Como sair da Zona de Conforto

Tenho reforçado muito a ideia de que o maior impeditivo para uma vida plena de satisfação atende pelo nome: “DESCULPAS”. Sim, “desculpas”, aquelas coisas que criamos ao longo da nossa jornada para justificar o distanciamento dos nossos desejos.

São quem nos fazem cair na terrível “zona de conforto”, configurada por uma série de ações, pensamentos e comportamentos. Uma pessoa nessa condição está tão conformada que não arrisca a algo melhor mas que a causa medo, ansiedade, riscos. É uma região onde ninguém se sente ameaçado.

Estamos na Z.C. (Zona de Conforto) quando a gente fica preso aos paradigmas, as crenças e aos métodos mais cômodos de fazer as coisas. Estou me referindo tanto a coisas simples –  como mudar a arrumação de sua mesa de trabalho – quanto a implementar uma estratégia de acordo com a orientação de seu chefe ou do seu cliente.

No campo pessoal acontece o mesmo: a  gente fica sempre deixando para amanhã tudo aquilo que devemos fazer hoje, como praticar exercícios, ir ao médico, ir ao dentista, se matricular num curso… É ela, sim porque a Z.C que nos faz postergar a concretização de nossos sonhos.

Por que isto acontece? Porque mudar nossa rotina é algo realmente dolorido, a gente já está condicionado a fazer sempre as mesmas coisas, da mesma forma.

Mas então, como sair da zona de conforto?

Confira 5 passos:

1 – CONSCIENTIZE-SE

Se conscientize de que tudo aquilo que você deseja está fora de sua zona de conforto, está fora do comodismo diário que te aprisiona.

2 – ATITUDE PARA MUDAR

Você já deve ter percebido que não basta “querer mudar”. Acima de tudo, é necessário tomar a atitude de mudar e… agir, fazendo assim, sua vontade de concretizar seja mais forte do que sua procrastinação. 

3 – COLOQUE PARA GIRAR O QUE ESTÁ PARADO

O que está parado em sua vida e que deveria estar em movimento? Coloque para girar! Enquanto você dorme, tem um monte de gente realizando sonhos. Portanto, AJA!

4 – ADOTE O HIPER-FOCO

Estude e adote o conceito do “Hiper-foco”. Então, quando você estiver se dedicando a uma tarefa/meta, seja forte e não permita que nada tire a sua concentração. Adotar o “Hiper-foco” transforma vidas e amplifica suas chances de sucesso. 

5 – LIBERTE-SE DA ROTINA

Não deixe a rotina aprisionar você. Logo, assista programas diferentes, caminhe por ruas diferentes, vá a lugares diferentes e conheça pessoas diferentes porque sim, isso faz toda diferença. Isto deve ser uma regra!

Sair da zona de conforto pressupõe dedicação, foco, força e a consciência de que, só ao sair dela poderá enfim, entrar em outra. Porém melhor e ampliada.

Leia mais sobre mudança e evolução clicando aqui.

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Charles Chaplin foi um grande exemplo de resiliência

Quais as chances de um menino de rua, sem base familiar, tornar-se o ator e diretor mais famoso de Hollywood?

Charles Chaplin é, sem dúvida, um dos maiores exemplos de resiliência.

Chaplin tinha tudo para dar errado na vida. Não teve apoio, mas confiou na sua capacidade. De acordo com Paulo Sabbag, professor da FGV e autor do livro “Resiliência”, obra de Chaplin  é quase uma catarse. “Por isso os bêbados (a mãe) e os meninos de rua (ele mesmo) em seus filmes” revelou em recente entrevista.

De acordo com Sabbag, a resiliência apontada em Chaplin é um conceito psicológico emprestado da física. Por definição, é a capacidade de o indivíduo enfrentar situações extraordinárias, seja o sucesso ou a perda, em situações com grande estresse.

Resiliência na prática!

Para medir o nível da resiliência, Sabbag desenvolveu uma pesquisa científica e criou uma escala. Nessa espécie de termômetro, a cantora Amy Winehouse é um exemplo de baixa resiliência ao lidar com o sucesso – e não com a perda, caso mais comum. Ela era talentosa, bem educada, obteve fama e sucesso muito cedo e, a partir daí, entrou em uma espiral de autodestrutividade.

A boa notícia é que a resiliência não é uma questão de personalidade, mas uma competência a ser desenvolvida, que sofre mais influência da cultura e do ambiente. Ela pode ser apreendida, com estímulos da educação recebida pela família, pelo contexto escolar ou pela trajetória de cada um. A má notícia é que, mesmo aprendida, a resiliência não é duradoura e varia ao longo da vida. Ou seja, precisa ser cuidada sempre.

Quando vemos uma criança brincando que cai e se machuca, se ela começa a chorar, mas logo esquece o incômodo e volta a brincar, esse já é um sinal de resiliência. Por essa razão o aprendizado nessa idade é tão intenso: as crianças são bastante resilientes.  E você?

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José Marcos da MEDLEVENSOHN e o especialista imobiliário Mario Amorim mandam mensagem para Diego Maia

Você, ouvinte e parceiro, sempre me acompanha, logo sabe o porquê de tanta comemoração. Há 10 anos atrás, no dia dois de fevereiro, o “Mundo Empresarial” entrava no ar na extinta MPB FM do Rio de Janeiro.

De lá pra cá muita coisa aconteceu. Em outras palavras, o mundo girou e estou feliz da vida na Antena 1.

Nos últimos dias, muita gente tem mandado mensagens de parabéns, o que tem me deixado muito feliz. Como José Marcos, CEO da MEDLEVENSOHN e do SUPER SAUDÁVEL SHOPPING, e também o Mario Amorim, um dos maiores especialistas em mercado imobiliário.

Só tenho a agradecer por ter pessoas assim no meu caminho, porque são essas parcerias que me motivam!

Quer falar comigo? Mande mensagem para o meu WhatsApp, assim você me conta seu case e ainda pode aparecer no meu programa.

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Fabio Queiroz da ASSERJ e Francisco Guarisa da TAP mandam mensagem para o Diego Maia

Seguimos com as comemorações dos 10 anos do programa de Diego Maia no rádio.

Hoje foi dia de abrir nossos microfones e WhatsApp para receber mais ligações carinhosas, como este áudio do talentoso Fabio Queiroz, presidente da ASSERJ – Associação dos Supermercadistas do Rio de Janeiro.

Fabio, deixo aqui registado meu agradecimento por suas palavras. Você está revolucionando o setor supermercadista nacional!

Outra mensagem que recebi foi do Francisco Guarisa, diretor de marketing da cia aérea TAP.  

Para o Guarisa meu agradecimento é especial, porque ele foi um dos primeiros a apostar nos meus conteúdos. Podem apostar, eu sou muito grato por isso.  

Ouça mais uma edição do ‘Mundo Empresarial’ especial 10 anos, com Diego Maia! Dê o play abaixo e #BoraVoar

Genival Beserra da Rede Unno e Tulio Louvain da Zamboni mandam mensagem para o Diego Maia

Em comemoração dos 10 anos do programa de Diego Maia no rádio, abrimos nossos microfones.

Dessa forma, todas as pessoas que de alguma forma se sentem inspiradas com nosso conteúdo, podem nos contar suas experiências!

Hoje foi dia de receber ligações de Genival Beserra, presidente da Rede Unno de Supermercados (marca que reúne empresas como Costazul, Inter, Princesa, SuperPrix, Real, Campeão e Bramil) e Tulio Louvain, gerente de vendas da Zamboni Distribuidora.

Confira mais uma edição do ‘Mundo Empresarial’ com Diego Maia, um dos maiores palestrantes de vendas e gestão do país!

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A Tecnologia Alavanca, Mas Pode Matar

A tecnologia aproxima, cria oportunidades e iguala jogadores. Mas também tem promovido uma ruptura na forma como fazemos negócios, como estabelecemos contato com as pessoas/clientes.

As facilidades são incríveis, mas os riscos são enormes para quem não se atualiza. Aqueles que resistem, achando que já sabe de tudo e não tem nada mais para aprender, sentem diretamente os impactos.

Tenho visto muita gente meio que arrependida por não ter buscado romper com as velhas práticas no momento correto. 

É o caso do Robério, um gerente de vendas muito qualificado, profundo entendedor dos processos do seu segmento. Ele é daqueles gerentes que é idolatrado pela equipe mas veja suas palavras, recebidas via mensagem que me mandou no Facebook: está ultrapassado e não faz ideia do como começar e de como utilizar as centenas de opções tecnológicas para potencializar o seu trabalho como gerente.  

Abrir a mente para a potencialidade da tecnologia e como estes recursos podem alavancar nosso trabalho é o primeiro passo.

MAS ATENÇÃO: temos que estar dispostos a pagar o preço. 

As transformações estão acontecendo num ritmo alucinante, quando achamos que dominamos uma ferramenta, ela já está sendo substituída por outra melhor, mais rápida e mais barata. 

O que fazer para ser menos dolorido? Mente aberta e vontade de aprender.  

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#BóraVoar!

O futuro não é mais como era antigamente!

Essa frase não é minha, é de um sujeito chamado Renato Manfredini Júnior, que certamente você conhece como Renato Russo. 

Mas o assunto é futuro e não música. Sim, porque tudo o que sabíamos sobre ele, o futuro, foi redefinido, resetado 

A previsibilidade é cada vez menor. A próxima tecnologia revolucionária chegará nos próximos dias. Em 12 meses, dobramos a quantidade de informações que existe no mundo.  

Logo, inovar e se reinventar – seja na condução de sua carreira, ou na condução de sua empresa ou de uma equipe – são verbos que precisam sair das nossas mentes. Precisam ir para ação. Imediatamente!

Se você não quer ser engolido pelo “novo”, minha sugestão é simples e tem tópicos, presta atenção 

  • Pare de fazer somente o que é possível, do mesmo jeitinho que você sempre fez, da mesma forma. É hora de sermos a melhor versão de nós mesmos 
  • Pare de ficar reclamando do passado: a gente não pode voltar no tempo – pelo menos não ainda. Mas o futuro que você quer está sendo construído neste exato momento que você está me escutando. É pra frente que se anda, é pra frente que se olha.
  • Tome a decisão de ser o melhor naquilo que você propõe a fazer. Não há mais espaço para amadores, estamos no momento  dos planos concretos, da execução e não do papo furado.  

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Como reduzir o stress e aumentar a produtividade?

Nós temos uma forte tendência, quando estamos vivendo num nível alto de stress no trabalho, de achar tudo muito estressante, até os pequenos acontecimentos da vida. Tudo nos irrita, tudo nos chateia. 

Esta é uma resposta emocional pra situação, e você pode corrigir o rumo amplificando aquilo que te traz bem estar.

Pode ser o casamento, filhos, amigos, atividades esportivas ou compromissos religiosos. Ou seja, tudo que trás conforto – mesmo quando esta diante de uma pressão muito forte.  A sacada de hoje é reduzir o número de coisas que você faz e causam stress.

O que fazer?

1 – Balanceie a pressão lembrando de todas as boas coisas que você tem em sua vida. 

2 – No final do meu pior dia no trabalho, eu vou para casa e meus filhos estão lá: saudáveis, me amando, curtindo.

3 – Pode ser que “contabilizar as coisas boas” seja a última coisa que você quer ouvir num momento de pressão, mas na verdade é um conselho brilhante. 

4 – Não é uma chamada para fingir que está tudo bem, que tudo é incrível. É, na verdade, um apelo para equilibramos a nossa tendência se concentrar no negativo.

5 – Quando mudamos o prisma, a vida suaviza. Um bom caminho para reduzir o stress e amplificar a nossa produtividade é se esforçar para perceber a mesma situação por um ângulo diferente.

E você, tem alguma dica para reduzir o stress e aumentar a produtividade? Compartilha com a gente!

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Tempos de desespero exigem atitudes rápidas e ponderadas

Elaine é empresária do ramo de decoração de interiores e escreve da linda cidade de Cabo Frio, Rio de Janeiro. Ela diz:

“estamos a ponto de tomar uma decisão que todo empreendedor teme: fechar as portas de nossa loja. Nossa empresa está altamente endividada; aluguéis, telefones, folha de pagamento e faturas de fornecedores são pagas com atraso. Estamos sufocados e vivendo das poucas vendas que entram.

Nos sentimos como se tivéssemos comprando dívidas! Temos a opção de sublocar o espaço de um amigo ou simplesmente fazer atendimento externo como já fizemos, o único medo é não ter um showroom para apresentação dos produtos e, assim, não transmitir uma imagem profissionalizada ao nosso cliente. O que fazer?“.

Elaine, não conheço um único empreendedor que se sente a vontade com a possibilidade do retrocesso. Mas uma boa parcela deles descobriu maneiras de lidar com a decepção e reversão, quase sempre de forma instintiva.

A dificuldade é maior quando um problema ameaça não apenas a sobrevivência de sua empresa, mas também o seu bem-estar mental.

Tempos de desespero pedem medidas ponderadas e rápidas. Estancar a sangria deve ser a prioridade, junto com a geração de novas vendas. Uma ação está interligada a outra: ninguém consegue vender com a cabeça cheia de problemas.

Mas Elaine, não sinta pena de si mesma. É que isso é uma tendência natural depois de ter sofrido um revés.

Jamais culpe os que te rodeiam pela bagunça que você se meteu, mas também nada de acreditar que você é uma vítima. Você não é a primeira empresária a sofrer um grande revés e com certeza não será a última.

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O problema não é errar, o problema é continuar errando.

Já falei em outras oportunidades sobre os erros e falhas que cometemos no dia a dia profissional.

Mas não tem jeito: todo mundo erra. O que diferencia vencedores de perdedores é  a habilidade de aprender com os erros. E não apenas deixá-los de lado, esquece-los e seguir a vida.

Na Olimpíada de Londres em 2012, Chad le Clos ganhou de Michael Phelps nos 200 metros borboleta por 0,05 segundos. Phelps viu a gravação da competição centenas de vezes e identificou quais foram suas falhas. Como resultado, Phelps chegou em primeiro nos Jogos do Rio e encerrou sua carreira com 23 medalhas de ouro. E, se você acompanhou, sabe bem: ele ganhou do le Clos.

Eu sou um tremendo partidário do erro. É importantíssimo falharmos cedo e falharmos sempre, desde que sejam erros novos. Repetir os velhos erros no ambiente de trabalho é o fim da picada!

Eu sempre acreditei que aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias. Basta ter mente aberta e refletir profundamente sobre os erros.

Faz assim: falhou? Errou? Dedique um tempo para revisar suas falhas e o que você poderia fazer de diferente.

Peça ajuda de seu gestor, de um colega, de um subordinado. Feio não é pedir ajuda. Feio é continuar errando.

Para os grandes vencedores que conheço, de empresários a jogadores de futebol, as maiores lições sempre acontecem após os maiores erro que cometem.

Ser otimista na dificuldade reduz o mal a metade

Uma frase atribuída ao cantor americano Bob Dylan diz assim: “Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite, e nesse meio tempo faz o que gosta”.

E olha, concordo com ele! A gente passa a maior parte do nosso tempo útil trabalhando. A gente quando vai pra casa, pensa no trabalho e com a tecnologia evoluída do jeito que está trabalha até deitado na cama, pelo smartphone ou tablet.

Acho que só gostar do que faz não basta. A gente tem que curtir muito, ir todos os dias para o trabalho com a mesma sensação, com o mesmo entusiasmo do primeiro dia.

Quando este entusiasmo e esta paixão deixam de existir, é hora de partir para outra.

Porque não dá para levar a vida sendo forçado a trabalhar com algo que não gostamos só para pagar as contas no final do mês.

Nenhum trabalho é, por assim dizer, tão ruim que não possamos aguentar. O problema, na maioria das vezes, é a sua ATITUDE perante o trabalho.

Pode ser o trabalho dos sonhos, mas se você é daqueles que posta no Facebook domingo a noite frases como “ai, amanha vai começar tudo de novo, mais um dia de guerra, de batalha….” não tem trabalho que você vai gostar.

Ei sei que os problemas existem, que as situações nunca são bonitas como a gente imagina, que recebemos pressão por todos os lados… mas veja só: ser otimista na dificuldade reduz o mal à metade.

Se você não pode mudar o seu destino, não ganhou na mega sena ou não tirou a sorte grande, tente ao menos mudar a sua atitude perante o trabalho – seja ele qual for.

Vai fazer um bem danado para você, para sua família, para os seus colegas, para o seu chefe e para a sua empresa.

Envolvido ou comprometido: quem é você?

A melhor diferença que ouvi até hoje entre profissionais ENVOLVIDOS  e profissionais COMPROMETIDOS faz uma comparação simples através de um prato de ovo com bacon:

“A galinha estava envolvida com o processo enquanto o porco estava comprometido”.

Faz sentido pra você?

Estar comprometido com a empresa ou com uma causa é fazer de tudo para ver aquilo acontecer com a maior brevidade e competência possível. No fim das contas é o profissional genuinamente comprometido que cresce na carreira.

Já uma pessoa apenas “envolvida” leva a vida ao estilo “está ruim, mas está bom”. Cumpre “apenas” o seu horário, faz – quando muito – o que lhe é pedido. Separa com máximo perfeccionismo “os assuntos da trabalho” dos “assuntos da vida”: a empresa pode estar pegando fogo, mas ela não atende o celular porque está em seu horário de lazer.

Pessoas envolvidas são “mornas”. Estão sempre em cima do muro, fofocam, falam mal da empresa, criam picuinhas, contam as horas trabalhadas, fazem as coisas de qualquer maneira, não tem capricho, não se interessam verdadeiramente pelos outros, reclamam de novas diretrizes.

Já as pessoas comprometidas não têm meio termo. Ou elas são ou não são. Ou servem ou não servem. Ou querem fazer algo ou não querem. Os comprometidos agem, erram, reconhecem que erraram, tentam novamente, ajudam os outros, são detalhistas, são perfeccionistas, estão sempre buscando o melhor, abraçam a mudança para que possam ser melhores sempre, focam no resultado, sabem que os fins justificam os meios e que nem sempre irão agradar a todos os demais.

Os apenas envolvidos passam. Os comprometidos deixam um legado.

Qual deles é você?

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Como salvar sua empresa?

Hoje é dia de responder a mensagem do Roberto, empresário do ramo de beleza.

Ele fala que “concorda com muito do que tenho falado” aqui e no meu programa de rádio quanto a blindagem necessária para as empresas não sucumbirem a período turbulento.

Mas pede orientações mais práticas no que tange a administração. Ele se diz bom de vendas, mas reconhece que anda apreensivo já que seus conhecimentos na área financeira são fracos.

Roberto: o mais importante é agir proativamente e não deixar pra tomar atitude somente quando o temporal chegar.

Então, tome nota de 3 caminhos possíveis e necessários:

1 – Reduzir o custo fixo com criatividade: evitando desperdício e diminuindo despesas desnecessárias.

2 – Delete o que traz prejuízo e foque no traz rentabilidade. E isso vale para tudo: para foco, para gastos, para investimento e até para administração de pessoal.

3 – Gerencie e controle duramente o seu capital de giro. As empresas não quebram porque não vendem. Quebram, principalmente, pela falta de capital de giro.  Neste momento, a sugestão é evitar bancos, seja para empréstimos,  descontos de duplicatas e antecipação de recebíveis de cartão de crédito. As taxas tem oscilado muito!

Boa Sorte!

Seja um perito: decida ser o melhor

Como tenho te falado estes dias, estou promovendo a “SEMANA DO SUCESSO EM VENDAS” lá no meu perfil do Instagram (siga @dieogmaia_cdpv). É assim: todos os dias desta semana publicarei ideias, cases e técnicas que possam impulsionar os resultados de pessoas e empresas que precisam vender mais e fechar mais negócios.

Na dica de estréia eu falei da importância de ACREDITAR, fervorosamente, no produto, no serviço e na empresa que estamos trabalhando. Sim, porque por mais incrível que possa parecer, tem gente que não acredita, que não compra – metaforicamente falando – os produtos da empresa em que trabalha. E ai não tem jeito: ninguém consegue vender aquilo que não compra.

A segunda ideia que compartilhei lá na minha pagina no Instagram é esta: TRABALHE PARA SER UM PERITO / DECIDA SER O MELHOR. É, eu sei que semana é dedicada a área de vendas, mas este insight vale para todos. Porque não basta saber mais ou menos, não basta ser morno, não basta fazer o básico, não basta ser mediano. Pra atingir o sucesso, você precisa se tornar um ESPECIALISTA naquilo que está fazendo.

  • Cultive o hábito de devorar informações técnicas do que você vende;
  • Siga fornecedores, clientes e também concorrentes nas redes sociais;
  • Estabeleça o compromisso de aprender algo novo todos os dias.

Agindo assim, você será lembrado por seus clientes como alguém realmente conhecedor daquilo que está fazendo, e é esta a grande virada para uma vida repleta de sucessos profissionais.

Decida ser um perito, decida ser um profissional melhor. Nada diferente disso importa.

Semana do Sucesso em Vendas, com Diego Maia

Olha, está acontecendo la no meu Instagram (adicione @diegomaia_cdpv)  a “SEMANA DO SUCESSO EM VENDAS”. Todos os dias eu compartilho um insight que pode ser muito útil para pessoas que dependem de resultados, seja um empresário, um profissional liberal ou um vendedor de qualquer tipo de empresa.  Tem funcionado como uma espécie de MICRO TREINAMENTO gratuito, cujo propósito é ajudar você a melhorar seus resultados.

O insight que abriu esta serie pode soar um pouco obvio para muita gente. Pra mim também era assim.

Parece loucura, mas não é. Tem gente que não ACREDITA no produto / serviço que vende, não acredita na empresa que representa, não acredita no seu próprio potencial. Alguns até falam que acreditam, mas se resignam com o fracasso, com o pouco e acabam se acomodando.

É igual jogador que entra em campo sem se importar muito com a vitória, joga só para cumprir tabela, “pra ver no que vai dar”, contando com a sorte…

ACREDITAR é jamais se deixar abater com o não. É não desistir fácil. E, acima de tudo, é fazer o impossível para o resultado acontecer. O primeiro passo para o sucesso é acreditar que é possível chegar no número. É acreditar que é possível vender mais. E, acima de tudo, ACREDITAR QUE VOCÊ É CAPAZ.

Participe gratuitamente comigo desta SEMANA DO SUCESSO EM VENDAS. É de graça, la na minha pagina no Instagram. O meu foco é ajudar você a se tornar um profissional ainda melhor.