Como implementar a cultura de vendas

Não importa se, por exemplo, você trabalha numa loja, num escritório de advocacia ou numa fábrica. Da mesma forma que não importa se você trabalha na logística, no RH, no financeiro ou na área de vendas.

Se a empresa não está vendendo como deveria e, consequentemente o negócio não está indo bem, o futuro profissional de todos fica em jogo.

Sempre acreditei que todos numa empresa precisam ajudar, de alguma forma, a empresa a melhorar, a crescer, a vencer. Por que quando isso acontece, certamente todos ganham.

Uma auxiliar de serviços gerais que atende o cliente com aquela simpatia; o setor de logística que resolve todas as emergências com foco na satisfação do cliente; o profissional de vendas que se preocupa em entregar retornos rápidos e eficazes para seus clientes… tudo deve ser feito para agradar o cliente.

O nome disso é CULTURA DE VENDAS. As empresas bem-sucedidas, de forma consciente ou não, trabalham como este propósito: focadas em entregar uma experiência de alto nível para seus clientes. Vamos combinar, né? Não existe aberração maior do que aquela recepcionista mal humorada ou aquele atendente que destrata o cliente.

Acima de tudo: Todos numa empresa são responsáveis pelos resultados, independente do cargo em que ocupam.

Precisa de um auxílio para impulsionar suas vendas? Então conheça o VENDAS DE ALTO IMPACTO!

Todos os detalhes do treinamento Vendas de Alto Impacto, que é destinado a empresários, profissionais liberais, representantes comerciais e todo mundo que precisa melhorar resultados de vendas estão aqui.

Aproveite e me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify.

Resumindo… #BóraVoar!

Só existe um chefe: o cliente

Tudo gira em torno das vendas. Por exemplo, aluno de escola é o cliente da escola; paciente é cliente; usuário do transporte é cliente…

Sam Walton, fundador da grande rede de hipermercados Walmart tem uma frase memorável sobre isso.

Ele dizia assim: “Só existe um chefe: o cliente, e ele pode demitir todas as pessoas da empresa. Do presidente do conselho até o faxineiro. Simplesmente levando o dinheiro para gastar em outro lugar”.

Eu concordo plenamente com ele!

Leia também: Descomplique a vida de seu cliente

Em outras palavras, não existe cliente bom ou cliente ruim. Para mim, o cliente sempre é um cliente; até mesmo quando não tem condição de comprar agora o que estamos vendendo.

Além disso, eu certamente não entendo como muitas empresas gastam rios de dinheiro em publicidade se não atendem o cliente com profissionalismo.

Não entendo taxista que tá reclamando da concorrência, que não atende o seu cliente com profissionalismo e bom humor.

Leia também: Os 10 maiores erros do vendedor

Não entendo vendedor de loja que não sorri, que não olha no olho, que já classifica  o cliente só pela roupa ou pela aparência…

Portanto, valorize o cliente de sua empresa porque, independente do cargo que você ocupa, ele que paga o seu salário.

Aproveite e me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify!

#BóraVoar

Como sair da Zona de Conforto

Tenho reforçado muito a ideia de que o maior impeditivo para uma vida plena de satisfação atende pelo nome: “DESCULPAS”. Sim, “desculpas”, aquelas coisas que criamos ao longo da nossa jornada para justificar o distanciamento dos nossos desejos.

São quem nos fazem cair na terrível “zona de conforto”, configurada por uma série de ações, pensamentos e comportamentos. Uma pessoa nessa condição está tão conformada que não arrisca a algo melhor mas que a causa medo, ansiedade, riscos. É uma região onde ninguém se sente ameaçado.

Estamos na Z.C. (Zona de Conforto) quando a gente fica preso aos paradigmas, as crenças e aos métodos mais cômodos de fazer as coisas. Estou me referindo tanto a coisas simples –  como mudar a arrumação de sua mesa de trabalho – quanto a implementar uma estratégia de acordo com a orientação de seu chefe ou do seu cliente.

No campo pessoal acontece o mesmo: a  gente fica sempre deixando para amanhã tudo aquilo que devemos fazer hoje, como praticar exercícios, ir ao médico, ir ao dentista, se matricular num curso… É ela, sim porque a Z.C que nos faz postergar a concretização de nossos sonhos.

Por que isto acontece? Porque mudar nossa rotina é algo realmente dolorido, a gente já está condicionado a fazer sempre as mesmas coisas, da mesma forma.

Mas então, como sair da zona de conforto?

Confira 5 passos:

1 – CONSCIENTIZE-SE

Se conscientize de que tudo aquilo que você deseja está fora de sua zona de conforto, está fora do comodismo diário que te aprisiona.

2 – ATITUDE PARA MUDAR

Você já deve ter percebido que não basta “querer mudar”. Acima de tudo, é necessário tomar a atitude de mudar e… agir, fazendo assim, sua vontade de concretizar seja mais forte do que sua procrastinação. 

3 – COLOQUE PARA GIRAR O QUE ESTÁ PARADO

O que está parado em sua vida e que deveria estar em movimento? Coloque para girar! Enquanto você dorme, tem um monte de gente realizando sonhos. Portanto, AJA!

4 – ADOTE O HIPER-FOCO

Estude e adote o conceito do “Hiper-foco”. Então, quando você estiver se dedicando a uma tarefa/meta, seja forte e não permita que nada tire a sua concentração. Adotar o “Hiper-foco” transforma vidas e amplifica suas chances de sucesso. 

5 – LIBERTE-SE DA ROTINA

Não deixe a rotina aprisionar você. Logo, assista programas diferentes, caminhe por ruas diferentes, vá a lugares diferentes e conheça pessoas diferentes porque sim, isso faz toda diferença. Isto deve ser uma regra!

Sair da zona de conforto pressupõe dedicação, foco, força e a consciência de que, só ao sair dela poderá enfim, entrar em outra. Porém melhor e ampliada.

Leia mais sobre mudança e evolução clicando aqui.

Aproveite e me adicione no Facebook e no Instagram pra a gente continuar essa conversa!

Como manter o foco

Você está escrevendo um email super importante e de repente chega uma mensagem no seu WhatsApp, de um daqueles 673 grupos que você participa. Ao mesmo tempo, chega uma notificação no Facebook, um alerta do app do banco, o telefone toca, alguém te interrompe.  

Isto lhe parece familiar?

Com toda certeza, isto acontece com todo mundo. Com o empresário, com o funcionário, com o atleta olímpico.

A diferença é que os verdadeiros campeões, no esporte ou na vida profissional, são aqueles que conseguem esquecer temporariamente  mundo ao redor quando precisam entregar algo e só pensam nos movimentos que precisam fazer para conquistar seus objetivos.

É muito fácil se perder neste imenso oceano de informações que vivemos imersos. Mas para ser bem-sucedido, você precisa manter os olhos fixos na bola.

Os profissionais que se destacam em suas áreas são disciplinados e administram bem o seu tempo. Isso ocorre porque eles desenvolvem a habilidade de focar e ignorar qualquer coisa que entre no caminho da sua produtividade.

Pense em quanto você poderia ser mais produtivo se os agentes da desconcentração não existissem?

Não dá para eliminá-los e fingir simplesmente que eles não existem, mas o simples fato de compreender que cada minuto concentrado em algo que não agrega ao seu trabalho, é um minuto perdido. E o tempo, você sabe, ele não para, ele não volta.

A palavra chave é “FOCO”. A técnica é se manter

Regra número 1: o cliente tem sempre razão

Comandante Rolim, fundador da companhia aérea TAM (agora chamada de LATAM), tinha uma frase que sempre funcionou como mantra pra mim. Ele dizia sempre:

“Regra número 1: O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO.

Regra número 2: se o cliente não tiver razão releia a regra número 1”.

É claro que temos que ter jogo de cintura com os clientes que são habitués do “jeitinho brasileiro” e andam com o código de defesa do consumidor debaixo do braço. Mas isto é outra historia.

O cliente é rei e precisa ser tratado como tal. É ele que paga nossos salários, é ele que paga a escola de nossos filhos, é ele a razão pela qual as empresas existem.

Por isso, o trabalho de todos de uma empresa deve ser viabilizar formas de colocar o cliente no seu devido lugar: o trono!

Leia também: Os 10 maiores erros do vendedor

Teve algum problema? Resolva e não fale “isso é com outro setor”. O cliente tá insatisfeito com alguma coisa? Chame a responsabilidade para si e resolva o problema. Toda vez que um cliente fica insatisfeito com uma empresa, ou com um problema não resolvido, é uma oportunidade de negócios que perdemos, sem levar em consideração o poder que o cliente insatisfeito tem nas mãos, principalmente com a revolução tecnológica que estamos vivendo.

Esta postura era tão evidente, era tão verdadeira na época que a TAM era liderada por Rolim, que lembro com muito saudosismo do tapete vermelho estendido na porta da aeronave, o comandante que recebia os clientes pessoalmente, os fones de ouvidos que eram distribuídos, o serviço de bordo impecável e com bebidas alcoólicas…

É uma pena que isto tenha se perdido na atual companhia. Mas acho que faz parte de um novo modelo de aviação comercial (que eu não gosto nada, diga-se).

Me adicione  no Facebook, no Instragram e no Spotify.