O que cansa não é o trabalho, é o aborrecimento

É comum demais um empresário passar a maior parte do tempo ocupado apagando incêndios. Os problemas surgem de todos os lados : equipes, prazos, clientes, fornecedores, reclamações…  

Parece que todos os problemas exigem atenção imediata, por mais que você não os julgue tão importantes assim. Afinal, você é o empreendedor responsável e certamente quer ver tudo ‘nos conformes’.

Para completar, tudo ou quase tudo chega a você: os funcionários te interrompem toda hora com dúvidas ou informações.

Olha, o que cansa na condução de uma empresa não é o trabalho em si, mas os aborrecimentos.

Como resolver ou minimizar? Eu respondo…

É latente a necessidade de delegação, precedida por preparação dos colaboradores e, claro, um depósito de confiança e autonomia neles.  Os problemas sempre surgem, e você nunca vai conseguir progredir se ficar apenas concentrado neles.

Se um empresário trabalha concentrado em fazer a empresa funcionar, quem é o responsável por fazer a empresa CRESCER?

Por exemplo, delegando tarefas, preparando a equipe e confiando nas pessoas. MAS NÃO ESQUEÇA: É vital uma boa dose de libertação das tarefas menos importantes!

Em conclusão, você se enxerga nesse texto e sente que precisa de um UP na sua vida comercial?

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Resumindo… #BóraVoar!

A importância dos detalhes

Posso dizer que sou uma pessoa perfeccionista. Fico muito chateado quando as coisas não são feitas ou não saem como projetado, seja na escala macro ou micro.

Fico assustado como as pessoas não se atentam aos detalhes das suas tarefas e ações.

Me impressiona o fato de as pessoas entregarem somente o que lhes é pedido, quando entregam. Penso que aí estão dois dos grandes segredos para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.

Detalhes fazem toda a diferença. Seja num relatório simples ou numa estratégia de marketing. Num atendimento telefônico ou numa proposta enviada por e-mail.

O universo corporativo seria muito melhor se as pessoas entregassem suas demandas no custo e no prazo; sem que tenham de ser pressionadas ou cobradas por isso.

Seria perfeito se as pessoas fossem imbuídas em fazer a diferença, em entregar o serviço proposto com um plus, com um adicional, com uma diferenciação.

Falei disso na ultima edição da Imersão para Empresários que ministro frequentemente em vários estados brasileiros. Um empresário já estabelecido levantou o braço e falou: “Caramba, Diego! Estou atrás de pessoas que pelo menos façam aquilo que elas são pagas para fazer! E você esta ai dizendo em ter pessoas que façam além?”…

Respondi brincando que “sonhar não custa nada”, mas tenho absoluta convicção de que essas pessoas (diferenciadas) existem. Sei que elas estão bem empregadas ou estão empregando. Sei também que é um paradoxo incrível para a maioria dos empresários o ato de treinar, desenvolver e remunerar melhor as pessoas.

Logo lembrei de um ditado popular, que diz assim:  “melhor segurar um cavalo acelerado do que empurrar uma mula mansa.”

Pense nisso na hora de recrutar, de dar feedbacks, promover, incentivar ou desligar alguém de sua equipe.

Leia também: Três passos para estimular sua equipe

Dilemas de quem quer abrir uma empresa

 

Hoje quem me escreveu foi a Lia. Ela diz que se sempre que pode fica atenta as minhas orientações para negócios aqui na rádio e me pede ajuda para um desafio pessoal.

Ela conta que seu sonho sempre foi trabalhar com animais, mas não teve a oportunidade de ser uma veterinária. Mas que está querendo entrar no segmento de pet shop com Tosa e Banho. Ela sempre teve animais e deseja fazer um curso profissional e com bom nome no mercado para, um dia, fazer o que sempre sonhou, já que está trabalhando em algo que realmente não gosta.

A Lia tem o sonho de fazer o que gosta e virar empresária. E está disposta a se sacrificar para conseguir conquistar o sucesso, mesmo que tenho isso custe horas de lazer e convívio com a família.

Mas está quase cometendo o mesmo erro que a maioria dos novos empresários brasileiros comete. Ao abrir um negócio só porque gosta do segmento ou acha que tem um dom, muita gente quebra a cara e o bolso.

Se especializar no assunto – no caso da Lia fazendo um curso profissionalizante de banho e tosa – precisa ser uma ação paralela ao se preparar para ser empresária.

Não adianta nada abrir a mais bonita e sonhada pet shop se a pessoa não sabe gerir negócios, gerir pessoas, lidar com tributos, fiscalizações, clientes…

Antes de se aventurar, é preciso criar um bom planejamento e estudar concorrências, variáveis, tendências. Sempre com o foco de ser o melhor, de perder a menor quantidade possível de dinheiro e tempo e de atingir o sucesso.

Pense nisso e se prepare. Pois abrir uma empresa e virar patrão é o sonho de muita gente. Mas vira pesadelo quando não estamos verdadeiramente preparados.

No mais, bota fé! Com esforço e dedicação você chega lá!

Pense nisso, coloca em prática, me adicione no Facebook e me conta!.

 

Como reduzir a rotatividade de funcionários

Como reduzir a rotatividade de funcionários

Guaraci escreveu: “Olá, Diego. Tenho uma pequena empresa com 25 funcionários  e estou passando por um problemão na empresa. Não consigo montar uma equipe consistente.

Leia também: Mais sobre como treinar a equipe

Já tentei de tudo as estou cada vez mais desesperado, sinto que sem gente boa e comprometida posso colocar em risco tudo que construí com muito sacrifício. O que devo fazer?”

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Quando falta planejamento e competência

Quando falta planejamento e competência

Olha, as causas mais comuns que levam uma nova empresa ao fracasso é a falta de planejamento e a (ausência de) competência em gestão.

Tenho falado com frequência que o empreendedor é aquela pessoa que está disposta a assumir riscos, que foca a oportunidade e não a estabilidade.

Mas aqueles que se preparam não ficam sujeitos a aventura do improviso e ao jogo de cintura para lidar com os problemas.

Tem gente que não pensa assim, tem gente que acredita que pensar demais paralisa, planejar demais gera medo e que a atitude empreendedora é, acima de tudo, a capacidade de realização…

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O difícil controle nas vendas pelo cartão de crédito

Cartão de crédito

José Campos é um empresário do ramo varejista. Há mais de 15 anos montou uma distribuidora de produtos descartáveis, atendendo pessoas físicas e jurídicas.

O negócio está consolidado, não está sentindo tanto a influência da crise econômica, mas entende que a hora de profissionalizar seu negócio é agora.

Na longa mensagem que me mandou, compartilhou seus diversos gaps. O mais relevante deles: não tem a menor ideia de como controlar as vendas que faz com cartão de crédito, principalmente as vendas parceladas.  Ele nunca tem certeza de que os recebimentos estão corretos, se as taxas aplicadas são as mesmas negociadas em contrato e não sabe se a operadora deixa de passar alguma venda.

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Meus dois segredos empresariais

Monitore sua concorrência e aprenda a delegar!

Eu viajo o Brasil inteiro ministrando palestras e treinamentos para equipes de vendas, gestores e empresários.

E recentemente confessei em uma palestra para mais de 500 pessoas dois dos meus principais segredos empresariais.

Eu compartilhei o meu hábito secreto de aprender com meus concorrentes.

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Quanto mais a empresa cresce, mais problemas aparecem

Crescer é ótimo, mas e preciso saber como crescer.

Tudo parece estar às mil maravilhas, sua empresa está crescendo e vendendo e o cenário indica um futuro cada vez melhor. Aí de repente a coisa começa a desandar, você percebe que os concorrentes estão te alcançando, seus funcionários agora são muitos e estão começando a bater cabeça, a rotina que você tinha já não dá conta.

Leia também: Três erros que até os melhores líderes cometem

Eu chamo isso de “problema bom”. Crescer é ótimo, mas e preciso saber como crescer.

Porque quanto mais a gente cresce, mais problemas aparecem.

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Coloque seus colaboradores em primeiro lugar

Mentalidade centrada no funcionário

Eu estava lendo outro dia em uma famosa revista no mundo corporativo sobre como as empresas podem colocar seus funcionários em primeiro lugar. Eles chamam essa maneira de pensar de mentalidade centrada no funcionário, e os números comprovam que funcionários mais engajados entregam até 147% a mais de resultados. Muito interessante, não é?

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Crescer ou não crescer, eis a questão

Crescimento é o que quase todos os proprietários de pequenas empresas querem.

Eu disse “quase todos”.  Crescimento é uma escolha. E tem muito empresário que opta por não crescer – não há qualquer problema em relação a isso. Ou há?

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