Ser otimista na dificuldade reduz o mal a metade

Uma frase atribuída ao cantor americano Bob Dylan diz assim: “Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite, e nesse meio tempo faz o que gosta”.

E olha, concordo com ele! A gente passa a maior parte do nosso tempo útil trabalhando. A gente quando vai pra casa, pensa no trabalho e com a tecnologia evoluída do jeito que está trabalha até deitado na cama, pelo smartphone ou tablet.

Acho que só gostar do que faz não basta. A gente tem que curtir muito, ir todos os dias para o trabalho com a mesma sensação, com o mesmo entusiasmo do primeiro dia.

Quando este entusiasmo e esta paixão deixam de existir, é hora de partir para outra.

Porque não dá para levar a vida sendo forçado a trabalhar com algo que não gostamos só para pagar as contas no final do mês.

Nenhum trabalho é, por assim dizer, tão ruim que não possamos aguentar. O problema, na maioria das vezes, é a sua ATITUDE perante o trabalho.

Pode ser o trabalho dos sonhos, mas se você é daqueles que posta no Facebook domingo a noite frases como “ai, amanha vai começar tudo de novo, mais um dia de guerra, de batalha….” não tem trabalho que você vai gostar.

Ei sei que os problemas existem, que as situações nunca são bonitas como a gente imagina, que recebemos pressão por todos os lados… mas veja só: ser otimista na dificuldade reduz o mal à metade.

Se você não pode mudar o seu destino, não ganhou na mega sena ou não tirou a sorte grande, tente ao menos mudar a sua atitude perante o trabalho – seja ele qual for.

Vai fazer um bem danado para você, para sua família, para os seus colegas, para o seu chefe e para a sua empresa.

O comprometimento e a mentira

Hoje quem escreveu foi a Irene. Ela diz que sempre escuta meus comentários na MPB FM (como você sabe, estou no ar de segunda a sexta às 8h e 14h). Ela é sócia de uma empresa de pequeno porte, e pede minha opinião a respeito de algo que é corriqueiro na maioria das empresas.

Irene tem um funcionário que acredita valer a pena mantê-lo na empresa, mas se depara com o mesmo mentindo com muita frequência. É o Pinóquio corporativo! Seu sócio quer que ela o demita, mas Irene tem dúvidas, pois pode estar perdendo alguém que é comprometido. O que fazer?

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Independente de identificar se as mentiras proferidas pelo funcionário são do tipo “obsessiva-compulsiva“, características que classificariam este hábito como uma patologia, penso ser importante identificar a profundidade destas mentiras.

Em geral, eu propago a ideia de que no ambiente corporativo a grande máxima deve ser NÃO OMITIR e NUNCA MENTIR (em vendas, então, isto é vital).

Mas tem gente que mente por baixa estima, por não acreditar na verdade, ou mesmo por vergonha.

Numa outra análise, mentira corporativa é um dos fatores que mostram falta de compromisso e, por isso, eu abriria mão da pessoa. Conheço pessoas que já “internaram a mãe” dezenas de vezes, justificando seus atrasos e faltas constantes. Por menor que seja, é uma mentira!

O que você precisa é avaliar friamente até onde isso pode ir. Porque tentar mudar a pessoa pode ser doloroso, desgastante e pode não surtir efeito.

As pessoas são diferentes e é um erro querer que todas pensem a ajam como você agiria. O grande segredo é trabalhar o melhor possível com as peças que temos nas mãos. Mas se o colaborador mente e não entrega resultados ainda por cima, faz o seguinte: promova-o. Só que para a concorrência. Com carta de recomendação e tudo!

Pense nisso e adicione no Twitter clicando aqui. 

Você é bom de resultados ou bom de desculpas?

Olha, esta afirmação eu sempre faço em minhas palestras e, num primeiro momento, causa choque, num segundo reflexão. Eu entendo que existem dois tipos de profissionais. Os bons de resultados e os bons de desculpas.

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