Não tente abraçar o mundo

Olha, você não tem ideia do poder que um hábito tem nas nossas vidas. Às vezes, o que a gente precisa para crescer é justamente mudar alguns desses hábitos, ou deletar algumas práticas prejudiciais.

Esses costumes tomam conta da nossa vida porque nosso cérebro acaba se acostumando a fazer sempre a mesma coisa e assim poupar a energia de pensar outras soluções.

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Quantas promessas de final de ano acabam ficando só na promessa, não é? Ir para a academia, ficar mais tempo com a família, fazer aquela viagem… Vamos combinar que é difícil mudar um hábito. Se você tem uma empresa ou lidera uma equipe e quer fazer esta empresa ou esta equipe decolar, existe um hábito que você deve incorporar na sua rotina para impulsionar o trabalho:

Foque em apenas um grande assunto  por vez.

Quem tenta abraçar o mundo com as pernas normalmente se dá mal e acaba adiando problemas e não encontrando soluções. Quando se está à frente de uma empresa ou de uma equipe, a tendência é que você queira resolver tudo sozinho.

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O ideal é separar os problemas e atacar um de cada vez, um dia uma coisa, outro dia, outra coisa. O meu desafio para você hoje é o seguinte: Procure dentro da sua empresa um grande assunto que merece o seu foco hoje e se dedique totalmente a resolver este tema.

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O que fazer para crescer na carreira?

Quem escreve é a Edi, de Salvador – Bahia.

Ela diz: “Diego, sempre te escuto na Rádio e preciso orientação sobre cursos gratuitos online na área de recursos humanos, pois estou trabalhando como auxiliar e preciso me qualificar mais ainda. Nessa área todo dia tem mudanças e quero sempre estar preparada”.

Continue lendo e confira minhas respostas!

Edi, em primeiro lugar parabéns pela sua iniciativa. O único e verdadeiro diferencial de um profissional é estar sempre com a mente aberta, buscando conhecimento e se preparando para os desafios que estão por vir.

Se eu fosse você, assumiria os  seguintes compromissos com minha própria evolução profissional:

1º – Participar, a cada dois meses, de algum evento, simpósio, palestra ou seminário. Na Bahia, a ABRH – Associação Brasileira de Recursos Humanos é uma entidade ativa e sempre proporciona este tipo de encontro para os profissionais do setor. Alguns são pagos, outros gratuitos.

2º – Faça a maior quantidade possível de cursos gratuitos e on line. A renomada Fundação Getulio Vargas possui inúmeros através da plataforma FGV On Line, veja-os aqui:.  http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos .

3º – Um livro a cada semestre – especialmente para as pessoas que não possuem hábito de leitura.

Agora é com você, Edi!

Conte sua evolução em meu LinkedIn.

Quanto mais a empresa cresce, mais problemas aparecem

Crescer é ótimo, mas e preciso saber como crescer.

Tudo parece estar às mil maravilhas, sua empresa está crescendo e vendendo e o cenário indica um futuro cada vez melhor. Aí de repente a coisa começa a desandar, você percebe que os concorrentes estão te alcançando, seus funcionários agora são muitos e estão começando a bater cabeça, a rotina que você tinha já não dá conta.

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Eu chamo isso de “problema bom”. Crescer é ótimo, mas e preciso saber como crescer.

Porque quanto mais a gente cresce, mais problemas aparecem.

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Crescer ou não crescer, eis a questão

Crescimento é o que quase todos os proprietários de pequenas empresas querem.

Eu disse “quase todos”.  Crescimento é uma escolha. E tem muito empresário que opta por não crescer – não há qualquer problema em relação a isso. Ou há?

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Parceria entre empresas

parceria“Num cenário cada vez mais competitivo, há espaço para crescimento e aumento de vendas ou devemos reduzir nossas previsões?” Esta pergunta é do Edécio, gestor de uma empresa de serviços digitais.

 O grande problema das crises é a paralisia que ela proporciona nas empresas e pessoas. Afinal, porque investir se não temos ideia de como será o amanhã?

Com algumas ressalvas, é possível afirmar que mesmo com as situações adversas que estamos atravessando, há empresas crescendo e até mesmo muitas empresas vendendo mais do que nas épocas de vacas gordas.

O caminho é buscar algum tipo de diferenciação no valor percebido por seus clientes.

Uma alternativa bacana para isso é estabelecer parcerias com outras empresas, que não competem entre si mas que buscam o mesmo perfil de cliente.

Esses dias conheci uma ação criada pela agência de propaganda AFT Comunicação. Eles pensaram numa aliança muito interessante com diversos parceiros e criaram o site clubedeexperiencias.com.br, um portal de vantagens que oferece produtos e serviços exclusivos aos viajantes. A agência fechou parceria com a cia aérea TAP e com o Ministério de Turismo de Portugal para levar benefícios interessantes para quem viajar para a Terrinha. 

Funciona assim: você faz o seu cadastro no site e escolhe  os  vouchers que quiser (e quantos quiser!) de diversas experiências incríveis em Portugal, que pode ir desde descontos em restaurantes e hotéis, degustação de vinhos, e até bilhetes para atrações turísticas.

A ação incentiva viagens para aquele destino Europeu, oferece vantagens ao cliente TAP e leva clientes aos estabelecimentos locais associados ao clube. E, claro, gera impostos e movimenta a economia, tudo que um Governo pode querer.

Isto é parceria entre empresas!

E você? Que tipo de parceria pode viabilizar com outras empresas para ampliar os negócios, encantar os clientes e vender mais?

Tá na hora de fazer alguma coisa

Abro o jornal e vejo que a nova equipe econômica do Governo Federal pretende aumentar os impostos de empresas prestadoras de serviço com o intuito de ampliar a arrecadação do Imposto de Renda devido por este tipo de organização.

Entro num site de notícias e vejo que os resultados do ENEM – o Exame Nacional do Ensino Médio foram assustadores: mais meio milhão de estudantes tirara nota zero na prova de redação.

Num portal de economia, o vejo que o varejo brasileiro cresceu pouco mais que 2% no acumulado do ano passado.

São três notícias desanimadoras que, claro, desestimulam a nossa crença por dias melhores.

Por um lado temos um sistema tributário enlouquecedor. Somando todos os impostos diretos de nível federal, estadual e municipal que pagamos no Grupo CDPV, empresa que dirijo, eu poderia contratar mais de 60 pessoas com salários razoáveis.

Um empresário amigo me confidenciou outro dia que, quando soma todos os encargos tributários de seu negócio, ele descobre que o governo ganha mais, muito mais que ele a frente da empresa. E imposto não se pode atrasar ou parcelar, pois os juros são exorbitantes.

Meu clamor é que os líderes políticos entendam que a classe empresarial e os milhares de trabalhadores  que colocam a mão na massa precisam de incentivos e não de mais taxas e impostos. Ou, melhor – uma vez mantendo estas taxas e impostos, que toda esta grana seja de fato bem investida.  Meio milhão de estudantes com 16, 17, 18 anos de idade que tiram nota zero em redação causa temor, pois são essas pessoas que estão entrando ou entrarão no mercado de trabalho muito em breve. Como uma empresa conseguirá crescer contratando quem não sabe escrever? 

Tá na hora de fazer alguma coisa. Só torcer parece que não está dando certo.