Para ser, aja como se fosse!

Hoje é dia de responder o advogado Bryan Rojtenberg. No e-mail, ele duvidou que eu responderia. E aqui estou!  Se tivesse apostado, o doutor teria perdido.

Ele diz: “Tenho um pequeno escritório de advocacia, com sala própria e apenas uma sócia, sem empregados. Meu custo mensal é bem pequeno, mas meu lucro por enquanto também! Sou especializado em Direito do Consumidor, direito do trabalho, responsabilidade civil e contratos, e minha sócia em Direito Penal.

Tento seguir esta linha: ‘o cliente que entra pela porta adentro do meu escritório será meu cliente, não sairá sem assinar procuração’.

Infelizmente ou felizmente por este lema, fico restrito a contratos de valores muito pequenos, até mesmo com cláusulas de êxito, com recebimento no final.

Cobro valores pequenos para distribuir o processo, mas que garantem o meu tonner e luz do escritório. O que faço para alavancar contratos mais avantajados, com valores mensais maiores? Ainda não temos CNPJ. Preferi dar entrada nesta burocracia quando conseguirmos um contrato que valha a pena, além de exigir tal documento.”

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