Líder cabeça-dura

Em equipes gerenciadas por um líder “cabeça-dura”, quando um problema acontece é um escândalo. Ele vai atrás do culpado e não da solução.

Sou partidário da cobrança, da penalização para erros reincidentes e graves. No entanto, a sacada de hoje é levá-lo a compreender  que problemas podem ser fontes inesgotáveis de aprendizado.

Aconteceu um problema? Alguém falhou? Primeiramente, pare o grupo e tente identificar 4 questões:

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Habilidades indispensáveis para um líder de sucesso

Liderar não é nada fácil. Liderar exige paciência, disciplina, humildade e comprometimento. Para você se tornar um líder, deve primeiramente ser equilibrado e deixar o estresse de lado no trato com as pessoas.

O líder de verdade impulsiona seus colaboradores, encoraja, estimula para que tudo dê certo e para que o trabalho seja feito da melhor forma possível. É preciso que o líder goste do que faça e acredite na sua equipe.

Um bom líder inspira outras pessoas, tem uma conduta ética e é íntegro. Para ele, tomar decisões não é problema algum e identificar e desenvolver talentos é tarefa fácil. Sua capacidade de influenciar é imensa e não se deixa abater por problemas emocionais. Além disso, ele não é arrogante nem prepotente.

O líder exemplar sempre compartilha informações e não se apropria de resultados que seus colaboradores alcançaram.

Uma empresa que tem um líder de verdade, com essas características, aumenta a sua produtividade, gera um ambiente de trabalho legal e retém talentos, já que não tem um “mala” pegando no pé o tempo todo. Acredito que não exista líder por natureza, as características de liderança são desenvolvidas ao longo do tempo pelo indivíduo.

E você? Considera-se um líder ou está no processo?

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Líder nasce pronto?

Frequentemente me perguntam se é possível treinar as pessoas para que sejam líderes eficazes ou se os melhores e verdadeiros líderes já nascem prontos. Este também é um assunto que rende aulas e aulas em faculdades e MBAs e sempre é pauta de conversas em botequins e jantares corporativos.

Mas esta discussão é a menos importante. O que importa mesmo, para quem está na linha de frente contratando, decidindo, dispensando, reportando, emitindo relatórios, atendendo demandas e, acima de tudo, sendo pressionado por resultados, é o que fazer para ser cada vez mais eficiente e viver com mais qualidade.

E para as empresas, o que importa mesmo não é se fulano nasceu líder ou se tornou líder. Mas, sim, ter a certeza de que esta pessoa possui comportamento, habilidades e atitudes indispensáveis para levar um negócio ou uma equipe ao sucesso.

Então, qual é a resposta para a pergunta central?

Existem traços de liderança que são inatos, que vêm com a gente, que estão no nosso DNA. Alguns podem ser desenvolvidos com treinamento, outros com a ajuda da experiência. Mas um líder que não gosta de lidar com pessoas, por exemplo, está no lugar errado! Afinal, nada nas empresas é mais importante que as pessoas.

Ninguém nasce líder. Mas tem uma característica que revela plenamente quem tem mais chances de ser um líder de sucesso: é a postura de eterno aprendiz. Isto mesmo!  Ser um eterno aprendiz classifica muito as pessoas, até porque um líder que acha que já sabe de tudo, no fundo, no fundo, não sabe de nada.

Construa uma Liderança de sucesso

É tarefa de todo empresário ou gestor ajudar a manter um clima agradável no ambiente de trabalho.

Outro dia conversando com alguns especialistas em gestão, cheguei à conclusão que, via de regra, as pessoas são atraídas para uma empresa pelo perfil e pela remuneração, mas saem geralmente pelo ambiente. O mau chefe costuma ser motivo de saída do trabalho.

Por isso, estou certo de que manter um clima positivo, de confiança, é um grande fator de motivação dos colaboradores.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

Mas como, na prática, fazer isso?

Um bom caminho é manter as pessoas informadas sobre tudo o que acontece com o negócio, com todas as novidades. Isto evita fofocas, intrigas e boatos, o famoso “disse-me-disse”. Estabeleça regras de comunicação com o seu time, seja ele pequeno, médio ou grande. Isso pode ser feito num café da manhã semanal, num boletim informativo impresso em impressora simples mesmo, num ambiente on line, numa comunidade virtual.

Outro fator que afasta bons funcionários é a ausência de oportunidades na empresa. Por isso, criá-las é importante. Se não cria, perde porque as pessoas precisam crescer e vão buscar isso em outros lugares.

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Fui promovido a um cargo de liderança… E agora?

As 5 bases da liderança

Onde seus funcionários poderão chegar se abraçarem a causa, o projeto? Ofereça estas oportunidades a eles!

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Como construir um time de alta performance?

Marco Antonio escreveu perguntando o que deve fazer para se tornar um gestor melhor e mais respeitado pela equipe. Ele diz que não consegue tirar a apatia das pessoas, que fazem apenas o que precisa ser feito – quando muito. Não criam, não trazem novidades. Pede socorro!

Marco, o primeiro passo é identificar se essas pessoas possuem realmente o perfil e as competências necessárias para fazer o que elas estão fazendo. Escalação errada é terrível! O que mais tem por aí é empresa que quer um goleiro que faça gol, mas esquece que só existe um Rogério Ceni.

Depois verifique se você está executando o método que chamo de ACC – Atitude, Confiança e Comunicação.

No campo da atitude, precisamos fazer uma frequente avaliação: no que e como posso melhorar? Ajo com humildade, ética e sinceridade com meus liderados? Tenho disciplina? Sou exemplo ou lidero na base do “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”? Eu coloco em prática as ideias, ferramentas e sugestões que a equipe me fornece?

Com relação à confiança, é sempre bom lembrar-se do preceito religioso que diz “é dando que se recebe”. Para as pessoas confiarem em você, é necessário ser próximo a eles, transpirar entusiasmo e transmitir comprometimento. É ter o sentimento do “eu amo minha empresa”, mesmo que você, como gestor, não se sinta amado por seus superiores.

O terceiro C da técnica ACC é a comunicação. Sou um bom ouvinte? Dou feedbacks? Reconheço e valorizo as pessoas? Eu vou direto ao assunto, sem dar voltas desnecessárias? Tenho capacidade de síntese? Dou direção aos meus colaboradores, deixando-os a par dos planos da empresa ou os deixo sem rumo, sem lenço, sem documento?

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Gestão é relacionamento

Cuidar das vendas, da administração, do financeiro, da logística, de compras… Donos de pequenas empresas, em geral, precisam interpretar vários personagens para fazer o negócio acontecer. Precisam se dividir em mil para dar conta de tarefas cotidianas. Mergulhados em contas, estoque e geração de novos negócios, é muito comum esquecer-se de cuidar da equipe. Ou, no melhor dos cenários, deixá-la em segundo plano.

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É claro que tem gente que nasce com um forte sentido de liderança e consegue inspirar e motivar pessoas naturalmente, sem muito esforço. Mas aí estou falando de gestores excepcionais.

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Não precisamos de tanto. Ao contrário do que parece, ser um bom líder parece ser muito complexo, mas na verdade não exige muito. Quer ver?

  • Estar disposto a ouvir o que as pessoas pensam a respeito do negócio é um bom caminho. Conheço centenas de empresários e gestores que só falam, falam, falam. Não dão ouvidos para os colaboradores.
  • Distribuir bem as tarefas, o que pressupõe planejamento, é outro fator que ajuda a construir uma boa relação com o time. Volta e meia encontro pessoas sobrecarregadas que, pela quantidade de coisas que precisam fazer, acabam não entregando nada.

O que você vai fazer de diferente?

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Como evitar a procrastinação no trabalho

Por conta do meu programa no rádio, minhas palestras e eventos, eu recebo uma quantidade incrível de mensagens via e-mail, Facebook, Twitter...

Semana passada eu parei para fazer um balanço das mensagens que recebo e tem de todo tipo. Todos, de uma forma ou de outra, querem melhorar a performance no trabalho ou na gestão de uma empresa.

Observei que tem crescido a quantidade de mensagens que focam de uma forma ou de outra, um tema que eu chamo de procrastinação. Muita gente reclama do excesso de trabalho, da quantidade cada vez maior de coisas que precisam ser feitas, e também da sensação de insatisfação que surge já que sempre ficam coisas para trás.

A cada dia que passa, recebemos mais informações, mais novidades e não tem jeito, parece que nosso chip mental não da conta de tanta sobrecarga.

Aí vão as minhas dicas:

Em primeiro lugar, é importante tomarmos cuidado com os impeditivos da produtividade. É assim que eu chamo as redes sociais, as conversas paralelas com os colegas, as ligações particulares, as pausas para o café.

Segunda ideia: determine suas prioridades. Invés de pensar na quantidade de tarefas, preste mais atenção na qualidade de cada uma. Reveja o que tem que ser feito e determine o que é mais importante no momento. 

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A Sabedoria Chinesa ensina

A Sabedoria Chinesa ensina

A sabedoria Chinesa não falha. Estes dias li num livro “as três ideias, os três caminhos e as três regras” da tradição deste povo milenar e achei muito bacana compartilhar com você aqui neste espaço. Quer saber quais são?

  • Três coisas devem ser apreciadas: a cordialidade, a bondade e o bom humor.
  • Três coisas devem ser cultivadas: a verdade, o engenho e a conformação.
  • Três devem ser governadas: a língua, a conduta e o caráter.
  • Três devem ser imitadas: o trabalho, a constância e a lealdade.
  • Três devem ser defendidas: a honra, a pátria e os amigos.

Leia também: Nem todo mundo vê o mundo como você vê 

Por isso, antes de qualquer atitude que possam prejudicar o ambiente, tenha uma conversa franca com o espelho, olho no olho para ver se não é você quem complica tudo e vive reclamando demais.

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Esse cara é você?

Esse cara é você?

Pensa no seguinte cenário, você era O CARA da sua empresa. Ok, vamos pensar menor, do seu departamento.

Era sempre chamado para as reuniões com a alta administração, era sempre convidado para tecer comentários sobre os investimentos da organização e sempre ouvido para tomada de decisão empresarial.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

De repente, marasmo total: nada de convites, nada de consultas, nada de ser ouvido.  Estagnação: vários funcionários recém-contratados já ultrapassaram seu patamar.

Meu amigo, minha amiga, devo confessar que o problema está em você!  “O cara”, agora, é outro!

É claro que você entrou naquela zona de conforto e esqueceu de evoluir, seduzido por aquela atmosfera em que todo mundo via em você uma referência.  As coisas mudam.  As pessoas mudam.  Os processos e o mundo mudam.  Talvez suas habilidades continuem até bastante atualizadas, mas você esqueceu de gerir sua própria carreira: pare e reflita sobre sua trajetória.

Leia também: A maldita zona de conforto

Uma coisa é certa: se você está nessa situação, não acelere, dê uma pausa, faça perguntas e só volte a acelerar no sinal verde, quando obtiver as respostas às suas inquisições.

Leia também: Por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras?

Se você quer ser um Gestor de Sucesso, comece a treinar para se vestir, falar e, sobretudo, comportar-se como um gerente de verdade.  Assim e somente assim será percebido pela alta administração e, quem sabe, ser promovido.

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Como resolver problemas comportamentais dentro de sua equipe?

Toda empresa precisa de colaboradores interessados e dispostos a dar o melhor de si. No entanto, é preciso que os gestores saibam minimizar os efeitos dos problemas técnicos e comportamentais.

A solução para problema técnico inevitavelmente atende pelo nome de “treinamento técnico” ou “treinamento de produto”. E isto é responsabilidade do gestor.

E os problemas comportamentais? Eis algumas dicas:

1) “Mente vazia é oficina do diabo”, já diziam os antigos. Então, durante o expediente, nada de tempo livre e conversinhas escondidas.

2) Os colaboradores são diferentes. O que impulsiona uma pessoa não necessariamente impulsiona outra. Você, gestor, deve conhecer cada membro da sua equipe, entendendo as necessidades de cada um.

3) Os funcionários precisam de desafios, mas desafios que sejam tangíveis e não impossíveis de serem alcançados. Senão, ao contrário de motivar, você irá desestimular o profissional.

4) Aponte os erros e os pontos positivos do trabalho do colaborador, observando a maneira de falar.

5) Avalie seu funcionário. Sem nenhum feedback ele pode achar que seu trabalho não faz diferença.

Me conte o que mudou em sua empresa depois dessas dicas, através do meu Facebook! 

A sucessão numa empresa familiar

Roberta escreve comentando que faz parte da terceira geração de uma empresa familiar no segmento de peças industriais. Ela está com medo danado do futuro, pois tudo que consegue enxergar é uma nuvem nebulosa: o seu mercado sendo absorvido por empresas maiores, inclusive multinacionais. E me pergunta:

“Diego, estou com um medo de quebrar o negócio de minha família quando eu assumir de fato. A quebra da empresa tem relação com a falta de treinamento dos sucessores?”

Roberta, a resposta é: Não, parcialmente. Um dos maiores riscos de qualquer empresa é a sucessão, mais ainda na empresa familiar, na qual a escolha dos sucessores geralmente envolve critérios emocionais. O gargalo geralmente está na transição da segunda para a terceira geração, justamente o seu caso.

O treinamento e a qualificação do sucessor é, sem dúvida alguma uma questão importante para a sobrevivência do negócio, como também o processo de transição do poder. Além disso, a organização deve tomar cuidado com a escolha do sucessor, que nunca é definitiva, deixando claro que ele foi escolhido por um mandato e poderá ou não permanecer na função.

Em casos assim, precisamos sempre tomar decisões pensando no futuro do negócio e não na sobrevivência dos herdeiros. Precisamos pôr fim nas capitanias hereditárias agindo de forma simples: o sucessor tem as competências necessárias para exercer o cargo?

Outros tipos de colaboradores tóxicos

Outros tipos de colaboradores tóxicosOntem eu falei aqui sobre os tipos de profissionais que existem em todas as empresas. Falei do puxa-saco, daquele sem noção e do terrívelreclamão.

Como muitas pessoas escreveram comentando que conhecem estes tipos tóxicos mas que existem outros, eu resolvi continuar falando deles, porque todos – em maior ou menor intensidade –  geram desmotivação e desagregam.

E aí o final deste filme todos conhecem: quando estas posturas afloram o clima fica negativo e atrapalha qualquer colaborador, mesmo aquele empenhado. Afinal, o hábito tem um poder incrível de contagiar.

Outros personagens curiosos comumente encontrados nas empresas:

  • Aquele que fala muito e trabalha pouco.

Conversas e troca de ideias são comuns e necessárias, mas não existe justificativa para deixar as obrigações de lado para apenas conversar. Colegas que falam o tempo todo no local de trabalho acabam prejudicando todo ambiente, gerando tensão e desconforto para quem precisa se concentrar.

Esse é um tipo muito comum, mas o mais fácil de ser neutralizado. É só a gente dizer que está ocupado e o ignorar.

  • Outro que sempre existe é aquele que sabe e conhece de tudo. É aquele  profissional que fala para todos tudo o que já vivenciou ou que sabe fazer.

É claro que as pessoas possuem experiências e conhecimentos diferentes, mas uma antiga regra é útil: dê opiniões quando for convidado.

  • E o troféu “banana de ouro” vai para o funcionário Fofoqueiro.

Infelizmente é comum ter muitas fofocas no ambiente de trabalho e quanto maior a quantidade de funcionários, pior é.

Leia também: Cuidado com os colaboradores tóxicos

Como neutralizar a fofoca? Se mantendo firme, sem dar ouvidos e sem passar adiante. Porque o que um fofoqueiro corporativo mais gosta é quando encontra amplificadores de sua discórdia. Cuidado com eles!

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Cuidado com os colaboradores tóxicos

Cuidado com os colaboradores tóxicos

Nas empresas de todos os ramos e segmentos existem pessoas de todos os tipos. Mas o que prejudica mesmo a produtividade, são aqueles profissionais tóxicos e desagradáveis, que parecem ter o poder de destruir o bom clima.

Essas pessoas, além de prejudicar o desenvolvimento, podem gerar desmotivação, intrigas e até o pedido de demissão de colegas que não aguentam esses comportamentos.

Leia também: Qual a diferença entre bullying e brincadeira no ambiente de trabalho?

Veja se não é assim: toda empresa tem um “puxa-saco”. 

Esta pessoa pode até ser um bom funcionário, mas o problema é que ele emprega seus talentos da maneira errada. Ele se concentra no chefe e não naquilo que a equipe e a empresa esperam de um bom profissional. Se concentram nas aparências e achismos e não nos resultados em si.

Outro personagem que sempre existe em todo tipo de empresa, é o “Brincalhão incontrolável”, ou, numa linguagem mais moderna, osem noção”. Brincadeiras são saudáveis, mas o problema é que o excesso estraga.

Leia também: Outros tipos de colaboradores tóxicos. 

E tem também aquele menos gosto: é oreclamão’. Menos gosto porque pessoas pessimistas sugam a energia de qualquer um. Ouvir um desabafo de vez em quando faz parte do jogo, mas todos os dias ninguém aguenta.

Reclamões são aqueles que tem um problema pra cada solução. E talvez seja o pior dos tipos. Pois de todos os comportamentos, este é aquele que tem a necessidade de contaminar outros. Cuidado com ele, pois parece um vírus: quando a gente menos espera, está reclamando também.

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Meu líder não é líder

Meu líder não é líder

Daniele mandou uma mensagem através de minha página no Facebook:  “Sou apenas recepcionista de uma empresa, mas sou muito exigente em relação ao meu líder. A responsável pelo meu setor, que ainda não é a chefe, está totalmente despreparada para ocupar o cargo (eu não quero esse cargo.)”, explica ela.

Leia também: Liderar pessoas ou chefiar coisas?

“Ela é muita amiga das outras recepcionistas, vive em fofocas, mas o papel de líder mesmo ela não faz, em algumas situações se põe como amiga de uns e em outras, com antipatia; não defende ideias que favoreçam o setor e tem medo da chefe dela. Mas o problema está em mim, eu não consigo fazer igual à maioria: ficar quieta, fingir que está tudo bem. Sou muito profissional e não gosto que aproveitem dessa minha boa vontade de trabalhar. Essas coisas me incomodam tanto… Preciso de alguma ideia que me ensine a lidar com isso.”, pede a ouvinte.

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O bom funcionário abençoa a empresa em que trabalha

Destacado

O bom funcionário abençoa a empresa em que trabalha

Tudo tem mudado rapidamente: a tecnologia, a forma de fazer negócios, o modo como as pessoas se relacionam…

O mundo está ficando menos previsível do que era.

Algumas coisas como a demografia e o crescimento populacional, ainda são relativamente fáceis de prever. Mas pelo jeito que as coisas andam, não é possível ter qualquer certeza de como será no futuro a relação entre empresa e funcionário.

Leia também: Como combater a desmotivação dos funcionários?

O poder hoje esta na mão dos funcionários e não dos patrões como no passado e isso faz parte da evolução e é louvável.

Mas percebo que nos últimos anos essa relação funcionário-empresa tem se deteriorado, gerando perdas para todos…

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