Portugal: um país que se reinventou!

Opa, aqui é o Diego Maia e hoje eu vou falar sobre o case de um país que, em 2011, não estava no seu melhor momento, mas hoje é a sensação internacional: PORTUGAL!

Em outras palavras, esse país se reinventou e foi eleito, pela segunda vez consecutiva, o Melhor Destino Turístico do Mundo.
Também ganhou diversos outros prêmios, como World Travel Awards 2019 -​ edição Europa por Melhor Organismo Oficial de Turismo da Europa e Melhor Destino Europeu, por anos consecutivos!

Eu conversei Ana Mendes Godinho, a Secretaria de Estado do Turismo de Portugal, cargo equivalente ao nosso Ministério do Turismo. Ela é a atual líder da transformação do país, em outras palavras, ela é a responsável do reposicionamento de Portugal para o mundo. Veja o resultado:

Secretária, como vocês conseguiram esta proeza?

Mostrando exatamente essa diversidade de Portugal, e o Turismo tem um papel muito interessante que é ser o cartão visita!

Muitas vezes as pessoas vão em Portugal pela primeira vez como turistas, e ficam surpresos com o que encontram. Portugal já não é aquele país antiquado que às vezes as pessoas tem imagem já ultrapassada, velho.

Eles descobrem um país que se reinventou completamente e esta surpresa transforma a visão das pessoas para um Portugal reinventado. Descobrem o país como um destino para comprar casa, para viver, para estudar, para investir, para trabalhar!

O meu trabalho é, por um lado, posicionar internacionalmente Portugal nas várias dimensões. Além de usar o turismo como cartão de visita, um instrumento de atração de novos públicos.

Somos uma mistura de povos que tem conseguido esta reinvenção do país e que conseguiu, por exemplo, passar de uma economia que passou por um momento grave de crise onde tivemos uma taxa de desemprego 17% em 2014 e nesse momento conseguimos baixar para 6%.

Diego Maia ao lado de Ana Mendes Godinho, Secretaria de Estado do Turismo de Portugal.

Logo, logo eu levarei um grupo de empresários para Portugal, a gente vai esmiuçar os segredos e a estratégias que fizeram deste pais de pouco mais de 10 milhões de habitantes a sensação internacional.

Fique ligado!

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Reinvenção ou morte!

Hoje vamos falar sobre REINVENÇÃO!

Primeiro porque se você me acompanha há algum tempo, deve estar reparando que estou numa nova fase no meu espaço na rádio (escute a nova temporada do programa de Diego Maia na Antena 1 aqui).

Segundo, porque a velocidade com que o mundo está se movimentando só aumenta! Se a gente não se antecipar as mudanças, mais dia, menos dia, seremos engolidos por ela.

Eu cresci ouvindo que na vida, só temos uma única certeza, que é a morte. Hoje estou certo que temos no mínimo duas: essa que citei e a certeza de que as empresas e pessoas precisam se reinventar constantemente.

Reinventar-se é o mesmo que se transformar, sair da zona de conforto e sair da rotina. No dicionário é recriar algo a partir do que já existe , transformar a si,  ou algo.

Muitos segmentos estão sendo transformados inteiramente e, nos próximos 4 o 5 anos, serão diferentes mas de uma forma que nem conseguimos imaginar!

Engana-se quem  eu não estou, essencialmente, falando de tecnogogia. Em outras palavras, estou falando de posicionamento, de buscar uma forma diferente de chegar ao seu cliente ou de rentabilizar o seu negócio.

Vou te dar alguns exemplos:

O Banco 24horas, aquele caixa eletrônico vermelhinho, está inovando e transformando seu negócio em veículo publicitário ao instalar monitores de LED no topo de suas maquinas para transmitir propaganda.

A empresa imobiliária Quinto Andar rompeu totalmente a forma antiga e por vezes até arcaica de alugar imóveis. Em outras palavras, praticou a reinvenção pois não precisa fiador, seguro fiança e nem mandar um monte de documentos. O contrato é assinado de forma digital.

A rede de depilação Pello Menos lançou, olha isso, o plano de assinatura de depilação: com um valor mensal e um grande desconto. Blindou sua clientela e trouxe receita recorrente.

Finalizando os exemplos falo da MedLevensohn que fez o mesmo ao lançar seu plano de assinatura de tiras de glicose. Por exemplo, o diabético não precisa mais ir a farmácia para comprar tiras: recebe em casa e com desconto.

Portanto te pergunto: Na sua carreira, na sua empresa, vai ficar tudo como antes ou VAI EVOLUIR?

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“Eu treino meu pessoal e não adianta nada!”

Esses dias, após falar sobre TREINO, um empresário do ramo de auto peças me disse assim:

“Diego, eu já treino meu pessoal – eu mesmo faço isso – e não adianta nada. Todos os anos eles até participam de algumas palestras motivacionais, mas  tudo fica na mesma. Eu sinceramente já estou desencantado com as pessoas. Parecem concordar com tudo que eu falo mas quando peço alguma coisa, elas simplesmente não fazem“.

Bom… eu tive que ir direto ao ponto e sem papas na língua respondi que se ele acha que uma conversa fiada com gritos de guerra, com aquelas comoventes mensagens de auto ajuda e aqueles papos de coachs bastam para sua equipe, talvez o trabalho que treinamento que eu desenvolvo através do CDPV, a minha Escola de Vendas, não seja para ele.

Eu acompanho empresas dos mais variados ramos e segmentos há muitos anos, sempre na missão de desenvolver e amplificar suas vendas, a sua atividade comercial, e posso te assegurar: o treinamento – quando bem aplicado, quando feito de forma estruturada e conectada com o mundo real do dia a dia da empresa, com certeza funciona, com certeza faz aquela pessoa que produz X, produzir 2X.

Isto acontece porque minha proposta é sempre entregar para a minha audiência  um conteúdo focado em resultados!

Você já deve ter observado que o que falo aqui é reflexo do mundo real, nada teórico ou acadêmico. Minha proposta está centrada não no “o que deve ser feito”, mas no “como deve ser feito“.

E ai na sua empresa? Tem treinamento? Ele funciona? Me conta!

Ah, e não esquece: dia 05 de junho tem #CDPV2019, o meu Congresso de Vendas e Motivação que vai acontecer ali no Centro de Convenções SulAmérica.

Eu e convidados especiais, como o Sergio Bocayuva, atual sócio e CEO da UsaFlex, conduzimos um treinamento intensivo de vendas que poderá proporcionar a você uma melhoria consistente de sua performance!

Todas as informações estão aqui!

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Se você não sabe motivar, pelo menos não desmotive!

Primeiramente, entenda de uma vez por todas: Se você não sabe motivar, pelo menos não desmotive!

A estrada para o sucesso empresarial é esburacada e cheia de altos e baixos. A um empresário ou gestor cabe se manter preparado a todo custo – técnica e emocionalmente – para os dias ruins.

Sou constantemente contratado por empresas dos mais variados ramos para palestrar sobre vendas, gestão e motivação. E, em alguns casos, tenho reparado uma atmosfera não tão positiva assim quanto aos desafios que estão por vir.

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4 coisas que aprendi muito cedo

Bem no inicio de minha carreira, aprendi quatro coisas que me fizeram um bem danado. Me evitaram frustração, tristeza e, certamente, até depressão.

A primeira delas: “Não esperar reconhecimento, agradecimento ou elogios”. É questão comum: quando a gente acerta nove vezes ninguém elogia, mas quando erra uma, as críticas são fortes. Sim, o mundo é cruel. Se o reconhecimento, o agradecimento ou o elogio vierem, estaremos lucrando. Não espere gestos de bondade do chefe, do colega, do cliente. A gente se frustra menos.

A segunda: “Não se martirize por seus erros”. Viu que errou? Avalie a situação com isenção e busque entender o que você deveria ter feito de diferente. Mas tenha muito cuidado: repetir sempre os mesmos erros sempre é um problema sério. Errar é sadio, errar é humano. Todos nós erramos! Mas que, ao menos, arranjemos erros novos.

A terceira questão: “Zelar para que as coisas funcionem, não somente aquelas pelas quais sou responsável”. Isto vale para tudo, mas principalmente pelos assuntos de trabalho. Não é porque resolver um problema é função de fulano de tal que eu deixarei o pior acontecer no meu setor, na minha empresa ou no meu cliente.

E quarta: “Se quiser ter êxito profissional, tenha mentalidade de dono, mesmo não sendo”. Trabalhar, mesmo que como assalariado ou prestador de serviço não pode ser apenas uma figuração. Trabalhar é produzir, é ver o progresso, é contribuir com a empresa.

Trabalhar é fazer a diferença, independente de reconhecimento, de elogio. Conheço um monte de gente que se arrasta para, apenas, cumprir seu horário ou sua função, contando os minutos para chegar o final do expediente ou cumprindo a risca, em segundos, o seu tempo de almoço ou intervalo. Estas pessoas estão “só trabalhando” e dificilmente conseguirão se diferenciar da média.

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Motivação por si só não basta. O que importa é a disciplina!

Uma frase muito oportuna para o momento que estamos vivendo é da psicóloga americana Augusta F. Kantra: Disciplina é escolher entre o que você quer agora e o que você mais quer.”

A disciplina, ou a falta dela, é um dos maiores entraves da produtividade. Aquele relatório que a gente deixa pra amanhã, aquele projeto que você posterga para entregar, por exemplo. Até o cumprimento daqueles combinados que você, por volume de trabalho ou mesmo interesse, não faz.

Conheço uma penca de indisciplinados crônicos e a existência deles atravanca o resultado de qualquer empresa, pequena, média ou grande.

Portanto, é comum confundirmos motivação com disciplina. Ou seja: se estamos desmotivados ou desgostosos com o trabalho ou com o chefe, “esquecemos” de fazer algumas coisas, ou vamos empurrando com a barriga.

De modo geral, a motivação é um estado mental ou emocional particular que impulsiona um indivíduo a realizar suas tarefas.

Não só pra mim como pra diversos especialistas, isso está completamente invertido, porque mais importante do que trabalhar motivado, é ter disciplina. É a disciplina que traz recompensas e evolução na carreira ou na empresa. Ser motivado e alegre por si só não é o bastante.

Profissional disciplinado é aquele que separa o funcionamento externo dos sentimentos e mudanças de humor e entrega o que lhe é pedido.

A ausência de disciplina gera uma série de “muletas”, que é como chamo as justificativas para não entrega de alguma demanda. E aja criatividade pra inventar tanta “muleta” assim…

Motivação por si só não basta. O que conta é a disciplina. Você é disciplinado?

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Cuidado com as críticas dos papagaios

Lembro bem de uma situação muito curiosa. Eu devia ter uns 15 anos quando uma namoradinha me disse que eu “seria mais bonito se tivesse um nariz mais fino”. Por um tempo aquilo ficou martelando na minha cabeça.  Depois felizmente eu desencanei. Mas não esqueci, tanto que estou aqui compartilhando esta história com você.

Olha, eu sempre acreditei que receber um feedback pode mudar o futuro de nossas carreiras, seja ele positivo ou negativo.

Mas devemos ter um cuidado enorme com as críticas, principalmente aquelas vindas de pessoas que não têm qualquer qualificação para criticar a gente. São na verdade, papagaios. E o mundo está cheio deles!  No caso daquela minha namorada, ela era uma especialista em nariz? Era especializada em design de rosto?

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As armadilhas que impedem nosso crescimento

Existem dezenas de armadilhas que impedem o nosso crescimento no trabalho, e porque não dizer, na vida também. Hoje eu destaco duas delas, que acabei de presenciar em uma mesma pessoa.

Primeiramente, SER INTOLERANTE OU INFLEXÍVEL é um problemão. O velho e bom jogo de cintura é indispensável no trabalho, principalmente em relação aos colegas, clientes e gestores. Os donos da verdade, geralmente, têm vida curta nas empresas. São os relacionamentos e as atitudes que impulsionam ou sabotam as carreiras.

Outro comportamento que presenciei na mesma pessoa é: ficar esperando uma ordem ou orientação para executar suas tarefas. Da mesma forma forma, quando cobrado, o profissional fala  “não fiz por que fulano não me falou que era para fazer” ou qualquer outra maldita afirmação do gênero.

O objetivo de um profissional – independente do cargo, ramo ou empresa que atua – deve ser sempre entregar resultados e jogar para ganhar. E nunca “apenas para cumprir tabela” -, parafraseando o mundo do Futebol – e no caso do trabalho, apenas para cumprir horários.

Em conclusão, você se enxerga nesse texto e sente que precisa de um UP na sua vida comercial?

Conheça o VENDAS DE ALTO IMPACTO!

Todos os detalhes do treinamento “Vendas de Alto Impacto”, que é destinado a empresários, profissionais liberais, representantes comerciais e todo mundo que precisa melhorar resultados de vendas estão aqui.

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Resumindo… #BóraVoar!

Maneiras para se manter confiante

A palavra “confiança” vem do latim e significa “acreditar plenamente”. Uma pessoa confiante é aquela que acredita na própria capacidade e usa essa força para impulsionar sua vida pessoal e profissional.

Mas tem muita gente que não tem confiança em si próprio e os motivos podem ser muitos, como a crise e a falta de emprego ou a falta de oportunidades de crescimento. Para driblar esse sentimento e se tornar uma pessoa mais segura de si, existem algumas práticas que você pode passar a adotar.

Primeiro, não se decepcione com seus fracassos.

Eles são valiosos no caminho para o sucesso. Meus amigos psicólogos dizem que o fracasso é uma poderosa ferramenta de aprendizagem porque força você até o limite e testa sua perseverança.

Pare para pensar nas pequenas escolhas que você faz diariamente e que deram certo.

Vale pra tudo, até para aquele restaurante novo que você comeu e gostou ou a maneira acertada que você resolveu alguma discussão em casa. No trabalho, se lembre das pequenas conquistas como entregar um relatório no prazo ou não se atrasar para uma reunião. Isso vai servir de combustível para que você se mantenha firme na trilha para sucessos maiores.

Se livre de pensamentos negativos e entenda em quais áreas da sua vida você é mais confiante.

Pode ser que você não fique confortável falando em público, mas que você seja ótimo para falar em reuniões menores. Ninguém é confiante em tudo e quem diz que é com certeza está mentindo…

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Você é um profissional acomodado?

Com o passar dos anos, existem dois caminhos na vida de um profissional. O primeiro é voltado para o crescimento de sua carreira. É aquele onde a pessoa se dedica para o alcance de seu crescimento, empreendendo todos os esforços para entregar um bom trabalho, independente de horários e sacrifícios.

O segundo caminho atende pelo nome de comodismo (*cruzes*). Ou estagnação, como você preferir. É aquele caminho em que a pessoa simplesmente fica estática, sem apresentar qualquer reação diante dos fatos sejam eles positivos ou negativos. É aquele em que a pessoa só reclama e não faz nada para mudar…

Com o mercado se transformando a cada minuto, o comodismo se transformou em um problema crônico para as carreiras. E quem não acompanha a evolução da espécie e passa a ser um mero figurante corporativo será engolido por alguém mais veloz.

Quer saber se você é um profissional acomodado? Responda estas três questões:

  • Você reclama mais de 2 vezes por semana de sua empresa, do seu patrão ou do seu salário?
  • Reiteradamente você acha que faz demais por sua empresa e não é reconhecido?
  • Você se acha autossuficiente?

Eu entendo o seguinte: quem reclama pelo menos 2 vezes por semana sobre algo que considera ruim na sua empresa, nas ações do chefe, do trabalho ou do ambiente, está se acomodando. É!

Não é errado querer o melhor, e nem se considerar o melhor. Mas ficar anos reclamando de tudo em uma única empresa é sinal de comodismo, pois geralmente a reclamação vêm acompanhada por um parceiro de nome composto chamado “não fazer nada para mudar”.

Não confunda o que estou dizendo: reclamações seguidas por propostas reais de melhoria é algo totalmente diferente…

Voltar para casa todos os dias com a animação da primeira vez é difícil. Mas manter a chama da motivação, da garra e da determinação acesa forja a evolução daquele que vai vencer no mercado de trabalho e trilhar um caminho de sucesso.

Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio. Quem não quer fazer nada, inventa um monte de desculpas.

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Faça parte da solução e não do problema!

Embora não existam pesquisas sobre o assunto, é possível dizer que, em geral, 90% dos funcionários de uma empresa são medianos e somente 10% fazem a diferença.

Ou seja, a quase totalidade cumpre rotinas burocráticas e são cumpridores, quando muito, de suas tarefas, horários e atribuições.

São pessoas que vão para o trabalho com o corpo mas deixam seus corações do lado de fora.

Qual seria o resultado de uma empresa se esta conta fosse invertida, que a grande maioria fizesse a diferença, que atendesse um cliente com vontade de resolver, que se comprometesse de verdade com a qualidade do seu trabalho, que fosse prestativa, que fizesse do seu trabalho muito mais do que uma tarefa?

Se você é gestor ou empresário, desenvolva ações para disseminar a iniciativa de fazer, de ser uma solução e não um problema. Combata o corpo mole com exemplos de gente bem sucedida, com a projeção de onde a empresa estaria se a maioria fosse engajada de verdade.

Tem muito colaborador que acha que fazer o básico é suficiente para a empresa ser competitiva e garantir o seu emprego.

Tremendo ERRO!

Pessoas comprometidas ajudam a empresa a aumentar a receita,  ajudam um colega a resolver algo importante, estão sempre melhorando as atividades que o rodeiam, geram ideias que diminuem custos e reduzem o tempo gasto em uma atividade.

Faça parte da solução e não do problema! 

O que fazer para ter sucesso?

Muita, mas muita gente mesmo, me pergunta o que fazer para ter sucesso na carreira ou na empresa. E eu sempre respondo que não existe uma fórmula, uma receita ou uma mágica.

Em geral, profissionais ou empresários que dão certo são aqueles que executam tudo aquilo que pensam. Sim! São pessoas que entenderam que, tão importante quanto ter uma ideia, é colocá-la em prática. Eles valorizam a execução tanto quanto a geração de uma nova ideia.

Outra coisa: as pessoas mais bem sucedidas que conheço, ao contrário do que a maioria pensa, não são grandes tomadores de risco. O que os incomoda, na verdade, não é perder dinheiro, mas sim perder o bonde e não fazer parte do futuro dos negócios. E isso não quer dizer que eles saem por aí investindo (ou gastando) a torto e a direito!

As pessoas mais bem sucedidas que eu conheço não se incomodam de arriscar algum dinheiro, o que eles não querem é arriscar perder uma boa oportunidade. 

Outra característica muito comum: pessoas bem sucedidas não são lobos solitários. Eles só conseguem chegar a resultados exuberantes porque sabem construir e trabalhar com equipes. E sabem da importância de dividir tarefas e contar com um grupo de pessoas que possa ajudá-los a colocar suas ideias mirabolantes em prática. Será que não tá faltando isso pra você?

É claro que existem muitos outros perfis. Quando o assunto é sucesso, todos tem vez: os conservadores, os inovadores, os modernos, os criativos. A diferença esta também na persistência, no foco e na inovação. Nada além disso.

Em busca da produtividade perdida

Júlia escreve: “ultimamente tenho me sentido muito distraída e desfocada no trabalho. Não tenho entregue minhas tarefas dentro do prazo e nem tenho dado conta de tudo que tenho que fazer. Alguma ideia para que eu volte a ser pelo menos 50% da profissional produtiva que eu era há 1 ou 2 anos atrás?”.

Júlia, este tipo de sentimento tem crescido de forma avassaladora em profissionais dos mais variados tipos de empresas. Talvez pela profusão dos gadgets, talvez pela quantidade de tarefas e informações que crescem a cada instante, talvez pela escravidão tecnológica… Veja minhas ideias para minimizar o seu problema (Continue lendo…).

Possivelmente Júlia está se transformando em uma  distraída compulsiva.

Navegar na internet, respondendo uma mensagem de texto, lembrar de uma tarefa não concluída enquanto você está no meio de uma outra tarefa… Tudo isso te ajuda a desfocar. Não há produtividade que resista a interrupções frequentes. Principalmente quando nós permitimos tais interrupções. Coloque as suas distrações no modo avião, feche-se ao mundo e se concentre por um período de tempo definido até concluir a tarefa ou ao menos uma parte dela.

Provavelmente Júlia deixa o trabalho mais importante para mais tarde.

O ideal é realizar as tarefas mais importantes logo no início de seu expediente, antes que você atinja a fadiga cerebral. Não guarde as suas tarefas mais difíceis ou mais importantes para “mais tarde”.

E como todos, provável que Júlia esteja trabalhando na condição multitarefa, aquela em que a gente tem que fazer de tudo um pouco.

Você pode ate ser bom em varias frentes, mas não quer dizer que será bom para sempre.

Estudos têm mostrado que um profissionais multitarefas reduzem a quantidade de memória de curto prazo. Com o tempo, isso reduz a  quantidade de memória a longo prazo também. Ser Multitarefa faz com que você perca detalhes importantes, e isso, claro nos leva a erros. Minha dica é: ignorar o malabarismo e se concentre em fazer uma coisa de cada vez.

Boa sorte nesta jornada!

Quanto mais eu trabalho mais sorte eu tenho

A cada dia, tenho mais convicção na frase “quando mais eu trabalho mais sorte eu tenho”. Sabe por que? Porque não é sempre que o sucesso vem fácil. Na maior parte das vezes, ele só dá as caras depois de muito esforço e muitas tentativas fracassadas. A regra é bem ilustrada por uma frase de Winston Churchill: o sucesso é ir de fracasso em fracasso sem perder entusiasmo”.

Temos inúmeros exemplos de pessoas que se deram bem na vida – mas não sem antes passar por bons bocados.

A primeira vez que o ator Harisson Ford apareceu no cinema foi para fazer um pequeno papel em “O Ladrão Conquistador”, de 1966. Da estreia, no entanto, não vieram grandes oportunidades para o ator. Com uma esposa e dois filhos para manter, ele largou tudo, em 1970, para se tornar carpinteiro – uma profissão que ele julgava mais estável financeiramente.

Coincidência ou não, Ford começou a construir gabinetes para o cenário de “Loucuras de Verão”, filme dirigido por George Lucas, em 1973. O contato com o diretor lhe rendeu uma participação no longa e, mais para a frente, um importante papel em “Guerra nas Estrelas”. Conhecido também por sua atuação em Indiana Jones e Blade Runner, o artista possui, hoje, dois recordes hollywoodianos no Guinnes Book: o de ator que gerou o maior lucro de bilheteria e o de ator com mais filmes que ultrapassaram a marca de US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos.

Mas esteja certo: para ser, precisamos muito mais do que estar no lugar certo, na hora certa. Precisamos de dedicação, ousadia e inovação. A sorte favorece a mente bem preparada. 

 

 

Aceita que dói menos…

Aceita que doi menos - Batman - Robin - Diego Maia

Um comportamento maligno no ambiente corporativo é quando o profissional rejeita feedbacks. Ou quando um colega, ou o líder, ou o cliente fala: “Fulano, você precisa melhorar isto ou aquilo”. E o camarada responde: “É. Eu sei”. Mas não age para mudar.

Quando encontro esta situação tenho a maior vontade de perguntar: “Se sabe, por que não faz?

Receber feedbacks é um instrumento valioso para a melhoria de nossa performance. Ele nos permite saber o que ocorreu bem e o que precisa ser melhorado. Sem feedback – ou melhor, sem acatar os feedbacks – desenvolvemos maus hábitos que reduzem tanto a nossa eficácia, quanto a nossa eficiência. 

Você pode se achar inteligente demais, auto-suficiente, que consegue fazer tudo sozinho…. Só não pode achar que sabe de tudo, porque quando isto começa a acontecer, é sinal de que – no fundo, no fundo, não sabe de nada.

Todos nós podemos fazer melhor, e para melhorar precisamos de feedbacks.

Se seu gestor não tem este hábito, pergunte a ele no que você pode melhorar. Este é mais um caminho incrível para o sucesso profissional e pessoal.