Diego Maia entrevista José Marcos Szuster, fundador da MedLevensohn

Diego Maia entrevista José Marcos Szuster, fundador e CEO da MedLevensohn

Há mais de 10 anos, Diego Maia fala todos os dias com seus seguidores sobre vendas, negócios, marketing, empreendedorismo e muito mais sobre o mundo empresarial.

Atualmente, seu programa está no ar na Rádio Antena 1 FM (103,7 Rio de Janeiro) de segunda à sexta em duas edições, às 7:30h e 17:20h. O programa também é veiculado em diversos serviços de podcasts: Spotify, iTunes e na Soundcloud. Mas se você não usa nenhum destes serviços, sem problemas! Escute todos os áudios gratuitamente clicando aqui.

Durante toda esta semana, Diego Maia entrevista José Marcos Szuster, o destemido fundador e CEO da MedLevensohn, uma distribuidora com mais de 15 anos de atuação, especializada na comercialização de produtos e saúde e bem estar. José Marcos é também o responsável por operações como a Veromed e o SuperSaudável Shopping (através desta última, inovou mais uma vez ao lançar o inédito “Clube do Diabético”, onde vende glicosímetro por assinatura. Saiba mais aqui).

A conversa está imperdível e vai direto ao ponto: falência, superação, motivação, reinvenção, foco. Aperte o play e… #BóraVoar!

Confira aqui a íntegra das entrevistas:

PARTE 1/5: 

PARTE 2/5:

PARTE 3/5:

PARTE 4/5: 

PARTE 5/5:

Contribua com o desenvolvimento das pessoas. Se você acha que este conteúdo pode agregar na vida de alguém, compartilhe-o em suas redes sociais!

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Diego Maia entrevista Eduardo Marçolla da Natural Papper

Diego Maia recebeu Eduardo Marçolla

Há 10 anos, Diego Maia fala todos os dias com seus seguidores sobre vendas, negócios, marketing, empreendedorismo e muito mais sobre o mundo empresarial.

Pode acreditar: sua companhia diária na rádio e nas redes, é um super combustível para continuar criando seu conteúdo transformador!

Em alguns momentos especiais, Diego Maia registra suas conversas com importantes líderes do cenário empresarial. Em suma, ele grava suas falas inspiradoras e compartilha todo esse conteúdo com seus seguidores.

Desta vez por exemplo, Diego Maia recebeu Eduardo Marçolla, diretor da Natural Papper, uma empresa com estrutura familiar em atuação no Rio de Janeiro e em Minas Gerais há mais de 30 anos. A Natural Papper é uma distribuidora de produtos institucionais nas áreas de higiene e limpeza no B2B. O papo aconteceu no momento em que a empresa busca se profissionalizar ainda mais para superar os desafios que estão por vir.

Se você atua em empresa familiar, escute estes áudios agora mesmo!

Confira aqui a íntegra das entrevistas:

PARTE 1: 

PARTE 2:

PARTE 3:

E então? Incrível né?

Portanto, ouça agora mesmo esse conteúdo especial e, para conferir mais, me adicione no Facebook, no Instagram e no Spotify.

#BóraVoar?

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A sucessão numa empresa familiar

Roberta escreve comentando que faz parte da terceira geração de uma empresa familiar no segmento de peças industriais. Ela está com medo danado do futuro, pois tudo que consegue enxergar é uma nuvem nebulosa: o seu mercado sendo absorvido por empresas maiores, inclusive multinacionais. E me pergunta:

“Diego, estou com um medo de quebrar o negócio de minha família quando eu assumir de fato. A quebra da empresa tem relação com a falta de treinamento dos sucessores?”

Roberta, a resposta é: Não, parcialmente. Um dos maiores riscos de qualquer empresa é a sucessão, mais ainda na empresa familiar, na qual a escolha dos sucessores geralmente envolve critérios emocionais. O gargalo geralmente está na transição da segunda para a terceira geração, justamente o seu caso.

O treinamento e a qualificação do sucessor é, sem dúvida alguma uma questão importante para a sobrevivência do negócio, como também o processo de transição do poder. Além disso, a organização deve tomar cuidado com a escolha do sucessor, que nunca é definitiva, deixando claro que ele foi escolhido por um mandato e poderá ou não permanecer na função.

Em casos assim, precisamos sempre tomar decisões pensando no futuro do negócio e não na sobrevivência dos herdeiros. Precisamos pôr fim nas capitanias hereditárias agindo de forma simples: o sucessor tem as competências necessárias para exercer o cargo?

Os três erros empresariais

Os três erros empresariais

Em time que está ganhando não se mexe. Pra você esta afirmação é certa ou errada? Minha reflexão pode ser oportuna: vamos mexer quando? Quando o time estiver perdendo? Quando o avião estiver caindo? Quando o elevador parar?

Leia também: Elimine os hábitos corrosivos

Este tipo de raciocínio acontece, regularmente, em todos os tipos de empresas e setores. Afinal, qual seria a lógica mexer num processo que está “funcionando”?

Conduzir uma empresa com este raciocínio é, a meu ver, um erro que leva ao declínio.

Mas existem outros erros também; e como o primeiro, todos são subjetivos demais a ponto de passarem imperceptíveis.

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A sucessão em empresas familiares

Paulo escreve falando que fundou, há 20 anos, uma empresa de prestação de serviços. Com ela fez sua vida, criou seus filhos, ganhou dinheiro e garantiu o futuro. A empresa, embora desatualizada em questões de inovação e marketing, segue crescendo, ainda que a pequenos passos.

Paulo acredita que a empresa pode mais, que ela poderá durar muito e garantir a sobrevivência até de seus netos. O problema é que ele não vê preparo e dedicação em seus três herdeiros. Ele até acha que o pessoal gosta do negócio, mas entende que falta muito para poder passar o bastão com segurança.

Ele sabe que independente do tamanho, uma empresa familiar pode sucumbir devido a imprevistos: a morte do líder, o surgimento de um desequilíbrio conjuntural ou os efeitos perversos de uma separação conjugal.

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Mais sobre transição nas empresas familiares…

Segundo um levantamento do BNDES, apenas 30% das empresas brasileiras passam para a 2ª geração, os herdeiros. Das que passam para a 2ª geração, mais de 90% não passam para a terceira.  A pauta de hoje é identificar o porque que isso acontece…

Em geral, como tenho falado aqui no blog e no meu programa de rádio, são as circunstâncias da transição que definem o futuro de uma empresa familiar. As consequências de uma transição mal resolvida podem resultar em redução da capacidade competitiva, avanço da concorrência e, principalmente, no risco de perder a continuidade.

 Formar um sucessor é uma tarefa complexa demais para ser levada apenas com aspectos emocionais. CONTINUE LENDO!

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Outros dilemas das empresas familiares

Quase toda semana tem alguém que trabalha em empresa familiar não profissionalizada me escreve. Via de regra, os dilemas estão sempre centrados numa única questão: a dificuldade de relacionamento entre parentes e amigos no ambiente empresarial. Em geral, situações incômodas acontecem por conta do excesso de intimidade. Isto prejudica tudo: o bom convívio, o clima, o futuro e, principalmente, os resultados atuais.

Se este é o seu caso, continue lendo este post.

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