Como ampliar uma empresa sem dinheiro

Preocupadíssima com o futuro do negócio e seu dinheiro, hoje quem escreve é a Vera Lucia:

Sou sócia de um laboratório de próteses. Estamos com grandes perspectivas de melhorar a produção e o nível de clientes, porem para isto temos que aumentar nossa equipe de funcionários; uma recepcionista (tipo gerente), mais um ceramista, mas não temos dinheiro para assumir os salários no momento, e para evoluir preciso de mais 2 pessoas pelo menos.

O que devo fazer? Pedir dinheiro emprestado no banco? Ou apostar no futuro e contratar os funcionários? E se o dinheiro não der…”

Vera, ser empreendedor, acima de tudo, pressupõe assumir riscos e aceitar a dor, a terrível dor do crescimento.

São tantas decisões!

O mais importante: riscos precisam ser calculados. Por exemplo: Você já colocou no papel quanto precisa vender a mais para pagar esta ampliação ou está fazendo contas de cabeça, como a maioria?

Pelo que parece, você tem uma empresa emergente. E como toda empresa emergente, o foco deve ser ampliar os clientes e reter as pessoas, além de atraí-las.

Além disso, precisa ter um plano real e factível para gerar novos negócios.

  • Quem são os seus prospects?
  • Quais as barreiras de entrada?
  • O que eles buscam em fornecedores como você?
  • Por que um cliente deve fazer negócios com você e não com a concorrência?

Eu sei que você escreveu querendo respostas e eu deixei várias outras perguntas que precisam ser respondidas antes de qualquer decisão.

Mas se você acredita realmente que tem mercado para o seu negócio e já fez todas as análises, bota fé e vai. É melhor se arrepender do que você fez do que se arrepender das coisas que você não fez.

Portanto, se der errado, encare como aprendizado. Vale mais que muita faculdade ou curso.

Me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify.

#BóraVoar

Motivação por si só não basta. O que importa é a disciplina!

Uma frase muito oportuna para o momento que estamos vivendo é da psicóloga americana Augusta F. Kantra: Disciplina é escolher entre o que você quer agora e o que você mais quer.”

A disciplina, ou a falta dela, é um dos maiores entraves da produtividade. Aquele relatório que a gente deixa pra amanhã, aquele projeto que você posterga para entregar, por exemplo. Até o cumprimento daqueles combinados que você, por volume de trabalho ou mesmo interesse, não faz.

Conheço uma penca de indisciplinados crônicos e a existência deles atravanca o resultado de qualquer empresa, pequena, média ou grande.

Portanto, é comum confundirmos motivação com disciplina. Ou seja: se estamos desmotivados ou desgostosos com o trabalho ou com o chefe, “esquecemos” de fazer algumas coisas, ou vamos empurrando com a barriga.

De modo geral, a motivação é um estado mental ou emocional particular que impulsiona um indivíduo a realizar suas tarefas.

Não só pra mim como pra diversos especialistas, isso está completamente invertido, porque mais importante do que trabalhar motivado, é ter disciplina. É a disciplina que traz recompensas e evolução na carreira ou na empresa. Ser motivado e alegre por si só não é o bastante.

Profissional disciplinado é aquele que separa o funcionamento externo dos sentimentos e mudanças de humor e entrega o que lhe é pedido.

A ausência de disciplina gera uma série de “muletas”, que é como chamo as justificativas para não entrega de alguma demanda. E aja criatividade pra inventar tanta “muleta” assim…

Motivação por si só não basta. O que conta é a disciplina. Você é disciplinado?

Me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify.

#BóraVoar?

Centralize menos, delegue mais

Tenho perguntado com alguma frequência aqui: “se você é um empresário e a maior parte do seu tempo na empresa é dedicada a fazer o negócio funcionar, quem é o responsável por fazer o negocio crescer?”

Aline escreveu ponderando esta minha reflexão. Na mensagem enviada através de minha página no Facebook, indaga: “mas como, na prática, fazer isso? Se não tenho um time qualificado para entregar nossos serviços?

Olha Aline, todo empresário – pequeno, médio ou grande – é um líder. Amado ou odiado pelos funcionários, ele continua exercendo a função de liderança e seu foco deve estar em se tornar um viabilizador de talentos. Como fazer isso? Dando desafios e reconhecendo quem entrega estes desafios, em outras palavras, estimulando sua equipe!

Deve entender também a diferença entre DELEGAR e um verbo recém inventado, eu é DELARGAR.

DELARGAR é o mesmo que abdicar. É dizer, por exemplo, pro colaborador: “vai lá, se vira, faz o número, você é pago para isso”.

DELEGAR á o oposto. Delegar de verdade é quando determinamos um desafio, um prazo ou uma meta com o sentimento de que “Estamos juntos”, “estou aqui para o que você precisar”.

Portanto, o caminho é esse: viabilizar talentos, delegar com acompanhamento e sempre reconhecer aqueles que agregam e entregam suas tarefas com eficiência e eficácia.

Por exemplo, você se enxerga nesse texto e sente que precisa de um UP na sua vida comercial?

Conheça o VENDAS DE ALTO IMPACTO!

Todos os detalhes do treinamento “Vendas de Alto Impacto”, que é destinado a empresários, profissionais liberais, representantes comerciais e todo mundo que precisa melhorar resultados de vendas estão aqui.

Aproveite e me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify.

Resumindo… #BóraVoar!

Como salvar sua empresa?

Hoje é dia de responder a mensagem do Roberto, empresário do ramo de beleza.

Ele fala que “concorda com muito do que tenho falado” aqui e no meu programa de rádio quanto a blindagem necessária para as empresas não sucumbirem a período turbulento.

Mas pede orientações mais práticas no que tange a administração. Ele se diz bom de vendas, mas reconhece que anda apreensivo já que seus conhecimentos na área financeira são fracos.

Roberto: o mais importante é agir proativamente e não deixar pra tomar atitude somente quando o temporal chegar.

Então, tome nota de 3 caminhos possíveis e necessários:

1 – Reduzir o custo fixo com criatividade: evitando desperdício e diminuindo despesas desnecessárias.

2 – Delete o que traz prejuízo e foque no traz rentabilidade. E isso vale para tudo: para foco, para gastos, para investimento e até para administração de pessoal.

3 – Gerencie e controle duramente o seu capital de giro. As empresas não quebram porque não vendem. Quebram, principalmente, pela falta de capital de giro.  Neste momento, a sugestão é evitar bancos, seja para empréstimos,  descontos de duplicatas e antecipação de recebíveis de cartão de crédito. As taxas tem oscilado muito!

Boa Sorte!

Quando é hora de um empresário pedir ajuda

Edvan possui uma empresa de pequeno porte no segmento industrial. Ele fabrica produtos que são vendidos em centenas de pontos de venda, possui 70 funcionários e se vê estagnado. Não acredita ser reflexo da tal da crise, mas acha que precisa dar um sacolejo na empresa e na equipe. Por isso me pergunta em seu extenso e-mail: “quais são os sinais de que uma empresa precisa de uma intervenção?”.

Leia também: Como aumentar as vendas imediatamente

Olha Edvan, são muitos os sinais. Mas as respostas das três perguntas que farei agora podem lhe dar uma boa luz.

1 – Você está usando seu próprio dinheiro para sustentar a empresa?

Se você está utilizando suas economias para sustentar o seu negócio ou fazendo uso  de empréstimos bancários com taxas de juros altíssimas para viabilizar o giro, é um forte sinal de alerta.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

2. Você está perdendo receita e lucratividade?

É importante avaliar se é o seu mercado que está em declínio ou se esta queda está acontecendo só com sua empresa. Se for a segunda opção, sim, você precisa de uma intervenção rápida.

3. Você está perdendo pessoas importantes?

Se a resposta para estas três perguntas forem positivas, é hora de buscar ajuda, novas ideias, novos métodos. Seja através de consultorias ou fazendo cursos que possam te fornecer ferramentas e ideias para alavancar a gestão.

Gostou? Aproveita e me adicione no Facebook e no LinkedIn.

Quando falta planejamento e competência

Quando falta planejamento e competência

Olha, as causas mais comuns que levam uma nova empresa ao fracasso é a falta de planejamento e a (ausência de) competência em gestão.

Tenho falado com frequência que o empreendedor é aquela pessoa que está disposta a assumir riscos, que foca a oportunidade e não a estabilidade.

Mas aqueles que se preparam não ficam sujeitos a aventura do improviso e ao jogo de cintura para lidar com os problemas.

Tem gente que não pensa assim, tem gente que acredita que pensar demais paralisa, planejar demais gera medo e que a atitude empreendedora é, acima de tudo, a capacidade de realização…

Continuar lendo

A importância de funcionários bem preparados na sua empresa

Lembre sempre: são as pessoas que ligam as máquinas.

Outro dia saiu no jornal que foi encontrado comida fora do prazo de validade em diversos restaurantes do Rio de Janeiro.

Quando nos deparamos com uma notícia como essa, a nossa tendência é sempre culpar o restaurante pelos erros. Dizer que o restaurante é culpado é mais ou menos como dizer que é a instituição pública que está roubando.

Continuar lendo

Empresa da família ou carteira assinada?

Empresa da família ou carteira assinada?Humberto escreve: “Comecei a vida trabalhando na loja de minha mãe no ramo de produtos naturais. Mas entendi que era necessário ter um emprego formal com carteira assinada lá fora. Realizei: fui trabalhar numa grande concessionaria de veículos.

Lá passei por muitos cargos, adquiri experiência e amadureci. Cheguei a um lugar de destaque. Recentemente cobri as férias do meu chefe. Durante este período atingi os objetivos e eles reconheceram meu trabalho, me elogiaram e tudo mais, mas quando eu mencionei que desejava ser promovido e ganhar mais, disseram que não poderiam aumentar, pois eu já estou no topo da lista de salários.

Será que estar chegando a hora de eu seguir meu caminho voltando a trabalhar com minha mãe no nosso próprio negócio? O que devo fazer para garantir o sucesso da loja familiar?”

Leia também: Montar um negócio no Brasil é uma decisão inteligente?

Continuar lendo

E-book “Dicas Práticas para Negociar Melhor”. É grátis!

E-book "Dicas Práticas para Negociar Melhor". É grátis!

Jorge Esteves escreveu comentando sobre sua forte dificuldade em negociação. Ele acredita que se soubesse negociar melhor, entregaria seus resultados com mais qualidade, fecharia mais negócios para sua pequena empresa e até reduziria o stress do que ele chamou de “pequenas crises familiares”. Por isso escreve, pedindo ideias, ajuda ou mesmo uma direção.

Esteves: não existe uma escola ou uma faculdade que te ensine a ser um melhor negociador. Cursos ajudam, livros ajudam, mas somente a prática constante – testando, errando e acertando – poderá impulsionar esta habilidade.

Eu viajo o Brasil inteiro para ministrar palestras e treinamentos em convenções de equipes e quase sempre o assunto “negociação” é pautado por meus contratantes. É, sem sobra de dúvidas, um tema de extrema relevância. Em qualquer tipo e nível de empresa, quando a equipe domina algumas técnicas de negociação, os resultados são maiores e melhores.

E-Book Grátis - Dicas para Negociar Melhor - Diego Maia

Uma grande falha da maioria das pessoas e empresários é entregar o que tem de melhor logo na primeira proposta. Estas pessoas ainda não se deram conta que todo cliente ou interlocutor sempre quer e espera algum tipo de vantagem; todo mundo sempre acha que as empresas e propostas tem sempre uma gordurinha para queimar.

Eu publiquei um E-book Gratuito com 10 dicas práticas para quem quer negociar melhor. São 10 dica simples e eficazes que podem auxiliar todas as pessoas, vendedores, empresários, médicos e até chefs de cozinha. Baixe o seu aqui.

O dilema “Empresário x Contador”

Mais sobre o dilema "Empresário x Contador"

Alexandre toca uma empresa fundada em 1965, possui 28 funcionários, faturamento anual de R$ 5.000.000,00 e é tributada pela modalidade Lucro Presumido.

Leia também: Baixe sua Planilha de Controle Financeiro. É grátis! 

Ele escreveu porque ouviu no meu programa de rádio o post que publiquei aqui. Nele eu falo que, muitas vezes, o barato sai caro. E que contratar um contador baseado apenas no preço baixo que ele cobra, geralmente traz um enorme prejuízo a sua operação.

Continuar lendo

Tática anti-crise: Corte 5, invista 2 #diegomaia

crise - labirintoMuitas empresas tem me contratado para falar sobre as perspectivas e oportunidades da crise político-econômica brasileira.
O foco central destas minhas apresentações é o que pode ser feito pelas equipes neste momento de competitividade acirrada, afinal, muito pode ser feito não apenas para sobreviver, mas para crescer.

 

Quanto tudo vai bem, ou seja, quando a economia está em alta, até profissionais despreparados e empresas “mais ou menos” conseguem ter êxito. Quando o cenário apresenta queda no consumo, desemprego e aumento do custo, posso dizer que só os fortes e preparados conseguem passar ilesos.

Tenho recomendado às empresas que foquem na identificação de ao menos cinco oportunidades de redução de despesas e custos, cortando sobretudo o que traz prejuízo. Mas isto por si só, não basta. Pelo contrário, amplia a recessão emocional da equipe envolvida.

Além da redução consciente, é necessário escolher um ou dois focos de aceleração de resultados e colocar estas ações para girar, pisando fundo no acelerador.
Quer ver uns exemplos possíveis do que estou dizendo?

1 – Investir em publicidade consciente e consistente é uma incrível oportunidade para todas as empresas. Em períodos de baixa na economia, a maioria das empresas corta este tipo de investimento e os veículos de comunicação, por sua vez, oferecem melhores oportunidades.

2 – Investir em treinamento. Como no tópico “publicidade”, ainda tem gente que acha que treinar a equipe é custo, quando na verdade, é investimento. Não importa se sua equipe tem 1, 10, 100 ou 1000 colaboradores. O treinamento é a mola propulsora para garantir resultados no médio e no longo prazos.

3 – Investir em tecnologia e melhoria de processos. Agora é o momento de se dedicar a preparar sua empresa para o bom combate. No que diz respeito a sistemas, você consegue ter uma visão ampla da sua operação? Empresa que é controlada por planilhas de Excel não vao muito longe.

Daqui a pouco o cenário melhora e se você não fizer nada, o ciclo vicioso volta. Utilize este momento preparar sua empresa para o futuro. Afinal, não é somente o “hoje” que está em jogo.

Sei que é difícil pensar nestas coisas quando a preocupação é fechar as contas do fina do mês. Mas, como disse, escolha 5 focos de contenção de custos e um ou dois focos de investimento.

A busca por conhecimento é vital para empresários e gestores

empresário de sucessoTer uma empresa sólida não é algo que se constrói de uma hora para outra. É preciso ter paciência para entender e aceitar isso como um processo natural.

Mas como você sabe, nada cai do céu.

Muita gente me escreve buscando uma dica mágica ou um insight revolucionário. Eu sempre respondo que não existem fórmulas prontas para o sucesso de uma empresa, mas o empresário tem de buscar informação e usar a própria experiência no mercado para melhorar o negócio e fazer o negócio prosperar.

As pessoas me conhecem por conta do meu programa de rádio, por conta das palestras que ministro Brasil à fora, ou mesmo por conta dos meus livros. Apenas alguns sabem que além disso tudo, dirijo um grupo de empresas com mais de uma centena de funcionários. Talvez por isso as pessoas encontram muita propriedade naquilo que eu falo, já que não se trata de teoria não testada.

Mesmo assim, não abro mão de continuar investindo no meu próprio desenvolvimento.

Eu tenho como meta pessoal ler pelo menos 8 livros por ano e faço ao menos 2 cursos anuais, daqueles que podem despertar alguma coisa nova pro meu trabalho ou mesmo relembrar práticas de gestão que a pressão da vida me fez colocar em segundo plano.

Para um empresário – de qualquer tamanho ou segmento – buscar informação e conhecimento é tão importante quanto manter as finanças em dia ou manter contato periódico com seus principais clientes, por exemplo.

E você – empresário ou gestor – , a quanto tempo não investe no seu desenvolvimento à frente do negócio?

Me dedico pessoalmente a contribuir com o desenvolvimento de pessoas e empresas. Por isso, eu e minha equipe realizaremos em julho o Seminário Empresas Inovadoras. Será no resort Blue Tree Park em Búzios no Rio de Janeiro. Receberemos empresários de diversos estados brasileiros para  4 dias e 3 noites dedicados a pensar e a repensar as estratégias de sua empresa. Se você é empresário ou gestor, participe.

As transformações do varejo brasileiro

O varejo brasileiro tem vivido inúmeras transformações. Uma delas é a famigerada e badalada fidelização de clientes. Este é um tema que muito se fala e pouco se faz. É um tema que sempre é debatido em reuniões estratégicas das grandes empresas, mas com uma dificuldade incrível de executar.

É difícil porque dá trabalho – mais do que já temos. Quebrar este paradigma é um passo vital não apenas para ganhar dinheiro, mas para sobreviver.

Continuar fazendo tudo da mesma forma nos levará para lugares que já conhecemos – na melhor das hipóteses.

Um bom direcionamento é este: as lojas – da pequena à grande – estão apostando nas vendas não realizadas. É simples: quando um cliente procura um produto que não está disponível, o vendedor registra o nome e telefone e avisa quando estiver disponível.

Este não é um ‘novo sistema’; é um despertar para fazer coisas que já existiam, mas não eram feitas.

Recentemente fui convidado para ministrar uma palestra na convenção de vendas numa rede de farmácias. Lá eu conheci uma balconista que faz algo genial: ela registra na sua agenda, de maneira simples, todos os clientes que usam remédio periódico e controlado. E liga para eles, dois dias antes, pra lembrá-los de que o remédio está terminando, propondo uma cômoda e eficaz entrega.

Ela, sem saber, está efetivamente blindando sua clientela num segmento em que quase não há fidelidade.

O empresário deve investir em alguma solução tecnológica para facilitar esta rotina. Mas se não tiver este interesse agora – por miopia ou falta de foco mesmo – deve ao menos mobilizar seus profissionais para executar este modelo de atendimento.

Com esta prática, o cliente se sente especial . Com a correria da vida as pessoas precisam de serviços e gestos que otimizem seu dia economizem tempo. Quem não gosta de ser lembrado?

Contador: o barato que sai caro

Certamente você já ouviu a expressão “O barato sai caro”. Pois é. Isto vale para tudo na vida.

Conheço muitos empresários que economizam ao extremo, até mesmo onde não deveria economizar.

Por exemplo, economizar ao contratar um contador é certeza de problemas. Como em diversos outros quesitos, não podemos economizar neste.

Ou seja: se você está mantendo ou criando uma empresa com foco no crescimento e no longo prazo, não deve economizar neste ponto.

Mas mesmo investindo e escolhendo a dedo uma empresa de contabilidade, não deve entregar “tudo” pra eles.

O  empresário deve acompanhar de perto o trabalho da empresa de contabilidade, não pode transferir as responsabilidades fiscais integralmente, porque quando acontece algum problema a responsabilidade é do empresário, mesmo tendo contratado um técnico que assina e valida toda a papelada.

Por isso separei algumas dica que visa facilitar a relação “empresário X contador”:

1 – quem deve fazer o pagamento dos impostos é o empresário, o contador apenas emite as guias. A obrigação é da empresa.

2 – Peça para seu contador produzir uma agenda tributária com as datas de pagamento dos impostos.

3  – Se a sua empresa é tributada pelo regime SIMPLES  deve ficar atento com eventuais atrasos de impostos. Ao dever e ser notificada, a empresa poderá ser excluída deste regime – e, automaticamente, passar a pagar uma carga muito mais alta de impostos.

4 – Se você deve impostos, pare e avalie a situação. É senso comum de que os governos são os sócios majoritários da maioria das empresas e são ferozes quando não recebem a parte que lhes cabe.

  • é apenas uma situação momentânea?
  • Será que a formação de preço dos produtos ou serviços está errada?
  • Seu custo está muito alto?
  • Lembre-se: os impostos devem estar embutidos nos custos da empresa.

No geral, minha sugestão é esquecer a relação “Amor e Ódio” que quase todo empresário vive com seu contador. Apesar das eventuais falhas, é uma competição que não tem ganhadores, só perdedores. Ambos precisam ganhar. 

De empresário para empresário

Já faz algum tempo que tenho me aprofundado nas melhores (e piores :-) práticas para conduzir uma empresa. Afinal, lá se vão 11 anos que fundei o que é hoje o Grupo CDPV e, há seis, apresento o programa Mundo Empresarial em diversas rádios, dentre elas a carioca MPB FM (90,3 RJ) e a soteropolitana A TARDE FM (103,9 Salvador – Bahia).

Duas das minhas diversas constatações é que o empresário brasileiro é movido por uma forte paixão e vontade de realizar. Só mesmo estes ingredientes para explicar o sucesso diante de um cenário de incertezas e dificuldades (a complexidade de contratar e reter as pessoas, o nó tributário, a concorrência que muitas vezes é desleal, a falta de capital para fazer tudo que queremos…).

A grande questão é que, na prática, faltam teorias, ferramentas e modelos para que o empresário possa melhorar o desempenho do seu negócio.

Minha vocação é auxiliar no desenvolvimento das pessoas e empresas, por isso forneço – como você sabe, diversas planilhas e ferramentas gratuitamente, tanto aqui no blog quando no rádio.

Mas criei um curso chamado IMERSÃO PARA EMPRESÁRIOS. É um dia inteiro onde me dedico a apresentar um mix altamente eficaz e prático para que um empresário de qualquer ramo ou segmento possa melhorar o desempenho de sua empresa em quatro eixos: vendas & atendimento, marketing, gestão e recursos humanos.

A próxima edição, no RIO, será dia 9 de outubro e, em Salvador – Bahia, será dia 24 de outubro. Clique aqui e confira detalhes.

Quem sabe a gente não se encontra por lá?