Como reduzir a rotatividade de funcionários

Como reduzir a rotatividade de funcionários

Guaraci escreveu: “Olá, Diego. Tenho uma pequena empresa com 25 funcionários  e estou passando por um problemão na empresa. Não consigo montar uma equipe consistente.

Leia também: Mais sobre como treinar a equipe

Já tentei de tudo as estou cada vez mais desesperado, sinto que sem gente boa e comprometida posso colocar em risco tudo que construí com muito sacrifício. O que devo fazer?”

Continuar lendo

Como aumentar as vendas imediatamente

Destacado

Como aumentar as vendas imediatamente

Emanuel escreveu falando que tem duas clínicas de ortodontia. Seu negócio há muito deixou de ser só por paixão: ele profissionalizou e hoje entende que pacientes são clientes e que cada minuto “na cadeira” precisa ser rentável. Ele está apreensivo com esta tal de crise, acha que tratamento ortodôntico é uma das coisas que as pessoas cortam primeiro quando precisam economizar. E pede ideias para não sofrer tanto.

Continuar lendo

Quanto vale sua empresa?

 Descobrir quanto vale e a empresa faz o gestor olhar o futuro com mais clareza – mesmo sendo o futuro algo incerto.

Hoje quem escreveu foi o Rui. Ele diz:

“Estou negociando a minha parte na minha empresa que administra condomínios com meus sócios. Como devo avaliar o valor de venda? Já tive informações que o método que devo me basear é multiplicar por sete o faturamento bruto anual. Estou correto?”

O questionamento do Rui é oportuno para todo empresário, mesmo pra aquele que não pensa em vender o seu negócio. Descobrir quanto vale e a empresa faz o gestor olhar o futuro com mais clareza – mesmo sendo o futuro algo incerto.

  1. A forma mais adequada, mas nem assim 100% precisa, é copiar modelos adotados por grandes empresas e trazê-los para a realidade das pequenas. Em geral, uma pequena empresa tem, ao mesmo tempo, grande potencial de crescimento e grande chance de dar errado. Por isso, não existem métodos palpáveis sobre o que seria o valor ideal de um negócio desse porte. Mas vamos tentar elucidar:
  2. Fazer um inventário detalhado e precificar seus ativos é o ponto de partida, mas jamais deve ser o  único ponto de avaliação. Muito mais importante do quanto a empresa tem em mesas, cadeiras, armários e computadores é avaliar o quanto isto tudo pode gerar de riqueza no futuro.
  3. Outra coisa: muita gente erra calculando o preço de sua empresa considerando tudo que já investiu nela. Este é um ponto meramente ilustrativo sem qualquer relação real com o  preço da empresa.

O que muito se utiliza é o método  chamado de “fluxo de caixa descontado” (FDC). Nele, o empreendedor estima quanto será o fluxo de caixa líquido da empresa para os próximos cinco anos e soma o valor da perpetuidade, que é o fluxo de caixa a partir do sexto ano – época em que, teoricamente, o negócio tende a se estabilizar. O montante tem de ser atualizado com os valores de hoje. Porém, neste caso, quem vende sempre usa  uma taxa de desconto mais baixa e, quem compra, mais alta. É absolutamente recomendado que  este tipo de fluxo seja feito em conjunto com o contador.

Outro método comum entre empresas pequenas é a avaliação do negócio por múltiplos, método associado a uma conta simples: o preço da empresa dividido pelo seu faturamento. Para fazer esse cálculo, o empreendedor  precisa buscar os dados de preços de venda e de faturamento de empresas de atividade idêntica, para depois calcular todos os múltiplos e compará-los. O indicador múltiplo mostra o quanto o negócio vale em relação ao que fatura. Assim, um múltiplo “três” revela que a empresa vale o triplo do que fatura.

Como você pode observar, Rui, calcular quanto vale sua empresa é algo bem mais complexo do que simplesmente multiplicar por 7 o faturamento bruto.

Continuar lendo

A vontade de ganhar precisa ser maior que o medo de perder

A vontade de ganhar precisa ser maior que o medo de perder

Existe um momento crítico na vida de todas as pessoas: é quando o medo de perder é maior que a vontade de ganhar.

Isso vale pra todos: pro contador, pro vendedor, pro médico, até pro adestrador de cães. Pro funcionário e pro empresário!

É claro que o frio na barriga diante de uma situação nova vai existir; é claro que todas as pessoas bem sucedidas  em algum momento de suas vidas sentiram (e sentem!) medo. Mas quando o medo nos imobiliza, a situação se complica.

Continuar lendo

A falta de controle de estoque é um precipício empresarial

A falta de controle de estoque é um precipício empresarialPara quem vê fora, gerenciar uma pequena empresa  – um pequeno comércio, por exemplo – parece ser algo simples e corriqueiro.

Parece, mas não é.

O pequeno empresário sempre começa nutrido por um sonho, em geral o sonho de desbravar mercados e conquistar uma condição financeira diferente daquela que ele tem até hoje. Mas precisa ser de tudo um pouco: contador, vendedor, tributarista, psicólogo…

Já falamos aqui de inúmeros problemas que envolvem a condução de um negócio. Mas existe um ponto que gera uma falsa sensação de que tudo está indo bem:  a falta de controle do estoque – especialmente quando a empresa vende produtos.

Continuar lendo

Crescer ou não crescer, eis a questão

Crescimento é o que quase todos os proprietários de pequenas empresas querem.

Eu disse “quase todos”.  Crescimento é uma escolha. E tem muito empresário que opta por não crescer – não há qualquer problema em relação a isso. Ou há?

Continuar lendo

O problema da administração de finanças

Administrar as finanças da empresa é um desafio quando o empresário não gosta ou não domina certos conceitos técnicos, como faturamento, lucro, capital de giro e ponto de equilíbrio.

Leia também: Empreendedor precisa ser exemplo 

E, em muitos casos, além de não dominar o assunto, estão tão concentrados em fazer o negócio acontecer que não investem o tempo necessário para organizar as finanças. São tão obcecados em gerar negócios que deixam de lado questões importantes no aspecto administrativo.

Um erro básico é não dimensionar o quanto precisa para o capital de giro. E, quando chega a folha de pagamento ou as contas dos fornecedores, o empresário descobre que ainda não recebeu dos clientes. E começa um futuro grande problema.

Outra falta grave: quem mistura as contas pessoais com as contas da empresa não consegue visualizar os resultados do negócio nem fazer o balanço correto para saber se está dando lucro ou não.

Continuar lendo

É hora de… DECIDIR e MUDAR

riscos a frenteTodo empresário sabe muito bem o que é correr riscos. Cada oportunidade tem o potencial para ser um sucesso ou um completo fracasso. O desafio é saber o quanto investir e se dedicar para que a coisa aconteça.

Em seu novo livro ainda não traduzido para o português chamado em tradução livre de   “A Vantagem do Risco “, Tom Pannagio – que é um empreendedor e ex-piloto de corridas – descreve como empresários experientes devem considerar dois riscos essenciais em todas as oportunidades: a decisão e a mudança.

O autor diz que,  “primeiro, os empreendedores eles decidem em qual direção saltar, e, em seguida,  fazem ajustes e inovações para continuar e crescer“.

Oportunidades e riscos são dois lados da mesma moeda. A melhor forma de aproveitar o melhor desta moeda, é, enquanto continua a desenvolver projetos atuais, não ter medo de olhar para ideias completamente novas.

Novas oportunidades trazem risco, mas quando equilibrado, o crescimento pode ser enorme. Mas e a possibilidade real de fracassar e não dar certo?

O fracasso é uma lição … e uma oportunidade para mudar. 

Eu acredito que todos nós, mas principalmente os empresários,  aprendem mais com os fracassos do que com os sucessos. Falhas de curto prazo podem  levar a sucessos de longo prazo.

Thomas Edison descobriu 1.000 maneiras para não fazer uma lâmpada. O que a gente não pode é desistir no meio do caminho.

 Eu tô no Face. Clique aqui e me adicione. 

“O DIA QUE EU ACHAR QUE COMO PROFISSIONAL EU NÃO TENHO COMO MELHORAR, EU ESTOU MORTO”

Rômulo de Mello Dias (foto), atual CEO da CIELO tem uma frase que representa bem o estilo e o modo de pensar dos profissionais de sucesso. Recentemente ele disse: “O dia que eu achar que como profissional eu não tenho como melhorar, eu estou morto”.

2014 está passando com uma velocidade alucinante, o último trimestre do ano está aí e é chegada a hora de ajustar os planos e aparar as arestas.

O que você fez que não surtiu resultado? Oque você NÃO fez mas deveria ter feito para ter êxito nas suas tarefas?

E aqueles planos de crescimento, de mudança, de realização?

Selecionei 3 ideias para auxiliar você na conquista de seus objetivos profissionais. Vamos a elas:

Vista-se como chefe! Isto mesmo! Não importa se você é auxiliar, assistente ou gerente. Sua imagem deve estar associada ao que você deseja ser, jamais tenha medo de se vestir como se estivesse num cargo acima do seu. Um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) revelou que profissionais de melhor aparência ganham, em média, 12% a mais do que os de pior aparência.

Segunda dica: Aprenda a levar bronca.

Ao receber uma crítica, reaja com maturidade, atitude que melhora sua imagem no ambiente profissional. Peça desculpas pelo erro, assuma que vai se esforçar para não cometê-lo mais e… bola para frente! Nada de retomar o tema a toda hora e se martirizar. Ficar de cara emburrada não funciona e não vai surtir efeito (pelo menos positivo) com o chefe.

Terceira dica: Se você não entendeu o que era para fazer, peça mais detalhes.  Cerca de 40% dos erros que acontecem nas empresas ocorrem porque a pessoa não entendeu a tarefa.

E você, no que pode melhorar?

Pense nisso e me adicione no Facebook clicando aqui.

‘Socorro, minha empresa está em apuros!’

24 Avisão e a missão na empresaMarcio Costa escreve falando que sua empresa está em apuros. Está com 11 ações trabalhistas, 8 empréstimos bancários que prejudicam seu fluxo de caixa e ele confessa que não consegue lidar com os seus funcionários. No e-mail ele conta que parece que as pessoas jogam contra e não a favor. Ele está em dúvidas se é a hora de fechar o negócio ou resistir mais um pouco para ver o que acontece.

Olha Marcio, isto não vai resolver o seu problema. Mas é importante que saiba que muitas empresas brasileiras tem resultado semelhante. De acordo com o índice de Sobrevivência das Empresas do Sebrae, quase 25% delas não passam do segundo ano.

Já o Índice de Recuperação e Falência da Serasa Experian nos mostra que somente em 2013, 1758 empresas tiveram pedidos de falência no Brasil. Mais 60% são pequenas empresas.

Marcio, quando os bens particulares dos sócios ficam comprometidos por causa das dívidas da empresa e quando por um forte período há mais contas a pagar do que a receber, é hora de fechar as portas.

Mas se você está disposto a recuperar as rédeas, tente enxergar o que está acontecendo com sua empresa. Faça um fluxo de caixa para avaliar não apenas o mês, mas  o próximo ano. Tente renegociar suas dívidas de forma clara e transparente. E lembre que o melhor empréstimo é aquele que você consegue pagar e não contraia um novo enquanto tiver dívidas.

Por fim, a decisão de fechar ou insistir só pode ser tomada baseada em números financeiros reais. Não tome esta decisão apenas em achismos e sentimentos negativos que estão ao seu redor. Afinal, quando o time está perdendo quase todo mundo pensa em mudar de time.

Pense nisso e me adicione no Facebook clicando aqui.