Como organizar a vida financeira

Como organizar a vida financeira

Eu recebo dezenas de emails e mensagens no meu Facebook e Twitter falando sobre como organizar a vida financeira.

São mais pedidos do que perguntas…  Todo mundo quer saber como virar um milionário. 

Bom, minha resposta é a mesma: trabalhando, dinheiro ainda não dá em árvore!  Mas mesmo trabalhando, algumas pessoas têm menos disposição de fazer o dinheiro render do que outras.

Então eis algumas dicas para você fazer seu dinheirinho valer um dinheirão no futuro.

  • Primeiro a orientação que todo economista dá: anote tudo que gastar, da passagem ou do aluguel à paçoca depois do almoço, tudo deve ser anotado.  Além do evidente controle, você vai ter como fazer uma análise do que gastou e recebeu.  Essa organização não tem preço!  Portanto, comece anotando a primeira compra da sua lista: uma caneta e bloco!
  • Economize.  Compre, mas economize.  Não precisa deixar de adquirir o que o seu salário pode comprar, mas coloque um percentual destinado para sua aposentadoria dele como se fosse um “gasto” mensal, ou seja, além de todas as compras que você faz todo mês, ainda tem de caber dentro da sua remuneração esse percentual para o amanhã.  Guarde-o e busque no mercado a melhor aplicação para o seu perfil.  Se não for realmente necessário, esqueça que esse dinheiro exista. Eu chamo isso de dízimo pessoal”.
  • Outra dica óbvia é não se endividar.  Você pode cair na tentação de pegar um empréstimo, mas cuidado.  Se o seu sonho de consumo puder esperar um pouco, ele vai sair até 50% mais barato, ou seja, você às vezes precisa de 60 meses para se livrar de uma dívida, mas se “salvar” dinheiro por 30 meses, compra à vista seu presentinho.

Para saber onde investir, converse com um especialista e responda às perguntas quanto, por quanto tempo e por que você está juntando esse dinheiro.  Isso vai definir o seu perfil e seu gerente do banco vai indicar uma boa aplicação.

Você quer uma forcinha? Há algum tempo criei uma planilha em Excel totalmente automatizada que pode te ajudar a controlar suas despesas e ter uma visão panorâmica de sua vida financeira.  É de graça e você não precisa dominar o Excel. É fora de série e pode contribuir contigo! Me solicite que eu te mando!

Dilemas de carreira

Ela quer pedir demissão, mas não sabe como. Qual será a melhor maneira de sair da sua empresa sem deixar as portas fechadas?

A Mariana me escreveu lá de Portugal contando que está passando por um verdadeiro dilema na sua carreira. Ela recebeu uma oferta de emprego da empresa “A” e acabou aceitando a proposta. Só que no meio do caminho surgiu outra oportunidade melhor na empresa “B” e ela está querendo voltar atrás em sua decisão e aceitar essa nova oferta.

Ela quer pedir demissão, mas não sabe como. Qual será a melhor maneira de sair da sua empresa sem deixar as portas fechadas?

Continuar lendo

Promova a experiência e faça o cliente feliz

Os clientes estão cada vez mais exigentes e as empresas precisam correr para se adaptar a essa nova realidade.

A pergunta imprescindível nestes períodos turbulentos é essa: O que fazer para oferecer a melhor experiência de compra para o meu cliente?

Ele, o cliente, não se contenta mais com o pouco, com o básico, com o normal. Ele quer ser surpreendido, quer ter a melhor experiência na hora da compra. Já não é suficiente dar aquilo que ele precisa. É preciso dar aquilo que ele quer.

Continuar lendo

Competição saudável faz bem ao ambiente corporativo?

Competitividade no trabalho - Diego Maia - CDPV - Mundo Empresarial

Em recente pesquisa da Page Personnel, uma empresa global de recrutamento, 90% das pessoas entrevistadas disseram que ser competitivo no ambiente de trabalho faz bem para o funcionário e para a empresa. Os participantes afirmaram acreditar que essa competição aumenta a produtividade no trabalho.

Uma competição saudável, de fato, mostra para o profissional como está seu desempenho em relação aos seus colegas e o quanto ele está preparado para novos horizontes e oportunidades. Além disso, motiva o funcionário a se dedicar ainda mais e progredir. Continue lendo…

Continuar lendo

O pessimista e o otimista #diegomaia

Não há dúvidas de que o clima de pessimismo é mais acachapante que uma crise em si. O problema é crucial: quando um empresário ou gestor se deixa dominar pelo desânimo ou pela falta de crença positiva de um futuro próximo, ele contribui ainda mais para a desaceleração. Não da economia, mas de sua própria empresa.

Escute este comentário do DIEGO MAIA: aperte o Play e aumenta o som:          

 

 

A palavra é ‘MUDANÇA’…

Nunca na história da humanidade uma palavra teve tanta representatividade como nos últimos 10 anos. A palavra é MUDANÇA. Há 10 anos as pessoas ainda mandavam fax, utilizavam internet discada e o smartphone sequer engatinhava.

Muitas empresas assumiram papéis de protagonistas nesta história. Uma das grandes é a a Apple.

Folheando o jornal  “Wall Street”, li uma matéria que dá conta de que a a toda poderosa empresa da maçã está empenhada em apresentar muito em breve um novo produto que pretende revolucionar o setor automobilístico. Eles estão projetando o seu primeiro veículo elétrico em um projeto secreto chamado de “Titan”, que de acordo com fontes do jornal terá o design semelhante a uma minivan. Veja a especulação:

2166415Apple-iCar-Titan-2

Já o Financial Times informou que a Apple designou para esse projeto, os seus melhores colaboradores, os experientes coordenadores da “divisão do iPhone”. Além deles, a empresa também contratou recentemente um coordenador de pesquisa e desenvolvimento da montadora alemã Mercedes-Benz.

A agência “France Presse” informou que centenas de colaboradores foram associados ao projeto após uma reunião dos diretores da Apple na Áustria, onde os mesmos conseguiram maiores informações junto a fabricantes de automóveis.

A marca hoje liderada pelo executivo Tim Cook, obteve um lucro recorde de US$ 18 bilhões em 2014. Se confirmada a notícia, o automóvel da empresa concorreria com os modelos elétricos das montadoras Tesla e General Motors, previstos para serem lançados em 2017.

Pelo visto, a grande fase das mudanças – tecnológicas, culturais e comportamentais – está só começando.

O home office no Brasil

Desde fevereiro, os funcionários da sede da Michelin no Brasil podem trabalhar uma vez por semana de casa. Com sede na avenida das Américas, uma das vias de trânsito mais intenso do Rio de Janeiro, a empresa descobriu, em 2012, ao realizar uma pesquisa de clima, que esse tipo de política era uma demanda importante entre seus funcionários.

Desde então, esforçou-se para desenvolver um programa de home office que atendesse tanto as necessidades da empresa quanto as dos funcionários. Dos 302 funcionários que participaram da fase de testes da política de trabalho a partir de casa, 97% ficaram muito satisfeitos com os resultados.

A iniciativa da Michelin reflete uma tendência de mercado no Brasil. De acordo com a consultoria internacional Top Employers Institute, 14% das empresas brasileiras têm programas formais de home office. Parece pouco, mas corresponde a mais do que o dobro dos 6% registrados no ano anterior.

Por trás desse aumento, há uma série de fatores. Além de uma melhora na aprovação junto aos funcionários, as empresas conseguem realizar cortes de custos significativos ao permitir que os empregados trabalhem em casa e aumentar a produtividade. Um levantamento da Fundação Getulio Vargas estima em 26 bilhões de reais as perdas anuais da cidade de São Paulo por causa do tempo gasto no trânsito. E, em dia de caos urbano, com protestos por exemplo, as empresas normalmente dispensam todo mundo. Se tivessem adotado o home office não teriam este prejuízo.

Em alguns casos, os ganhos trazidos pelo home office são tão significativos que as empresas começam a criar funções em que trabalhar em casa seja a regra, e não a exceção — um sistema que ficou conhecido como home based.

Porém, estruturar esses novos modelos de trabalho envolve desafios.

Aqui no Brasil a legislação é vista pelos empregadores como um dos principais entraves — o que ajuda a entender por que o índice brasileiro de empresas que adotam o home office é tão mais baixo do que o de outros países, como a Holanda, onde 67% das empresas têm políticas formais de trabalho remoto.

Para evitar problemas, o ideal é que a política de home office seja formalizada, com direitos e deveres da empresa e do empregado bem definidos, e não um acordo informal entre gestores e subordinados.

Pense nisso e comente!

O mal da fofoca e a paralisia da produção!

As últimas previsões do boletim Focus, elaborado pelo Banco Central, mostram que economistas e analistas de mercado projetam um crescimento de 1,44% para a economia brasileira em 2014. A previsão já foi melhor e dá uma ideia de que o ano não está sendo bom para muitas empresas (claro que tem gente se destacando…).

Mas a análise é outra: um cenário instável produz alterações profundas no dia a dia de uma empresa e afeta, claro, os seus funcionários. Mas eles, os funcionários de todos os setores, podem ajudar o barco a sair da tempestade ou afundá-lo. É preciso tomar medidas para enfrentar essas situações da melhor maneira possível.

Na minha opinião existem dois grandes males neste sentido: o mal da fofoca e a paralisia na produção.

Quando não há informação transparente sobre os rumos do negócio, os boatos invadem os corredores e tudo vira motivo de especulação. A fofoca até, em alguns casos, ajuda a informar, mas aumenta a insegurança. Gastar energia produtiva em boatos prejudica a empresa! O ideal é que, sempre que surgir alguma dúvida o profissional converse francamente com o seu superior imediato.

O clima negativo provocado por demissões ou baixa de vendas interfere na produtividade das pessoas. Mas se deixar consumir pelo desânimo só prejudica o rendimento. A melhor atitude é ajudar o negócio a se recuperar.  Em momentos ruins é que o pessoal deve arregaçar as mangas e se dedicar mais e não menos!

Se você é funcionário de uma empresa que não está indo bem, concentre-se nas tarefas, faça seu trabalho e apresente soluções ao invés de críticas negativas! Não paralise a produção!

Revise constantemente seu desempenho, cumpra suas metas dentro do prazo e do valor proposto e peça ajuda se for o caso. Não espere o chefe cobrar.

Pense nisso e me adicione no Facebook clicando aqui.

Mais sobre a PEC das Domésticas

O ouvinte Renato Santos, que é contador, escreveu há alguns dias me perguntando o qual seria minha opinião a respeito da aprovação da PEC das Domésticas.

Haverá demissão em massa? Como ficam as milhares de famílias que dependem de domésticos e não poderão arcar com todas estas novas despesas?

Renato comenta que mantém duas empregadas e uma delas é a babá de seus filhos, que dorme no emprego e folga quinzenalmente. Como ele e a esposa viajam muito a trabalho, despesas com horas extras, adicional noturno e vários outros fariam o custo mais do que triplicar. Eu até evitei falar sobre isso aqui na Rádio e no Blog visando esperar como se desenrolariam os fatos. Mas agora, é a hora…

Continuar lendo

Grupo CDPV no Jornal O GLOBO

Acabamos de iniciar uma super parceria com a Ascoferj, Zamboni Distribuidora, Colgate-Palmolive, Unilever, Kimberly-Clark e P&G.

Um dos pontos de partida foi a execução de uma pesquisa que envolveu a avaliação do atendimento do comércio farmacêutico do Rio de Janeiro, considerando as áreas de HPC – Higiene Pessoal e Cosméticos. Em breve disponibilizaremos os resultados detalhados, que foram antecipados pela brilhante jornalista Flavia Oliveira, em sua coluna de hoje no Jornal O GLOBO. Veja aqui:

2013 começou acelerado…..

O ano começou bem agitado na minha agenda de palestras e treinamentos! E quente!

Veja fotos de minha palestra para o Grupo Paris, maior fabricante de vidros e alumínios para obras do RJ. Por ocasião de sua convenção anual, ministrei uma nova palestra, a “Profissional de Alta Performance“.

 

Outro projeto que tive o prazer de conduzir através do CDPV, foi o Kick Off da DFB Seguro Garantia. A empresa reuniu seus 10 talentosos gestores em SP e lá ministrei a poderosa imersão “Como ser um Gestor de Sucesso“, atividade homônima ao meu quarto livro. Veja a foto:

Tem outras fotos nos posts aí embaixo, dê uma olhada.

É isso aí! Vamos que vamos!

Voltando pra Casa!

Por conta das palestras que ministro Brasil à fora, tenho a oportunidade de conhecer o estilo de gestão de inúmeras empresas.

Algumas companhias são firmes da prática de não recontratar pessoas. Já outras, mais dependentes de mão de obra operacional, não vêem problemas em recontratar demitidos.

Uma Pesquisa publicada pela revista Melhor e realizada pelo site Trabalhando.com,  mostra que sair e voltar para o mesmo emprego tem sido uma prática comum entre os profissionais.

Dos 800 entrevistados, 56% disseram que já saíram ou foram demitidos e acabaram retornando a mesma empresa. Em 42% dos casos, as pessoas afirmam ter recebido um convite para voltar e 14% dizem que voltaram por puro arrependimento.

37% não tiveram oportunidade de voltar (se quer foram convidados) e 7% gostariam de voltar, mas a empresa não os recolocaram.

O melhor mesmo é não tomar decisões baseadas apenas em pequenos atritos ou uma oferta mais agressiva de algum concorrente.

Decidir mudar de emprego precisa ser uma atitude bem avaliada, livre de emoções. Se for este o seu caminho, trabalhe para, em primeiro lugar e acima de tudo, deixar as portas abertas.

Ninguém sabe o dia de amanhã. Um antigo ditado cabe bem aqui: “quem bate esquece, quem apanha, não”.

Pense Nisso e siga-me os bons!

Como sobreviver a um mar de tubarões?

Nesta última semana de 2012, estou refletindo sobre práticas realmente diferenciadas no dia-a-dia de uma empresa e dos profissionais. E andei pesquisando sobre negócios inovadores.

Nos últimos anos, mais de 5000 sites de compras coletivas passaram a vender cupons e desconto no Brasil. A maioria quebrou a cara, pois não adiantou apenas repetir a fórmula dos pioneiros.

Quem está aí até hoje são aqueles que fizeram algo diferente, que criaram um diferencial. Hoje estas empresas estão se posicionando de forma diferenciada, não apenas como um serviço de compra coletiva.

Outro tipo de empresa nascente que sobreviveu neste mar de tubarões foi a que operou e ainda opera de forma local, sem o vício megalomaníaco de querer vender pro Brasil inteiro.

Em Salvador  tem o “Tô Salvo”, que fala a língua do baiano. Na região de Campinas, são Paulo, tem o Correio de Ofertas. Em Manaus, tem o “Tambaqui Urbano”. Todos eles descobrindo uma forma diferente de fazer negócios e ganhar escala na internet.

Mas quem realmente fez sucesso este ano foi uma operação criada por Antonio Mouallen e Rodrigo Manzoni. Eles perceberam justamente que o caminho deste mercado seria a regionalização e que existiriam boas empresas ganhando dinheiro sem estrelar a lista das maiores organizações do setor.

Desde então, fizeram 50 acordos com sites regionais e criaram o site “Oferta Única”. Quem entra na página deles vê as ofertas de todos os outros parceiros e é um negócio bom pra todo mundo. Os “meninos” devem fechar 2012 com o incrível faturamento de R$ 108 milhões .

Esta é mais uma típica ideia que muita gente, quando vê, exclama: “como é que eu não pensei nisso antes?”. Certamente muita gente pensou. Mas estes visionários fizeram.

Siga-me no Twitter clicando aqui. 

Dilemas de quem quer abrir uma empresa…

Hoje quem me escreveu foi a Lia. Ela diz que se sempre que pode fica atenta as minhas orientações para negócios na rádio carioca MPB FM (90,3 RJ, estou no ar de segunda a sexta às 8h e 14h) e me pede ajuda para um desafio pessoal.

 

Ela conta que seu sonho sempre foi trabalhar com animais, mas não teve a oportunidade de ser uma veterinária. Mas que está querendo entrar no segmento de pet shop com Tosa e Banho. Ela sempre teve animais e deseja fazer um curso profissional e com bom nome no mercado para, um dia, fazer o que sempre sonhou, já que está trabalhando em algo que realmente não gosta.

A Lia tem o sonho de fazer o que gosta e virar empresária. E está disposta a se sacrificar para conseguir conquistar o sucesso, mesmo que tenho isso custe horas de lazer e convívio com a família.

Mas está quase cometendo o mesmo erro que a maioria dos novos empresários brasileiros comete. Ao abrir um negócio só porque gosta do segmento ou acha que tem um dom, muita gente quebra a cara e o bolso.

Se especializar no assunto – no caso da Lia fazendo um curso profissionalizante de banho e tosa – precisa ser uma ação paralela ao se preparar para ser empresária.

Não adianta nada abrir a mais bonita e sonhada pet shop se a pessoa não sabe gerir negócios, gerir pessoas, lidar com tributos, fiscalizações, clientes…

Antes de se aventurar, é preciso criar um bom planejamento e estudar concorrências, variáveis, tendências. Sempre com o foco de ser o melhor, de perder a menor quantidade possível de dinheiro e tempo e de atingir o sucesso.

Pense nisso e se prepare. Pois abrir uma empresa e virar patrão é o sonho de muita gente. Mas vira pesadelo quando não estamos verdadeiramente preparados.

No mais, bota fé! Com esforço e dedicação você chega lá!

Pense nisso, coloca em prática, me siga no Twitter e me conta!.

Em tempo: muita gente sabe que ministro, em vários estados brasileiros, a inédita e inovadora “Imersão para Empresários“. É um dia inteiro dedicado a vendas, gestão, finanças e marketing para quem sente na pele o peso de um CNPJ. Quer revolucionar o seu negócio? Veja agenda e faça sua reserva diretamente com o CDPV Seminários.