Eu quase que de nada não sei. Mas desconfio de muita coisa…

Aprendi que não importa onde estou, não importa minha origem, não importa o que sou nesse momento. O que importa é onde quero chegar. Eu não sei bem precisar em que momento da vida eu entendi que mudança de estado representa necessariamente uma extrema necessidade de mudança de atitude.

Eu só sei que funcionou comigo.

Antes que os mais puristas me critiquem, me amparo em João Guimarães Rosa:

“Eu quase que de nada não sei. Mas desconfio de muita coisa”.

E quem diria que o pé rapado nascido nos subúrbios do Rio de Janeiro faria mais de 100 palestras por ano, apresentaria um programa de rádio no ar em várias emissoras, que teria 5 livros publicados, que seria considerado um dos maiores influenciadores de vendas do Brasil e que teria um podcast na lista dos top 10?

É comum demais colocarmos a culpa por nossos insucessos na conta de outras pessoas ou mesmo de situações adversas. Mas, na boa, não há verdade maior que essa: “O meu futuro depende de mim”.

Estamos iniciando uma nova década.

Se você quer ser melhor, ganhar mais, montar um negócio, ser promovido, atingir metas, ganhar prêmios, ser convidado pra um emprego mais bacana…  lembre sempre que colhemos o que plantamos e plantamos o que queremos colher.

E essa plantação tem relação com como você se inspira,  como você se estimula e com quem você anda.

Pare por um momento e pense: o que você precisa fazer para se transformar em sua melhor versão?

Vai por mim…  a resposta está ai dentro de você!

Neste Ano Novo eu quero te encontrar no Facebook e no Instagram!

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Diego Maia é o palestrante de vendas e motivação mais contratado do Brasil, com expressiva atuação em Portugal. Recentemente foi eleito um dos 10 maiores influenciadores de vendas do país.

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Acabou o ano (e vai começar tudo outra vez)

O ano tá no finalzinho e eu não sei você, mas eu sempre nessa época eu reflito sobre as coisas boas e ruins que aconteceram, faço uma espécie de balanço. Mas, acima de tudo, comemoro as conquistas e busco entender o porquê que algumas metas desse ano não se concretizaram.

Será que não foi por conta de uma supervalorização de sua capacidade? Será que não foi porque você confiou demais em colegas, funcionários ou chefes?

Metas e objetivos foram feitos para serem atingidos, claro. Mas, claro, precisam ser factíveis. E são muito diferentes de sonhos e desejos. Um sonho é algo que começa a ser desenhado na cabeça, mas para virar realidade precisa ter um plano que te ajude a definir algumas coisas:

  • Quem pode me ajudar a conseguir isto que eu quero?
  • Quais são os riscos que estou correndo?
  • O que preciso fazer para viabilizar este projeto? 

O que mais tem por aí é gente que vive olhando pro céu com muita fé, mas com pouca luta no dia a dia.

Para concretizar planos, algumas questões são importantes. Mas a mais importante chama EXECUÇÃO. Que tal dedicar menos tempo nas redes sociais e mais tempo na realização de seus projetos.

Seu futuro agradece!

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A importância dos detalhes

Posso dizer que sou uma pessoa perfeccionista. Fico muito chateado quando as coisas não são feitas ou não saem como projetado, seja na escala macro ou micro.

Fico assustado como as pessoas não se atentam aos detalhes das suas tarefas e ações.

Me impressiona o fato de as pessoas entregarem somente o que lhes é pedido, quando entregam. Penso que aí estão dois dos grandes segredos para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.

Detalhes fazem toda a diferença. Seja num relatório simples ou numa estratégia de marketing. Num atendimento telefônico ou numa proposta enviada por e-mail.

O universo corporativo seria muito melhor se as pessoas entregassem suas demandas no custo e no prazo; sem que tenham de ser pressionadas ou cobradas por isso.

Seria perfeito se as pessoas fossem imbuídas em fazer a diferença, em entregar o serviço proposto com um plus, com um adicional, com uma diferenciação.

Falei disso na ultima edição da Imersão para Empresários que ministro frequentemente em vários estados brasileiros. Um empresário já estabelecido levantou o braço e falou: “Caramba, Diego! Estou atrás de pessoas que pelo menos façam aquilo que elas são pagas para fazer! E você esta ai dizendo em ter pessoas que façam além?”…

Respondi brincando que “sonhar não custa nada”, mas tenho absoluta convicção de que essas pessoas (diferenciadas) existem. Sei que elas estão bem empregadas ou estão empregando. Sei também que é um paradoxo incrível para a maioria dos empresários o ato de treinar, desenvolver e remunerar melhor as pessoas.

Logo lembrei de um ditado popular, que diz assim:  “melhor segurar um cavalo acelerado do que empurrar uma mula mansa.”

Pense nisso na hora de recrutar, de dar feedbacks, promover, incentivar ou desligar alguém de sua equipe.

Leia também: Três passos para estimular sua equipe

Como salvar sua empresa?

Hoje é dia de responder a mensagem do Roberto, empresário do ramo de beleza.

Ele fala que “concorda com muito do que tenho falado” aqui e no meu programa de rádio quanto a blindagem necessária para as empresas não sucumbirem a período turbulento.

Mas pede orientações mais práticas no que tange a administração. Ele se diz bom de vendas, mas reconhece que anda apreensivo já que seus conhecimentos na área financeira são fracos.

Roberto: o mais importante é agir proativamente e não deixar pra tomar atitude somente quando o temporal chegar.

Então, tome nota de 3 caminhos possíveis e necessários:

1 – Reduzir o custo fixo com criatividade: evitando desperdício e diminuindo despesas desnecessárias.

2 – Delete o que traz prejuízo e foque no traz rentabilidade. E isso vale para tudo: para foco, para gastos, para investimento e até para administração de pessoal.

3 – Gerencie e controle duramente o seu capital de giro. As empresas não quebram porque não vendem. Quebram, principalmente, pela falta de capital de giro.  Neste momento, a sugestão é evitar bancos, seja para empréstimos,  descontos de duplicatas e antecipação de recebíveis de cartão de crédito. As taxas tem oscilado muito!

Boa Sorte!

Como salvar meu restaurante?

Quem escreve hoje é a Rosângela, de linda cidade de Salvador da Bahia. Ela diz:

“Tenho um restaurante. Comecei com MEI (Micro Empreendedora Individual), cresci desordenadamente e cai de cabeça nessa crise econômica. Tinha 25 funcionários e hoje apenas 05. Perdi clientes, adquiri dívidas, ainda assim, continuo trabalhando.

Hoje meu faturamento mensal é de R$30.000,00, isto é, quando entra tudo no mesmo mês. Mas devo no mercado mais de R$100.000,00. Como sair dessa,  levantar a minha empresa e continuar na ativa?

Primeira questão, Rô: não dramatize a situação.

O país não vai acabar com esta tal crise econômica e a sua empresa não irá morrer – desde que você faça minimamente a lição de casa.

Portanto, nada de pânico ou drama. Tem gente por aí que adora uma novela mexicana, vamos deixar a tal “crise” para eles!

Agora, é hora de agir. Menos discurso e mais ação. Pelo que parece você precisa agir em dois eixos: (1) a retaguarda, melhorando suas rotinas de compras e administração financeira e (2) as vendas.

Como minha especialidade é esta segunda, quero te dizer que é possível sim crescer e faturar mais mesmo neste período turbulento.

Crie produtos novos, para atrair os antigos clientes.

Já que administra um restaurante de bairro, pense em diversificar os pratos, inclinar o ambiente para a moda gourmet e uma forma de cadastrar os consumidores.

Uma boa dica pra isso é criar uma pesquisa de avaliação, onde o cliente escreve num pedacinho de formulário o que achou da comida, o que acha que precisa melhorar e registra ali seus dados pessoais, como telefone, e-mail e data de aniversário.

E aí você já sabe: intensifique o contato!

Você pode mandar e-mails ou mensagens de WhatsApp diariamente com o cardápio do dia e pode também, na data de aniversário do cliente, convidá-lo para almoçar com vocês, por sua conta, é claro.

Estas práticas te diferenciarão profundamente e farão a clientela retornar com frequência ao seu estabelecimento.

Como ser mais eficiente no trabalho

Eu recebo muitos e-mails me perguntando como ser melhor no trabalho, pedindo dicas de como mostrar serviço, então elaborei esses conselhos para quem quer fazer melhor e ser mais eficiente.

Aprenda com a experiência do seu próximo. Uma ideia mal aproveitada, um erro, tudo pode servir de lição para você se auto avaliar. Não é roubar a ideia do outro e sim aprender com o que faltou para a dele dar certo.

Não gaste horas escrevendo um e-mail. Seja educado, claro e vá direto ao ponto. Imagine o gestor de 150 pessoas lendo longos e-mails com palavras que não são utilizadas desde quando sua bisavó era apenas uma criancinha de todos os 150 colaboradores, ele vai acabar sem tempo para alguma coisa.

Seja agradável e tenha um bom networking. Claro que você não deve passar 4h da sua jornada de trabalho estreitando os laços de amizades com as pessoas de seu setor, mas manter-se sujeito a críticas, sugestões e a auxiliar o outro fará de você uma pessoa bem quista. Não humilhe ninguém por causa de um erro ou uma má ideia, todos estão sujeitos a errar.

Mantenha seu cérebro em exercício. Não se conforme só com o cursinho, ou só com a faculdade, busque mais conhecimento, leia, estude, comunique-se… Afinal, conhecimento não ocupa espaço.

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Líder nasce pronto?

Frequentemente me perguntam se é possível treinar as pessoas para que sejam líderes eficazes ou se os melhores e verdadeiros líderes já nascem prontos. Este também é um assunto que rende aulas e aulas em faculdades e MBAs e sempre é pauta de conversas em botequins e jantares corporativos.

Mas esta discussão é a menos importante. O que importa mesmo, para quem está na linha de frente contratando, decidindo, dispensando, reportando, emitindo relatórios, atendendo demandas e, acima de tudo, sendo pressionado por resultados, é o que fazer para ser cada vez mais eficiente e viver com mais qualidade.

E para as empresas, o que importa mesmo não é se fulano nasceu líder ou se tornou líder. Mas, sim, ter a certeza de que esta pessoa possui comportamento, habilidades e atitudes indispensáveis para levar um negócio ou uma equipe ao sucesso.

Então, qual é a resposta para a pergunta central?

Existem traços de liderança que são inatos, que vêm com a gente, que estão no nosso DNA. Alguns podem ser desenvolvidos com treinamento, outros com a ajuda da experiência. Mas um líder que não gosta de lidar com pessoas, por exemplo, está no lugar errado! Afinal, nada nas empresas é mais importante que as pessoas.

Ninguém nasce líder. Mas tem uma característica que revela plenamente quem tem mais chances de ser um líder de sucesso: é a postura de eterno aprendiz. Isto mesmo!  Ser um eterno aprendiz classifica muito as pessoas, até porque um líder que acha que já sabe de tudo, no fundo, no fundo, não sabe de nada.

Encare os problemas como oportunidades

Tem gente que quando erra e é penalizado por seu erro, “cai atirando”, falando mal de tudo e de todos.

Outros se condenam e se penalizam tanto que machucam não apenas a sua alma, mas a sua tão necessária motivação diária.

Outros se vitimizam e por vezes se tornam escravos de sua própria vitimização.

Precisamos entender que ERRO é pra ser cometido e aprendido. E, claro,  não para ser repetido. Precisamos ficar sempre alertas e assumir o compromisso de errar erros novos, conscientes de que erraremos sempre…

Dito isto, reforço: não importa qual seja a situação, identifique os aspectos positivos e de aprendizado e siga em frente.

As pessoas felizes com sua vida e realizadas em seu trabalho vêem tudo como uma oportunidade – para o crescimento, para a mudança, para a inovação. Mesmo no erro, mesmo na cena triste.

É você quem decide: quando há um problema você vê oportunidades e o transforma em vantagens ou continua sendo vítima propagando as mas práticas, condenado a desmotivação.

A gênia Cora Coralina tem uma frase muito adequada para este nosso momento: “Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar; porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir.

Construa uma Liderança de sucesso

É tarefa de todo empresário ou gestor ajudar a manter um clima agradável no ambiente de trabalho.

Outro dia conversando com alguns especialistas em gestão, cheguei à conclusão que, via de regra, as pessoas são atraídas para uma empresa pelo perfil e pela remuneração, mas saem geralmente pelo ambiente. O mau chefe costuma ser motivo de saída do trabalho.

Por isso, estou certo de que manter um clima positivo, de confiança, é um grande fator de motivação dos colaboradores.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

Mas como, na prática, fazer isso?

Um bom caminho é manter as pessoas informadas sobre tudo o que acontece com o negócio, com todas as novidades. Isto evita fofocas, intrigas e boatos, o famoso “disse-me-disse”. Estabeleça regras de comunicação com o seu time, seja ele pequeno, médio ou grande. Isso pode ser feito num café da manhã semanal, num boletim informativo impresso em impressora simples mesmo, num ambiente on line, numa comunidade virtual.

Outro fator que afasta bons funcionários é a ausência de oportunidades na empresa. Por isso, criá-las é importante. Se não cria, perde porque as pessoas precisam crescer e vão buscar isso em outros lugares.

Leia também:

Fui promovido a um cargo de liderança… E agora?

As 5 bases da liderança

Onde seus funcionários poderão chegar se abraçarem a causa, o projeto? Ofereça estas oportunidades a eles!

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Mentiu na entrevista e se deu mal

Quem me escreveu foi o Cleber. Ele está numa encrenca daquelas…

Na mensagem, diz que acabou de mudar de empresa e no processo de seleção, teve que “vender suas qualidades”. Até aí, normal. 

Leia também: Procurando emprego? Confira estas dicas!

O problema é que no currículo e na entrevista ele disse ter inglês básico assim como todo mundo. Mas não tem.

Agora, depois de uma semana nesse novo emprego, o assunto veio à tona, pois a empresa precisa atender um chamado internacional.

Leia também: Por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras? 

Ele me pergunta:O que eu faço? Além de não saber nada, eu não gosto do inglês. Sempre tive enorme dificuldade para aprender. Que dica você me dá, Diego?” 

Veja você, a cilada que o Cleber se meteu. Ele fez como a maioria das pessoas. Quase todo mundo coloca no currículo que possui inglês e espanhol básicos, assim como Word, Excel, Power Point e até Access. Quem nunca?

A questão é que precisamos entender que isso é uma mentira, e talvez, um dos grandes causadores de rotatividade no período de experiência.

Mentir no currículo, por mais que seja uma mentirinha aparentemente boba, não é recomendado.

Portanto, se você não tem inglês, não coloque que tem. O mesmo vale para informática e para outras questões.

Quanto ao caso do Cleber, agora é a hora de falar a verdade e o quanto antes, mesmo que isso represente a perda do emprego que suou para conseguir. Minha sugestão é ser honesto com a empresa, com você mesmo, e no fim das contas, com o cliente que a empresa precisa atender nesse chamado internacional.

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