As semelhanças entre as Escolas de Samba e as empresas

O “Maior Espetáculo da Terra” acontece no Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí.

Você sabe: uma escola de samba do Grupo Especial é composta por pelo menos 3500 pessoas organizadas em mais de 25 alas. Cada ala tem um tema e uma fantasia, mas todos os integrantes devem cantar e dançar com máxima empolgação  e dentro do ritmo.

Não bastasse este mundaréu de gente, a escola tem centenas de percussionistas e pelo menos 6 carros alegóricos. Tudo precisa funcionar de maneira profissional, mas com altas doses de harmonia e equilíbrio.

O objetivo: levantar a avenida, empolgar quem assiste pela TV e, acima de tudo, cativar os julgadores.

Será que existem semelhanças entre os empreendimentos carnavalescos e o dia a dia das empresas e organizações? Existem muitos. Mas também muitas diferenças.

Numa escola de samba o sentimento de “grande família” é evidente. O espírito de união e garra é fortalecido por todos da escola, do menor posto até o presidente.

Todos os membros  se identificam com a escola de samba, todos sentem que a escola é deles. A gente percebe isso na derrota, na perda de um décimo no julgamento e, claro na vitória.

Nas empresas até existe algum nível de comprometimento e paixão, mas em escala muuuuito menor.

Nas escolas de samba tratar bem as pessoas é o objetivo principal do negócio, isto faz com que todos integrantes perdendo ou ganhando, sejam motivados para um novo ano de vitória.

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Já as empresas confiam, quando muito, apenas no poder motivacional dos incentivos financeiros, deixando de lado a importância do ser humano na conquista de alguma coisa.

E é certamente isto que empaca a produtividade e o crescimento.

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Resumindo… #BóraVoar!

Quem não gosta de carnaval, bom gestor não é!

Em 1949 um vereador chamado Camilo Ashcar protestou na tribuna da Câmara de Vereadores de São Paulo com este discurso:

“Que é o carnaval? Festa da carne, festa do mundo, loucura coletiva em que desaparecem o bom senso, as normas do bom proceder, os limites de vergonha e os princípios da reserva moral. Que lucra o povo com o carnaval?”

Surreal, não? Mas você acredita que até hoje muita gente ainda faz esse tipo de pergunta? Primeiramente, o que torna o discurso ultrapassado, mas, não é o seu tom moralista, mas o desprezo ao enorme potencial econômico desta festa popular que faz circular bilhões de reais, todos os anos, no Brasil.

Símbolo do carnaval brasileiro, por exemplo, o tradicional desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro movimenta cerca de R$ 1,5 bilhão e gera mais de duzentos mil empregos. Quem assiste ao espetáculo de quatro dias muitas vezes não supõe que a sua realização envolve desde o trabalho de soldadores no barracão das agremiações ao de executivos da indústria fonográfica, passando por bordadeiras, motoristas de ônibus e pilotos de companhias aéreas, e especialistas na fabricação de instrumentos musicais, dentre muitos outros.

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Um famosa canção diz que quem não gosta de samba, bom sujeito não é. Ou é ruim da cabeça ou doente do pé. Portanto, que bom que muita gente gosta. A economia do Brasil agradece.

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Carnaval é negócio sério!

Muita gente trabalha durante os dias de festa do carnaval. Muitos trabalham meses antes para garantir o sucesso dos blocos, trios elétricos e escolas de samba.

A Asserttem, Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizados e Trabalho Temporário acredita que as festas espalhadas pelo País geram cerca de 250 mil empregos temporários.

Além das vagas de costureiras, aderecistas e marceneiros, o trabalho temporário também engloba outras, como de vendedor, recepcionista, garçom, entre outros.

A cadeia produtiva de um carnaval é um tanto complexa e envolve diferentes setores da economia. Isso desde a hora em que a primeira escola de samba abre os desfiles na Marquês de Sapucaí. Também, por exemplo, quando um trio entra no circuito Barra-Ondina em Salvador. O Carnaval já influenciou a atividade industrial, o dia-a-dia das agremiações. Além disso, influencia também atividades paralelas que sofrem efeitos indiretos da festa, como o setor alimentício, fantasias, mercado fonográfico…

A demanda por serviços naturalmente cresce. De acordo com dados do setor de turismo, o  Carnaval  gera, no mínimo, 6,2 milhões de viagens dentro do País, alcançando uma movimentação financeira de R$ 5,7 bilhões.

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Brincar o carnaval é divertido e libertador. Mas o melhor é saber que Carnaval não é só festa. O carnaval ajuda o Brasil a crescer.

Portanto, divirta-se! É só uma vez por ano.

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Os segredos de Paulo Barros

Os segredos de Paulo Barros

Assim que a Portela foi anunciada como a grande campeã do Carnaval carioca após um jejum de 33 anos, vi no feed de notícias de meu Facebook um post mais ou menos assim: Caramba, este Paulo Barros é um cara sortudo mesmo”.

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Confesso que senti vergonha alheia. Paulo Barros é ex-comissário de bordo nascido na baixada fluminense e está fazendo história no carnaval brasileiro, revolucionando tradições com ousadia e estilo super arrojado.

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Mas será que tudo foi resultado de sorte? De estar na hora certa, no local certo e com a pessoa certa?

Eu não acredito nisso não. É só a gente avaliar um pouquinho:

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