A importância dos detalhes

Posso dizer que sou uma pessoa perfeccionista. Fico muito chateado quando as coisas não são feitas ou não saem como projetado, seja na escala macro ou micro.

Fico assustado como as pessoas não se atentam aos detalhes das suas tarefas e ações.

Me impressiona o fato de as pessoas entregarem somente o que lhes é pedido, quando entregam. Penso que aí estão dois dos grandes segredos para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.

Detalhes fazem toda a diferença. Seja num relatório simples ou numa estratégia de marketing. Num atendimento telefônico ou numa proposta enviada por e-mail.

O universo corporativo seria muito melhor se as pessoas entregassem suas demandas no custo e no prazo; sem que tenham de ser pressionadas ou cobradas por isso.

Seria perfeito se as pessoas fossem imbuídas em fazer a diferença, em entregar o serviço proposto com um plus, com um adicional, com uma diferenciação.

Falei disso na ultima edição da Imersão para Empresários que ministro frequentemente em vários estados brasileiros. Um empresário já estabelecido levantou o braço e falou: “Caramba, Diego! Estou atrás de pessoas que pelo menos façam aquilo que elas são pagas para fazer! E você esta ai dizendo em ter pessoas que façam além?”…

Respondi brincando que “sonhar não custa nada”, mas tenho absoluta convicção de que essas pessoas (diferenciadas) existem. Sei que elas estão bem empregadas ou estão empregando. Sei também que é um paradoxo incrível para a maioria dos empresários o ato de treinar, desenvolver e remunerar melhor as pessoas.

Logo lembrei de um ditado popular, que diz assim:  “melhor segurar um cavalo acelerado do que empurrar uma mula mansa.”

Pense nisso na hora de recrutar, de dar feedbacks, promover, incentivar ou desligar alguém de sua equipe.

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Qual seu diferencial competitivo?

Você já parou para pensar qual o seu diferencial competitivo?

A cada segundo que passa, o mercado de trabalho fica cada vez mais competitivo. Hoje em dia, é preciso saber jogar nas onze, é preciso saber de tudo um pouco para não ser só mais um no meio da multidão.

Você já parou para pensar quais são os seus diferenciais que podem fazer de você uma pessoa realmente competitiva no mercado de trabalho?

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Três regras para construir reputação

Três regras para construir reputação

Todo mundo sabe que eu sou especialista em treinamento de equipes de vendas e de gestão. Me sinto um felizardo por viajar o Brasil inteiro e poder interagir com pessoas de diferentes perfis.

Mas pouca gente sabe como tudo isso começou e como consegui construir uma forte reputação. Continue lendo e confira…

Lá se vão muitos anos que fundei e dirijo o Grupo CDPV e nem tudo foi sucesso. Até aprender a manejar o negócio foram anos de tentativas e erros.

Hoje comando uma empresa com tamanho maior que imaginei e nossas soluções são utilizadas por empresas dos mais diferentes perfis e portes.

Tempos atrás, ao terminar uma palestra numa convenção de gerentes de uma multinacional uma pessoa me perguntou: “Diego, mas como você conquistou tudo isso, como você começou?”

Levei alguns segundos para processar a pergunta, um filme passou na minha mente nestes segundos.

Achei curioso, porque em geral as pessoas estão interessadas na mensagem e não no mensageiro. Em geral, estão interessadas em aplicar as técnicas que transmito para a melhoria de seus trabalhos.

Respondi que um conjunto de fatores forjou quem eu sou hoje:

1º – uma impressionante dedicação ao sucesso das empresas e pessoas que me contratam.

2º – uma busca voraz por informação: lembro de, no início de minha carreira, ler 4 jornais inteirinhos por dia, da capa aos classificados.

3º – renunciei muitas coisas em prol do trabalho, principalmente as que julgava menos importantes.

Se você quer conquistar seus sonhos mais intensos e metas que parecem impossíveis, certamente precisará desta trinca: dedicação ao seu cliente, busca por informação: leia de tudo, assista de tudo e renúncia. A começar pelas horas de sono.

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Você decide: borboleta ou guepardo

Você decide: borboleta ou guepardo

Para os workaholics, todo dia é dia de chegar cedo no escritório e começar a colocar em prática tudo aquilo que foi pensado anteriormente.

É natural. Em tempos de mudança, de instabilidade e de competição acirrada, os profissionais têm de agir rapidamente para ficar à frente da concorrência.

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Não pode ser como uma borboleta emergindo lentamente, mudando gradualmente. Para liderar e influenciar em um ambiente em rápida mutação, o profissional de sucesso está mais para um guepardo africano agindo por instinto com rapidez e agilidade. Você sabia que o guepardo é considerado o animal terrestre mais rápido do mundo?

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O cafezinho está aumentando ou sabotando sua produtividade?

Será que é verdade que o cafezinho realmente dá esse empurrãozinho no ambiente de trabalho?

Seja honesto. Quantos cafezinhos você toma no trabalho? Quem está acostumado ao ambiente corporativo sabe que é muito comum aquela pequena pausa para o cafezinho durante o dia.

E quem gosta da bebida diz sentir muitos benefícios como o aumento da produtividade, maior capacidade de concentração e menos cansaço. Agora, será que é verdade que o café realmente dá esse empurrãozinho no ambiente de trabalho?

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Estabilidade ou Oportunidade? Qual é a sua?

Hoje a mensagem é de Mario Vitor. Ele diz:

“Tenho 26 anos e sou concursado de uma grande empresa pública desde os 21.

Aqui tenho inúmeros benefícios e um salário que me agrada, mas sem grandes oportunidades, pois como deve saber, só irei subir para nível superior se fizer um novo concurso.

E aí que está minha grande dúvida. Estou terminando o curso de Engenharia Civil, curso que eu escolhi justamente por oferecer uma flexibilidade e permitir que faça serviços externos, sem a necessidade de abandonar a empresa pública. Porém, inúmeras oportunidades vêm surgindo a cada dia e vejo meus amigos engenheiros aproveitando este BOOM da construção civil e alavancando na carreira.

Como engenheiro, ainda que não tenha experiência necessária, vejo muito mais oportunidade de crescer, porém a segurança de trabalhar no sistema pública me deixou numa preocupante zona de conforto. O que fazer?”

Olá, Mário! 

Você precisa levar em consideração diversos aspectos. Os principais são respostas a estas duas perguntas:

1 – O Que efetivamente te faz feliz?

2 – O Que você deseja conquistar?

É bem verdade que há uma remuneração mais agressiva para quem prefere a oportunidade do que a estabilidade.

Para a nova geração, o estável emprego público não é mais tão desejado assim, justamente porque estamos vivendo um boom de oportunidades e opções.

Sua decisão precisa levar em consideração o risco que você sofrerá. De repente, enquanto estuda, você pode fazer um bom pé de meia.

O que não pode é ver a vida passar sem fazer o que gosta, onde se gosta.

 Arrependa-se pelo que fez. E não pelo que não fez.

Pense nisso e boa sorte!

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Um forte abraço do Diego Maia.