Como administrar um restaurante

Verão! Para muitos isso representa férias. Pra outros, é agora que tudo faz sentido.

Márcia tem um pequeno restaurante em SAQUAREMA, região dos Lagos do Rio de Janeiro. E agora é a hora de faturar: na alta temporada o restaurante fica pequeno para a quantidade de clientes.

Ela adora cozinhar e seus clientes adoram os temperos; faz tudo com muito carinho. Seu maior desespero é não conseguir administrar: nesta seara, já fez de tudo e sempre acaba se perdendo. Continue lendo…

Costumeiramente ela confunde as despesas da casa com as do restaurante e é aí que mora seu desespero: frequentemente não tem dinheiro em caixa para capital de giro.

Márcia está pensando em alguns pontos:

– arrumar uma outra renda para suprir a necessidade da casa sem afetar o restaurante;

– arrumar um sócio capitalista e com experiência no ramo.

Márcia já pensou inúmeras vezes em desistir. Mas agora está decidida: vai arrumar de vez essa bagunça custe o que custar.

Como chegou a alta temporada,  praticamente você não vai conseguir estruturar todo o planejamento de sua empresa. Mas é agora que você tem que precificar seus produtos pensando na baixa temporada. Quanto você precisa faturar neste período para compensar todo o ano? 

Bacana também pensar em comercializar produtos com valor agregado, como sobremesas especiais e sorvetes artesanais. E, quem sabe, souvenirs, pequenos presentes?

Na baixa temporada uma boa pedida é elaborar festivais temáticos, tipo festival de peixe, festival de foundie, degustação de vinhos…

No mais, é isso ai. Trabalhe para separar as contas pessoais das contas da empresa. Elas não podem se comunicar. E lembre sempre que sem planejamento, todo lucro é ficção. 

A Força do interior!

Nesta primeira semana útil de janeiro, tive a feliz oportunidade de realizar uma espécie de “Kick Off” (uma espécie de pontapé inicial do ano) para a bela rede TINTAS 1000, tradicional cadeia de lojas de tintas (e futuramente de ferramentas também) muito bem estabelecida em cidades da região dos Lagos do Rio de Janeiro, mais precisamente em Saquarema e Araruama (em breve, em Iguaba Grande).

Sou frequentador a lazer desta região do estado do RJ e sempre que passo por lá estou com olhos de viajeiro. Desta vez, vi uma Bacaxá (centro comercial do município de Saquarema, onde a convenção foi realizada) “nervosa”, pujante, cheia. Comércio a todo vapor e de todos os tipos. Nos últimos 10 anos cresceu com uma força inimaginável!

Para mim e para a equipe do CDPV é uma grande satisfação contribuir com o crescimento de empresas que entendem que investir em investir em gente não é apenas “um possível caminho”. Mas, sim, “O” Caminho.

Não é ponto, não é tecnologia, não produto que faz uma empresa acontecer. É claro que estes itens são importantíssimos. Mas sem gente qualificada, bem recrutada, treinada e empolgada, nada acontece.

Foi muito bom conhecer pessoas tão encantadoras e engajadas, dispostas a quebrar paradigmas e crescer ainda mais.

É um time jovem e motivado. Estou certo de que estaremos juntos em outras oportunidades.

Para o alto e avante!

Um abraço do amigo…

Diego Maia 

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