre negócios, carreira, marketing e vendas, escreva!

 

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Empreendedores de sucesso

A história de sucesso da empreendedorapiauiense Neila de Macedo, proprietária do Atelier Dita, foi destaque no programa Café com a Presidenta, veiculado nessa segunda-feira (30), na emissora de rádio da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC). Na entrevista Dilma Rousseff destacou o quanto a formalização do negócio melhora a vida do Empreendedor Individual (EI), citando o exemplo de Neila.

Neila de Macedo tem 27 anos e mora lá em Teresina, no Piauí. Há uns cinco anos começou a fazer roupinhas de boneca e acessórios femininos para vender. No começo ela trabalhava em casa, com as vendas ganhava um salário mínimo por mês. Quando a Neila conheceu as facilidades do EI, resolveu formalizar o seu negócio e abrir uma loja para aumentar a clientela. Com CNPJ, ela pode comprar o material direto das fábricas, sem intermediários. Agora, a Neila vende até com cartão de crédito. “Nos últimos dois anos, a renda de sua empresa mais que triplicou”, contou a presidente.

O foco da presidente, ao relatar o case da Neila, era badalar o tema SuperSimples e Empreendor Invidual.

Atualmente, 6,5 milhões de empresas são optantes do SuperSimples. Desse total, 2,2 milhões são Empreendedores Individuais.

O Supersimples deu uma grande facilitada para pequenas e médias empresas.

O programa Empreendedor Individual realmente permitiu acesso a formalização de uma grande quantidade de empreendedores. São pessoas guerreiras e determinadas que conseguiram tirar CNPJ sem as grandes complicações burocrática que só existem por aqui.

Eu sei que a presidente sabe que, no fundo no fundo, ainda tem muito a ser feito. Mas o bom da história é saber, que mesmo com todos os solavancos, que mesmo com muitos agentes jogando contra, o empresariado brasileiro consegue, com muita garra, superar barreiras, realizar sonhos e gerar renda, divisas e emprego.

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Montar uma empresa para se livrar de patrão. Até que ponto isso pode ser verdade?

João Augusto ouvinte do Mundo Empresarial, meu programa na rádio carioca MPB FM, me escreve falando que é empresário, trabalha muito, tem sempre mil pepinos para resolver e acha que não está ganhando dinheiro.
Se aborrece costumeiramente com os erros de seus funcionários e de seus prestadores de serviços (contadores, por exemplo). Até consegue o básico para o seu sustento financeiramente falando. Mas não chegou nem perto de quanto acreditou que poderia ganhar. Montou sua empresa para se livrar de um patrão, mas parece que ganhou vários outros: os funcionários, os ex-funcionarios, os fiscais, o governo…

João Augusto, o que cansa na vida de um empreendedor não é o trabalho. É o aborrecimento que todas estas coisas nos causam.
Ter equilíbrio e preparo para lidar com cada um destes novos patrões é o único caminho.
No que tange a grana, trabalhar com indicadores e metas é fundamental.
Para empresas do comércio, por exemplo, é preciso buscar uma lucratividade mínima de 8% sobre o faturamento. Já para empresas prestadoras de serviços, esta lucratividade deve chegar a, pelo menos, 30%.O pequeno empresário precisa entender que o faturamento traz dinheiro para a empresa, mas é o lucro o que realmente importa em qualquer negócio. Se um empresário não sabe se sua empresa dá lucro, ele também não sabe quando da prejuízo.

Fazer retiradas diárias ou semanais e pagar contas pessoais com grana da empresa são erros comuns, que impendem a gestão profissional.
E as metas? Elas devem ser ousadas, mas possíveis. Ter visão de um mês, três meses, seis meses e até mesmo um ano é importante.
Focando na implementação de soluções e não nos problemas e aborrecimentos que todo empresário escolhe ter, você trabalhará demandando e não sendo demandado.

Tem dúvidas ou quer trocar ideias sobre negócios, gestão e carreira? Eu demoro, mas respondo. Escreva no aqui no blog.

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Hotel Urbano tira o Decolar.com da liderança de audiência no setor online

“Como o site Hotel Urbano tirou o Decolar.com da liderança de audiência no setor online de turismo e agora se prepara para enfrentar a CVC?”

A revista Istoé Dinheiro preparou uma matéria que conta a história de sucesso do Hotel Urbano. Confira:

Eduardo Mendes, sócio fundador, participará do VI Encontro Estadual de Vendas e Gestão, dia 15/8 no Teatro Carlos Gomes e contará como construiu esta grande operação em curto período de tempo.

Você vai ficar de fora do Encontro?

Acesse: http://www.cdpv.com.br/eevg/

 

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Parcelas a perder de vista. O que é justo neste mercado?

O ouvinte/leitor Jorge Mendes me mandou um email falando sobre “Esta história de comerciante de qualquer área recusar dar desconto em uma determinada compra e optar por fazê-la em 10 x sem juros!!!”.   “Como é isso no mundo real?”, questiona ele.  E ainda continua “Não há mesmo juros embutidos ou é puro vício na relação comerciante/cliente? Como acabar com isso?”.

Caro Jorge, tem um pouco de tudo!

Tem um pouco de marketing, sim, claro.  Divulgar que o tamanho da parcela mensal cabe no bolso do cliente é muito mais eficiente do que espantá-lo com o preço de algo que ele não pode adquirir à vista.  O comerciante joga com o sonho do cliente: trocado em miúdos é como se fosse possível realizar o sonho ainda dormindo.  A parcela cabe no orçamento, o preço à vista, não.

Há interesse econômico, também: é claro que há juros embutidos na precificação do produto ou serviço.  É uma jogada financeira porque este juro cobrado é maior que o juro bancário, ou seja, o vendedor acaba se favorecendo do parcelamento.

Há o vício da relação entre o comerciante e cliente, sim.  A memória inflacionária do brasileiro ainda é muito fresca.  Não era possível recém-casados comprarem uma casa inteira à prestação porque não se sabia quanto seria o valor do próximo carnê, por exemplo.  Hoje ele aproveita essa “benefício” e se endivida.

Ainda tem um outro componente macroeconômico: os juros oficiais vêm caindo ao longo dos anos, o que possibilita as empresas a utilizarem seus recursos financeiros para aumentar estoques, obrigando-se, a todo custo, escoar sua produção em direção ao cliente, facilitando, claro, sua aquisição.  O comerciante joga com estoque, ganha comercializando seus bens e serviços e ainda leva vantagem financeira, ganhando mais do que se aplicasse o mesmo dinheiro no banco.  Ou seja, vende produtos, serviços e dinheiro!

A economia se estabilizou permitindo que o brasileiro possa comprometer parte de sua renda com parcelas a perder de vista.  Em países sem espiral inflacionária e já desenvolvidos, as parcelas estimulam o consumo porque fomentam o desejo do consumidor.  No Brasil, ainda em desenvolvimento, a parcela possibilita a realização da necessidade.

Por outro lado, claro, é óbvio que o cliente deve brigar por descontos: se for pagar à vista, ameace mudar de fornecedor, ameace ir para a concorrência.  E vá!  Essa é a arma de negociação que o consumidor tem para conseguir preços melhores.  Pesquise.

Portanto, Jorge, o parcelamento em si não é mau negócio nem para um nem para outro.  Importante é fazer as contas certas e não se perder no crediário.  E o comerciante não praticar juros abusivos e dar desconto no pagamento à vista, sob pena de perder mercado.

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