É melhor ser alegre que ser triste…

Aqui no Brasil é natural considerar o trabalho como um fardo pesado.

É melhor ser alegre que ser triste

Hoje começo diferente, embalado por uma música que você certamente conhece, pra falar de algo super importante…

Já dizia Vinicius de Moraes, em “Samba da Benção” que “é melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe”…

E esta poesia se encaixa perfeitamente no nosso dia a dia empresarial. O que tem de gente por aí que mais reclama do que produz, não está no gibi.

Um dos grandes segredos do sucesso é, sem sombra de dúvidas, gostar do que está fazendo, onde está fazendo e com as pessoas que estão ao seu redor, sejam clientes, colegas ou fornecedores.

Mas será este mais um tema na linha do “falar é fácil, fazer é difícil”?

Aqui no Brasil, é cultural não gostar de trabalhar”. Ou melhor, considerar o trabalho um fardo pesado. Tem gente que joga na loteria com mais dedicação do que executa as tarefas que precisa entregar no trabalho. E fala, aos quatro cantos, que se ganhar, não volta nem para fazer a rescisão.

Nesta grande novela, existem protagonistas e coadjuvantes. Protagonistas são aqueles que são apaixonados pelo que estão fazendo. Encaram o trabalho como um desafio, impregnados com boas doses de ousadia, disciplina e perseverança… Na vida corporativa destas pessoas, por mais problemas que enfrentam, predomina nelas a alegria, a felicidade por trabalhar com o que gosta. Podem até ter outro desejo, outro sonho outra meta de vida. Mas executa o trabalho como alguém predestinado a trilhar um bom caminho.

Os coadjuvantes encaram o dia a dia como um fardo. São alegres e felizes apenas quando fazem algo que proporciona boas doses de prazer. Quando o Monobloco sai, então, são felizes demais! Mas quando chega a segunda-feira, vão trabalhar como se estivessem indo para um velório, reclamando da vida dura e cruel, da ressaca, do trânsito, do chefe.

Outro dia um coadjuvante cunhou uma frase que jamais esquecerei: se alcoolismo é doença, ressaca deveria dar direito a atestado médico”.

E ficam neste círculo vicioso. Reclamando cada vez mais do trabalho e correndo o risco de ser promovido de coadjuvante para figurante.

Não tem escapatória: no trabalho, como na vida, é melhor ser alegre do que ser triste! Trabalhe com o que gosta e não precisará trabalhar jamais, já disse outro poeta.

Agora, se você não gosta mesmo do que está fazendo e não há, de verdade, motivos para que goste, é sinal de que está na hora de mudar. Se você não mudar, o mercado mudará você. Ou será um eterno coadjuvante…

Se você concorda ou não com estas ideias, escute a bela música inspiradora:

6 ideias sobre “É melhor ser alegre que ser triste…

  1. Boa noite!!!!
    Amei o que você nos falou hoje: ” é melhor ser alegre que ser triste…” .
    Só o fato de estarmos vivos já é um forte motivo para sermos felizes.

  2. Diego Maia,

    Gostaria de te agradecer por essa matéria, quando este programa foi ao ar, eu estava indo em direção ao meu antigo trabalho me perguntando: “O que estou fazendo da vida..???” Te ouvir naquela manha foi um despertar. Deixo bem claro que na antiga empresa não havia nada de errado, apenas eu que tinha mudado e não havia me dado conta ainda. Hoje faço um trabalho que tem muito mais haver comigo e sou super feliz.

    Mais uma vez muito obrigado!

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