Trocou o café pela cerveja (durante o expediente)

Olha só essa!

Já pensou se aquele cafezinho do meio da tarde fosse substituído por uma cerveja? Já se imaginou degustado uma cerveja artesanal no meio do expediente, todos os dias? Imagine uma reunião acompanhada de cerveja?

Isso existe! Numa agência de comunicação de São Paulo, os funcionários podem beber a qualquer hora. É isso mesmo!

Numa entrevista ao Jornal Extra, do RJ, a proprietária da empresa disse que “Desde que esses hábitos foram acrescentados à rotina da agência, coisas maravilhosas tem acontecido. Os colaboradores estão mais soltos, muito mais criativos e empenhados em traçar estratégias para colocar nossos clientes. Claro que não existem excessos. Cada um sabe de seus limites, e nunca houve nenhum problema quanto a isso. Tudo é feito com moderação”.

Tem um ponto importante aqui: a agência, criada há 10 anos, atende a clientes ligados ao mundo da cerveja.

E como este é um mercado em ebulição, diante da chegada de centenas de rótulos artesanais, a prática duvidosa não é, em si, negativa, pois faz a equipe entender exatamente do que se trata o produto. Não deixa de ser uma forma de se especializar!

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Baseado nesta ideia, refleti e avaliei algo que me incomoda muito. Como existe funcionário que não usa os produtos da empresa em que trabalha. Como existe gente de publicidade que faz propaganda de supermercado mas não vai lá.

Como existe contador, por exemplo, que nunca comprou na loja em que atende. Como existe funcionário de empresas de cursos que não fazem os cursos da própria empresa. Isso realmente não consigo entender e não acho apenas bizarro, mas uma barreira para o sucesso.

Tem diversos outros exemplos: 

  • trabalha numa empresa de eventos e nunca foi a um evento sequer;
  • trabalha no cinema mas nunca assistiu um filme;

Concluo: pra fazer bem, seja o que for, temos que entender o que nossa empresa faz e o que nosso cliente vende.

Voltando ao tema da cerveja, eu publiquei isso no Facebook e o primeiro comentário chegou em segundos, dizendo: “tô dentro, não quero nem saber o salário”.

Não tive outra alternativa se não responder com a carinha bonitinha com linguinha pra fora. :-p

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2 ideias sobre “Trocou o café pela cerveja (durante o expediente)

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