Como ampliar uma empresa sem dinheiro

Preocupadíssima com o futuro do negócio e seu dinheiro, hoje quem escreve é a Vera Lucia:

Sou sócia de um laboratório de próteses. Estamos com grandes perspectivas de melhorar a produção e o nível de clientes, porem para isto temos que aumentar nossa equipe de funcionários; uma recepcionista (tipo gerente), mais um ceramista, mas não temos dinheiro para assumir os salários no momento, e para evoluir preciso de mais 2 pessoas pelo menos.

O que devo fazer? Pedir dinheiro emprestado no banco? Ou apostar no futuro e contratar os funcionários? E se o dinheiro não der…”

Vera, ser empreendedor, acima de tudo, pressupõe assumir riscos e aceitar a dor, a terrível dor do crescimento.

São tantas decisões!

O mais importante: riscos precisam ser calculados. Por exemplo: Você já colocou no papel quanto precisa vender a mais para pagar esta ampliação ou está fazendo contas de cabeça, como a maioria?

Pelo que parece, você tem uma empresa emergente. E como toda empresa emergente, o foco deve ser ampliar os clientes e reter as pessoas, além de atraí-las.

Além disso, precisa ter um plano real e factível para gerar novos negócios.

  • Quem são os seus prospects?
  • Quais as barreiras de entrada?
  • O que eles buscam em fornecedores como você?
  • Por que um cliente deve fazer negócios com você e não com a concorrência?

Eu sei que você escreveu querendo respostas e eu deixei várias outras perguntas que precisam ser respondidas antes de qualquer decisão.

Mas se você acredita realmente que tem mercado para o seu negócio e já fez todas as análises, bota fé e vai. É melhor se arrepender do que você fez do que se arrepender das coisas que você não fez.

Portanto, se der errado, encare como aprendizado. Vale mais que muita faculdade ou curso.

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#BóraVoar

As semelhanças entre as Escolas de Samba e as empresas

O “Maior Espetáculo da Terra” acontece no Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí.

Você sabe: uma escola de samba do Grupo Especial é composta por pelo menos 3500 pessoas organizadas em mais de 25 alas. Cada ala tem um tema e uma fantasia, mas todos os integrantes devem cantar e dançar com máxima empolgação  e dentro do ritmo.

Não bastasse este mundaréu de gente, a escola tem centenas de percussionistas e pelo menos 6 carros alegóricos. Tudo precisa funcionar de maneira profissional, mas com altas doses de harmonia e equilíbrio.

O objetivo: levantar a avenida, empolgar quem assiste pela TV e, acima de tudo, cativar os julgadores.

Será que existem semelhanças entre os empreendimentos carnavalescos e o dia a dia das empresas e organizações? Existem muitos. Mas também muitas diferenças.

Numa escola de samba o sentimento de “grande família” é evidente. O espírito de união e garra é fortalecido por todos da escola, do menor posto até o presidente.

Todos os membros  se identificam com a escola de samba, todos sentem que a escola é deles. A gente percebe isso na derrota, na perda de um décimo no julgamento e, claro na vitória.

Nas empresas até existe algum nível de comprometimento e paixão, mas em escala muuuuito menor.

Nas escolas de samba tratar bem as pessoas é o objetivo principal do negócio, isto faz com que todos integrantes perdendo ou ganhando, sejam motivados para um novo ano de vitória.

Leia também: Conheça o treinamento “Vendas de Alto Impacto”

Já as empresas confiam, quando muito, apenas no poder motivacional dos incentivos financeiros, deixando de lado a importância do ser humano na conquista de alguma coisa.

E é certamente isto que empaca a produtividade e o crescimento.

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Resumindo… #BóraVoar!

Conheça o treinamento “Vendas de Alto Impacto”

O ‘Vendas de Alto Impacto’ é, sem dúvida alguma, o treinamento de vendas mais completo do Brasil.

#VAI é fruto dos mais de 16 anos de experiência de Diego Maia à frente do CDPV. Este treinamento completo promove uma intensa revolução na atividade comercial de quem o faz.

É um curso digital que você faz em 6 semanas, diretamente no seu celular ou no seu computador.

O programa detalha os caminhos já percorridos, disseca as estratégias de vendas mais bem sucedidas. O #VAI também mostra passo a passo tudo o que você precisa fazer para atingir níveis incríveis de performance em vendas.

Todos os detalhes do treinamento “Vendas de Alto Impacto”, que é destinado a empresários, profissionais liberais, representantes comerciais e todo mundo que precisa melhorar resultados de vendas estão aqui.

Em resumo… #BóraVoar!

José Marcos da MEDLEVENSOHN e o especialista imobiliário Mario Amorim mandam mensagem para Diego Maia

Você, ouvinte e parceiro, sempre me acompanha, logo sabe o porquê de tanta comemoração. Há 10 anos atrás, no dia dois de fevereiro, o “Mundo Empresarial” entrava no ar na extinta MPB FM do Rio de Janeiro.

De lá pra cá muita coisa aconteceu. Em outras palavras, o mundo girou e estou feliz da vida na Antena 1.

Nos últimos dias, muita gente tem mandado mensagens de parabéns, o que tem me deixado muito feliz. Como José Marcos, CEO da MEDLEVENSOHN e do SUPER SAUDÁVEL SHOPPING, e também o Mario Amorim, um dos maiores especialistas em mercado imobiliário.

Só tenho a agradecer por ter pessoas assim no meu caminho, porque são essas parcerias que me motivam!

Quer falar comigo? Mande mensagem para o meu WhatsApp, assim você me conta seu case e ainda pode aparecer no meu programa.

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#BoraVoar🚀

Ladmir Carvalho da Alterdata Software e Marcelo Alves Vasconcelos da Patrimovel mandam mensagem para o Diego Maia.

As comemorações pelos meu aniversário de programa na rádio tem sido emocionantes, afinal, são 10 anos. Eu recebi centenas de mensagens de pessoas que acompanham esta minha jornada e estou muito feliz com toda esta repercussão.  

Uma pessoa que está sempre conectada comigo é o Ladmir Carvalho, fundador e presidente da Alterdata Software.  Muito obrigado mesmo Ladmir!

Quem mandou parabéns e eu agradeço profundamente foi Marcelo Vasconcelos diretor da Patrimovel, a maior imobiliária do Rio de Janeiro.  

Mande um áudio agora para o número do meu WhatsApp, assim você também poderá aparecer aqui no meu programa!

#BoraVoar

Nada É, Tudo Está!

Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia

Eu tenho certeza que você curte este clássico, mas você conhece a reflexão que há por traz desta frase?

Essa semana, ministrei uma palestra numa fantástica convenção de vendas, realizada por uma empresa que vai arrebentar nas vendas este ano, COM CERTEZA! E foi a estreia de minha palestra chamada “Nada é. Tudo está” 

Se você tem aproximadamente 10 anos de carreira, já começou a trabalhar apoiado no mundo da tecnologia. Mas se você tem 20, 30, 40 anos ou mais de experiência, você sim é a prova cabal de que tudo se transforma. Tudo mesmo! 

Ha alguns anos era praticamente obrigatório que as empresas anunciassem nas listas telefônicas. Quem nasceu de 90 pra cá não sabe o que é isso, assim como o FAX. Telex então, inimaginável! 

Ainda tem algumas pessoas que usam, mas há alguns anos todo mundo usava pendrive. Hoje você consegue organizar toda a sua vida, toda a vida da sua empresa, na nuvem. Eu e meu time não trabalhamos mais com nenhum papel, nem mesmo as contas: scaneamos e tá tudo lá, na nuvem. 

Então, Vai por mim: NADA É. TUDO ESTÁ! Ou como canta Lulu, ‘nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia”. 

O que trouxe sua empresa até aqui, o que trouxe sua carreira ate aqui, não é garantia de que funcionará daqui pra frente

Para uma empresa sobreviver e crescer, é imprescindível ter visão de futuro, mas não só:  incentivar os funcionários a aprender todos os dias, o tempo todo é a mola propulsora para um futuro imprevisível. 

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A tecnologia alavanca, mas pode matar!

A tecnologia aproxima, cria oportunidades e iguala jogadores. Mas também tem promovido uma ruptura na forma como fazemos negócios, como estabelecemos contato com as pessoas/clientes.

As facilidades são incríveis, mas os riscos são enormes para quem não se atualiza. Aqueles que resistem, achando que já sabe de tudo e não tem nada mais para aprender, sentem diretamente os impactos.

Tenho visto muita gente meio que arrependida por não ter buscado romper com as velhas práticas no momento correto. 

É o caso do Robério, um gerente de vendas muito qualificado, profundo entendedor dos processos do seu segmento. Ele é daqueles gerentes que é idolatrado pela equipe mas veja suas palavras, recebidas via mensagem que me mandou no Facebook: está ultrapassado e não faz ideia do como começar e de como utilizar as centenas de opções tecnológicas para potencializar o seu trabalho como gerente.  

Abrir a mente para a potencialidade da tecnologia e como estes recursos podem alavancar nosso trabalho é o primeiro passo.

MAS ATENÇÃO: temos que estar dispostos a pagar o preço. 

As transformações estão acontecendo num ritmo alucinante, quando achamos que dominamos uma ferramenta, ela já está sendo substituída por outra melhor, mais rápida e mais barata. 

O que fazer para ser menos dolorido? Mente aberta e vontade de aprender.  

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O destino não privilegia os covardes

Existe um momento crítico na vida de todas as pessoas: é quando o medo de perder é maior que a vontade de ganhar.

Isso vale pra todos: pro contador, pro vendedor, pro médico, até pro adestrador de cães. Pro funcionário e pro empresário!

É claro que o frio na barriga diante de uma situação nova vai existir; é claro que todas as pessoas bem sucedidas  em algum momento de suas vidas sentiram (e sentem!) medo. Mas quando o medo nos imobiliza, a situação se complica. Continue lendo e confira esta super reflexão!

Maria Eduarda escreveu falando que está muito receosa com o futuro do Brasil. Estava pensando em ampliar sua gráfica, empresa que herdou do pai há alguns anos e teve um bom sucesso. Mas agora não sabe o que fazer. Se espera, se anda pra trás ou se vai pra frente.

O momento que vivemos, para pequenos e médios empresários, é oportuno para aproveitar as oportunidades, mas claro, com cautela. Muita gente fatura quando a concorrência fica desanimada.

Para surfar uma boa onda em períodos turbulentos, se fazem necessários:

1 – Um planejamento detalhado com plano B e C.

2 – Ousadia para fazer coisas diferentes, pois fazer tudo igual vai lhe trazer, na melhor das hipóteses, os mesmos resultados que você mantém hoje.

3 –  uma boa dose de inovação, sem moderação. Pense assim: se você fosse cliente da sua empresa, o que você gostaria de receber?

Por fim, acredite Maria Eduarda: o destino não privilegia os covardes. Mas, sim, aqueles que sabem aproveitar as oportunidades, que mesmo em períodos turbulentos, são muitas e verdadeiras.

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Por que os colaboradores ficam? Por quê vão?

O mundo dos negócios é como o mar: as ondas vêm e vão.  Colaboradores vêm e vão. Já foi época de um jovem entrar numa empresa e querer ficar nela até se aposentar.

Tenho falado muito sobre manutenção de talentos como diferencial competitivo de todos os tipos de empresa. Mas eu disse “talentos” :-). Mas é claro que toda ação de retenção pode falhar devido a circunstâncias atenuantes fora do controle do RH, do gestor ou do empresário.

A questão chave que faz um talento permanecer na empresa é o que chamo de “cultura da oportunidade”. É ela que faz um profissional talentoso se manter motivado para o trabalho e inspirado a se manter no time a longo prazo.

Toda empresa, por menor que ela seja, deve deixar claro aonde as pessoas podem chegar ao vestirem a camisa.

Em minhas palestras e treinamentos para gestores, sempre falo da necessidade de ajudar um colaborador a construir seu próprio plano de carreira. Sim, porque se todo negócio tem um plano, porque uma carreira não?

É papel do gestor ajudar o colaborador a enxergar o amanhã, além de apresentar as oportunidades para os membros da equipe que querem trocar de posição, assumir novos papéis, títulos, cargos…

Quando as oportunidades não existem, é papel do gestor criá-las, mesmo em empresas pequenas.

É por não ver oportunidades de crescimento que as pessoas buscam outros rumos. Simples assim.

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Outros tipos de colaboradores tóxicos

Outros tipos de colaboradores tóxicosOntem eu falei aqui sobre os tipos de profissionais que existem em todas as empresas. Falei do puxa-saco, daquele sem noção e do terrívelreclamão.

Como muitas pessoas escreveram comentando que conhecem estes tipos tóxicos mas que existem outros, eu resolvi continuar falando deles, porque todos – em maior ou menor intensidade –  geram desmotivação e desagregam.

E aí o final deste filme todos conhecem: quando estas posturas afloram o clima fica negativo e atrapalha qualquer colaborador, mesmo aquele empenhado. Afinal, o hábito tem um poder incrível de contagiar.

Outros personagens curiosos comumente encontrados nas empresas:

  • Aquele que fala muito e trabalha pouco.

Conversas e troca de ideias são comuns e necessárias, mas não existe justificativa para deixar as obrigações de lado para apenas conversar. Colegas que falam o tempo todo no local de trabalho acabam prejudicando todo ambiente, gerando tensão e desconforto para quem precisa se concentrar.

Esse é um tipo muito comum, mas o mais fácil de ser neutralizado. É só a gente dizer que está ocupado e o ignorar.

  • Outro que sempre existe é aquele que sabe e conhece de tudo. É aquele  profissional que fala para todos tudo o que já vivenciou ou que sabe fazer.

É claro que as pessoas possuem experiências e conhecimentos diferentes, mas uma antiga regra é útil: dê opiniões quando for convidado.

  • E o troféu “banana de ouro” vai para o funcionário Fofoqueiro.

Infelizmente é comum ter muitas fofocas no ambiente de trabalho e quanto maior a quantidade de funcionários, pior é.

Leia também: Cuidado com os colaboradores tóxicos

Como neutralizar a fofoca? Se mantendo firme, sem dar ouvidos e sem passar adiante. Porque o que um fofoqueiro corporativo mais gosta é quando encontra amplificadores de sua discórdia. Cuidado com eles!

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Cuidado com os colaboradores tóxicos

Cuidado com os colaboradores tóxicos

Nas empresas de todos os ramos e segmentos existem pessoas de todos os tipos. Mas o que prejudica mesmo a produtividade, são aqueles profissionais tóxicos e desagradáveis, que parecem ter o poder de destruir o bom clima.

Essas pessoas, além de prejudicar o desenvolvimento, podem gerar desmotivação, intrigas e até o pedido de demissão de colegas que não aguentam esses comportamentos.

Leia também: Qual a diferença entre bullying e brincadeira no ambiente de trabalho?

Veja se não é assim: toda empresa tem um “puxa-saco”. 

Esta pessoa pode até ser um bom funcionário, mas o problema é que ele emprega seus talentos da maneira errada. Ele se concentra no chefe e não naquilo que a equipe e a empresa esperam de um bom profissional. Se concentram nas aparências e achismos e não nos resultados em si.

Outro personagem que sempre existe em todo tipo de empresa, é o “Brincalhão incontrolável”, ou, numa linguagem mais moderna, osem noção”. Brincadeiras são saudáveis, mas o problema é que o excesso estraga.

Leia também: Outros tipos de colaboradores tóxicos. 

E tem também aquele menos gosto: é oreclamão’. Menos gosto porque pessoas pessimistas sugam a energia de qualquer um. Ouvir um desabafo de vez em quando faz parte do jogo, mas todos os dias ninguém aguenta.

Reclamões são aqueles que tem um problema pra cada solução. E talvez seja o pior dos tipos. Pois de todos os comportamentos, este é aquele que tem a necessidade de contaminar outros. Cuidado com ele, pois parece um vírus: quando a gente menos espera, está reclamando também.

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Quando é hora de um empresário pedir ajuda

Edvan possui uma empresa de pequeno porte no segmento industrial. Ele fabrica produtos que são vendidos em centenas de pontos de venda, possui 70 funcionários e se vê estagnado. Não acredita ser reflexo da tal da crise, mas acha que precisa dar um sacolejo na empresa e na equipe. Por isso me pergunta em seu extenso e-mail: “quais são os sinais de que uma empresa precisa de uma intervenção?”.

Leia também: Como aumentar as vendas imediatamente

Olha Edvan, são muitos os sinais. Mas as respostas das três perguntas que farei agora podem lhe dar uma boa luz.

1 – Você está usando seu próprio dinheiro para sustentar a empresa?

Se você está utilizando suas economias para sustentar o seu negócio ou fazendo uso  de empréstimos bancários com taxas de juros altíssimas para viabilizar o giro, é um forte sinal de alerta.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

2. Você está perdendo receita e lucratividade?

É importante avaliar se é o seu mercado que está em declínio ou se esta queda está acontecendo só com sua empresa. Se for a segunda opção, sim, você precisa de uma intervenção rápida.

3. Você está perdendo pessoas importantes?

Se a resposta para estas três perguntas forem positivas, é hora de buscar ajuda, novas ideias, novos métodos. Seja através de consultorias ou fazendo cursos que possam te fornecer ferramentas e ideias para alavancar a gestão.

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‘Escola de Vencedores’ forma jovens de 17 a 24 anos para áreas de vendas e atendimento

Qual a principal dificuldade para as empresas brasileiras: a complexidade tributária?  Os altos juros praticados pelos bancos? Ou a falta de mão de obra qualificada e comprometida com resultados?

Nove a cada dez empresários acreditam que o principal impeditivo ou agente postergador de seu crescimento é a falta de mão de obra minimamente adequada para ajudar a empresa a crescer.

O Brasil de 2018 ainda possui uma deficiência muito grande em relação à educação, formação e preparação para o mercado de trabalho, que é a base para o desenvolvimento empresarial. Mesmo com projetos sociais implantados ou surgindo por ONG`s ou órgãos governamentais, ainda somos bastante atrasados com relação aos outros países em desenvolvimento. Por aqui, os investimentos ainda são poucos ou escassos.

Ciente de sua responsabilidade para com o desenvolvimento das empresas brasileiras, o CDPV está lançando a “Escola de Vencedores”, programa intensivo de formação em vendas e atendimento para jovens de 17 a 24 anos, inteiramente gratuito.

Para os profissionais finalistas, garantimos a empregabilidade em empresas do Grupo CDPV e em empresas parceiras. Buscamos com este enorme projeto social garantir um futuro promissor para jovens com poucas perspectivas de vida. Vamos alocá-los em importantes empresas e zelar pelo seu desenvolvimento profissional.

O programa de formação em vendas e atendimento da “Escola de Vencedores” é intensivo e mescla encontros presenciais, aulas on line e tutoria. Os jovens escolhidos cursarão 4 módulos: “Cidadania Profissional”, “Posturas Indispensáveis ao Profissional de Sucesso”, “Habilidades em Atendimento ao Cliente” e “Habilidades de Vendas”.

Leia também – Para ser um vencedor, é preciso ser o melhor.

A inscrição é 100% gratuita e inclui material didático, certificado de conclusão; não há qualquer tipo de mensalidade ou custo para os aprovados, somente sua despesa de locomoção para os encontros presenciais que acontecerão na sede do CDPV, no Centro do Rio de Janeiro.

Com a “Escola de Vencedores”, o CDPV cumpre dois de seus grandes objetivos: oferecer a jovens talentos não apenas o direito de sonhar, mas um caminho para realizar seus sonhos; e para com o empresariado brasileiro, fornecemos mão de obra qualificada e preparada para os desafios corporativos. 

DADOS TÉCNICOS:

  • Escola de Vencedores – CDPV
  • Perfil dos candidatos: jovens de 17 a 24 anos, residentes na região metropolitana do Rio de Janeiro.
  • As inscrições são 100% gratuitas e estão disponíveis em cdpv.com.br/escola-de-vencedores .
  • Os jovens finalistas receberão certificado CDPV, material didático, tutoria e encaminhamento ao mercado de trabalho.
  • Para a próxima turma, as inscrições vão de 01 a 28/2/2018.
  • Fonte disponível: Diego Maia, CEO do Grupo CDPV

 

 

Como deixar sua equipe mais criativa

É a criatividade que salvará as empresas do fracasso.

Saiu outro dia uma pesquisa com diversos gerentes e executivos de várias partes do mundo sobre qual qualidade um líder deve ter acima de todas as outras. A criatividade foi o atributo mais comentado, mas será que as pessoas levam a criatividade a sério?

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A importância de funcionários bem preparados na sua empresa

Lembre sempre: são as pessoas que ligam as máquinas.

Outro dia saiu no jornal que foi encontrado comida fora do prazo de validade em diversos restaurantes do Rio de Janeiro.

Quando nos deparamos com uma notícia como essa, a nossa tendência é sempre culpar o restaurante pelos erros. Dizer que o restaurante é culpado é mais ou menos como dizer que é a instituição pública que está roubando.

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