Anúncio mostra única coisa que a tecnologia não irá substituir

A DTAC, empresa que fornece serviços para celulares na Tailândia, resolveu mostrar que a tecnologia ajuda, mas não é tudo na vida.

Em sua nova campanha de publicidade criada pela agência sucursal Y&R naquela localidade, a marca mostra um bebê chorando muito e um pai desesperado para ajudar a criança que, aparentemente, está com fome e só irá parar de chorar se a mamãe voltar do mercado e der de mamar.

Tentando resolver a situação, o rapaz utiliza o smartphone. Primeiro para ligar para a mamãe do bebê e pedir ideias de como resolver a questão. Depois ele abre um vídeo de um desenho animado no próprio telefone na esperança de fazer a criança parar de chorar. Como não deu certo,  faz uma vídeo conferência com a mãe e mostra o rosto da moça para o bebê; ela até tenta brincar com ele, mas nada funciona.

Até que, no final, ele percebe que só há uma coisa a fazer: deixar o aparelho de lado, pegar o bebê no colo e brincar com ele. Sem tecnologias. Assista o vídeo:

Este vídeo mexeu comigo, é realmente emocionante. Faz todo executivo, profissional ou empresário repensar naquilo que é mais importante na vida.

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A Geração X está chutando o balde

Por indicação do amigo Jéferson Munhoz, diretor comercial da Rede Bourbon de Hotéis, li este artigo no blog Carne Seca.

São poucos os textos que reproduzo aqui. Mas este, escrito pela jornalista Fabiana Gabriel* vale à pena. Confere só:

ilustração: Juliana Montenegro

Essa semana recebi um e-mail de despedida de uma amiga e parceira de trabalho. Ela vendeu sua parte na sociedade da empresa que ela mesma havia montado, anos atrás, para tirar um período sabático. Vai para a Europa estudar gastronomia e fotografia, suas duas paixões.

Não é a primeira nem última amiga minha, por volta dos 35 anos, com uma carreira bem sucedida e vida estável, que toma essa decisão. Uns três anos atrás, um amigo próximo um dia disse adeus ao emprego que tinha. Todos ficaram meio surpresos. O cara trabalhava há mais de uma década em grandes empresas, era respeitado e tinha uma vida confortável no Rio de Janeiro. Mas encheu o saco. Resolveu estudar Gestalt, voltou pra Florianópolis – sua cidade natal – e abdicou de grande parte do conforto em busca do que o faria feliz de verdade. Ele nunca mais fez uma apresentação de power point na vida, usa o excel apenas para controlar seus gastos mensais e esbanja um brilho nos olhos toda vez que nos vemos.

Fato é que histórias como essas têm sido cada vez mais comuns na minha geração. Enquanto todos se preocupam com a urgência e ambição da Geração Y, a Geração X, imediatamente anterior, está repensando seus conceitos e valores. Fomos criados acreditando que uma vida feliz era falar línguas, fazer carreira, trabalhar a vida inteira numa ou duas grandes empresas, comprar o apartamento próprio, construir uma família para sempre e ir pra Disney (ou Paris) uma vez por ano. Uma vida estável e fixa, sem rompantes de aventura.

Acontece que grande parte da Geração X chegou aos 30, 40 anos e descobriu que para juntar meio milhão e dar entrada, com sorte, num apartamento modesto que irá pagar até seus 60 anos, o caminho é longo e o preço é alto, bem alto. Os poucos que conseguem, heroicamente, conquistar seus bens e sonhos sem a ajuda dos pais, estão exaustos. Olham em volta e mal têm tempo de curtir os filhos ou as férias exóticas que sonham (e têm dinheiro para tirar) para a Tailândia, Marrocos ou Havaí. Há também aqueles que ficaram tão ocupados em conquistar aquilo que lhes foi prometido que deixaram para “daqui a pouco” os filhos, os hobbies e a felicidade e perceberam, agora, que “desaprenderam a dividir”.

No meio disso, veio essa sedutora mobilidade contemporânea, mostrando a nós o que nossos pais ainda não podiam nos ensinar, que é possível existir estando em qualquer lugar e que não é uma mesa de escritório ou um cartão de visitas que nos faz mais nobre, mas sim aquilo que de melhor podemos oferecer ao mundo. Só que descobrimos isso depois de passarmos grande parte da nossa juventude preocupados em nos sustentar, sermos bem sucedidos, conquistar prestigio e reconhecimento. Para, enfim, ter a liberdade de chutar o balde e sair por aí…

* Fabiana Gabriel é jornalista, tem cartão de visitas, mas ainda não comprou sua casa própria, nem chutou o balde…

O perfil do cliente do Food Service

Ontem falei aqui sobre o que o pequeno empresário do setor de Food Service (os donos de bares, restaurantes e padarias) pode fazer para alavancar seus resultados.

Hoje falo do potencial deste setor e o perfil do cliente, ainda embasado na pesquisa do IFB, Instituto de Food Service do Brasil, instituição que congrega os maiores players do setor.

O consumidor brasileiro vem consistentemente destinando cada vez dinheiro com alimentos no Food Service (quase 1/3 do orçamento destinado a alimentação é consumido fora do lar), mas ainda estamos bem distantes de padrões americanos ou europeus. Só pra termos uma base, nos países desenvolvidos 50% das despesas de alimentação é destinado ao consumo fora de casa.

O principal limitador para crescimentos mais vigorosos é o preço da refeição no Brasil; se compararmos o custo das refeições no Brasil com outros Países, considerando a paridade com o poder de compra em cada local, temos aqui uma refeição custando pelo menos 20% mais cara do que para um americano, e praticamente o mesmo que um consumidor alemão paga por sua refeição (nenhuma comparação com o 7×1, diga-se J ).

Como consequência, a frequência com que o brasileiro realiza refeições fora de casa está entre as menores do mundo, com 1,3 vezes ao dia em média.

O consumo de restaurantes e bares não está baseado apenas no lazer e no entretenimento como o leigo pensa. Pelo contrário! Ele ocorre prioritariamente nos dias de semana (mais de 70%) e o principal momento de refeição (chamado também de “day-part”) é o almoço, com mais de 34% de todas as refeições do dia todo.

E olha só que interessante: sabe qual é a segunda refeição dos brasileiros quando estão fora do lar? O  “lanche da tarde” e não o café da manhã, como muitos pensam.

Estão aí mais uma super ideia pra quem quer crescer no segmento.

Mas quais são as razões que levam o consumidor a escolher os locais em que realiza suas refeições fora do lar?

O primeiro é o relacionamento e o segundo é a conveniência. Na pesquisa do IFB, afirmações como “gosto de lá”, “a localização é conveniente” e “sempre vou lá” são as 3 mais frequentes.

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Bares e Restaurantes: os desafios e as novas propostas

Muitos donos do fragmentado segmento de  restaurantes e bares me pedem ideias para que consigam ampliar suas receitas financeiras.

Pra embasar meu comentário de hoje, dei uma olha na mais recente pesquisa do IFB – o Instituto de Food Service do Brasil.

A pesquisa identificou que mais de 80% dessas empresas são classificadas como ‘independentes’, de estrutura familiar e de pequeno porte. Se somarmos também os negócios que compõem redes pequenas com até cinco lojas, chegamos a 93% neste perfil.

Mais da metade destas empresas possui um faturamento mensal pequeno: fica abaixo de R$ 50 mil.

Outro ponto interessante da pesquisa do IFB  é que o mercado brasileiro é ao mesmo tempo jovem e alvo de desenvolvimento contínuo: 11% dos estabelecimentos tem menos de 1 ano de atividade e 41% tem 4 anos ou menos.

Ou seja: são operações de certa forma frágeis e bem diferente do perfil das principais redes de alimentação operando no Brasil (como Bob’s, McDonalds, Burger King, Spoleto, dentre outros) em diversos temas, desde o estágio de profissionalização, os modelos de abastecimento, o apelo ao consumidor…

Então como ganhar esta guerra e se diferenciar?

Pro empresário que deseja se destacar, minha sugestão é ampliar a capacidade de atendimento dos estabelecimentos via “take-away”, aquelas refeições que são levadas pelo cliente para consumir em outro local. É a versão turbinada da “quentinha pra viagem” ( veja mais aqui) e com o  “Delivery online”, montando um site fácil de ser localizado pelos mecanismos de buscas, bem posicionado nas redes sociais e responsivo a todas as plataformas: computador, tablet, celular, Android e IOS.

Poucos são os estabelecimentos com mais de duas formas de atendimento (em geral, o que vemos é o atendimento tradicional de restaurante e o Delivery tradicional por telefone).  Mas a ampliação deste número é a tendência.

Num futuro muito próximo, empreendedores mais antenados vão lançar diversas formas para ampliar suas possibilidades de vendas, pois não querem ser engolidos pela concorrência.

Amanhã falarei mais sobre o segmento de food service, mas aí focando o perfil do cliente brasileiro.

Outros posts sobre Gestão em Restaurantes e Bares você encontra aqui:

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Os (novos) desafios para o Corretor de Imóveis

Luiz Carlos leu o post “Dúvidas de uma Corretora de Imóveis” e tomou a decisão de me escrever. Ele disse:

“Sou corretor imobiliário, já trabalhei tanto com imóveis novos e usados. Preciso confessar que sento muita dificuldade em vender e não sei por que.  Estou pensando em desistir da profissão, para me sustentar ultimamente estou trabalhando com vendas de outros produtos, no segmento de  carimbos, crachás, cartões de visita… o que devo fazer?”

Luiz: no passado recente muita gente se iludiu pensando que vender imóveis era fácil e que ficaria rico rapidamente. Alguns conseguiram. Outros se estabeleceram na profissão e mantém suas famílias mesmo com os altos e baixos naturais do setor.

Com o crédito farto e com muitas oportunidades, as imobiliárias ficaram abarrotadas de corretores. Ou, pseudo-corretores. Nesta época nem tão distante (estou falando de 2, 3 ou 4 anos) qualquer um vendia, bastava estar no lugar certo, na hora certa e com um gerente entendido e engajado para resolver os finalmentes.

Agora com as coisas um pouco mais retraídas, juros altos e um número menor de lançamentos imobiliários, o corretor que está ali por ocasião, ou mesmo os medianos e razoáveis, não possuem mais espaço. A sorte cedeu seu lugar para a preparação. Eu tenho alguns livros dedicados a corretagem de imóveis (como o “Histórias de Corretor“) e ministro muitas palestras e treinamentos para empresas do setor e por isso posso afirmar:  só os bons sobreviverão  e pode acreditar, vão continuar surfando boas ondas. Com muitos “caixotes”, mas continuaram surfando.

Algumas coisas são certas:

  • Quem tem muitos focos não tem nenhum.
  • Apresentação do profissional precisa ser impecável. O cliente compra primeiro o corretor e seus argumentos, só depois ele compra o imóvel.
  • Escute o cliente, trace um perfil no papel e ofereça. Não adianta empurrar um imóvel sem entender se é adequado ou não.
  • A velha equação quase matemática funciona muito na corretagem: visita + visita = venda.
  • Tem que ir buscar o cliente onde ele está e parar de ficar mandando SPAM. Vender imóveis não é como vender calcinhas.
  • Participe de todos os cursos e treinamentos do setor e leia a maior quantidade de livros, revistas e jornais que puder.

Isto tudo faz a gente aproveitar as oportunidades que, muitas vezes, estão aí na nossa frente e não conseguimos ver por conta da visão embaçada.

Pense nisso, boa sorte e me adicione no Facebook clicando aqui. 

Como aumentar as vendas de uma farmácia

Ismael é dono de uma farmácia e escreveu dizendo:

“O atendente de deste meu segmento lida com um tipo muito especial de cliente: pessoas que estão com algum tipo de sofrimento ou buscam aumentar seu bem-estar. Independentemente das nuances técnicas do atendimento, você acha que esse profissional precisa de treinamento “humanizado” ou  específico em técnicas de vendas? Você já treinou equipes de farmácia? O que devo fazer para deixar minha equipe treinada para vender mais?”

Veja o que respondi ao Ismael. Continue lendo este post…

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Mudanças, Oportunidade e Estabilidade (e meu novo horário na MPB FM)

A escritora americana Helen Keller (foto) viveu no século passado. Ela foi a primeira surda a se formar na faculdade e deixou uma frase que sempre me fez refletir. Ela disse:Segurança é praticamente uma superstição. Vida é aventura ou nada”.

Procuro sempre avaliar os fatores que diferenciam estabilidade da oportunidade. Em outras palavras: as pessoas que focam exclusivamente a estabilidade no seu trabalho e as pessoas que priorizam a geração de oportunidades, tolerando certo nível de risco.

Em linhas gerais, a maior parte de nós, brasileiros, prioriza a estabilidade: um emprego estável com poucas variações, entendendo que assim estão seguras.

Esta análise sempre conflita com um tema que assusta muitos profissionais: a mudança. Uma regra nova, um novo modelo de remuneração, um chefe novo, um novo concorrente. Todo tipo de mudança assusta, e isso é normal. O problema é quando a gente precisa viver uma mudança que nos é imposta e ficamos paralisados diante dela, reduzindo nossa produtividade e eficiência no trabalho.

O primeiro sinal de que uma pessoa não lida bem com uma mudança é que ela se torna reativa; Isto acontece pelo fato de encararem a mudança como algo negativo. Afinal, aquele jeitinho de sempre precisará ser renovado, precisará sair da zona de conforto.

Encarar as mudanças de peito aberto, se esforçando para entender o porque da decisão e o que deve ser feito para ter êxito com as novas práticas modelos diferencia os profissionais de sucesso.

Estou vivendo um momento de grande mudança na minha vida, e vou encarar com toda a coragem do mundo. Depois de 5 anos, a partir de segunda-feira estarei em novo horário aqui na Rádio. Nos encontraremos agora às 9h e às 21h.

Torça por mim! Na mudança, toda torcida é bem vinda.

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Deixa a vida me levar, vida leva eu

Virginia me ouve e me escreve há alguns anos e me mandou um relato interessante, que quero compartilhar com você.  Ela diz:

“Recentemente acompanhei duas pesquisadoras estrangeiras que visitaram universidades, empresas e comitês de eventos esportivos de grande porte para saber mais sobre a aprendizagem da língua inglesa no Brasil, ouvi repetidas vezes que o brasileiro parece ter um grande problema: a incapacidade de planejar ou seguir ações planejadas.

Com as seguidas repetições da afirmativa, passei a perguntar a todos a razão que nos levaria a tal crença e certeza tão convicta. Uns apontavam o nosso passado inflacionário que frustraria e minaria as nossas tentativas de planejamento e teriam desenvolvido, segundo eles, uma aversão “cultural” ao planejamento. Outros apontaram um “domínio doentio” da política ou “politicagem”, que levaria o Brasil a reformular doentiamente os seus planos a cada guinada de mudança de governos. Entre a economia e a ideologia estaria plantado o problema de planejamento frustrado no Brasil.

Diego, gostaria de saber qual a sua opinião sobre o assunto.”

Concordo com seu ponto de vista, Virginia, mas complemento. Eu percebo uma grande falta de comprometimento com resultados na maioria das pessoas. E isto vale tanto para os resultados da empresa em que trabalham quanto para seus resultados pessoais no que tange a evolução de carreira.

Numa proporção de zero a 100, pelo menos 70% das pessoas são figurantes nas empresas, fazem apenas o que lhe é proposto – quando fazem; se preocupam somente com o seu próprio bolso, não importa o todo.

São pessoas que não resolvem os problemas que estão diante de seus olhos pois pensam e afirmam que “isso não é do meu setor” ou algo do gênero.

É o modo “deixa a vida me levar” ligado em alto e bom som.

Todo profissional pensa, de uma forma ou de outra em crescer na carreira – fazer um curso de inglês faz parte do plano da maioria, não tenho dúvidas. Mas todo tipo de contratempo é dado como justificativa para não dar início ou sequencia. Falta tempo, falta dinheiro, falta oportunidade, tem casa pra cuidar… é o estilo “empurrar com a barriga”.

Ou seja: é cultural. Talvez,  o que falta é mesmo um empurrãozinho. Do chefe, do RH, da empresa…  São raras as empresas que viabilizam um plano real de incentivo ao desenvolvimento das pessoas.

E assim a gente toca a vida, vai vivendo.

Ainda bem que eu, e certamente muitos outros ouvintes e leitores, fazemos parte de outro time. Não é mesmo?

O que destrói a sua produtividade no trabalho?

O que destrói a sua produtividade no trabalho? Navegar na internet? Conversar com colegas no café? Uma pesquisa do americano especializado em recrutamento  Career Builder consultou mais de 5000 funcionários – incluindo gestores e profissionais de RH – para descobrir como perdemos tempo no nosso dia a dia profissional.

O resultado não é de todo inesperado: 24% admitiram que, durante um dia inteiro de trabalho, gastam pelo menos uma hora com ligações, emails ou mensagens “pessoais”. 21% estimaram que também gastam cerca de uma hora navegando por assuntos aleatórios na internet.

Quando questionados o que considerariam como o “vilão” de sua produtividade no dia a dia, metade deles responderam que era o celular. Veja só a lista dos 10 maiores vilões, em ordem decrescente:

  1. 1) Celular/Mensagem de Textos – 50%
  2. 2) Fofoca – 42%
  3. 3) Internet – 39%
  4. 4) Mídias Sociais – 38%
  5. 5) Lanches da tarde ou paradas para o cigarro – 27%
  6. 6) Conversas com colegas – 24%
  7. 7) Reuniões – 23%
  8. 8) Email – 23%
  9. 9) Interrupções de colegas de trabalho que passam pela sua mesa – 23%
  10. 10) Colegas colocando ligações em viva-voz – 10%

O estudo também listou o que os funcionários afirmaram ter visto de mais estranho seus colegas fazerem – enquanto eles deveriam estar ocupados no trabalho. 

  • - Funcionário fazendo bolas de chicletes no frio para ver se elas congelam ou estouram
  • - Mulher casada olhando site de encontros e depois negando o que está fazendo, mesmo com a tela do computador provando o contrário
  • - Homem tirando selfie no banheiro
  • - Mulher depilando as pernas no banheiro
  • - Funcionário dormiu e depois afirmou que estava só rezando
Queria terminar este post com um “Yeh, Yeh”, afirmando ser pegadinha do Malandro… Mas é a mais pura verdade!

As profissões do futuro!

Olha, as novidades no mundo da tecnologia me surpreendem a cada segundo.

Repare só como a tecnologia transformou a sociedade e pode acreditar, vai continuar transformando. O mercado de trabalhjo que vemos hoje é muito diferente daquele do inicio do século e muito diferente do que veremos em 2025, por exemplo.

Daqui pra frente as novidades tecnológicas vão transformar cada vez mais a sociedade e a ocupação das pessoas.

Há estudos que falam que 65% dos empregos que os estudantes de hoje terão no futuro ainda não foram criados.

A empresa de tendências baseada em Nova York Sparks & Honey compilou uma série de profissões do futuro que devem aparecer por aí em breve. Tem cada profissão diferente… eu selecionei algumas, dê só uma olhada:   

1 - Gerente de Morte Digital (Digital Death Manager): é o profissional que cuidará do processo de rastreamento de dados pessoais, uma vez que as pessoas têm passado cada vez tempo conectadas. Daqui a alguns anos, haverá um profissional cujo papel será o de transformar todo esse material deixado nas redes em histórias.

2 – Desorganizador Corporativo (Corporate Disorganizer): as grandes empresas vão querer cada vez mais ser como as startups, que têm a inovação como pilar estrutural de seus negócios. As grandes empresas vão precisar de profissionais que as desorganizem, que introduzam um pouco de “caos organizado” em seus processos.

3 – Especialista em desintoxicação digital (Digital Detox Specialist): a sobrecarga digital se tornará ainda mais opressiva. Isso vai abrir o caminho para as pessoas que podem ajudar a levar uma vida menos centradas em dados, ou que pelo menos ajudem a encontrar um equilíbrio melhor. Em alguns casos, podem até organizar centros de reabilitação digital.

Acho que já tem muita gente precisando disso… tá aí mais um filão a ser explorado.

Gostou? Leia também:

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O perfil das mulheres no mundo empresarial

Recebi um estudo encomendado pela marca de post-it 3M, que visa traçar o perfil das mulheres no mundo empresarial e o seu planejamento de vida e carreira.

De acordo com esta pesquisa, a maioria das mulheres planeja:

 

  • encontrar o par ideal aos 24 anos,
  • ficar noiva aos 26,
  • ter filhos aos 27; e
  • alcançar sucesso na carreira aos 34.

Quase dois terços das entrevistadas têm um plano detalhado para a vida e tentam segui-lo. No entanto, uma em cada duas delas perdeu os principais marcos planejados e quase um quarto disse que os eventos demoraram mais a acontecer do que no plano original.

De acordo com os pesquisadores, seis em cada dez mulheres sentiam que estavam atrasadas em relação à execução dos objetivos; apenas um quarto descreveu a vida como no momento adequado ao plano. O estudo descobriu que as entrevistadas completaram as metas quase seis anos após o que pretendiam. Entre os objetivos, ainda estavam começar o próprio negócio, chegar ao peso ideal e viver perto da praia.

O estudo da 3M também apontou quais as maiores barreiras para as mulheres alcançarem os objetivos que traçaram para suas vidas.

As principais respostas são estas:

  • Falta de dinheiro;
  • medo de estarem ultrapassadas; e
  • ausência de coragem de tomar uma atitude.

Um quinto das mulheres possuía um sonho não realizado e se sentia impotente na realização por não saber por onde começar.

Do total das respondentes, um terço se descreveu como “muito organizada” e 55% disseram que escrever as metas ajuda a aumentar as chances de alcançá-las.

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O lado empresarial da Copa do Mundo no Brasil – 2014

Zé Mario é empresário e escreve falando que este período de Copa do Mundo no Brasil prejudicou muito os seus negócios. Os sucessivos feriados foram caóticos para ele. Sua receita caiu quase 60% e está bastante apreensivo enquanto a isso. Ele se lamenta por não ter dado férias ou folgas coletivas para seu pessoal e por não ter se planejado para este período de vacas magras em seu segmento. Pede ideias.

Zé Mario, estou contigo. A Copa no Brasil foi um fato novo para todos;  empresários de bares, hotéis, turismo e restaurantes, no eixo dos jogos, certamente estão surfando uma boa onda e felizes com o evento. Todos os outros, sem exceção estão tristes.

Então, é hora do fazer uma limonada com estes poucos limões que temos. Que tal  usar este período para otimizar seus processos e garantir uma performance melhor no segundo semestre? Ideias:

1ª – Treinamento de Pessoal - Que tal usar este período para treinar o grupo em processos, em atendimento ao ciente, em motivação, em gestão? O movimento fraco e vendas magras é o melhor período para este tipo de ação, porque com vendas altas, como você vai parar todo o pessoal?

2ª – Vida Financeira em Ordem - Muitos empresários não conseguem ter qualquer tipo de controle com as vendas no cartão de crédito. Principalmente quando aceitam parcelamento e quando antecipam os recebíveis. Isso é de fato uma atividade chata e que consome tempo, mas é vital gente.

Para auxiliar empresários e gestores nesta árdua tarefa, eu e minha equipe criamos uma planilha simples que ajuda a gerenciar o fluxo de pagamentos com cartão de crédito. E eu posso manda-la gratuitamente pra você. É só escrever solicitando, utilize este formulário e fale comigo.