Socorro, o Smartphone me engoliu!

Assim como a Joana que me escreveu ontem, Fábio escreve informando que está se sentindo cada vez mais improdutivo.

Não consegue terminar seus projetos, se vê sempre assoberbado, atarefado, atrasado. Se sente engolido por seu SmartPhone, não o larga para nada, nem para ir ao banheiro. Nem para almoçar. Nem pra andar na rua.

Não consegue dar sequência às coisas que se predispõe a fazer: se matriculou na academia no plano de 12 meses e frequentou no máximo dois. Começou uma Pós- Graduação com a bolsa integral que ganhou da empresa e teve que trancar. Quando chega no trabalho começa a executar uma tarefa e quando dá a hora do almoço fez um monte de coisas, menos aquela que ele começou no início da manhã.

Já num tom de desespero me escreve pedindo ajuda, pois se vê numa areia movediça.

Fábio: sabia que o brasileiro já passa mais de 4 horas de seu dia usando o Smartphone? Predomina neste montante o uso do que eu chamo amistosamente de “Santíssima Trindade da Tecnologia”: Facebook, Instagram e WhatsApp.

Estou absolutamente convicto de que boa parte da nossa produtividade perdida está sendo enterrada a cada minuto no uso destes aplicativos.

Parece que estamos todos enfeitiçados: acessamos as mídias sociais como condição de sobrevivência. Daqui a pouco veremos um surto de problemas ortopédicos relacionados ao pescoço.

Não estou propondo aqui que você encerre as contas das redes sociais ou apague os aplicativos do seu telefone. Mas é preciso uma conscientização. Cada minuto perdido no uso das redes representa no mínimo 1 minuto de produtividade perdida.
Cada minuto perdido nas redes representa um minuto a mais de distância entre e os seus objetivos e você.

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Em busca da produtividade perdida

Hoje é dia de responder a Joana. Na mensagem, enviada pelo inbox do meu Instagram, ela conta sua história e compartilha seus desafios: é gerente administrativa de uma empresa cinquentenária, possui muitos funcionários sob seu comando e se vê altamente sobrecarregada. Ela entende que poderia ser mais produtiva e eficaz, mas de um tempo pra cá, se sente muito cansada. Quando finalmente termina seu longo dia de trabalho, parece que todo o seu nível de energia foi consumido.

Jô, tenho recebido muitas mensagens falando da sobrecarga de trabalho: por conta da crise que se instalou no Brasil, diversos postos de trabalho foram cortados, mas as tarefas não sumiram, elas tiveram que ser assumidas por quem ficou. O resultado desta equação é bem esse: sobrecarga de trabalho.

Para tentar minimizar este grave problema, compartilho com você três ideias altamente poderosas que, se colocadas em prática, podem ajudar sua busca pela produtividade perdida. Tem funcionado pra mim!

>> Não abra mão da disciplina com horários e com a agenda. Desde que passei a fazer reuniões curtas, e em pé no espaço que apelidei no CDPV de “CorredorWorking” parei de perder tempo com a prolixidade e com os assuntos desnecessários. Reunião boa não pode configurar conforto: cada minuto vale.

>> Não deixa para depois o que pode ser feito em um ou dois minutos. Se dá para resolver rápido, resolva logo; quando não fazemos isso terminamos o dia com zilhões de pequenas pendências que, somadas, tiram nosso sentimento de que o dia valeu à pena.

>> A tecnologia ajudou muito o nosso desenvolvimento, mas ela é a rainha má nas nossas vidas. Condicione sua mente para usar o smartphone somente em horários específicos e que você determinar, tipo de hora cheia em hora cheia.

Quer ser um gestor melhor e altamente produtivo? Faça a Formação LAP – Líder de Alta Performance. Aproveite e me adicione no Instagram!

O vendedor será extinto? Diego Maia responde ao jornal O Globo

Destacado

Diego Maia foi um dos entrevistados pelo jornal O Globo de domingo (8) para falar sobre o Impacto da Tecnologia no Setor Varejista.

O CEO do CDPV abordou o polêmico tema e algumas questões: Qual o impacto da tecnologia nas vendas? A profissão vai acabar? Como sobreviver ao mundo moderno? Tantas perguntas e uma resposta: INOVAÇÃO. É preciso inovar para sobreviver a esta nova era.

Diego é categórico em afirmar que ” a figura do ser humano é reduzida, porém a tecnologia não o substitui. Elimina cargos supérfluos!” e acrescenta que apenas os que buscam conhecimento e qualificação irão se destacar. “O vendedor será um agente influenciador do consumo”.

“Empresas que não tinham hábito de treinar e desenvolver, hoje mantêm programas de capacitação continuada. No entanto, fazem isso em um curto prazo, para obtenção de benefícios imediatos e não pensam no longo prazo da operação”, destaca Diego.

A tecnologia está mudando a forma de se relacionar, de interagir com o cliente e público. E tornando os processos mais ágeis, eficazes e assertivos.
Você está preparado? Já adota estas tecnologias em seus negócios? Comece AGORA, pois quem ainda não pratica está ficando para trás.

“Quem quiser permanecer no mercado, crescer, conseguir promoções e aumentos, tem que sair da letargia. E não é só por meio de cursos, mas também tentando absorver todo o tipo de conteúdo, palestras, livros, jornais, eventos. A formação tradicionista está entrando em uma fase de declínio”, enfatiza Diego Maia ao jornal O Globo.