Ao gestor não cabem decisões convenientes

Rosane estava com dó no coração, mas teve que mandar embora um funcionário muito querido que ocupava a posição de gerente de sua empresa. Há algum tempo ele vinha fazendo coisas ruins.

Perdeu a moral com os funcionários, tomou iniciativas condenáveis, aprovou orçamentos prejudiciais e deficitários… parecia uma avalanche de situações tristes e comprometedoras.

Só que ele vestia a camisa, defendia a empresa com unhas e dentes, parecia ter se encontrado.

Será que Rosane fez certo em demitir? Não seria melhor relativizar as situações em prol de alguém que veste a camisa?

Minha opinião é direta: ao gestor não cabem decisões convenientes. Mas, sim, decisões rápidas e corretas que garantam a saúde da empresa.

Erros acontecem, falhar é humano. Mas quando o erro pode abalar as estruturas, precisa ser corrigido logo e rápido. Ainda mais quando se trata de um cargo gerencial.

Já vi estes filmes muitas vezes. Tem muita gente que veste a camisa, mas faz gol contra… Aí complica. Estamos vivendo um cenário de alta competitividade. Procrastinar decisões como esta posicionam a empresa no caminho certo para o fracasso.

Agora é recuperar o tempo perdido, resolver os problemas deixados pelo antigo gerente e focar.

É difícil mesmo. Mas quem te falou que seria fácil montar uma empresa, mentiu.

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Três erros que até os melhores líderes cometem

Ser um líder melhor é possível. Depende apenas de você.

Numa convenção de lideres de uma importante rede de varejo que tive o prazer de participar como palestrante, elencamos a muitas mãos os  três maiores erros que até os melhores líderes cometem. Ao cometer um erro, é importante ter humildade para reconhecer e perceber as causas que levaram você a essa falha.

Mas que erros são esses?

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Como dar feedback a funcionários ruins?

Ele está entendendo exatamente qual é o problema?

Se você está à frente de uma empresa ou de um setor, provavelmente já passou pela experiência de ter um funcionário ruim. Aquele que não faz o trabalho direito, que chega sempre atrasado,  que não atinge as metas. Ninguém gosta de ficar chamando atenção, mas isso faz parte do trabalho de todo gestor.

Antes da conversa, identifique estas três respostas:

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Quanto mais a empresa cresce, mais problemas aparecem

Crescer é ótimo, mas e preciso saber como crescer.

Tudo parece estar às mil maravilhas, sua empresa está crescendo e vendendo e o cenário indica um futuro cada vez melhor. Aí de repente a coisa começa a desandar, você percebe que os concorrentes estão te alcançando, seus funcionários agora são muitos e estão começando a bater cabeça, a rotina que você tinha já não dá conta.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

Eu chamo isso de “problema bom”. Crescer é ótimo, mas e preciso saber como crescer.

Porque quanto mais a gente cresce, mais problemas aparecem.

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Crescer ou não crescer, eis a questão

Crescimento é o que quase todos os proprietários de pequenas empresas querem.

Eu disse “quase todos”.  Crescimento é uma escolha. E tem muito empresário que opta por não crescer – não há qualquer problema em relação a isso. Ou há?

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Qual funcionário deve ser promovido ou desligado?

Otávio tem uma empresa com quase 200 funcionários e atua no segmento hospitalar. Ele pensa em fazer uma grande revolução, trocando as pessoas sem comprometimento e apáticas, para dar lugar a talentos que realmente abracem a causa, que se dediquem que ajudem a construir e não a desconstruir.

E me escreveu pedindo dicas sobre como identificar o colaborador que merece ser mantido ou, eventualmente, promovido.

Caro Otávio, tem gestor que avalia o funcionário com os preceitos básicos e burocráticos do trabalho: se são pontuais, se são respeitadores, se não faltam com frequência.

Eu penso que estas três questões isoladas não correspondem a uma avaliação positiva, afinal, é responsabilidade de todo funcionário fazer isso.

Funcionário bom, no meu ponto de vista, é aquele que assume riscos, que é determinado, ambicioso e faz coisas além de seu cargo. E mais:

  • É aquele que ganha a nossa confiança com ética e honestidade, até mesmo nas coisas mais simples da vida.
  • É aquele que está sempre pronto para ajudar, e disposto a aceitar ajuda.
  • É aquele que tira coelhos da cartola e faz acontecer.

É o que eu sempre digo: profissional bom é aquele que arruma meios e formas para fazer o que precisa ser feito. Profissionais medianos e ruins são aqueles que sempre arrumam desculpas para justificar o que não foi feito.

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Problemas financeiros afetam a produtividade

Eu recebi um estudo da seguradora MetLife que mostra um dado interessante: problemas que envolvem dinheiro e finanças pessoais são responsáveis pela ausência de funcionários em 58% das empresas pelo mundo.

O levantamento também mostra que em 78% das companhias sondadas, as preocupações do funcionário com questões financeiras causam impactos negativos na sua produtividade diária.

Os pesquisadores estimam que 15% dos trabalhadores estejam sofrendo com o estresse causado por um comportamento financeiro inadequado, a ponto de afetar sua produção.

Dívidas, contas a pagar e dinheiro mal administrado são problemas que afetam a produtividade de trabalhadores de todo o planeta.

Embora a maioria das pessoas reconheça que o governo não lhes proporcionará uma renda adequada na aposentadoria, isso não se traduz em um aumento na poupança ou nos investimentos.

Portanto, identificamos um dos principais motivos da baixa performance no ambiente de trabalho: o colaborador que fica preocupado com as contas e com as dívidas.

Muitas empresas adotam soluções paliativas para melhorar a performance e reduzir a desmotivação. Mas nada adianta se elas não atacarem as verdadeiras causas.

Iniciar a disseminação de ideias para um melhor controle do dinheiro pode ser um caminho. Refletir com eles sobre aposentadoria, também.

Fornecer ideias e ferramentas para uma melhor organização do dinheiro, é fundamental para as empresas que querem construir uma equipe de alto desempenho.

Pense nisso e me siga no Twitter. @diegomaia_br