“Palma, Palma… não priemos cânico”

É hora de deixar o comodismo de lado e ir buscar o cliente.

chapolin coloradoDia desses Otávio se deu conta do caos que está vivendo e resolveu me escrever. Nas palavras dele, ‘o mercado secou e está precisando fazer chover’.

Ele é supervisor comercial de uma indústria de alimentos. De janeiro a julho deste ano, as vendas não caíram, pelo contrário: conseguiu manter um crescimento interessante. Mas em agosto a luz de emergência apareceu: vendeu 10% menos do que o agosto do ano passado e isto nunca aconteceu em seus 5 anos de empresa e função.

Otavio: como dizia nosso eterno Chapolin Colorado com toda sua irreverência: “calma, calma, não priemos cânico”.

 

Não canso de repetir que resultado passado não garante resultado futuro. Fazendo sempre as mesmas coisas, teremos no melhor dos cenários o mesmo resultado.

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O que tem acontecido é um movimento muito claro: como as vendas estão se mantendo estáveis ou caindo, gestores e empresários bem intencionados estão fazendo a mesma pergunta que você e passaram a buscar alternativas, como treinamento, novas práticas, novas ideias, novos processos.

Peter Drucker, considerado o pai da administração moderna, disse certa vez que “Em tempos de prosperidade, uma empresa deve duplicar seu investimento em capacitação. Em momentos mais turbulentos, deve quadruplicá-la, pois precisará de mais habilidades ainda para produzir os mesmos resultados obtidos nos bons tempos”.

O caminho é claro: sua equipe Otávio, precisa de reciclagem, treinamento e capacitação para fazer mais com menos.  É hora de rever o que as pessoas estão fazendo de menos e focar em processos que simplifiquem a venda. É hora de deixar o comodismo de lado e ir buscar o cliente.

Está na hora de se reinventar.

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Uma ideia sobre ““Palma, Palma… não priemos cânico”

  1. Toda empresa necessita de mudanças, em bons ou maus momentos a mudança deve ocorrer. E o bom é que quando o momento for mau você não sofrerá duas vezes, pois pensem comigo: se a empresa se mantem sempre mudando, claro que com consciência, ela com o tempo se adaptará e isso faz bem pra todos, então no momento de dificuldade a única dor é do momento ruim, mas como ela vai estar acostumada com a mudança isso será moleza. Agora, se a empresa é aquela mesma desde os primórdios, aí sim ela vai sofrer duas vezes, com o momento ruim e por ter que mudar, sair da sua zona de conforto. Então vamos praticar a mudança. E ótima postagem Diego. Parabéns.

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