Como reduzir o stress e aumentar a produtividade?

Nós temos uma forte tendência, quando estamos vivendo num nível alto de stress no trabalho, de achar tudo muito estressante, até os pequenos acontecimentos da vida. Tudo nos irrita, tudo nos chateia. 

Esta é uma resposta emocional pra situação, e você pode corrigir o rumo amplificando aquilo que te traz bem estar.

Pode ser o casamento, filhos, amigos, atividades esportivas ou compromissos religiosos. Ou seja, tudo que trás conforto – mesmo quando esta diante de uma pressão muito forte.  A sacada de hoje é reduzir o número de coisas que você faz e causam stress.

O que fazer?

1 – Balanceie a pressão lembrando de todas as boas coisas que você tem em sua vida. 

2 – No final do meu pior dia no trabalho, eu vou para casa e meus filhos estão lá: saudáveis, me amando, curtindo.

3 – Pode ser que “contabilizar as coisas boas” seja a última coisa que você quer ouvir num momento de pressão, mas na verdade é um conselho brilhante. 

4 – Não é uma chamada para fingir que está tudo bem, que tudo é incrível. É, na verdade, um apelo para equilibramos a nossa tendência se concentrar no negativo.

5 – Quando mudamos o prisma, a vida suaviza. Um bom caminho para reduzir o stress e amplificar a nossa produtividade é se esforçar para perceber a mesma situação por um ângulo diferente.

E você, tem alguma dica para reduzir o stress e aumentar a produtividade? Compartilha com a gente!

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Tempos de desespero exigem atitudes rápidas e ponderadas

Elaine é empresária do ramo de decoração de interiores e escreve da linda cidade de Cabo Frio, Rio de Janeiro. Ela diz:

“estamos a ponto de tomar uma decisão que todo empreendedor teme: fechar as portas de nossa loja. Nossa empresa está altamente endividada; aluguéis, telefones, folha de pagamento e faturas de fornecedores são pagas com atraso. Estamos sufocados e vivendo das poucas vendas que entram.

Nos sentimos como se tivéssemos comprando dívidas! Temos a opção de sublocar o espaço de um amigo ou simplesmente fazer atendimento externo como já fizemos, o único medo é não ter um showroom para apresentação dos produtos e, assim, não transmitir uma imagem profissionalizada ao nosso cliente. O que fazer?“.

Elaine, não conheço um único empreendedor que se sente a vontade com a possibilidade do retrocesso. Mas uma boa parcela deles descobriu maneiras de lidar com a decepção e reversão, quase sempre de forma instintiva.

A dificuldade é maior quando um problema ameaça não apenas a sobrevivência de sua empresa, mas também o seu bem-estar mental.

Tempos de desespero pedem medidas ponderadas e rápidas. Estancar a sangria deve ser a prioridade, junto com a geração de novas vendas. Uma ação está interligada a outra: ninguém consegue vender com a cabeça cheia de problemas.

Mas Elaine, não sinta pena de si mesma. É que isso é uma tendência natural depois de ter sofrido um revés.

Jamais culpe os que te rodeiam pela bagunça que você se meteu, mas também nada de acreditar que você é uma vítima. Você não é a primeira empresária a sofrer um grande revés e com certeza não será a última.

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A importância dos detalhes

Posso dizer que sou uma pessoa perfeccionista. Fico muito chateado quando as coisas não são feitas ou não saem como projetado, seja na escala macro ou micro.

Fico assustado como as pessoas não se atentam aos detalhes das suas tarefas e ações.

Me impressiona o fato de as pessoas entregarem somente o que lhes é pedido, quando entregam. Penso que aí estão dois dos grandes segredos para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.

Detalhes fazem toda a diferença. Seja num relatório simples ou numa estratégia de marketing. Num atendimento telefônico ou numa proposta enviada por e-mail.

O universo corporativo seria muito melhor se as pessoas entregassem suas demandas no custo e no prazo; sem que tenham de ser pressionadas ou cobradas por isso.

Seria perfeito se as pessoas fossem imbuídas em fazer a diferença, em entregar o serviço proposto com um plus, com um adicional, com uma diferenciação.

Falei disso na ultima edição da Imersão para Empresários que ministro frequentemente em vários estados brasileiros. Um empresário já estabelecido levantou o braço e falou: “Caramba, Diego! Estou atrás de pessoas que pelo menos façam aquilo que elas são pagas para fazer! E você esta ai dizendo em ter pessoas que façam além?”…

Respondi brincando que “sonhar não custa nada”, mas tenho absoluta convicção de que essas pessoas (diferenciadas) existem. Sei que elas estão bem empregadas ou estão empregando. Sei também que é um paradoxo incrível para a maioria dos empresários o ato de treinar, desenvolver e remunerar melhor as pessoas.

Logo lembrei de um ditado popular, que diz assim:  “melhor segurar um cavalo acelerado do que empurrar uma mula mansa.”

Pense nisso na hora de recrutar, de dar feedbacks, promover, incentivar ou desligar alguém de sua equipe.

Leia também: Três passos para estimular sua equipe

Como manter o foco

Você está escrevendo um email super importante e de repente chega uma mensagem no seu WhatsApp, de um daqueles 673 grupos que você participa. Ao mesmo tempo, chega uma notificação no Facebook, um alerta do app do banco, o telefone toca, alguém te interrompe.  

Isto lhe parece familiar?

Com toda certeza, isto acontece com todo mundo. Com o empresário, com o funcionário, com o atleta olímpico.

A diferença é que os verdadeiros campeões, no esporte ou na vida profissional, são aqueles que conseguem esquecer temporariamente  mundo ao redor quando precisam entregar algo e só pensam nos movimentos que precisam fazer para conquistar seus objetivos.

É muito fácil se perder neste imenso oceano de informações que vivemos imersos. Mas para ser bem-sucedido, você precisa manter os olhos fixos na bola.

Os profissionais que se destacam em suas áreas são disciplinados e administram bem o seu tempo. Isso ocorre porque eles desenvolvem a habilidade de focar e ignorar qualquer coisa que entre no caminho da sua produtividade.

Pense em quanto você poderia ser mais produtivo se os agentes da desconcentração não existissem?

Não dá para eliminá-los e fingir simplesmente que eles não existem, mas o simples fato de compreender que cada minuto concentrado em algo que não agrega ao seu trabalho, é um minuto perdido. E o tempo, você sabe, ele não para, ele não volta.

A palavra chave é “FOCO”. A técnica é se manter

O problema não é errar, o problema é continuar errando.

Já falei em outras oportunidades sobre os erros e falhas que cometemos no dia a dia profissional.

Mas não tem jeito: todo mundo erra. O que diferencia vencedores de perdedores é  a habilidade de aprender com os erros. E não apenas deixá-los de lado, esquece-los e seguir a vida.

Na Olimpíada de Londres em 2012, Chad le Clos ganhou de Michael Phelps nos 200 metros borboleta por 0,05 segundos. Phelps viu a gravação da competição centenas de vezes e identificou quais foram suas falhas. Como resultado, Phelps chegou em primeiro nos Jogos do Rio e encerrou sua carreira com 23 medalhas de ouro. E, se você acompanhou, sabe bem: ele ganhou do le Clos.

Eu sou um tremendo partidário do erro. É importantíssimo falharmos cedo e falharmos sempre, desde que sejam erros novos. Repetir os velhos erros no ambiente de trabalho é o fim da picada!

Eu sempre acreditei que aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias. Basta ter mente aberta e refletir profundamente sobre os erros.

Faz assim: falhou? Errou? Dedique um tempo para revisar suas falhas e o que você poderia fazer de diferente.

Peça ajuda de seu gestor, de um colega, de um subordinado. Feio não é pedir ajuda. Feio é continuar errando.

Para os grandes vencedores que conheço, de empresários a jogadores de futebol, as maiores lições sempre acontecem após os maiores erro que cometem.

Ser otimista na dificuldade reduz o mal a metade

Uma frase atribuída ao cantor americano Bob Dylan diz assim: “Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite, e nesse meio tempo faz o que gosta”.

E olha, concordo com ele! A gente passa a maior parte do nosso tempo útil trabalhando. A gente quando vai pra casa, pensa no trabalho e com a tecnologia evoluída do jeito que está trabalha até deitado na cama, pelo smartphone ou tablet.

Acho que só gostar do que faz não basta. A gente tem que curtir muito, ir todos os dias para o trabalho com a mesma sensação, com o mesmo entusiasmo do primeiro dia.

Quando este entusiasmo e esta paixão deixam de existir, é hora de partir para outra.

Porque não dá para levar a vida sendo forçado a trabalhar com algo que não gostamos só para pagar as contas no final do mês.

Nenhum trabalho é, por assim dizer, tão ruim que não possamos aguentar. O problema, na maioria das vezes, é a sua ATITUDE perante o trabalho.

Pode ser o trabalho dos sonhos, mas se você é daqueles que posta no Facebook domingo a noite frases como “ai, amanha vai começar tudo de novo, mais um dia de guerra, de batalha….” não tem trabalho que você vai gostar.

Ei sei que os problemas existem, que as situações nunca são bonitas como a gente imagina, que recebemos pressão por todos os lados… mas veja só: ser otimista na dificuldade reduz o mal à metade.

Se você não pode mudar o seu destino, não ganhou na mega sena ou não tirou a sorte grande, tente ao menos mudar a sua atitude perante o trabalho – seja ele qual for.

Vai fazer um bem danado para você, para sua família, para os seus colegas, para o seu chefe e para a sua empresa.

Maneiras para se manter confiante

A palavra “confiança” vem do latim e significa “acreditar plenamente”. Uma pessoa confiante é aquela que acredita na própria capacidade e usa essa força para impulsionar sua vida pessoal e profissional.

Mas tem muita gente que não tem confiança em si próprio e os motivos podem ser muitos, como a crise e a falta de emprego ou a falta de oportunidades de crescimento. Para driblar esse sentimento e se tornar uma pessoa mais segura de si, existem algumas práticas que você pode passar a adotar.

Primeiro, não se decepcione com seus fracassos.

Eles são valiosos no caminho para o sucesso. Meus amigos psicólogos dizem que o fracasso é uma poderosa ferramenta de aprendizagem porque força você até o limite e testa sua perseverança.

Pare para pensar nas pequenas escolhas que você faz diariamente e que deram certo.

Vale pra tudo, até para aquele restaurante novo que você comeu e gostou ou a maneira acertada que você resolveu alguma discussão em casa. No trabalho, se lembre das pequenas conquistas como entregar um relatório no prazo ou não se atrasar para uma reunião. Isso vai servir de combustível para que você se mantenha firme na trilha para sucessos maiores.

Se livre de pensamentos negativos e entenda em quais áreas da sua vida você é mais confiante.

Pode ser que você não fique confortável falando em público, mas que você seja ótimo para falar em reuniões menores. Ninguém é confiante em tudo e quem diz que é com certeza está mentindo…

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Como implementar a cultura de vendas

Não importa se você trabalha numa loja, num escritório de advocacia ou numa fábrica.

Não importa se você trabalha na logística, no RH, no financeiro ou na área de vendas.

Se a empresa não está vendendo como deveria, o negocio não está indo bem e é o futuro profissional de todos que está em jogo.

Sempre acreditei que todos numa empresa precisam ajudar, de alguma forma, a empresa a melhorar, a crescer, a vencer. Por que quando isso acontece, todos ganham.

Leia também: Afinal o que o cliente quer? Preço ou qualidade

Uma auxiliar de serviços gerais que atende o cliente com aquela simpatia; o setor de logística que resolve todas as emergências com foco na satisfação do cliente; o profissional de vendas que se preocupa em entregar retornos rápidos e eficazes para seus clientes… tudo deve ser feito para agradar o cliente.

O nome disso é CULTURA DE VENDAS. As empresas bem-sucedidas, de forma consciente ou não, trabalham como este propósito: focadas em entregar uma experiência de alto nível para seus clientes. Vamos combinar, né? Não existe aberração maior do que aquela recepcionista mal humorada ou aquele atendente que destrata o cliente.

Leia também: A motivação diária do profissional de vendas

Todos numa empresa são responsáveis pelos resultados, independente do cargo em que ocupam.

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Regra número 1: o cliente tem sempre razão

Comandante Rolim, fundador da companhia aérea TAM (agora chamada de LATAM), tinha uma frase que sempre funcionou como mantra pra mim. Ele dizia sempre:

“Regra número 1: O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO.

Regra número 2: se o cliente não tiver razão releia a regra número 1”.

É claro que temos que ter jogo de cintura com os clientes que são habitués do “jeitinho brasileiro” e andam com o código de defesa do consumidor debaixo do braço. Mas isto é outra historia.

O cliente é rei e precisa ser tratado como tal. É ele que paga nossos salários, é ele que paga a escola de nossos filhos, é ele a razão pela qual as empresas existem.

Por isso, o trabalho de todos de uma empresa deve ser viabilizar formas de colocar o cliente no seu devido lugar: o trono!

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Teve algum problema? Resolva e não fale “isso é com outro setor”. O cliente tá insatisfeito com alguma coisa? Chame a responsabilidade para si e resolva o problema. Toda vez que um cliente fica insatisfeito com uma empresa, ou com um problema não resolvido, é uma oportunidade de negócios que perdemos, sem levar em consideração o poder que o cliente insatisfeito tem nas mãos, principalmente com a revolução tecnológica que estamos vivendo.

Esta postura era tão evidente, era tão verdadeira na época que a TAM era liderada por Rolim, que lembro com muito saudosismo do tapete vermelho estendido na porta da aeronave, o comandante que recebia os clientes pessoalmente, os fones de ouvidos que eram distribuídos, o serviço de bordo impecável e com bebidas alcoólicas…

É uma pena que isto tenha se perdido na atual companhia. Mas acho que faz parte de um novo modelo de aviação comercial (que eu não gosto nada, diga-se).

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Como conquistar seus objetivos?

Na minha jornada como palestrante, tenho o privilégio de viajar o Brasil inteiro. Já ministrei palestras também em alguns países da América Latina e em Portugal. E por todo lugar que passo, constato cada vez mais a eficácia de uma de minhas teorias:  “tem gente que passa metade da vida dizendo o que vai realizar e a outra metade explicando o porquê não realizou”. Isso lhe parece familiar?

A prática de deixar para amanhã aquilo que podemos e devemos fazer hoje sempre foi um bicho-papão para mim. As desculpas que a gente mesmo cria para postergar decisões e planos são fortes.

Uma das receitas perfeitas para termos uma vida completamente sem graça é seguir o conselho da música do Zeca Pagodinho: “Deixa a vida me levar, vida leva eu”…

Ter metas claras é o passo determinante para a nossa motivação e para atingirmos o tão desejado sucesso profissional, independente do cargo que você ocupa, independente da profissão que você exerce.

Para um momento e responda:

– Onde você quer chegar?

Com o destino em mente, pense e responda:

– O que você precisa fazer para chegar neste destino?

Sem metas claras e sem estratégia, é como se estivéssemos em um barco à deriva, contando com a sorte e esperando por qualquer destino que pode aparecer na nossa frente.

Tire um tempinho para escrever suas metas e o seu plano.

Leia também: A maldita zona de conforto

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Seja o protagonista de sua vida

Volta e meia escuto frases que considero bizarras. São frases deste tipo:

  • “Não cresci na vida porque meus pais não pagaram meus estudos”;
  • “não tive sorte de arrumar um bom emprego numa empresa legal”;
  • “bem que eu devia ter casado com fulano de tal”;
  • e ainda: “meu chefe não me reconhece”, “meu chefe não me motiva”…

Quem pensa dessa forma, na verdade está terceirizando seus fracassos para outras pessoas, quando na verdade, o nosso resultado depende única e exclusivamente da gente. 

É claro que existem pessoas com algum privilégio, é claro que quem estuda em colégios e faculdades de ponta tem mais chances, é claro que começar uma empresa com recursos é muito melhor do que começar zerado….

É claro também que existem os fatores externos e alheiros a nossa própria vontade.

Mas o que define a vida são as escolhas, não as oportunidades. Conquistar uma carreira bem-sucedida e a vida que você sempre sonhou, depende exclusivamente de uma pessoa: você.

O que você está fazendo neste exato momento em prol de seus sonhos e objetivos?

Será que você não está se auto-sabotando com crenças limitantes e pensamentos desfavoráveis?

Será que você não está colocando demais a culpa dos outros?

Leve esta frase sempre com você, pois ela mudou minha vida: sua ALTITUDE depende de suas ATIDUDES.

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Como sair da Zona de Conforto

Tenho reforçado muito nas minhas palestras Brasil à fora que o maior impeditivo para uma vida plena de satisfação pessoal, profissional e material atende pelo nome de “DESCULPAS”. Sim, “desculpas”, aquelas coisas que criamos ao longo da nossa jornada para justificar o distanciamento dos nossos desejos.

São elas que nos fazem cair no marasmo ensurdecedor da “zona de conforto”, que é configurada por uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. É uma região onde ninguém se sente ameaçado.

Estamos na Z.C. (Zona de Conforto) quando a gente fica preso aos paradigmas, as crenças e aos métodos mais cômodos de fazer as coisas. Estou me referindo tanto a coisas simples –  como mudar a arrumação de sua mesa de trabalho – quanto a implementar uma estratégia de acordo com a orientação de seu chefe ou do seu cliente.

No campo pessoal acontece o mesmo: a  gente fica sempre deixando para amanhã tudo aquilo que devemos fazer hoje, como praticar exercícios, ir ao médico, fazer o checkup, ir ao dentista, se matricular num curso… É ela, a Z.C que nos faz postergar a concretização de nossos sonhos.

Por que isto acontece? Porque mudar nossa rotina é algo realmente dolorido, a gente já está condicionado a fazer sempre as mesmas coisas, da mesma forma.

Mas então, como sair da zona de conforto? Confira 5 passos:

1 – CONSCIENTIZE-SE

Se conscientize de que tudo aquilo que você deseja está fora de sua zona de conforto, está fora do comodismo diário que te aprisiona.

2 – ATITUDE PARA MUDAR

Você já deve ter percebido que não basta “querer mudar”. É necessário tomar a atitude de mudar e… agir, fazendo com que sua vontade de concretizar seja mais forte do que sua procrastinação. 

3 – COLOQUE PARA GIRAR O QUE ESTÁ PARADO

O que está parado em sua vida e que deveria estar em movimento? Coloque para girar! Enquanto você dorme, tem um monte de gente realizando sonhos. 

4 – ADOTE O HIPER-FOCO

Estude e adote o conceito do “Hiper-foco”: quando você estiver se dedicando a concretização de uma tarefa ou meta, seja forte e não permita que nenhuma interrupção tire a sua concentração. Adotar o “Hiper-foco” transforma vidas e amplifica suas chances de sucesso. 

5 – LIBERTE-SE DA ROTINA

Não deixe a rotina aprisionar você. Assista programas diferentes, caminhe por ruas diferentes, vá a lugares diferentes e conheça pessoas diferentes. Isto deve ser uma regra!

Sair da zona de conforto pressupõe dedicação, foco, força e a consciência de que, ao sair dela, entrará em outra. Porém melhor e ampliada.

Leia mais sobre mudança e evolução clicando aqui.

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É o cliente que paga nossos salários

Não sei com você, mas eu perco a paciência e fico muito insatisfeito quando um atendimento demora; quando tenho que repetir uma solicitação para várias pessoas e principalmente quando um atendente me dá informações erradas ou incompletas.

Confesso que tenho vontade de matar um!

Precisamos de uma vez por todas entender que é o cliente que paga os salários de todos numa empresa. E, dado a tamanha importância, ele dever ser visto como o mais importante da história. Sem clientes, nada existe.

Leia também: Como encantar clientes

Conquistar e manter clientes são tarefas das mais difíceis para qualquer empresa. Eles estão cada vez mais exigentes; a concorrência está a poucos cliques…

Tratar o cliente adequadamente é básico, embora a maioria das empresas não proceda sequer assim.

Leia também: Descomplique a vida de seu cliente

Ganha a atenção e principalmente a  fidelidade do consumidor quem fizer o básico sempre, mas que eventualmente promova alguma surpresa.

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Descomplique a vida de seu cliente

As pessoas estão muito ocupadas. A tecnologia, que poderia ser um caminho para que não estivéssemos tão mergulhados em tarefas, age ao contrário.

Parece sempre que temos mais trabalho, mais coisas pendentes, mais um monte de aplicativos para administrar….

Esta é a realidade, quer a gente queira ou não.

Então qual é o trabalho das empresas? Ou melhor, o que as empresas, profissionais liberais e prestadores de serviços devem fazer diante desta situação?

Não complicar a vida do cliente.

Leia também: Superar as expectativas dos clientes é imprescindível 

É dever das empresas reduzir a complexidade, focar o que é relevante e facilitar as coisas.

É muito desagradável para um cliente ter que se adequar àquilo que a empresa pensa que é o correto, como por exemplo, obrigá-lo a preencher infindáveis formulários, providenciar cópias e mais cópias de documentos, visitar diversos postos de atendimento ou fazer qualquer coisa parecida quando ele precisa resolver um problema.

Leia também: Afinal o que o cliente quer? Preço ou qualidade? 

É o cliente que paga os salários de todos em uma empresa. Nós não podemos esquecer disso jamais!

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Como salvar sua empresa?

Hoje é dia de responder a mensagem do Roberto, empresário do ramo de beleza.

Ele fala que “concorda com muito do que tenho falado” aqui e no meu programa de rádio quanto a blindagem necessária para as empresas não sucumbirem a período turbulento.

Mas pede orientações mais práticas no que tange a administração. Ele se diz bom de vendas, mas reconhece que anda apreensivo já que seus conhecimentos na área financeira são fracos.

Roberto: o mais importante é agir proativamente e não deixar pra tomar atitude somente quando o temporal chegar.

Então, tome nota de 3 caminhos possíveis e necessários:

1 – Reduzir o custo fixo com criatividade: evitando desperdício e diminuindo despesas desnecessárias.

2 – Delete o que traz prejuízo e foque no traz rentabilidade. E isso vale para tudo: para foco, para gastos, para investimento e até para administração de pessoal.

3 – Gerencie e controle duramente o seu capital de giro. As empresas não quebram porque não vendem. Quebram, principalmente, pela falta de capital de giro.  Neste momento, a sugestão é evitar bancos, seja para empréstimos,  descontos de duplicatas e antecipação de recebíveis de cartão de crédito. As taxas tem oscilado muito!

Boa Sorte!