Líder nasce pronto?

Frequentemente me perguntam se é possível treinar as pessoas para que sejam líderes eficazes ou se os melhores e verdadeiros líderes já nascem prontos. Este também é um assunto que rende aulas e aulas em faculdades e MBAs e sempre é pauta de conversas em botequins e jantares corporativos.

Mas esta discussão é a menos importante. O que importa mesmo, para quem está na linha de frente contratando, decidindo, dispensando, reportando, emitindo relatórios, atendendo demandas e, acima de tudo, sendo pressionado por resultados, é o que fazer para ser cada vez mais eficiente e viver com mais qualidade.

E para as empresas, o que importa mesmo não é se fulano nasceu líder ou se tornou líder. Mas, sim, ter a certeza de que esta pessoa possui comportamento, habilidades e atitudes indispensáveis para levar um negócio ou uma equipe ao sucesso.

Então, qual é a resposta para a pergunta central?

Existem traços de liderança que são inatos, que vêm com a gente, que estão no nosso DNA. Alguns podem ser desenvolvidos com treinamento, outros com a ajuda da experiência. Mas um líder que não gosta de lidar com pessoas, por exemplo, está no lugar errado! Afinal, nada nas empresas é mais importante que as pessoas.

Ninguém nasce líder. Mas tem uma característica que revela plenamente quem tem mais chances de ser um líder de sucesso: é a postura de eterno aprendiz. Isto mesmo!  Ser um eterno aprendiz classifica muito as pessoas, até porque um líder que acha que já sabe de tudo, no fundo, no fundo, não sabe de nada.

Quatro sentimentos que distinguem o bom do mau gestor

De uns tempos para cá tenho perguntado informalmente para funcionários das empresas que me contratam para palestras, o que eles esperam de seus gestores. Afinal, que sentimentos distinguem o bom do mau gestor?

Nessa brincadeira já ouvi de tudo. Tem gente que espera que o gerente seja mandado embora, que ele morra e desapareça. Tem muita gente que não gosta ou não se dá bem com o gestor imediato.

Mas tem também muitas respostas positivas.

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Eu já ouvi funcionário falar que espera que seu gestor dê suporte e ferramentas para um trabalho de qualidade. Que seja companheiro e parceiro nas horas boas e também nas horas tristes. Que jamais deixe de lado o que não produz; que esteja ciente que, por vezes, mesmo o profissional mais experiente pode dar uma escorregada e que, por isso, precisa ainda mais de orientação.

Esse cenário seria, certamente, o melhor dos mundos. Mas é bom a gente ter em mente que não existe gerente perfeito e que ser elogiado pela equipe é apenas um dos diversos indicadores necessários para medir se uma pessoa é boa ou não de liderança.

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Quer ver quatro sentimentos que distinguem o bom do mau gestor?

  • Saber separar o estilo “família” do trabalho (a razão da emoção);
  • Entender que TODOS os colaboradores precisam produzir e entregar resultados. Por mais operacionais que sejam! E devem ser reconhecidos por isso. Esta deve ser sua maior meta;
  • Compromisso “de carne” com os números e metas que precisam ser atingidos;
  • Senso de urgência! De rapidez! De velocidade!

Quem deixa para amanhã o que pode e/ou deve fazer hoje apresenta o sinal da síndrome da “gerentice”. Pensa que é ou que pode ser gerente. Mas gestor de sucesso é aquele que entrega, que faz.

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Os três erros empresariais

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Em time que está ganhando não se mexe. Pra você esta afirmação é certa ou errada? Minha reflexão pode ser oportuna: vamos mexer quando? Quando o time estiver perdendo? Quando o avião estiver caindo? Quando o elevador parar?

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Este tipo de raciocínio acontece, regularmente, em todos os tipos de empresas e setores. Afinal, qual seria a lógica mexer num processo que está “funcionando”?

Conduzir uma empresa com este raciocínio é, a meu ver, um erro que leva ao declínio.

Mas existem outros erros também; e como o primeiro, todos são subjetivos demais a ponto de passarem imperceptíveis.

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