Como reduzir o stress e aumentar a produtividade?

Nós temos uma forte tendência, quando estamos vivendo num nível alto de stress no trabalho, de achar tudo muito estressante, até os pequenos acontecimentos da vida. Tudo nos irrita, tudo nos chateia. 

Esta é uma resposta emocional pra situação, e você pode corrigir o rumo amplificando aquilo que te traz bem estar.

Pode ser o casamento, filhos, amigos, atividades esportivas ou compromissos religiosos. Ou seja, tudo que trás conforto – mesmo quando esta diante de uma pressão muito forte.  A sacada de hoje é reduzir o número de coisas que você faz e causam stress.

O que fazer?

1 – Balanceie a pressão lembrando de todas as boas coisas que você tem em sua vida. 

2 – No final do meu pior dia no trabalho, eu vou para casa e meus filhos estão lá: saudáveis, me amando, curtindo.

3 – Pode ser que “contabilizar as coisas boas” seja a última coisa que você quer ouvir num momento de pressão, mas na verdade é um conselho brilhante. 

4 – Não é uma chamada para fingir que está tudo bem, que tudo é incrível. É, na verdade, um apelo para equilibramos a nossa tendência se concentrar no negativo.

5 – Quando mudamos o prisma, a vida suaviza. Um bom caminho para reduzir o stress e amplificar a nossa produtividade é se esforçar para perceber a mesma situação por um ângulo diferente.

E você, tem alguma dica para reduzir o stress e aumentar a produtividade? Compartilha com a gente!

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Tempos de desespero exigem atitudes rápidas e ponderadas

Elaine é empresária do ramo de decoração de interiores e escreve da linda cidade de Cabo Frio, Rio de Janeiro. Ela diz:

“estamos a ponto de tomar uma decisão que todo empreendedor teme: fechar as portas de nossa loja. Nossa empresa está altamente endividada; aluguéis, telefones, folha de pagamento e faturas de fornecedores são pagas com atraso. Estamos sufocados e vivendo das poucas vendas que entram.

Nos sentimos como se tivéssemos comprando dívidas! Temos a opção de sublocar o espaço de um amigo ou simplesmente fazer atendimento externo como já fizemos, o único medo é não ter um showroom para apresentação dos produtos e, assim, não transmitir uma imagem profissionalizada ao nosso cliente. O que fazer?“.

Elaine, não conheço um único empreendedor que se sente a vontade com a possibilidade do retrocesso. Mas uma boa parcela deles descobriu maneiras de lidar com a decepção e reversão, quase sempre de forma instintiva.

A dificuldade é maior quando um problema ameaça não apenas a sobrevivência de sua empresa, mas também o seu bem-estar mental.

Tempos de desespero pedem medidas ponderadas e rápidas. Estancar a sangria deve ser a prioridade, junto com a geração de novas vendas. Uma ação está interligada a outra: ninguém consegue vender com a cabeça cheia de problemas.

Mas Elaine, não sinta pena de si mesma. É que isso é uma tendência natural depois de ter sofrido um revés.

Jamais culpe os que te rodeiam pela bagunça que você se meteu, mas também nada de acreditar que você é uma vítima. Você não é a primeira empresária a sofrer um grande revés e com certeza não será a última.

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O problema não é errar, o problema é continuar errando.

Já falei em outras oportunidades sobre os erros e falhas que cometemos no dia a dia profissional.

Mas não tem jeito: todo mundo erra. O que diferencia vencedores de perdedores é  a habilidade de aprender com os erros. E não apenas deixá-los de lado, esquece-los e seguir a vida.

Na Olimpíada de Londres em 2012, Chad le Clos ganhou de Michael Phelps nos 200 metros borboleta por 0,05 segundos. Phelps viu a gravação da competição centenas de vezes e identificou quais foram suas falhas. Como resultado, Phelps chegou em primeiro nos Jogos do Rio e encerrou sua carreira com 23 medalhas de ouro. E, se você acompanhou, sabe bem: ele ganhou do le Clos.

Eu sou um tremendo partidário do erro. É importantíssimo falharmos cedo e falharmos sempre, desde que sejam erros novos. Repetir os velhos erros no ambiente de trabalho é o fim da picada!

Eu sempre acreditei que aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias. Basta ter mente aberta e refletir profundamente sobre os erros.

Faz assim: falhou? Errou? Dedique um tempo para revisar suas falhas e o que você poderia fazer de diferente.

Peça ajuda de seu gestor, de um colega, de um subordinado. Feio não é pedir ajuda. Feio é continuar errando.

Para os grandes vencedores que conheço, de empresários a jogadores de futebol, as maiores lições sempre acontecem após os maiores erro que cometem.

Ser otimista na dificuldade reduz o mal a metade

Uma frase atribuída ao cantor americano Bob Dylan diz assim: “Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite, e nesse meio tempo faz o que gosta”.

E olha, concordo com ele! A gente passa a maior parte do nosso tempo útil trabalhando. A gente quando vai pra casa, pensa no trabalho e com a tecnologia evoluída do jeito que está trabalha até deitado na cama, pelo smartphone ou tablet.

Acho que só gostar do que faz não basta. A gente tem que curtir muito, ir todos os dias para o trabalho com a mesma sensação, com o mesmo entusiasmo do primeiro dia.

Quando este entusiasmo e esta paixão deixam de existir, é hora de partir para outra.

Porque não dá para levar a vida sendo forçado a trabalhar com algo que não gostamos só para pagar as contas no final do mês.

Nenhum trabalho é, por assim dizer, tão ruim que não possamos aguentar. O problema, na maioria das vezes, é a sua ATITUDE perante o trabalho.

Pode ser o trabalho dos sonhos, mas se você é daqueles que posta no Facebook domingo a noite frases como “ai, amanha vai começar tudo de novo, mais um dia de guerra, de batalha….” não tem trabalho que você vai gostar.

Ei sei que os problemas existem, que as situações nunca são bonitas como a gente imagina, que recebemos pressão por todos os lados… mas veja só: ser otimista na dificuldade reduz o mal à metade.

Se você não pode mudar o seu destino, não ganhou na mega sena ou não tirou a sorte grande, tente ao menos mudar a sua atitude perante o trabalho – seja ele qual for.

Vai fazer um bem danado para você, para sua família, para os seus colegas, para o seu chefe e para a sua empresa.

Como sair da Zona de Conforto

Tenho reforçado muito nas minhas palestras Brasil à fora que o maior impeditivo para uma vida plena de satisfação pessoal, profissional e material atende pelo nome de “DESCULPAS”. Sim, “desculpas”, aquelas coisas que criamos ao longo da nossa jornada para justificar o distanciamento dos nossos desejos.

São elas que nos fazem cair no marasmo ensurdecedor da “zona de conforto”, que é configurada por uma série de ações, pensamentos e comportamentos que uma pessoa está acostumada a ter e que não a causam nenhum tipo de medo, ansiedade ou risco. É uma região onde ninguém se sente ameaçado.

Estamos na Z.C. (Zona de Conforto) quando a gente fica preso aos paradigmas, as crenças e aos métodos mais cômodos de fazer as coisas. Estou me referindo tanto a coisas simples –  como mudar a arrumação de sua mesa de trabalho – quanto a implementar uma estratégia de acordo com a orientação de seu chefe ou do seu cliente.

No campo pessoal acontece o mesmo: a  gente fica sempre deixando para amanhã tudo aquilo que devemos fazer hoje, como praticar exercícios, ir ao médico, fazer o checkup, ir ao dentista, se matricular num curso… É ela, a Z.C que nos faz postergar a concretização de nossos sonhos.

Por que isto acontece? Porque mudar nossa rotina é algo realmente dolorido, a gente já está condicionado a fazer sempre as mesmas coisas, da mesma forma.

Mas então, como sair da zona de conforto? Confira 5 passos:

1 – CONSCIENTIZE-SE

Se conscientize de que tudo aquilo que você deseja está fora de sua zona de conforto, está fora do comodismo diário que te aprisiona.

2 – ATITUDE PARA MUDAR

Você já deve ter percebido que não basta “querer mudar”. É necessário tomar a atitude de mudar e… agir, fazendo com que sua vontade de concretizar seja mais forte do que sua procrastinação. 

3 – COLOQUE PARA GIRAR O QUE ESTÁ PARADO

O que está parado em sua vida e que deveria estar em movimento? Coloque para girar! Enquanto você dorme, tem um monte de gente realizando sonhos. 

4 – ADOTE O HIPER-FOCO

Estude e adote o conceito do “Hiper-foco”: quando você estiver se dedicando a concretização de uma tarefa ou meta, seja forte e não permita que nenhuma interrupção tire a sua concentração. Adotar o “Hiper-foco” transforma vidas e amplifica suas chances de sucesso. 

5 – LIBERTE-SE DA ROTINA

Não deixe a rotina aprisionar você. Assista programas diferentes, caminhe por ruas diferentes, vá a lugares diferentes e conheça pessoas diferentes. Isto deve ser uma regra!

Sair da zona de conforto pressupõe dedicação, foco, força e a consciência de que, ao sair dela, entrará em outra. Porém melhor e ampliada.

Leia mais sobre mudança e evolução clicando aqui.

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Envolvido ou comprometido: quem é você?

A melhor diferença que ouvi até hoje entre profissionais ENVOLVIDOS  e profissionais COMPROMETIDOS faz uma comparação simples através de um prato de ovo com bacon:

“A galinha estava envolvida com o processo enquanto o porco estava comprometido”.

Faz sentido pra você?

Estar comprometido com a empresa ou com uma causa é fazer de tudo para ver aquilo acontecer com a maior brevidade e competência possível. No fim das contas é o profissional genuinamente comprometido que cresce na carreira.

Já uma pessoa apenas “envolvida” leva a vida ao estilo “está ruim, mas está bom”. Cumpre “apenas” o seu horário, faz – quando muito – o que lhe é pedido. Separa com máximo perfeccionismo “os assuntos da trabalho” dos “assuntos da vida”: a empresa pode estar pegando fogo, mas ela não atende o celular porque está em seu horário de lazer.

Pessoas envolvidas são “mornas”. Estão sempre em cima do muro, fofocam, falam mal da empresa, criam picuinhas, contam as horas trabalhadas, fazem as coisas de qualquer maneira, não tem capricho, não se interessam verdadeiramente pelos outros, reclamam de novas diretrizes.

Já as pessoas comprometidas não têm meio termo. Ou elas são ou não são. Ou servem ou não servem. Ou querem fazer algo ou não querem. Os comprometidos agem, erram, reconhecem que erraram, tentam novamente, ajudam os outros, são detalhistas, são perfeccionistas, estão sempre buscando o melhor, abraçam a mudança para que possam ser melhores sempre, focam no resultado, sabem que os fins justificam os meios e que nem sempre irão agradar a todos os demais.

Os apenas envolvidos passam. Os comprometidos deixam um legado.

Qual deles é você?

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Como salvar sua empresa?

Hoje é dia de responder a mensagem do Roberto, empresário do ramo de beleza.

Ele fala que “concorda com muito do que tenho falado” aqui e no meu programa de rádio quanto a blindagem necessária para as empresas não sucumbirem a período turbulento.

Mas pede orientações mais práticas no que tange a administração. Ele se diz bom de vendas, mas reconhece que anda apreensivo já que seus conhecimentos na área financeira são fracos.

Roberto: o mais importante é agir proativamente e não deixar pra tomar atitude somente quando o temporal chegar.

Então, tome nota de 3 caminhos possíveis e necessários:

1 – Reduzir o custo fixo com criatividade: evitando desperdício e diminuindo despesas desnecessárias.

2 – Delete o que traz prejuízo e foque no traz rentabilidade. E isso vale para tudo: para foco, para gastos, para investimento e até para administração de pessoal.

3 – Gerencie e controle duramente o seu capital de giro. As empresas não quebram porque não vendem. Quebram, principalmente, pela falta de capital de giro.  Neste momento, a sugestão é evitar bancos, seja para empréstimos,  descontos de duplicatas e antecipação de recebíveis de cartão de crédito. As taxas tem oscilado muito!

Boa Sorte!

Seja um perito: decida ser o melhor

Como tenho te falado estes dias, estou promovendo a “SEMANA DO SUCESSO EM VENDAS” lá no meu perfil do Instagram (siga @dieogmaia_cdpv). É assim: todos os dias desta semana publicarei ideias, cases e técnicas que possam impulsionar os resultados de pessoas e empresas que precisam vender mais e fechar mais negócios.

Na dica de estréia eu falei da importância de ACREDITAR, fervorosamente, no produto, no serviço e na empresa que estamos trabalhando. Sim, porque por mais incrível que possa parecer, tem gente que não acredita, que não compra – metaforicamente falando – os produtos da empresa em que trabalha. E ai não tem jeito: ninguém consegue vender aquilo que não compra.

A segunda ideia que compartilhei lá na minha pagina no Instagram é esta: TRABALHE PARA SER UM PERITO / DECIDA SER O MELHOR. É, eu sei que semana é dedicada a área de vendas, mas este insight vale para todos. Porque não basta saber mais ou menos, não basta ser morno, não basta fazer o básico, não basta ser mediano. Pra atingir o sucesso, você precisa se tornar um ESPECIALISTA naquilo que está fazendo.

  • Cultive o hábito de devorar informações técnicas do que você vende;
  • Siga fornecedores, clientes e também concorrentes nas redes sociais;
  • Estabeleça o compromisso de aprender algo novo todos os dias.

Agindo assim, você será lembrado por seus clientes como alguém realmente conhecedor daquilo que está fazendo, e é esta a grande virada para uma vida repleta de sucessos profissionais.

Decida ser um perito, decida ser um profissional melhor. Nada diferente disso importa.

Semana do Sucesso em Vendas, com Diego Maia

Olha, está acontecendo la no meu Instagram (adicione @diegomaia_cdpv)  a “SEMANA DO SUCESSO EM VENDAS”. Todos os dias eu compartilho um insight que pode ser muito útil para pessoas que dependem de resultados, seja um empresário, um profissional liberal ou um vendedor de qualquer tipo de empresa.  Tem funcionado como uma espécie de MICRO TREINAMENTO gratuito, cujo propósito é ajudar você a melhorar seus resultados.

O insight que abriu esta serie pode soar um pouco obvio para muita gente. Pra mim também era assim.

Parece loucura, mas não é. Tem gente que não ACREDITA no produto / serviço que vende, não acredita na empresa que representa, não acredita no seu próprio potencial. Alguns até falam que acreditam, mas se resignam com o fracasso, com o pouco e acabam se acomodando.

É igual jogador que entra em campo sem se importar muito com a vitória, joga só para cumprir tabela, “pra ver no que vai dar”, contando com a sorte…

ACREDITAR é jamais se deixar abater com o não. É não desistir fácil. E, acima de tudo, é fazer o impossível para o resultado acontecer. O primeiro passo para o sucesso é acreditar que é possível chegar no número. É acreditar que é possível vender mais. E, acima de tudo, ACREDITAR QUE VOCÊ É CAPAZ.

Participe gratuitamente comigo desta SEMANA DO SUCESSO EM VENDAS. É de graça, la na minha pagina no Instagram. O meu foco é ajudar você a se tornar um profissional ainda melhor.

Como tirar mais proveito das redes sociais

No ‘Mundo Empresarial’, programa que apresento diariamente na Rádio Antena 1 FM, eu sempre bato na tecla de que as empresas devem estar integradas com as novas tecnologias e aproveitar as oportunidades destas ferramentas para alavancar o seu negócio.

Mais do que a necessidade de estar presente no Twitter, no Instagram ou no Facebook é preciso ter a consciência deste universo que se abre e do que a sua empresa pretende com isso.

A partir deste ponto será mais fácil traçar estratégias e aperfeiçoar o seu relacionamento com os seus clientes. Mas tome cuidado: há erros que jamais podem ser cometidos, e se ocorrem, podem pôr tudo por água abaixo.

Criar um perfil nas redes sociais sem um planejamento é um erro que pode colocar tudo a perder.  Cláudio Torres, consultor e autor do livro “A Bíblia do marketing digital”, ressalta que não adianta apenas investir em pessoal, contratando um funcionário para cuidar das mídias sociais sem saber direito o que esperam desse canal.

Ele diz que uma marca não ganha seguidores no Twitter e fãs no Facebook se não conseguir fornecer um conteúdo que realmente interesse a seus clientes.

Portanto, disponibilizar conteúdo que seja interessante para o seu público é um princípio fundamental.

Outra coisa que deve ser compreendida de imediato é que as redes são um reflexo do mundo real. Então tome cuidado, se a sua empresa sofre com reclamações constantes por parte dos clientes, elas podem se tornar ainda mais públicas se feitas no ambiente on line. Um bom caminho é identificar as falhas (os motivos das reclamações), corrigi-las, e se dedicar a divulgar, nas redes, esta mudança de comportamento.

Se o seu cliente se comunica com você via redes sociais, jamais o direcione para outro canal de atendimento.

É senso comum de que a conversa deve ser concluída naquele espaço. Entendo que isso passa uma imagem de acessibilidade e compromisso com o atendimento.

Mesmo com muito planejamento e foco no relacionamento, erros poderão acontecer. Mesmo os evitando, jamais deixe de corrigi-los. Uma vírgula, um erro de concordância ou qualquer postagem equivocada deverão ser corrigidos imediatamente.

Lembre-se: o consumidor está bastante atento e qualquer deslize e erro não corrigido – serão percebidos – e arranharão, e muito, a imagem da sua empresa.

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Vendedora vai a justiça para cobrar gastos com maquiagem

Olha essa notícia: uma vendedora de uma famosa loja de departamentos acionou a empresa na justiça argumentando que teve gastos com maquiagem e sapatos porque o kit fornecido a cada 6 meses pela empregadora era insuficiente para o uso neste período.

A pendenga chegou a Brasília, no TST, que deu causa ganha para a vendedora, que vai receber 100 reais por ano de trabalho pelos gastos com maquiagem e outros 180 reais pelos 2 pares de sapatos.

O mais impressionante nessa história é que ela trabalhou na loja por (apenas) um ano e meio!

As lições desse caso são duas, a meu ver: a primeira para as empresas que não dão suporte à sua equipe para a executar suas funções.  Ora, se você quer ver o seu time ganhar, precisa oferecer as condições materiais de que precisa para superar obstáculos e alcançar as metas.

A outra lição desse caso é para o profissional: quanto de você ou da sua remuneração você investe em si mesmo para alavancar seus resultados?  Você cobraria a maquiagem que usa para impressionar positivamente um prospect?  Você cobraria o sapato que gastou para andar atrás do cliente?

Este é um bom exemplo de caso que deveria ser tratado nos corredores da empresa e não nos tribunais mais altos do poder judiciário. Bom senso é, sim, uma característica decisiva para o sucesso profissional.

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Faça parte da solução e não do problema!

Embora não existam pesquisas sobre o assunto, é possível dizer que, em geral, 90% dos funcionários de uma empresa são medianos e somente 10% fazem a diferença.

Ou seja, a quase totalidade cumpre rotinas burocráticas e são cumpridores, quando muito, de suas tarefas, horários e atribuições.

São pessoas que vão para o trabalho com o corpo mas deixam seus corações do lado de fora.

Qual seria o resultado de uma empresa se esta conta fosse invertida, que a grande maioria fizesse a diferença, que atendesse um cliente com vontade de resolver, que se comprometesse de verdade com a qualidade do seu trabalho, que fosse prestativa, que fizesse do seu trabalho muito mais do que uma tarefa?

Se você é gestor ou empresário, desenvolva ações para disseminar a iniciativa de fazer, de ser uma solução e não um problema. Combata o corpo mole com exemplos de gente bem sucedida, com a projeção de onde a empresa estaria se a maioria fosse engajada de verdade.

Tem muito colaborador que acha que fazer o básico é suficiente para a empresa ser competitiva e garantir o seu emprego.

Tremendo ERRO!

Pessoas comprometidas ajudam a empresa a aumentar a receita,  ajudam um colega a resolver algo importante, estão sempre melhorando as atividades que o rodeiam, geram ideias que diminuem custos e reduzem o tempo gasto em uma atividade.

Faça parte da solução e não do problema! 

Charles Chaplin foi um grande exemplo de resiliência

Quais as chances de um menino de rua praticamente sem escolaridade, com uma mãe que chegou a se prostituir, tornar-se o ator e diretor mais famoso de Hollywood? Charles Chaplin é, sem dúvida, um dos maiores exemplos de resiliência.

Chaplin tinha tudo para dar errado na vida. Não teve apoio, mas confiou na sua capacidade. De acordo com Paulo Sabbag, professor da FGV e autor do livro “Resiliência”, a obra de Chaplin  é quase uma catarse. “Por isso os bêbados (a mãe) e os meninos de rua (ele mesmo) em seus filmes” revelou em recente entrevista.

De acordo com Sabbag, a resiliência apontada em Chaplin é um conceito psicológico emprestado da física. Por definição, é a capacidade de o indivíduo enfrentar situações extraordinárias, seja o sucesso ou a perda, em situações com grande estresse.

Para medir o nível da resiliência, Sabbag desenvolveu uma pesquisa científica e criou uma escala. Nessa espécie de termômetro, a cantora Amy Winehouse é um exemplo de baixa resiliência ao lidar com o sucesso – e não com a perda, caso mais comum. Ela era talentosa, bem educada, obteve fama e sucesso muito cedo e, a partir daí, entrou em uma espiral de autodestrutividade.

A boa notícia é que a resiliência não é uma questão de personalidade, mas uma competência a ser desenvolvida, que sofre mais influência da cultura e do ambiente. Ela pode ser apreendida, com estímulos da educação recebida pela família, pelo contexto escolar ou pela trajetória de cada um. A má notícia é que, mesmo aprendida, a resiliência não é duradoura e varia ao longo da vida. Ou seja, precisa ser cuidada sempre.

Quando vemos uma criança brincando que cai e se machuca, se ela começa a chorar, mas logo esquece o incômodo e volta a brincar, esse já é um sinal de resiliência. Por essa razão o aprendizado nessa idade é tão intenso: as crianças são bastante resilientes.  E você?

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O destino não privilegia os covardes

Existe um momento crítico na vida de todas as pessoas: é quando o medo de perder é maior que a vontade de ganhar.

Isso vale pra todos: pro contador, pro vendedor, pro médico, até pro adestrador de cães. Pro funcionário e pro empresário!

É claro que o frio na barriga diante de uma situação nova vai existir; é claro que todas as pessoas bem sucedidas  em algum momento de suas vidas sentiram (e sentem!) medo. Mas quando o medo nos imobiliza, a situação se complica. Continue lendo e confira esta super reflexão!

Maria Eduarda escreveu falando que está muito receosa com o futuro do Brasil. Estava pensando em ampliar sua gráfica, empresa que herdou do pai há alguns anos e teve um bom sucesso. Mas agora não sabe o que fazer. Se espera, se anda pra trás ou se vai pra frente.

O momento que vivemos, para pequenos e médios empresários, é oportuno para aproveitar as oportunidades, mas claro, com cautela. Muita gente fatura quando a concorrência fica desanimada.

Para surfar uma boa onda em períodos turbulentos, se fazem necessários:

1 – Um planejamento detalhado com plano B e C.

2 – Ousadia para fazer coisas diferentes, pois fazer tudo igual vai lhe trazer, na melhor das hipóteses, os mesmos resultados que você mantém hoje.

3 –  uma boa dose de inovação, sem moderação. Pense assim: se você fosse cliente da sua empresa, o que você gostaria de receber?

Por fim, acredite Maria Eduarda: o destino não privilegia os covardes. Mas, sim, aqueles que sabem aproveitar as oportunidades, que mesmo em períodos turbulentos, são muitas e verdadeiras.

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Em busca da produtividade perdida

Júlia escreve: “ultimamente tenho me sentido muito distraída e desfocada no trabalho. Não tenho entregue minhas tarefas dentro do prazo e nem tenho dado conta de tudo que tenho que fazer. Alguma ideia para que eu volte a ser pelo menos 50% da profissional produtiva que eu era há 1 ou 2 anos atrás?”.

Júlia, este tipo de sentimento tem crescido de forma avassaladora em profissionais dos mais variados tipos de empresas. Talvez pela profusão dos gadgets, talvez pela quantidade de tarefas e informações que crescem a cada instante, talvez pela escravidão tecnológica… Veja minhas ideias para minimizar o seu problema (Continue lendo…).

Possivelmente Júlia está se transformando em uma  distraída compulsiva.

Navegar na internet, respondendo uma mensagem de texto, lembrar de uma tarefa não concluída enquanto você está no meio de uma outra tarefa… Tudo isso te ajuda a desfocar. Não há produtividade que resista a interrupções frequentes. Principalmente quando nós permitimos tais interrupções. Coloque as suas distrações no modo avião, feche-se ao mundo e se concentre por um período de tempo definido até concluir a tarefa ou ao menos uma parte dela.

Provavelmente Júlia deixa o trabalho mais importante para mais tarde.

O ideal é realizar as tarefas mais importantes logo no início de seu expediente, antes que você atinja a fadiga cerebral. Não guarde as suas tarefas mais difíceis ou mais importantes para “mais tarde”.

E como todos, provável que Júlia esteja trabalhando na condição multitarefa, aquela em que a gente tem que fazer de tudo um pouco.

Você pode ate ser bom em varias frentes, mas não quer dizer que será bom para sempre.

Estudos têm mostrado que um profissionais multitarefas reduzem a quantidade de memória de curto prazo. Com o tempo, isso reduz a  quantidade de memória a longo prazo também. Ser Multitarefa faz com que você perca detalhes importantes, e isso, claro nos leva a erros. Minha dica é: ignorar o malabarismo e se concentre em fazer uma coisa de cada vez.

Boa sorte nesta jornada!