Crescer ou ficar pequeno é uma questão de decisão.

Carla é ouvinte assídua do meu programa de rádio e escreveu uma linda mensagem contando seu atual momento.

É empresária do ramo de beleza e bem-estar e montou, há sete anos, a empresa que sempre sonhou. Ela fatura o que projetou para se manter e crescer. Tem 30 funcionários mas confessa estar se perdendo na gestão do negócio, principalmente na parte burocrática, administrativa e contábil.

A empresa tem crescido e Carla está ciente de que quando uma empresa cresce e envelhece, crescem juntos os problemas, as dificuldades, a burocracia, por exemplo. Além das obrigações trabalhistas, passivos, certidões, dezenas de órgãos reguladores… é surreal a quantidade de obrigações que precisamos cumprir pra manter uma empresa dentro da lei. Confira meus comentários…

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Como mudar a cultura organizacional?

Um dos maiores laboratórios farmacêuticos do mundo me contratou e ministrei uma palestra sobre tendências e mudanças para o seu lindo time. Já falei inúmeras vezes sobre o tema em palestras, treinamentos, no meu programa de rádio e aqui no Blog.

Esta importante indústria tem passado por um estruturado processo de mudanças e a equipe precisa se engajar na causa para que coisas boas possam acontecer.

Muita gente, lá nesta empresa e provavelmente aí do seu lado, vê a mudança organizacional como algo ruim. A maioria dos profissionais é reativa e resistente a tal ponto que entra em rota de colisão com o sucesso.

MUDANÇA é única certeza que se tem na projeção do futuro das organizações. E é importante saber que ninguém – um diretor, um empresário ou um gerente, muda um processo por gosto, muda por necessidade! Uma reestruturação é estipulada porque as empresas precisam sair do lugar onde está para ir para um lugar melhor!

Ou seja: mudanças são inevitáveis e este cenário exige gente com níveis elevados de:

  • Confiança no destino;
  • Competência pra encarar as dificuldades;
  • Maturidade pra não balançar;
  • Relacionamento entre todos, porque remar junto é vital; e
  • Atitude positiva.

Porque se a equipe não tiver isso tudo, junto e misturado, o processo de transformação simplesmente NÃO FUNCIONA!

Eu adoro distinguir as diferenças entre MUDAR e EVOLUIR;  prefiro ficar com a segunda opção, sempre. E você?

Diante de um cenário instável, ser um profissional bom de resultados ou uma pessoa boa de desculpas é uma questão pura de escolha.

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#BóraVoar

A importância dos detalhes

Posso dizer que sou uma pessoa perfeccionista. Fico muito chateado quando as coisas não são feitas ou não saem como projetado, seja na escala macro ou micro.

Fico assustado como as pessoas não se atentam aos detalhes das suas tarefas e ações.

Me impressiona o fato de as pessoas entregarem somente o que lhes é pedido, quando entregam. Penso que aí estão dois dos grandes segredos para o sucesso pessoal, profissional e empresarial.

Detalhes fazem toda a diferença. Seja num relatório simples ou numa estratégia de marketing. Num atendimento telefônico ou numa proposta enviada por e-mail.

O universo corporativo seria muito melhor se as pessoas entregassem suas demandas no custo e no prazo; sem que tenham de ser pressionadas ou cobradas por isso.

Seria perfeito se as pessoas fossem imbuídas em fazer a diferença, em entregar o serviço proposto com um plus, com um adicional, com uma diferenciação.

Falei disso na ultima edição da Imersão para Empresários que ministro frequentemente em vários estados brasileiros. Um empresário já estabelecido levantou o braço e falou: “Caramba, Diego! Estou atrás de pessoas que pelo menos façam aquilo que elas são pagas para fazer! E você esta ai dizendo em ter pessoas que façam além?”…

Respondi brincando que “sonhar não custa nada”, mas tenho absoluta convicção de que essas pessoas (diferenciadas) existem. Sei que elas estão bem empregadas ou estão empregando. Sei também que é um paradoxo incrível para a maioria dos empresários o ato de treinar, desenvolver e remunerar melhor as pessoas.

Logo lembrei de um ditado popular, que diz assim:  “melhor segurar um cavalo acelerado do que empurrar uma mula mansa.”

Pense nisso na hora de recrutar, de dar feedbacks, promover, incentivar ou desligar alguém de sua equipe.

Leia também: Três passos para estimular sua equipe

Ser otimista na dificuldade reduz o mal a metade

Uma frase atribuída ao cantor americano Bob Dylan diz assim: “Um homem é um sucesso se pula da cama de manhã e vai dormir à noite, e nesse meio tempo faz o que gosta”.

E olha, concordo com ele! A gente passa a maior parte do nosso tempo útil trabalhando. A gente quando vai pra casa, pensa no trabalho e com a tecnologia evoluída do jeito que está trabalha até deitado na cama, pelo smartphone ou tablet.

Acho que só gostar do que faz não basta. A gente tem que curtir muito, ir todos os dias para o trabalho com a mesma sensação, com o mesmo entusiasmo do primeiro dia.

Quando este entusiasmo e esta paixão deixam de existir, é hora de partir para outra.

Porque não dá para levar a vida sendo forçado a trabalhar com algo que não gostamos só para pagar as contas no final do mês.

Nenhum trabalho é, por assim dizer, tão ruim que não possamos aguentar. O problema, na maioria das vezes, é a sua ATITUDE perante o trabalho.

Pode ser o trabalho dos sonhos, mas se você é daqueles que posta no Facebook domingo a noite frases como “ai, amanha vai começar tudo de novo, mais um dia de guerra, de batalha….” não tem trabalho que você vai gostar.

Ei sei que os problemas existem, que as situações nunca são bonitas como a gente imagina, que recebemos pressão por todos os lados… mas veja só: ser otimista na dificuldade reduz o mal à metade.

Se você não pode mudar o seu destino, não ganhou na mega sena ou não tirou a sorte grande, tente ao menos mudar a sua atitude perante o trabalho – seja ele qual for.

Vai fazer um bem danado para você, para sua família, para os seus colegas, para o seu chefe e para a sua empresa.

Faça parte da solução e não do problema!

Embora não existam pesquisas sobre o assunto, é possível dizer que, em geral, 90% dos funcionários de uma empresa são medianos e somente 10% fazem a diferença.

Ou seja, a quase totalidade cumpre rotinas burocráticas e são cumpridores, quando muito, de suas tarefas, horários e atribuições.

São pessoas que vão para o trabalho com o corpo mas deixam seus corações do lado de fora.

Qual seria o resultado de uma empresa se esta conta fosse invertida, que a grande maioria fizesse a diferença, que atendesse um cliente com vontade de resolver, que se comprometesse de verdade com a qualidade do seu trabalho, que fosse prestativa, que fizesse do seu trabalho muito mais do que uma tarefa?

Se você é gestor ou empresário, desenvolva ações para disseminar a iniciativa de fazer, de ser uma solução e não um problema. Combata o corpo mole com exemplos de gente bem sucedida, com a projeção de onde a empresa estaria se a maioria fosse engajada de verdade.

Tem muito colaborador que acha que fazer o básico é suficiente para a empresa ser competitiva e garantir o seu emprego.

Tremendo ERRO!

Pessoas comprometidas ajudam a empresa a aumentar a receita,  ajudam um colega a resolver algo importante, estão sempre melhorando as atividades que o rodeiam, geram ideias que diminuem custos e reduzem o tempo gasto em uma atividade.

Faça parte da solução e não do problema! 

O destino não privilegia os covardes

Existe um momento crítico na vida de todas as pessoas: é quando o medo de perder é maior que a vontade de ganhar.

Isso vale pra todos: pro contador, pro vendedor, pro médico, até pro adestrador de cães. Pro funcionário e pro empresário!

É claro que o frio na barriga diante de uma situação nova vai existir; é claro que todas as pessoas bem sucedidas  em algum momento de suas vidas sentiram (e sentem!) medo. Mas quando o medo nos imobiliza, a situação se complica. Continue lendo e confira esta super reflexão!

Maria Eduarda escreveu falando que está muito receosa com o futuro do Brasil. Estava pensando em ampliar sua gráfica, empresa que herdou do pai há alguns anos e teve um bom sucesso. Mas agora não sabe o que fazer. Se espera, se anda pra trás ou se vai pra frente.

O momento que vivemos, para pequenos e médios empresários, é oportuno para aproveitar as oportunidades, mas claro, com cautela. Muita gente fatura quando a concorrência fica desanimada.

Para surfar uma boa onda em períodos turbulentos, se fazem necessários:

1 – Um planejamento detalhado com plano B e C.

2 – Ousadia para fazer coisas diferentes, pois fazer tudo igual vai lhe trazer, na melhor das hipóteses, os mesmos resultados que você mantém hoje.

3 –  uma boa dose de inovação, sem moderação. Pense assim: se você fosse cliente da sua empresa, o que você gostaria de receber?

Por fim, acredite Maria Eduarda: o destino não privilegia os covardes. Mas, sim, aqueles que sabem aproveitar as oportunidades, que mesmo em períodos turbulentos, são muitas e verdadeiras.

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Em busca da produtividade perdida

Júlia escreve: “ultimamente tenho me sentido muito distraída e desfocada no trabalho. Não tenho entregue minhas tarefas dentro do prazo e nem tenho dado conta de tudo que tenho que fazer. Alguma ideia para que eu volte a ser pelo menos 50% da profissional produtiva que eu era há 1 ou 2 anos atrás?”.

Júlia, este tipo de sentimento tem crescido de forma avassaladora em profissionais dos mais variados tipos de empresas. Talvez pela profusão dos gadgets, talvez pela quantidade de tarefas e informações que crescem a cada instante, talvez pela escravidão tecnológica… Veja minhas ideias para minimizar o seu problema (Continue lendo…).

Possivelmente Júlia está se transformando em uma  distraída compulsiva.

Navegar na internet, respondendo uma mensagem de texto, lembrar de uma tarefa não concluída enquanto você está no meio de uma outra tarefa… Tudo isso te ajuda a desfocar. Não há produtividade que resista a interrupções frequentes. Principalmente quando nós permitimos tais interrupções. Coloque as suas distrações no modo avião, feche-se ao mundo e se concentre por um período de tempo definido até concluir a tarefa ou ao menos uma parte dela.

Provavelmente Júlia deixa o trabalho mais importante para mais tarde.

O ideal é realizar as tarefas mais importantes logo no início de seu expediente, antes que você atinja a fadiga cerebral. Não guarde as suas tarefas mais difíceis ou mais importantes para “mais tarde”.

E como todos, provável que Júlia esteja trabalhando na condição multitarefa, aquela em que a gente tem que fazer de tudo um pouco.

Você pode ate ser bom em varias frentes, mas não quer dizer que será bom para sempre.

Estudos têm mostrado que um profissionais multitarefas reduzem a quantidade de memória de curto prazo. Com o tempo, isso reduz a  quantidade de memória a longo prazo também. Ser Multitarefa faz com que você perca detalhes importantes, e isso, claro nos leva a erros. Minha dica é: ignorar o malabarismo e se concentre em fazer uma coisa de cada vez.

Boa sorte nesta jornada!

Quais os diferenciais para o sucesso profissional?

Quais os diferenciais para o sucesso profissional?

Guimarães, nome fictício para um ouvinte que não deseja ser identificado, escreveu um longo e-mail comentando um pouco de suas aventuras no mundo empresarial. Já trabalhou em diversos ramos, com diversos cargos. Hoje, trabalha no departamento de projetos de uma multinacional que fabrica e comercializa produtos de consumo.

Ao final do texto, ele pede ideias para se tornar um profissional melhor. Guimarães finaliza deixando claro que este é o seu foco diário. Confira minhas dicas…

Olha, existem dois ativos profissionais que podem garantir um destaque significativo em toda e qualquer carreira.

O primeiro deles, é ser INFORMADO. Ou melhor, ser muito bem informado.

Leia também: Elimine os hábitos corrosivos

  • Qual é a história do seu ramo de atuação?
  • Da sua empresa?
  • Como se comporta o cliente dela?
  • O que está acontecendo agora com o seu setor, diante deste período turbulento que estamos atravessando?

Guimarães, nunca pare de aprender! Devore livros, manuais e reportagens sobre o segmento. Antes que você perceba, será um especialista.

O segundo ativo é ser PRÓ-ATIVO Até rimou!

Leia também: Exemplos de resiliência

Esta é a melhor maneira de permanecer à frente da concorrência e da ofensiva de colegas que jogam contra. Identificou um problema: não se faça de rogado. Não terceirize a solução, busque-a você mesmo.

Seja um solucionador de problemas, independente do seu cargo e lista de responsabilidades. Sua carreira, no futuro, agradecerá.

Astus Medical contrata Diego Maia para sua Convenção de Líderes

Primeira empresa brasileira a desenvolver equipamentos de vídeo laparoscopia com tecnologia digital, a Astus Medical Technology atua em todo o Brasil comercializando produtos e serviços para médicos, clínicas e hospitais.

Por conta de seu arrojado plano de expansão e crescimento, confiou a Diego Maia e ao time do CDPV a capacitação de toda sua força de vendas.

A primeira ação aconteceu esta semana na capital de São Paulo, onde reuniu suas lideranças comerciais e técnicas. O programa de treinamento aplicado foi a “MasterClass de Vendas”, com carga horária de 8 horas presenciais.

“Que dia fantástico repleto de informações, motivações, diferenciais, oportunidades de negócios e inovações em como se tornar um grande profissional de vendas, ou melhor, um grande vendedor! Agradeço ao Diego Maia pelo dia e pela troca de experiências. Com certeza ele mudou minha vida profissional!”, declarou Gabriele Gonçalves, gerente de desenvolvimento de negócios da Astus Medical.

Já para Helio Nakayama, gerente de Supply Chain da Astus Medical, o conteúdo da MasterClass “foi estimulante, atual, provocador e encorajador”.

A MasterClass apresentou conteúdo exclusivo, dinâmico e interativo, que é facilmente entendido e adaptado para qualquer setor. Os participantes tiveram acesso a dezenas de práticas e ferramentas que podem ser integradas no dia a dia do trabalho. E sem dúvidas, servirão para atingir a desafiadora meta vendas da Companhia.

Para a assistente de vendas, Caroline Gonçalves, a MasterClass de Vendas com Diego Maia foi nota 10: “Foi um dia incrível, onde aprendi varias táticas para o ramo de vendas, sou muita grata por ter presenciado este momento mágico. Uma experiência que vou levar pra vida!”.

Leia também – Diego Maia realiza convenção de vendas Labor-Med.

A apresentação mesclou os ganchos de conteúdo desenvolvidos e aplicados pelo CDPV: Mente Próspera (onde executamos a renovação do mindset dos profissionais), Prospecção de Clientes (apresentando ferramentas visionárias que permitem localizar todos os dados dos potenciais clientes), Negociação de Alto Impacto (fornecendo mecanismos de persuasão facilmente compreendidos) e NeuroVendas (apresentando os mais poderosos gatilhos mentais que ajudam a converter “não” em “sim”).

Faça como a Astus Medical e contrate os mais revolucionários treinamentos de vendas do país. Fale-nos sobre sua demanda aqui.

As crenças limitadoras

As crenças limitadoras

Era uma roda de empreendedores, um papo, com cerca de vinte homens e mulheres bem sucedidos. O assunto girava em torno das crenças negativas e limitadoras que muitas pessoas recebem ao longo de suas vidas, principalmente na infância.

Leia também: Três armadilhas muito comuns que afetam a produtividade

São crenças e afirmações que inibem o pensamento criativo, o empreendedorismo e a luta para mudar sua condição de vida. E diversas crenças começaram a ser citadas. Numa conversa descontraída, olha só o que eu ouvi:

Leia também: Três passos para estimular sua equipe

  • É melhor ser pobre e ter saúde do que ser rico e enfermo.
  • Nasceu pobre, morre pobre.
  • O sujeito é “podre de rico” – frase que reforça a união do ruim (podre) com a riqueza material. Quem quer ser podre?
  • Quem nasceu pra cavalo nunca vai ser São Jorge.
  • Viva cada dia como se fosse o último. E assim deixamos de lado o planejamento e a visão de futuro. E, no fim da vida profissional, encontramos uma legião de pessoas que viveram desta forma e dependem do INSS para sobreviver.

Não conseguirei com este comentário mudar a cultura da nossa sociedade. Mas se eu conseguir chamar a atenção das pessoas para a “Grande Verdade”, já me darei por satisfeito.

Quer saber qual é essa “Grande Verdade”?

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