Charles Chaplin foi um grande exemplo de resiliência

Quais as chances de um menino de rua praticamente sem escolaridade, com uma mãe que chegou a se prostituir, tornar-se o ator e diretor mais famoso de Hollywood? Charles Chaplin é, sem dúvida, um dos maiores exemplos de resiliência.

Chaplin tinha tudo para dar errado na vida. Não teve apoio, mas confiou na sua capacidade. De acordo com Paulo Sabbag, professor da FGV e autor do livro “Resiliência”, a obra de Chaplin  é quase uma catarse. “Por isso os bêbados (a mãe) e os meninos de rua (ele mesmo) em seus filmes” revelou em recente entrevista.

De acordo com Sabbag, a resiliência apontada em Chaplin é um conceito psicológico emprestado da física. Por definição, é a capacidade de o indivíduo enfrentar situações extraordinárias, seja o sucesso ou a perda, em situações com grande estresse.

Para medir o nível da resiliência, Sabbag desenvolveu uma pesquisa científica e criou uma escala. Nessa espécie de termômetro, a cantora Amy Winehouse é um exemplo de baixa resiliência ao lidar com o sucesso – e não com a perda, caso mais comum. Ela era talentosa, bem educada, obteve fama e sucesso muito cedo e, a partir daí, entrou em uma espiral de autodestrutividade.

A boa notícia é que a resiliência não é uma questão de personalidade, mas uma competência a ser desenvolvida, que sofre mais influência da cultura e do ambiente. Ela pode ser apreendida, com estímulos da educação recebida pela família, pelo contexto escolar ou pela trajetória de cada um. A má notícia é que, mesmo aprendida, a resiliência não é duradoura e varia ao longo da vida. Ou seja, precisa ser cuidada sempre.

Quando vemos uma criança brincando que cai e se machuca, se ela começa a chorar, mas logo esquece o incômodo e volta a brincar, esse já é um sinal de resiliência. Por essa razão o aprendizado nessa idade é tão intenso: as crianças são bastante resilientes.  E você?

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CDPV implanta Programa de Desenvolvimento Comercial na Distribuidora Fortilider

Destacado

A Fortilider atua há mais de 30 anos no mercado atacadista de materiais de construção e é uma das mais tradicionais do estado do Rio de Janeiro.

Com o título de “maior distribuidor AMANCO da região”, entendeu que estava na hora de modernizar suas práticas comerciais e qualificar ainda mais seu time. Por isso contratou o CDPV para realizar o P.D.C Fortilider, um programa de desenvolvimento com ciclo anual que envolve treinamento presencial com o time de especialistas do CDPV, uma plataforma de treinamento digital com aulas semanais e unifica as campanhas de incentivo. É um treinamento de vendas moderno e inovador, que vai muito além da teoria.

Apresentada por Diego Maia, a estreia do programa aconteceu no Miguel 139, espaço para eventos do CDPV localizado no Beco das Sardinhas, Centro Histórico do Rio de Janeiro e foi um grande sucesso. Nesta atividade todos os profissionais dos setores estratégicos da Fortilider foram envolvidos, não apenas o time comercial. Afinal, o grande mote das atividades do CDPV é conscientizar que todos são vendedores, independente do cargo ou segmento de atuação. “Todos os colaboradores de uma empresa, do servente ao presidente, possuem uma tarefa inabalável e um compromisso supremo: ajudar a empresa a vender”, sempre enfatiza Diego Maia.

O Diego Maia é sempre o melhor. Ele ensina de forma clara, objetiva e pontual. Tenho certeza que as técnicas apresentadas serão utilizadas por todos no ambiente de trabalho. Este é um momento único para a Fortilider e, sem dúvidas, este investimento será assertivo“, destacou Greice Iris Vargas, Gerente Geral da Fortilider Materiais de Construção.

O P.D.C criado para a Fortilider envolve um conteúdo de alto impacto com as melhores práticas de vendas, prospecção de clientes, negociação, relacionamento, pós venda e muito mais.  O conteúdo distribuído na plataforma de EaD do CDPV é acessível 24 horas por dia, 7 dias na semana, por qualquer dispositivo. O profissional testa seus conhecimentos e acumula pontos, num ranking que fica visível para todos, proporcionando uma disputa eletrizante.

A partir de agora, sair da zona de conforto será meu objetivo diário. Aprendi muito com esta palestra do Diego Maia, tive uma visão diferente de como vender mais. Valeu a pena participar!“, enfatizou a vendedora Leize Juliana.  “Aprendi muito. Mesmo não sendo da área comercial”, completou o suporte de  T.I. Luiz de Paula Júnior.

Se tem obra, liga pra Fortilider e surpreenda com o bom atendimento. Se precisa treinar seu time e aumentar as vendas, agende um café com o CDPV.

 

Outros tipos de colaboradores tóxicos

Outros tipos de colaboradores tóxicosOntem eu falei aqui sobre os tipos de profissionais que existem em todas as empresas. Falei do puxa-saco, daquele sem noção e do terrívelreclamão.

Como muitas pessoas escreveram comentando que conhecem estes tipos tóxicos mas que existem outros, eu resolvi continuar falando deles, porque todos – em maior ou menor intensidade –  geram desmotivação e desagregam.

E aí o final deste filme todos conhecem: quando estas posturas afloram o clima fica negativo e atrapalha qualquer colaborador, mesmo aquele empenhado. Afinal, o hábito tem um poder incrível de contagiar.

Outros personagens curiosos comumente encontrados nas empresas:

  • Aquele que fala muito e trabalha pouco.

Conversas e troca de ideias são comuns e necessárias, mas não existe justificativa para deixar as obrigações de lado para apenas conversar. Colegas que falam o tempo todo no local de trabalho acabam prejudicando todo ambiente, gerando tensão e desconforto para quem precisa se concentrar.

Esse é um tipo muito comum, mas o mais fácil de ser neutralizado. É só a gente dizer que está ocupado e o ignorar.

  • Outro que sempre existe é aquele que sabe e conhece de tudo. É aquele  profissional que fala para todos tudo o que já vivenciou ou que sabe fazer.

É claro que as pessoas possuem experiências e conhecimentos diferentes, mas uma antiga regra é útil: dê opiniões quando for convidado.

  • E o troféu “banana de ouro” vai para o funcionário Fofoqueiro.

Infelizmente é comum ter muitas fofocas no ambiente de trabalho e quanto maior a quantidade de funcionários, pior é.

Leia também: Cuidado com os colaboradores tóxicos

Como neutralizar a fofoca? Se mantendo firme, sem dar ouvidos e sem passar adiante. Porque o que um fofoqueiro corporativo mais gosta é quando encontra amplificadores de sua discórdia. Cuidado com eles!

Pense nisso e me adicione no Facebook e no Instagram.

É melhor ser alegre que ser triste…

É melhor ser alegre que ser triste

Hoje começo diferente, embalado por uma música que você certamente conhece, pra falar de algo super importante…

Já dizia Vinicius de Moraes, em “Samba da Benção” que “é melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe”…

E esta poesia se encaixa perfeitamente no nosso dia a dia empresarial. O que tem de gente por aí que mais reclama do que produz, não está no gibi.

Um dos grandes segredos do sucesso é, sem sombra de dúvidas, gostar do que está fazendo, onde está fazendo e com as pessoas que estão ao seu redor, sejam clientes, colegas ou fornecedores.

Mas será este mais um tema na linha do “falar é fácil, fazer é difícil”? Continuar lendo

Negociar é uma arte, uma ciência ou uma técnica?

Negociar é uma arte?

As pessoas nascem boas negociadoras? Ou aprendem a negociar bem com dedicação e treinamento?

Eu entendo que nascemos com uma série de características que direcionam a pessoa para uma determinada área de atuação. Pessoas totalmente introspectivas por exemplo, geralmente não funcionam na área de vendas e negócios.

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O Seminário Mundo Empresarial em 30 segundos

Fiquei uns dias sem postar por conta do impacto do Seminário Mundo Empresarial na minha vida… foram centenas e centenas de empresários, gestores e equipes comerciais reunidos para conhecer uma nova cultura de vendas e atendimento. Tem mais fotos no meu Facebook e no meu Instagram. E um flash, logo aqui em baixo… confira!

Se você é gestor, valorize a inovação e a atitude

A lista das ações que precisamos executar para uma empresa crescer e vencer é bem extensa.

Mas não há dúvidas de que a necessidade número é um, é ter as pessoas certas e devidamente estimuladas para que façam as coisas certas.

Leia também: Inovação é dizer não para mil coisas! 

Como empresário, acordo todos os dias pensando em ações que possam estimular as pessoas que trabalham comigo a serem melhores a cada instante, e fico de verdade muito entusiasmado quando vejo um dos meus profissionais testando caminhos diferentes para fazer as mesmas coisas do cotidiano.

Leia também: Montar um negócio no Brasil é uma decisão inteligente?

O sentimento de estagnação e a falta de reconhecimento quando entregam um serviço acima da média, são as principais queixas das pessoas.

Por isso, se você é gestor, valorize a inovação, valoriza a atitude.

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