O que cansa não é o trabalho, é o aborrecimento

É comum demais um empresário passar a maior parte do tempo ocupado apagando incêndios. Os problemas surgem de todos os lados : equipes, prazos, clientes, fornecedores, reclamações…  

Parece que todos os problemas exigem atenção imediata, por mais que você não os julgue tão importantes assim. Afinal, você é o empreendedor responsável e certamente quer ver tudo ‘nos conformes’.

Para completar, tudo ou quase tudo chega a você: os funcionários te interrompem toda hora com dúvidas ou informações.

Olha, o que cansa na condução de uma empresa não é o trabalho em si, mas os aborrecimentos.

Como resolver ou minimizar? Eu respondo…

É latente a necessidade de delegação, precedida por preparação dos colaboradores e, claro, um depósito de confiança e autonomia neles.  Os problemas sempre surgem, e você nunca vai conseguir progredir se ficar apenas concentrado neles.

Se um empresário trabalha concentrado em fazer a empresa funcionar, quem é o responsável por fazer a empresa CRESCER?

Por exemplo, delegando tarefas, preparando a equipe e confiando nas pessoas. MAS NÃO ESQUEÇA: É vital uma boa dose de libertação das tarefas menos importantes!

Em conclusão, você se enxerga nesse texto e sente que precisa de um UP na sua vida comercial?

Conheça o VENDAS DE ALTO IMPACTO!

Todos os detalhes do treinamento “Vendas de Alto Impacto”, que é destinado a empresários, profissionais liberais, representantes comerciais e todo mundo que precisa melhorar resultados de vendas estão aqui.

Aproveite e me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify.

Resumindo… #BóraVoar!

Só existe um chefe: o cliente

Tudo gira em torno das vendas. Por exemplo, aluno de escola é o cliente da escola; paciente é cliente; usuário do transporte é cliente…

Sam Walton, fundador da grande rede de hipermercados Walmart tem uma frase memorável sobre isso.

Ele dizia assim: “Só existe um chefe: o cliente, e ele pode demitir todas as pessoas da empresa. Do presidente do conselho até o faxineiro. Simplesmente levando o dinheiro para gastar em outro lugar”.

Eu concordo plenamente com ele!

Leia também: Descomplique a vida de seu cliente

Em outras palavras, não existe cliente bom ou cliente ruim. Para mim, o cliente sempre é um cliente; até mesmo quando não tem condição de comprar agora o que estamos vendendo.

Além disso, eu certamente não entendo como muitas empresas gastam rios de dinheiro em publicidade se não atendem o cliente com profissionalismo.

Não entendo taxista que tá reclamando da concorrência, que não atende o seu cliente com profissionalismo e bom humor.

Leia também: Os 10 maiores erros do vendedor

Não entendo vendedor de loja que não sorri, que não olha no olho, que já classifica  o cliente só pela roupa ou pela aparência…

Portanto, valorize o cliente de sua empresa porque, independente do cargo que você ocupa, ele que paga o seu salário.

Aproveite e me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify!

#BóraVoar

O cliente primeiro compra a pessoa, só depois compra o produto

Quem escreve hoje é o Alexandre. Ele trabalha em uma empresa muito agressiva em vendas. Lá, ele e os colegas da área comercial são cobrados quase a todo momento pelo sellout do  mix de produtos.

Mas a dificuldade, diz o Alexandre, não é a venda em si pois ele diz que se relaciona muito bem com o mercado.

O  problema está na entrega. Isto sim acaba atrapalhando substancialmente suas vendas. A empresa promete entrega em 72 horas, mas  isso raramente acontece.

A pergunta que ele faz é esta: ‘qual o risco que estou correndo junto aos clientes e como posso mostrar esse problema tão aparente a meus diretores?

Alexandre, como bom profissional de vendas que você aparenta ser, sabe que em primeiro lugar o cliente compra a pessoa, e só depois o produto, a empresa, o negócio.

E sua vigilância deve ser constante para que a reputação que você criou não seja perdida por conta de falhas de outros.

Mas atente para algo muito importante: sei que como todo profissional de vendas você deve receber comissionamento. E, por isso, fará tudo que estiver ao seu alcance e de forma ética para atingir resultados. Mas cuidado com a incrível tentação de prometer algo que você não sabe se poderá cumprir.

Não omita informação e jamais minta. Agindo assim, você conquistará não apenas clientes, mas, sim, fãs fervorosos que confiam naquilo que você propõe.

Quanto a como informar a empresa sobre o fato, pode apostar: 99% dos gestores que conheço gostam de objetividade. Podem ser até prolixos, mas são defensores da rapidez. Vá direto ao ponto com provas, argumentos impressos e análises por escrito, do quanto a falha na logística está prejudicando os negócios da companhia.

Agindo assim, você será visto pela chefia como um profissional que faz mais do que fala, se destacando daqueles colegas ranzinzas que reclamam de tudo que acontece (ou não acontece) na operação.

Pense nisso e me adicione no Instagram clicando aqui. 

Diego Maia entrevista Fabio Lessa, Diretor Comercial da Capemisa Seguradora

Destacado

Diego Maia entrevistou Fabio Lessa, Diretor Comercial da Capemisa Seguradora para o “Mundo Empresarial – Diego Maia entrevista”. O programa vai ao ar às segundas-feiras às 22h na rádio Antena 1 (103,7 Rio de Janeiro).

Foi uma conversa rica em detalhes que vão te inspirar a ser um profissional ainda mais competitivo. Escute aqui, gratuitamente, na forma de podcasts:

[Parte 1]

[Parte 2]

[Parte 3]

 

 

Quando é hora de um empresário pedir ajuda

Edvan possui uma empresa de pequeno porte no segmento industrial. Ele fabrica produtos que são vendidos em centenas de pontos de venda, possui 70 funcionários e se vê estagnado. Não acredita ser reflexo da tal da crise, mas acha que precisa dar um sacolejo na empresa e na equipe. Por isso me pergunta em seu extenso e-mail: “quais são os sinais de que uma empresa precisa de uma intervenção?”.

Leia também: Como aumentar as vendas imediatamente

Olha Edvan, são muitos os sinais. Mas as respostas das três perguntas que farei agora podem lhe dar uma boa luz.

1 – Você está usando seu próprio dinheiro para sustentar a empresa?

Se você está utilizando suas economias para sustentar o seu negócio ou fazendo uso  de empréstimos bancários com taxas de juros altíssimas para viabilizar o giro, é um forte sinal de alerta.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

2. Você está perdendo receita e lucratividade?

É importante avaliar se é o seu mercado que está em declínio ou se esta queda está acontecendo só com sua empresa. Se for a segunda opção, sim, você precisa de uma intervenção rápida.

3. Você está perdendo pessoas importantes?

Se a resposta para estas três perguntas forem positivas, é hora de buscar ajuda, novas ideias, novos métodos. Seja através de consultorias ou fazendo cursos que possam te fornecer ferramentas e ideias para alavancar a gestão.

Gostou? Aproveita e me adicione no Facebook e no LinkedIn.

Mais atitude, menos receptividade

Mais atitude, menos receptividade

Esses dias estive num grande shopping e visitei uma loja de colchões. O movimento estava fraco, e lá dentro da loja eu contei 5 ou 6 vendedores, mais o gerente.

Eu era o único cliente da loja naquele momento. Uma vendedora muito simpática veio me atender. Os outros cinco continuaram lá nas suas vidinhas: conversa fiada, paciência no computador, Facebook… Numa típica rotina da baixa performance e anti-produtiva.

O que eles poderiam estar fazendo ali naquele momento, já que a loja estava vazia?

Continuar lendo

Prospecção de clientes para arquitetos (e outros profissionais liberais…)

Prospecção de clientes para arquitetos

Cíntia é arquiteta autônoma e, com o intuito de alavancar sua carreira, criou algumas estratégias para atrair clientes novos e promover uma reaproximação com os antigos.

Leia também: Como encantar clientes

Como estratégia, elaborou uma marca, registrou a mesma junto ao INPI, criou um site para esta marca, uma fan page no Facebook e  confeccionou cartões de visita com designer arrojado e atraente.

Contudo, ainda não conseguiu ter retorno dessas mídias.

Leia também: Os 10 maiores erros do vendedor

Cíntia, obrigado por escrever e compartilhar este importante momento de sua jornada profissional.

Continuar lendo

Diego Maia realiza convenção de vendas da Labor-Med

Diego Maia realiza convenção de vendas da Labor-Med

A parceria entre Diego Maia e o time da Labor-Med continuou, dessa vez com o treinamento MasterClass de Vendas, aplicado durante a XVI Semana Brasileira do Aparelho Digestivo (SBAD) em Brasília (DF). O encontro foi divido em vários temas, como Mente Próspera, Cultura de Vendas e Máquina de Vendas e cerca de 50 representantes e vendedores da Labor-Med participaram.

O SBAD é considerado o maior e mais importante evento médico e científico do aparelho digestivo do nosso país e contou com diversos especialistas nos mais variados temas palestrando durante os cinco dias de evento.

A MasterClass de Vendas teve duração de um dia inteiro e foi um marco na vida de quem participou. Shaina Fernandes, que trabalha na Labor-Med há treze anos, foi surpreendida pelas ideias e técnicas de venda apresentadas por Diego Maia:

“Eu nunca tive uma experiência como a que tive hoje. Valeu muito, foi sensacional! Eu aprendi muitas coisas que durante esses anos todos eu desconhecia. Tudo graças ao treinamento do Diego Maia”.

A Labor-Med atua no mercado nacional de vídeo endoscopia digestiva e cirúrgica há trinta anos e conta com mais de cinco mil clientes cadastrados em sua rede. Um dos seus principais serviços é a endoscopia diagnóstica avançada que conta com aparelhos de última geração a laser fabricados pela gigante Fujifilm.

Faça igual a Labor-Med e contrate o melhor palestrante de vendas do Brasil para a convenção de vendas da sua empresa!

Clique aqui e solicite uma apresentação.

Afinal, o que o cliente quer? Preço ou Qualidade?

Afinal, o que o cliente quer? Preço ou Qualidade?

Uma ouvinte que não quer se identificar escreveu:

“Sou gestora de vendas na empresa que herdei do meu pai. Aqui, comercializamos equipamentos e serviços para prevenção de incêndios.

Dentre várias situações no que tange herdar uma empresa, a que mais me preocupa é o posicionamento da concorrência no nosso segmento.

Leia mais: Três erros que até os melhores líderes cometem

Infelizmente é um segmento sem sindicato, com práticas absurdas de dumping e uma concorrência totalmente promíscua.

Visito os clientes, converso, oriento-os, explico normas e legislações do nosso serviço, e os clientes além de se assustarem em descobrir que não possuem nem 1/3 do que é obrigatório, julgam os valores das nossas propostas como mais caros – vale informar que não praticamos valores acima do mercado, nos preocupamos em oferecer o justo, de acordo com nossa expertise e situação do mercado brasileiro – e acabam por não fechar conosco, repassam todo levantamento para concorrência e fecham com eles, pois praticam valores impossíveis de serem cobertos.

Leia também: Negociar é uma arte, uma ciência ou uma técnica? 

E na contra partida: não executam efetivamente o serviço – o típico que diz que fez, e o cliente não tem como provar que não foi feito –, não deixam as edificações com a conformidade exigida pelos órgãos fiscalizadores, e mais uma série de falhas que precisaria de caracteres mais caracteres para relacionar”.

Afinal, o que o cliente quer?

  • Devo largar a qualidade para cobrir valores visando nossa  sobrevivência?
  • Ou devo prezar a qualidade e manter meus números e crescimento abaixo do que podemos atingir?

Continuar lendo

All Nations: vendas sobem 30% durante treinamento do CDPV

All Nations: vendas sobem mais de 30% durante o treinamento do CDPVNesse mês de outubro, foi finalizado o ciclo 2017 da Academia de Consultores All Nations produzido e executado pelo CDPV. A All Nations é uma gigante na distribuição de produtos de informática e tem mais de 20 anos de experiência de mercado com atuação em todo território nacional.

O fim desse ciclo de treinamento trouxe números animadores mesmo em períodos turbulentos de crise econômica: Dentre os participantes mais ativos, 87% cresceram suas vendas acima da média. O crescimento nas vendas subiu mais de 30% e as nossas perspectivas são ainda melhores para 2018!

A consultora de vendas Amanda, que tem 100% de participação na Academia, comentou sobre a evolução que sentiu nesse ano de 2017:

“Cresci em termos de conhecimento e maturidade. A academia me ajudou bastante, aprendi o quanto é importante o mapeamento dos clientes. Quando eu entrei isso era uma coisa distante, mas eu entendi que é muito mais do que isso!”.

Já a vendedora Silvia reconheceu a mudança de consciência que o CDPV trouxe para a equipe:

“Foi muito importante o aprofundamento das informações para aumentar nossa possibilidade de negócios e aumentar nossa demanda. Agora conseguimos vender para clientes que antes a gente não conseguia. Antes a gente focava nos clientes que já conhecíamos e abandonávamos os que não tinham tanta visibilidade. Agora tudo mudou!”.

A Academia de Consultores é um programa blended learning e foi realizada durante o período de setembro de 2016 a outubro de 2017. O programa contou com 12 encontros presenciais e 34 videoaulas.

Quer aumentar as vendas de sua empresa assim como a All Nations?

Conheça mais sobre os treinamentos in company do CDPV aqui

E você, como tem se preparado para aumentar seus resultados?

Leia também:

Diego Maia é o principal palestrante da Convenção MedLevensohn

“MasterClass de Vendas” com Diego Maia: dia 27/10 no Rio

Capemisa Seguradora contrata o CDPV para treinar seu time