Por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras?

Você saberia responder por que algumas pessoas são mais bem-sucedidas do que outras?

Deixando de lado o quesito “sorte”, há realmente apenas duas explicações para o sucesso: talento e esforço. 

  • Talento diz respeito às capacidades, habilidades e conhecimentos que determinam o que uma pessoa pode fazer. 
  • Esforço diz respeito ao grau de intensidade em que a pessoa se dedica aos seus projetos e metas.

O trabalho duro ajuda as pessoas a compensar níveis mais baixos de talento, mas elas precisam estar cientes de suas limitações. 

Eu sempre prefiro contratar uma pessoa absolutamente determinada a atingir seus objetivos do que aquela que possui uma boa formação e um currículo bonito, por exemplo.

Depois que falei isto em uma convenção de gerentes e líderes de uma rede de varejo, um profissional me perguntou: “Mas Diego, então empresas devem parar de buscar talentos bem formados?“.

“Não é bem assim”, respondi. Considere o seguinte:

Algumas pessoas talentosas podem fazer uma enorme diferença na vida das empresas.   Em qualquer empresa, elas fazem uma contribuição desproporcional para o resultado final. Também aqui encontramos novamente a Lei de PARETO aplicada, pode conferir. Cerca de 20% dos profissionais são responsáveis por 80% dos resultados. Neste grupo de 20% encontramos tanto os talentosos quanto os esforçados. 

Os problemas começam a surgir quando o talento é superestimado pelos superiores e quando os 80% não produtivos conseguem fazer um peso maior na atmosfera de produtividade da empresa frente aos efetivamente produtivos. Mas estes são assuntos para outro comentário.

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Desbloqueie sua criatividade

Você já se sentiu bloqueado e sem criatividade? Já se sentiu como se você não pudesse resolver até mesmo um problema simples?

Há alguns obstáculos ao pensamento criativo que podem estar te impedindo. A sacada de hoje é mostrar a você como desbloquear suas habilidades! 

  • O primeiro obstáculo ao pensamento criativo é a…

FALTA DE DIREÇÃO

Isto pode estar representado pela falta de metas e objetivos claros. Como diz o ditado, para quem não sabe onde quer chegar, qualquer vento nos leva a qualquer lugar.

É incrível, parece até mágica. Quando seus planos se  tornam absolutamente claros (e por escrito) sobre o que você quer, certamente sua criatividade vem a tona. 

Você imediatamente começar a brilhar com ideias e insights, por exemplo, que ajudam a avançar e melhorar suas habilidades criativas.

  • O segundo obstáculo ao pensamento criativo é o…

Medo do fracasso ou da perda daquilo que você já conquistou.

É o medo de estar errado, de cometer um erro, de perder dinheiro ou tempo. Quando isso acontece, não é a experiência do fracasso que o impede. Provavelmente você falhou inúmeras vezes na vida, entretanto isso não lhe fez nenhum dano permanente.

É a possibilidade de fracasso, em outras palavras, a antecipação do fracasso que paralisa a ação e se torna a principal razão para a falha e erros na resolução dos problemas.

Portanto, LIBERTE SUA CRIATIVIDADE! 

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4 coisas que aprendi muito cedo

Bem no inicio de minha carreira, aprendi quatro coisas que me fizeram um bem danado. Me evitaram frustração, tristeza e, certamente, até depressão.

A primeira delas: “Não esperar reconhecimento, agradecimento ou elogios”. É questão comum: quando a gente acerta nove vezes ninguém elogia, mas quando erra uma, as críticas são fortes. Sim, o mundo é cruel. Se o reconhecimento, o agradecimento ou o elogio vierem, estaremos lucrando. Não espere gestos de bondade do chefe, do colega, do cliente. A gente se frustra menos.

A segunda: “Não se martirize por seus erros”. Viu que errou? Avalie a situação com isenção e busque entender o que você deveria ter feito de diferente. Mas tenha muito cuidado: repetir sempre os mesmos erros sempre é um problema sério. Errar é sadio, errar é humano. Todos nós erramos! Mas que, ao menos, arranjemos erros novos.

A terceira questão: “Zelar para que as coisas funcionem, não somente aquelas pelas quais sou responsável”. Isto vale para tudo, mas principalmente pelos assuntos de trabalho. Não é porque resolver um problema é função de fulano de tal que eu deixarei o pior acontecer no meu setor, na minha empresa ou no meu cliente.

E quarta: “Se quiser ter êxito profissional, tenha mentalidade de dono, mesmo não sendo”. Trabalhar, mesmo que como assalariado ou prestador de serviço não pode ser apenas uma figuração. Trabalhar é produzir, é ver o progresso, é contribuir com a empresa.

Trabalhar é fazer a diferença, independente de reconhecimento, de elogio. Conheço um monte de gente que se arrasta para, apenas, cumprir seu horário ou sua função, contando os minutos para chegar o final do expediente ou cumprindo a risca, em segundos, o seu tempo de almoço ou intervalo. Estas pessoas estão “só trabalhando” e dificilmente conseguirão se diferenciar da média.

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Três perguntas que você deve se fazer todas as manhãs

Antes de começar meu trabalho diário, primeiramente me faço três perguntas. No entanto, as respostas que consigo construir mudam de um dia para o outro; esta tem sido uma ferramenta incrível para superar as barreiras e conquistar. Por isso compartilho contigo esta minha tática pessoal. Confira:

1 – O que precisa ser feito hoje, a fim de alcançar meus objetivos?

Minha proposta é que você identifique suas responsabilidades diárias, tanto as de curto prazo e as de longo prazo e planeje seu dia de acordo com elas. Entender bem a diferença entre tarefas urgentes e importantes é o caminho.

2 – Qual é o meu papel na empresa e como eu posso ampliar minha participação?

Busque entender porque você é importante na sua empresa e como suas contribuições fazem (ou podem fazer) a diferença. Isto lhe permite enxergar claramente a relação de cada esforço ao resultado final da companhia, por mais simples que sejam suas responsabilidades. Isto vale para todos os cargos e perfis, do servente ao presidente. Se você não acredita em seu trabalho e no seu papel dentro da empresa, essa mentalidade negativa vai impulsionar sua produtividade e sua carreira para o buraco.

3 – Tenho domínio sobre as interferências que prejudicam minha produtividade ou as interferências me controlam?

Portanto, repare o quanto as distrações do dia a dia impactam negativamente a sua produtividade. Cada mensagem de Whatsapp lida durante o expediente corrói a sua produtividade. O mesmo vale para aquela expiadela ingênua no Facebook, os cliques contínuos no “enviar e receber” de seu e-mail, aquele papo atravessado com os colegas que nada agregam ao seu propósito…

Leia também: Conheça o treinamento “Vendas de Alto Impacto”

Sugestão para combater estes males:

  • Abra e-mails somente em horas cheias;
  • Whatsapp e Facebook somente na hora de almoço e no final do expediente;
  • Papos somente sobre aquilo que interessa;
  • Cada minuto perdido é um minuto a menos para seu êxito profissional.

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As semelhanças entre as Escolas de Samba e as empresas

O “Maior Espetáculo da Terra” acontece no Rio de Janeiro, na Marquês de Sapucaí.

Você sabe: uma escola de samba do Grupo Especial é composta por pelo menos 3500 pessoas organizadas em mais de 25 alas. Cada ala tem um tema e uma fantasia, mas todos os integrantes devem cantar e dançar com máxima empolgação  e dentro do ritmo.

Não bastasse este mundaréu de gente, a escola tem centenas de percussionistas e pelo menos 6 carros alegóricos. Tudo precisa funcionar de maneira profissional, mas com altas doses de harmonia e equilíbrio.

O objetivo: levantar a avenida, empolgar quem assiste pela TV e, acima de tudo, cativar os julgadores.

Será que existem semelhanças entre os empreendimentos carnavalescos e o dia a dia das empresas e organizações? Existem muitos. Mas também muitas diferenças.

Numa escola de samba o sentimento de “grande família” é evidente. O espírito de união e garra é fortalecido por todos da escola, do menor posto até o presidente.

Todos os membros  se identificam com a escola de samba, todos sentem que a escola é deles. A gente percebe isso na derrota, na perda de um décimo no julgamento e, claro na vitória.

Nas empresas até existe algum nível de comprometimento e paixão, mas em escala muuuuito menor.

Nas escolas de samba tratar bem as pessoas é o objetivo principal do negócio, isto faz com que todos integrantes perdendo ou ganhando, sejam motivados para um novo ano de vitória.

Leia também: Conheça o treinamento “Vendas de Alto Impacto”

Já as empresas confiam, quando muito, apenas no poder motivacional dos incentivos financeiros, deixando de lado a importância do ser humano na conquista de alguma coisa.

E é certamente isto que empaca a produtividade e o crescimento.

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O que cansa não é o trabalho, é o aborrecimento

É comum demais um empresário passar a maior parte do tempo ocupado apagando incêndios. Os problemas surgem de todos os lados : equipes, prazos, clientes, fornecedores, reclamações…  

Parece que todos os problemas exigem atenção imediata, por mais que você não os julgue tão importantes assim. Afinal, você é o empreendedor responsável e certamente quer ver tudo ‘nos conformes’.

Para completar, tudo ou quase tudo chega a você: os funcionários te interrompem toda hora com dúvidas ou informações.

Olha, o que cansa na condução de uma empresa não é o trabalho em si, mas os aborrecimentos.

Como resolver ou minimizar? Eu respondo…

É latente a necessidade de delegação, precedida por preparação dos colaboradores e, claro, um depósito de confiança e autonomia neles.  Os problemas sempre surgem, e você nunca vai conseguir progredir se ficar apenas concentrado neles.

Se um empresário trabalha concentrado em fazer a empresa funcionar, quem é o responsável por fazer a empresa CRESCER?

Por exemplo, delegando tarefas, preparando a equipe e confiando nas pessoas. MAS NÃO ESQUEÇA: É vital uma boa dose de libertação das tarefas menos importantes!

Em conclusão, você se enxerga nesse texto e sente que precisa de um UP na sua vida comercial?

Conheça o VENDAS DE ALTO IMPACTO!

Todos os detalhes do treinamento “Vendas de Alto Impacto”, que é destinado a empresários, profissionais liberais, representantes comerciais e todo mundo que precisa melhorar resultados de vendas estão aqui.

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Como implementar a cultura de vendas

Não importa se, por exemplo, você trabalha numa loja, num escritório de advocacia ou numa fábrica. Da mesma forma que não importa se você trabalha na logística, no RH, no financeiro ou na área de vendas.

Se a empresa não está vendendo como deveria e, consequentemente o negócio não está indo bem, o futuro profissional de todos fica em jogo.

Sempre acreditei que todos numa empresa precisam ajudar, de alguma forma, a empresa a melhorar, a crescer, a vencer. Por que quando isso acontece, certamente todos ganham.

Uma auxiliar de serviços gerais que atende o cliente com aquela simpatia; o setor de logística que resolve todas as emergências com foco na satisfação do cliente; o profissional de vendas que se preocupa em entregar retornos rápidos e eficazes para seus clientes… tudo deve ser feito para agradar o cliente.

O nome disso é CULTURA DE VENDAS. As empresas bem-sucedidas, de forma consciente ou não, trabalham como este propósito: focadas em entregar uma experiência de alto nível para seus clientes. Vamos combinar, né? Não existe aberração maior do que aquela recepcionista mal humorada ou aquele atendente que destrata o cliente.

Acima de tudo: Todos numa empresa são responsáveis pelos resultados, independente do cargo em que ocupam.

Precisa de um auxílio para impulsionar suas vendas? Então conheça o VENDAS DE ALTO IMPACTO!

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Resumindo… #BóraVoar!

Natural Papper contrata o CDPV para treinar sua equipe de vendas


Equipe de Vendas da Natural Papper em sua convenção de vendas com Diego Maia

O Grupo Natural Papper atua há mais de 30 anos no segmento de higiene e limpeza corporativa. Distribui produtos da linha Elite Professional da CMPC Melhoramentos no Estado do Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, MG. Além disso, conta com a qualidade dos produtos da Sevengel, da União e da Mellita, complementando seu portfólio.

Visando potencializar seu crescimento, a Natural Papper contratou o CDPV – Escola de Vendas para treinar sua equipe comercial composta por vendedores externos, vendedores internos, consultores de negócios e representantes comerciais.

A solução aplicada para o time é o curso-certificação “FPV – Formação de Profissionais de Vendas” no formato blended learning, mesclando treinamento presencial com Diego Maia e treinamento digital através da plataforma de educação à distância do CDPV.

Com duração de 11 meses, o FPV – Curso Formação de Profissionais de Vendas foi desenvolvido por Diego Maia e é uma Certificação que proporciona a ampliação dos conhecimentos comerciais de forma estruturada, abrangendo todos os aspectos da atividade.

O conteúdo é adaptado integralmente às necessidades da empresa contratante e aos detalhes do seu segmento de atuação.

Mas não para por aí. O CDPV passou a coordenar a campanha de incentivo da Natural Papper, conectando o conteúdo da Formação com o dia-a-dia de vendas: “Com premiações trimestrais e uma premiação especial ao término do ciclo, certamente podemos garantir o engajamento dos participantes”, afirma Diego Maia.

Nós agradecemos, acima de tudo, o empenho de Diego Maia com nossa equipe para proporcionar um 2019 nota 1.000. Obrigado pela parceria”, disse Eduardo Marçolla, sócio diretor da Natural Papper.

Precisa dos melhores produtos de higiene e limpeza para seu estabelecimento comercial? Conte com a Natural Papper.

Conte com CDPV!

Assim como a Natural Papper, sua empresa busca subir de nível e contar com uma forte equipe de vendas, resiliente? Chame agora mesmo o CDPV – Escola de Vendas!

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Em resumo… #BóraVoar?

Maneiras para se manter confiante

A palavra “confiança” vem do latim e significa “acreditar plenamente”. Uma pessoa confiante é aquela que acredita na própria capacidade e usa essa força para impulsionar sua vida pessoal e profissional.

Mas tem muita gente que não tem confiança em si próprio e os motivos podem ser muitos, como a crise e a falta de emprego ou a falta de oportunidades de crescimento. Para driblar esse sentimento e se tornar uma pessoa mais segura de si, existem algumas práticas que você pode passar a adotar.

Primeiro, não se decepcione com seus fracassos.

Eles são valiosos no caminho para o sucesso. Meus amigos psicólogos dizem que o fracasso é uma poderosa ferramenta de aprendizagem porque força você até o limite e testa sua perseverança.

Pare para pensar nas pequenas escolhas que você faz diariamente e que deram certo.

Vale pra tudo, até para aquele restaurante novo que você comeu e gostou ou a maneira acertada que você resolveu alguma discussão em casa. No trabalho, se lembre das pequenas conquistas como entregar um relatório no prazo ou não se atrasar para uma reunião. Isso vai servir de combustível para que você se mantenha firme na trilha para sucessos maiores.

Se livre de pensamentos negativos e entenda em quais áreas da sua vida você é mais confiante.

Pode ser que você não fique confortável falando em público, mas que você seja ótimo para falar em reuniões menores. Ninguém é confiante em tudo e quem diz que é com certeza está mentindo…

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Regra número 1: o cliente tem sempre razão

Comandante Rolim, fundador da companhia aérea TAM (agora chamada de LATAM), tinha uma frase que sempre funcionou como mantra pra mim. Ele dizia sempre:

“Regra número 1: O CLIENTE TEM SEMPRE RAZÃO.

Regra número 2: se o cliente não tiver razão releia a regra número 1”.

É claro que temos que ter jogo de cintura com os clientes que são habitués do “jeitinho brasileiro” e andam com o código de defesa do consumidor debaixo do braço. Mas isto é outra historia.

O cliente é rei e precisa ser tratado como tal. É ele que paga nossos salários, é ele que paga a escola de nossos filhos, é ele a razão pela qual as empresas existem.

Por isso, o trabalho de todos de uma empresa deve ser viabilizar formas de colocar o cliente no seu devido lugar: o trono!

Leia também: Os 10 maiores erros do vendedor

Teve algum problema? Resolva e não fale “isso é com outro setor”. O cliente tá insatisfeito com alguma coisa? Chame a responsabilidade para si e resolva o problema. Toda vez que um cliente fica insatisfeito com uma empresa, ou com um problema não resolvido, é uma oportunidade de negócios que perdemos, sem levar em consideração o poder que o cliente insatisfeito tem nas mãos, principalmente com a revolução tecnológica que estamos vivendo.

Esta postura era tão evidente, era tão verdadeira na época que a TAM era liderada por Rolim, que lembro com muito saudosismo do tapete vermelho estendido na porta da aeronave, o comandante que recebia os clientes pessoalmente, os fones de ouvidos que eram distribuídos, o serviço de bordo impecável e com bebidas alcoólicas…

É uma pena que isto tenha se perdido na atual companhia. Mas acho que faz parte de um novo modelo de aviação comercial (que eu não gosto nada, diga-se).

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Descomplique a vida de seu cliente

As pessoas estão muito ocupadas. A tecnologia, que poderia ser um caminho para que não estivéssemos tão mergulhados em tarefas, age ao contrário.

Parece sempre que temos mais trabalho, mais coisas pendentes, mais um monte de aplicativos para administrar….

Esta é a realidade, quer a gente queira ou não.

Então qual é o trabalho das empresas? Ou melhor, o que as empresas, profissionais liberais e prestadores de serviços devem fazer diante desta situação?

Não complicar a vida do cliente.

Leia também: Superar as expectativas dos clientes é imprescindível 

É dever das empresas reduzir a complexidade, focar o que é relevante e facilitar as coisas.

É muito desagradável para um cliente ter que se adequar àquilo que a empresa pensa que é o correto, como por exemplo, obrigá-lo a preencher infindáveis formulários, providenciar cópias e mais cópias de documentos, visitar diversos postos de atendimento ou fazer qualquer coisa parecida quando ele precisa resolver um problema.

Leia também: Afinal o que o cliente quer? Preço ou qualidade? 

É o cliente que paga os salários de todos em uma empresa. Nós não podemos esquecer disso jamais!

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Como salvar meu restaurante?

Quem escreve hoje é a Rosângela, de linda cidade de Salvador da Bahia. Ela diz:

“Tenho um restaurante. Comecei com MEI (Micro Empreendedora Individual), cresci desordenadamente e cai de cabeça nessa crise econômica. Tinha 25 funcionários e hoje apenas 05. Perdi clientes, adquiri dívidas, ainda assim, continuo trabalhando.

Hoje meu faturamento mensal é de R$30.000,00, isto é, quando entra tudo no mesmo mês. Mas devo no mercado mais de R$100.000,00. Como sair dessa,  levantar a minha empresa e continuar na ativa?

Primeira questão, Rô: não dramatize a situação.

O país não vai acabar com esta tal crise econômica e a sua empresa não irá morrer – desde que você faça minimamente a lição de casa.

Portanto, nada de pânico ou drama. Tem gente por aí que adora uma novela mexicana, vamos deixar a tal “crise” para eles!

Agora, é hora de agir. Menos discurso e mais ação. Pelo que parece você precisa agir em dois eixos: (1) a retaguarda, melhorando suas rotinas de compras e administração financeira e (2) as vendas.

Como minha especialidade é esta segunda, quero te dizer que é possível sim crescer e faturar mais mesmo neste período turbulento.

Crie produtos novos, para atrair os antigos clientes.

Já que administra um restaurante de bairro, pense em diversificar os pratos, inclinar o ambiente para a moda gourmet e uma forma de cadastrar os consumidores.

Uma boa dica pra isso é criar uma pesquisa de avaliação, onde o cliente escreve num pedacinho de formulário o que achou da comida, o que acha que precisa melhorar e registra ali seus dados pessoais, como telefone, e-mail e data de aniversário.

E aí você já sabe: intensifique o contato!

Você pode mandar e-mails ou mensagens de WhatsApp diariamente com o cardápio do dia e pode também, na data de aniversário do cliente, convidá-lo para almoçar com vocês, por sua conta, é claro.

Estas práticas te diferenciarão profundamente e farão a clientela retornar com frequência ao seu estabelecimento.

Líder nasce pronto?

Frequentemente me perguntam se é possível treinar as pessoas para que sejam líderes eficazes ou se os melhores e verdadeiros líderes já nascem prontos. Este também é um assunto que rende aulas e aulas em faculdades e MBAs e sempre é pauta de conversas em botequins e jantares corporativos.

Mas esta discussão é a menos importante. O que importa mesmo, para quem está na linha de frente contratando, decidindo, dispensando, reportando, emitindo relatórios, atendendo demandas e, acima de tudo, sendo pressionado por resultados, é o que fazer para ser cada vez mais eficiente e viver com mais qualidade.

E para as empresas, o que importa mesmo não é se fulano nasceu líder ou se tornou líder. Mas, sim, ter a certeza de que esta pessoa possui comportamento, habilidades e atitudes indispensáveis para levar um negócio ou uma equipe ao sucesso.

Então, qual é a resposta para a pergunta central?

Existem traços de liderança que são inatos, que vêm com a gente, que estão no nosso DNA. Alguns podem ser desenvolvidos com treinamento, outros com a ajuda da experiência. Mas um líder que não gosta de lidar com pessoas, por exemplo, está no lugar errado! Afinal, nada nas empresas é mais importante que as pessoas.

Ninguém nasce líder. Mas tem uma característica que revela plenamente quem tem mais chances de ser um líder de sucesso: é a postura de eterno aprendiz. Isto mesmo!  Ser um eterno aprendiz classifica muito as pessoas, até porque um líder que acha que já sabe de tudo, no fundo, no fundo, não sabe de nada.

Aceita que dói menos…

Aceita que doi menos - Batman - Robin - Diego Maia

Um comportamento maligno no ambiente corporativo é quando o profissional rejeita feedbacks. Ou quando um colega, ou o líder, ou o cliente fala: “Fulano, você precisa melhorar isto ou aquilo”. E o camarada responde: “É. Eu sei”. Mas não age para mudar.

Quando encontro esta situação tenho a maior vontade de perguntar: “Se sabe, por que não faz?

Receber feedbacks é um instrumento valioso para a melhoria de nossa performance. Ele nos permite saber o que ocorreu bem e o que precisa ser melhorado. Sem feedback – ou melhor, sem acatar os feedbacks – desenvolvemos maus hábitos que reduzem tanto a nossa eficácia, quanto a nossa eficiência. 

Você pode se achar inteligente demais, auto-suficiente, que consegue fazer tudo sozinho…. Só não pode achar que sabe de tudo, porque quando isto começa a acontecer, é sinal de que – no fundo, no fundo, não sabe de nada.

Todos nós podemos fazer melhor, e para melhorar precisamos de feedbacks.

Se seu gestor não tem este hábito, pergunte a ele no que você pode melhorar. Este é mais um caminho incrível para o sucesso profissional e pessoal.

 

Erros estúpidos que (quase) todos nós cometemos

Por mais inteligente e dedicado que seja um profissional, ele nunca estará imune de cometer erros estúpidos, erros que podem levar sua carreira, sua equipe e sua empresa para lona.

Passei um tempo dedicado a identificar estes erros, super comuns e que você pode estar cometendo agorinha mesmo. Separei três deles. Continue lendo e confira…

1. Passar muito tempo pensando e pouco tempo fazendo.

Planejamento e preparação são ingredientes importantes para alcançar o sucesso, mas o mais importante é a ação. Ideal mesmo é dedicar 10% do tempo no planejamento e os outros 90% agindo.

2. Esperar ser promovido antes de começar a fazer o trabalho do cargo que pleiteia.

Pensa comigo: se você quiser ser um líder por exemplo, você precisa para começar a liderar. Liderança não é um título ou uma posição; liderança é ação, influência e capacidade para gerar resultados.

Esperar a promoção chegar para exercer o papel que deseja é como querer ser escolhido para uma equipe de futebol antes de aprender a ser bom no futebol. 

3. Fã da complexidade.

Sim, nós temos uma tendência natural para complicar as coisas. A complexidade é a inimiga da execução e limita bastante os nossos resultados. Simplificar deve ser um lema presente em todas as empresas e equipes, pode acreditar.

Ação, Execução e Simplificação. Coloca em prática e confira como estes ingredientes podem impulsionar sua carreira, sua equipe e sua empresa.

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