E chegou o Natal…

E chegou mais um Natal. E tenho vários pedidos a fazer, mas começo agradecendo a incrível oportunidade que a vida me deu de poder contribuir com a vida de outras pessoas. Ou melhor, com a ampliação da qualidade de vida, de trabalho, de organização, de produtividade.

Você que me acompanha aqui no blog e no meu programa de rádio (no ar na MPB FM do Rio de Janeiro e na A TARDE FM de Salvador) sabe que este tem sido meu foco central: contribuir significativamente com as pessoas. E parece que tem dado certo.

Neste 2014 recebi mais de 8000 comentários de pessoas que me escutam no rádio – atrvés de email, do meu blog e de minhas redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram.

Tive a oportunidade de falar através de palestras para um grande grupo de profissionais, distribuídos em 11 estados brasileiros. Ao todo, a conta chega a quase 50mil pessoas que me ouviram somente em 2014, distribuídas em 208 eventos – convenções, treinamentos, palestras…

E continuo vibrando com as conquistas do Grupo CDPV , empresa que tenho a grande satisfação de conduzir. Foi um ano crítico  para os negócios por conta da Copa do Mundo e das Eleições. Tivemos momentos de desespero mas mantivemos os pés no chão e tomamos decisões importantes para manter o crescimento.

O Natal é engraçado; nos dá a sensação de recarregar as baterias. Mas vale a pena para refletir sobre acertos e erros para que 2015 seja espetacular. O que a gente não pode é abandonar a fé em dias melhores. E é isso que eu desejo pra você.

A sobrevivência das pequenas empresas

Durante muitos anos, a taxa de sobrevivência das pequenas empresas brasileiras era assustadora. Nem 30% dos negócios sobreviviam aos primeiros 2 anos. Segundo o mais recente estudo do Sebrae sobre o tema, a média nacional de sobrevivência chegou a 75,6%.

O relatório de sobrevivência mediu empresas criadas em 2007 e que tinham informações atualizadas em 2010 na Receita Federal. A taxa foi melhor do que as de 2005 e 2006. Assim, só duas em cada dez empresas criadas em 2007 não completaram dois anos.

Para Luiz Barretto, presidente do Sebrae, três fatores foram indispensáveis para isso:

  • O aumento do mercado interno;
  • a melhora nos níveis de escolaridade dos empreendedores; e
  • o surgimento da modalidade de tributação chamada de Supersimples.

Apesar de a sobrevivência ser apenas um dos indicadores de sucesso para pequenas empresas, esta taxa indica que os empresários brasileiros têm superado o período mais crítico dos primeiros dois anos, mesmo considerando que o novato não tem expertise e está formando clientela.

Uma boa gestão é um dos principais motivos de sucesso. É preciso:

  • ter bom planejamento;
  • não errar na capacidade financeira;
  • ter controle de caixa;
  • não misturar as finanças; e
  • ser atento aos que os concorrentes estão fazendo.

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Pequenos elogios, grandes avanços.

Muitas vezes, pequenas realizações são perdidas quando se olha para o todo. É claro que, para a maioria das empresas, atingir o objetivo financeiro é o principal parâmetro para definir o quão boa a equipe é.

Mas não pode ser o único parâmetro pra medir o engajamento.

Às vezes, as vitórias são definidas por pequenas vitórias. É por isso que julgo ser fundamental reconhecer os pequeos avanços, mesmo quando o resultado principal não acontece.

Uma equipe de sucesso e otimista é aquela que reconhece em si os pequenos avanços e pequenas conquistas.

Um elogio de cliente é pra ser comemorado. A concussão de um relatório sofisticado também.

Você que é líder, gestor e empresário, me responda:  em sua empresa seus subordinados estão habilitados a reconhecer os avanços? Ou só há cobrança, críticas e pessimismo?

Incentive seus colaboradores a reconhecer a contribuição e a perceber as pequenas coisas. Comece dando o exemplo e postar um público obrigado por alguns pequenos favores que você vê os funcionários fazendo.

O clima de trabalho é definido pelo grupo. Mas é o gestor o principal responsável para mover o pessoal na direção do que mais importa.

O efeito dos pequenos elogios é incrível. Da mesma forma, que pode ser devastador caso não exista.

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Belo projeto: Hype Free Market

Sempre dou espaço aqui no blog e no meu programa de rádio para ideias diferentes e inovadoras.

Vibrei quando recebi o material de um evento chamado  Hype Free Market  que acontece este final de semana na Barra da Tijuca.

O projeto foi criado pelos empresários Robert Guimarães e Fernando Molinari e surgiu inspirado em consagradas feiras de rua ao redor do mundo, como a Chelsea Market e Brooklyn Flea (Nova York), San Telmo (Buenos Aires), Marché aux Puces (Paris), Porta Portese (Roma) e Spitalfields e Brick Lane (Londres); e no Brasil: Benedito Calixto e Feira do Bexiga (São Paulo).

O Hype Free Market tem entrada franca e mistura brechós tradicionais, brechós ‘particulares’ (onde pessoas comuns vendem pertences que não usam mais) e expositores denominados ‘novos criadores’ (entre eles, estilistas e designers da Babilônia Feira Hype, feira também idealizada pela dupla e que acontece mensalmente na Zona Sul). O mercado segue a atual tendência do consumo de moda no mundo, onde é cada vez mais comum à realização de feiras alternativas em galerias e shoppings, dando um novo uso a estes locais.

Após duas edições de sucesso, que juntas reuniram aproximadamente 6.000 pessoas, o projeto de volta a acontecer no segundo andar do Shopping Cittá America no domingo dia 21 de dezembro de 2014 de 12h às 21h, em edição Especial de Natal, com muitas dicas de presentes.

Entre os 160 expositores, estarão mostrando suas criações marcas como: Bezzoura (Moda Feminina), Maria Chris (Moda Feminina), Fryda (Moda Feminina), Suti (lingerie), Folk (Moda Masculina), Viva! (Camisetas Unisex), Litori (Biquinis), BKN Bikinis (Biquinis), Porcelanas Lidia Quaresma (Decoração), Andrea Pires Arte Luminárias (Decoração), 704 Home (Decoração), entre outras.

Na área gastronômica, delicias como Acarajé da Ciça, sanduíches da Baguel Store, sorvetes e frozen da Amarena, crepes e hot dog da Mil Sabores, drinks da Blitz Open Bar, a badalada Sangria da Nat e o chopp artesanal do Three Monkeys.

Quando um monte de empresários do bem se unem, o sucesso acontece.

A relação da felicidade com o emprego…

Semana passada postei uma reflexão na minha página no Facebook que deu o que falar. Eu disse:  “Se estiver infeliz, peça demissão. É apenas um emprego. Você não vai morrer se perdê-lo, mas morre um pouquinho a cada dia que continuar nele”.

Foi a faísca necessária para centenas de curtidas e compartilhamentos inflamados, dos dois lados: de quem concorda com minha linha de pensamento e de quem não concorda.

André disse algo que eu concordo: “Diego,  O tal seguro desemprego faz as pessoas perderem tempo na vida, pois ficam fazendo por onde ser mandada embora só pra ficar sem trabalhar”. Ivonete emendou: “Isso que você está dizendo é verdade, pois pessoas infelizes no trabalho prejudicam não só a si mesmas, mas a empresa e até os colegas”.

Trabalhar num local ou com algo que não gostamos só para pagar as contas ou por medo do que pode acontecer no futuro é, na minha opinião, uma condição análoga a escravidão. Passamos boa parte da nossa vida no trabalho e fazer o que não se gosta é viver lamentando e reclamando.

Já a Tania disse: “Lindas palavras mas como ficam as contas até conseguir outro q chegue perto do que ganhava antes? Complicado!” Marlucia emendou: “Pena não ser tão simples assim. Mas gostaria muito

Contrapondo, Laisa disse: “Concordo cm você, Diego. O segredo é ter pensamento positivo e não ter medo do mercado. Contas e obrigações todos tem. Se a empresa realizasse a demissão e não houvesse seguro desemprego, alguém morreria por isso? Acredito que muitos ficam na zona de conforto, e acabam se tornando infelizes,deprimidos e futuramente com problemas de saúde gerada por insatisfação do emprego.”

Tô contigo, Luciana!

O melhor dos remédios que podemos tomar para reduzir a nossa insatisfação no trabalho se chama DECISÃO. Uma única dose já ajuda bastante. 

O que você faria por uma semana a mais de férias?

Uma pesquisa chamada de “Férias Marcadas”, realizada para o site Expedia em 24 países com quase 8 mil empregados, concluiu que férias são boas não só para quem as tira, mas também para as empresas, já que funcionários mais descansados são mais produtivos.

Os brasileiros continuam entre aqueles com maior período legal de férias, 30 dias, ao lado de alemães, dinamarqueses, espanhóis e franceses. Já os japoneses, que têm em média 18 dias de folga, usam apenas a metade.

Mas o estudo mostra que nem todos utilizam suas férias. O motivo? Para os brasileiros, 30% dos entrevistados vendem as férias, 28% guardam alguns dias para o futuro e 26% têm dificuldade em conciliar as agendas com as pessoas próximas, tipo cônjuge e filhos.

E o que você seria capaz de fazer por mais uma semana de folga? Quando perguntados sobre quais prazeres pessoais os empregados abririam mão por mais uma semaninha de férias, 48% ficariam sem beber, 24% sem sexo e 9% sem tomar banho por esses dias extras de descanso. :-)

E você? O que faria por mais uma semaninha de férias? Ou por um final de semana emendado?

Eu sou partidário da meritocracia: se entrego meu trabalho antes e com qualidade, mereço sair mais cedo, folgar mais, curtir mais.

* Com informações da In Press Porter Novelli

Balanço do ano: vida financeira

Final de ano chegando, é sempre bom fazer um balanço das coisas boas e ruins que aconteceram conosco.

É senso comum, na maioria das empresas, que o ano foi ruim no que tange a resultados. A grosso modo, fala-se de um ano estranho, 40% abaixo das metas propostas.

No âmbito pessoal, é hora de refletir sobre uma série de coisas, mas principalmente sobre a nossa organização financeira. Já falei sobre isso aqui inúmeras vezes, mas é sempre bom reforçar.

Muita gente me escreve pedindo ideias sobre como equilibrar as contas e eu sempre respondo que não existe mágica pra isso; o que é necessário, em primeiro lugar, é a disciplina.

Me responda: você controla todas as suas despesas? Eu não estou me referindo a uma relação de contas que você paga todo mês, mas, sim, a todos os pequenos custos do seu dia a dia. Muitas vezes são estes pequenos custos que trazem nosso desequilíbrio.

Eu acredito que a educação financeira disciplinada pode mudar vidas. O descontrole financeiro afeta bastante o lado emocional das pessoas, principalmente quando a gente trabalha, trabalha e não “sabe para onde está indo este nosso rico suor”.

Para ter equilíbrio, você precisa acompanhar, no mínimo mensalmente, as suas receitas e despesas. Se não fizer isso, estará deixando seu futuro financeiro a mercê da sorte.

Como e onde você controla suas receitas e despesas pessoais?

Há algum tempo criei uma planilha em Excel, totalmente automatizada que pode te ajudar a controlar suas despesas e ter uma visão panorâmica de sua vida financeira.  Para usá-la não é necessário dominar o Excel. Ela gera gráficos automaticamente e contempla todas as áreas de nossas vidas. É uma planilha fora de série e eu posso e quero contribuir com você.

Se você desejar, posso baixe aqui uma cópia desta planilha de controle financeiro pessoal gratuitamente.

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Mais dicas de “como falar em público”

Joice (*nome alterado) é funcionária de uma grande construtora e assistiu uma de minhas palestras na empresa em que trabalha. Ela mandou uma mensagem linda, falando do quanto as minhas ideias a fizeram pensar diferente sobre o seu trabalho, sua vida e até mesmo sobre seu relacionamento com seus chefes. No final pediu dicas sobre como falar em público, já que frequentemente é convidada a apresentar resultados de seu setor.

Já escrevi muito sobre o assunto (confira este post), mas faço questão de respondê-la.

Olha Joice, eu realmente me emociono quando recebo feedbacks tão interessantes como o seu. Tem gente que me escreve falando que abandonou tudo  e está indo passar um ano sabático, diz que eu encorajei. Tem gente que conseguiu equilibrar mais o trabaho e a vida pessoal. Outro dia uma profissional escreveu falando que realizou o sonho de tocar bateria numa banda, ainda que por puro hobbie por conta das coisas que me ouviu falar.

Entendo que minhas palestras e apresentações são comoventes e que despertam atitude das pessoas por alguns motivos. E são esses que compartilho com Joice e comtodos que querem falar melhor em público.

Joice: as pessoas adoram histórias. Boa parte de minhas apresentações  misturam histórias reais com um bom impacto visual. Nada de textos e frases longas em seus slides!

Se a história que você conta é algo que aconteceu com você, é melhor. Se a história é engraçada, melhor ainda!

Além do conteúdo de sua apresentação, também existem alguns truques simples que você pode usar.

  • Os gráficos, quando utilizados, devem ser animados e não estáticos. Entrando um item por vez.
  • Não importa se você está apresentando algo numa reunião para 3 pessoas ou apresentando uma palestra para 1000. A emoção deve ser a mesma.
  • As pessoas precisam se sentir como se você estivesse falando para elas, pessoalmente, individualmente. Entao, use o “você” ao invés do “vocês”.
  • Sorria!  Este é o princípio básico para que você permaneça sintonizada com sua platéia.

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Como se tornar um grande líder…

Warren Bennis LiderançaMuito tem se falado sobre o que faz um grande líder. Rotinas, estilos de gestão, dicas e truques sobre as melhores maneiras de conduzir um grupo… quando se trata de liderança, muitas teorias já foram examinadas.Um caminho para você que é gestor ou pretende se tornar um é avaliar como aqueles que alcançaram posições de liderança (e com sucesso) chegaram lá.

Será que eles são bons por conta de suas habilidades? Ou de suas atitudes? Ou de um mix de ambas?

  • Todos os bons líderes que conheço se comportaram e se comportam donos do negócios, mesmo não o sendo.
  • As pessoas que chegam ao topo são aquelas que provam que podem fazer mais do que lhes é delegado. Elas se dedicam a aperfeiçoar suas habilidades e completar as tarefas que lhe foram atribuídas; ao mesmo tempo, provaram ser confiáveis.
  • Outro aspecto interessante que tenho observado é que muitos dos líderes que conheço são aqueles que se mostraram determinados a consquistar esta posição; em detrimento daqueles que estavam mais preparados. Uma boa formação acadêmica é sempre importante, mas não adianta nada sem a ambição sadia de crescer.

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Como criar a “cultura da produtividade”

No fundo, no fundo, o que todo empresário, executivo ou gestor quer, é ter uma equipe produtiva. Não existe mágica que ajude a aumentar a produtividade de um grupo, nem mesmo milagre.

O que é necessário nas empresas é criar o que chamo de “Cultura da Produtividade” e isto só é possível quando nos propomos a repensar nossas práticas e a eliminar velhos hábitos. 

Existem alguns caminhos. O primeiro deles é reconhecer que reuniões são importantes e benéficas, mas podem ser anti-pridutividas quando nada fica realmente decidido. As reuniões devem começar com uma agenda clara e concisa, que incluem os objetivos para decisões a serem tomadas. Esta agenda deve ser enviada antes da reunião para que todos os interessados ​​possam vir preparado com um “dono” claro para cada item. 

Depois, precisamos entender que em geral, quando um serviço ou demanda não é executada no prazo, pode ser uma relação com metas surreais.

Prazos são fundamentais para a produtividade, mas eles podem ser exatamente o contrário quando eles são vistos como não-factível ou mesmo ameaçador.

A dica é esta: ao invés de definir prazos cegamente, feche prazos em conjunto com a equipe. Assim, o comprometimento fica mais evidente e a sensação de responsabilidade amplia.

E por fim, visando instaurar a cultura da produtividade, seja um gestor acessível. Às vezes as coisas não são feitas corretamente porque os funcionários não puderam perguntar ou tiveram medo de fazer perguntas. 

Na minha págona no Facebook eu disponibilizei gratuitamente uma Planilha de Controle de Produtividade. Ela é simples e dá uma visão panorâmica das delegações que o gestor dá para sua equipe. 

A empresa caótica

Pra mim, não tem nada mais assustador do que não receber resposta a um pedido de cotação ou esperar dois dias para receber uma proposta aparentemente simples.

Acho caótica uma empresa que demora em atender a demanda de seus clientes – principalmente quando o assunto está relacionada a compra de produtos ou serviços.  E acho que  a maioria das pessoas que me ouvem também pensam assim.

 “Tanta empresa precisando vender e a sua demorando em atender pedidos receptivos”.

Muitas vezes a dificuldade de vendas de uma empresa não é  nem a falta de clientes. Mas a morosidade em atende-los.

Acompanhei outro dia um pedido de frete de materiais didáticos do CDPV junto a uma grande transportadora com atuação nacional. Agora, esta transportadora não cota nem atende mais pedidos por telefone. Criaram uma solução tecnológica onde, argumentam, o cliente pode cotar o frete de maneira on-line. ‘Genial’, pensei.

Mas não funciona. Você entra no site, escreve seu pedido e precisa esperar incríveis 24 horas para ser atendido.

Ligue para um hotel, por exemplo, para pedir cotação de algum serviço, seja evento ou hospedagem. Você vai ouvir isso: “me manda seu pedido por e-mail que depois eu respondo”. Me assusta, pois se a pessoa está ligando, deve ter ao menos o seu pedido anotado por quem o atende.

A minha visão é simples: ao invés de burocratizar o atendimento, facilite! Os clientes querem comprar, mas será mesmo que sua empresa está preparada para vender?

Hoje em dia ganha não só quem tem bom preço ou bom prazo de entrega. Ganha quem resolve mais rápido as necessidades do cliente e quem o atende de maneira diferenciada.

Comprar por base no preço é a vingança do mercado para a mediocridade que existe entre empresas concorrentes.

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As transformações do varejo brasileiro

O varejo brasileiro tem vivido inúmeras transformações. Uma delas é a famigerada e badalada fidelização de clientes. Este é um tema que muito se fala e pouco se faz. É um tema que sempre é debatido em reuniões estratégicas das grandes empresas, mas com uma dificuldade incrível de executar.

É difícil porque dá trabalho – mais do que já temos. Quebrar este paradigma é um passo vital não apenas para ganhar dinheiro, mas para sobreviver.

Continuar fazendo tudo da mesma forma nos levará para lugares que já conhecemos – na melhor das hipóteses.

Um bom direcionamento é este: as lojas – da pequena à grande – estão apostando nas vendas não realizadas. É simples: quando um cliente procura um produto que não está disponível, o vendedor registra o nome e telefone e avisa quando estiver disponível.

Este não é um ‘novo sistema’; é um despertar para fazer coisas que já existiam, mas não eram feitas.

Recentemente fui convidado para ministrar uma palestra na convenção de vendas numa rede de farmácias. Lá eu conheci uma balconista que faz algo genial: ela registra na sua agenda, de maneira simples, todos os clientes que usam remédio periódico e controlado. E liga para eles, dois dias antes, pra lembrá-los de que o remédio está terminando, propondo uma cômoda e eficaz entrega.

Ela, sem saber, está efetivamente blindando sua clientela num segmento em que quase não há fidelidade.

O empresário deve investir em alguma solução tecnológica para facilitar esta rotina. Mas se não tiver este interesse agora – por miopia ou falta de foco mesmo – deve ao menos mobilizar seus profissionais para executar este modelo de atendimento.

Com esta prática, o cliente se sente especial . Com a correria da vida as pessoas precisam de serviços e gestos que otimizem seu dia e conomizem tempo. Quem não gosta de ser lembrado?

Final de ano chegando, é hora de preparar 2015

2014 - 2015Pelo menos é isso que as empresas mais estruturadas já estão fazendo.

As grandes estão fazendo algo que chamam de “montando o orçamento”.

As pequenas e médias, ainda que geridas de maneira intuitiva, precisam ao menos alinhar a estratégia e, na sequência, coloca-las em prática.

Eu sei que quando se é pequeno, a rotina diária de fazer o mês acontecer é a prática que predomina. Mas se não nos prepararmos para os desafios, o risco de sermos engolidos pelo mercado é muito grande.

Quais são as oportunidades do ano que vem? Eu te antecipo algumas.

A tendência principal é pensar em soluções para o cliente, além do que você já faz. Se você trabalha em uma empresa que vende para outras empresas, é necessário imaginar o que fazer para ajudar estes clientes no seu desenvolvimento, aplicando melhor o produto ou serviço que você vende. Afinal, quando ele cresce você também cresce.

Se você trabalha em uma empresa que vende para pessoas físicas, tá na hora de sair do lugar comum e colocar em prática alguma solução de relacionamento com o cliente, criando uma forma de manter contato frequente e periódico com eles.

Recentemente fui convidado para ministrar uma palestra na convenção de vendas numa rede de farmácias. Lá eu conheci uma balconista que faz algo genial. Ela registra na sua agenda, de maneira simples, todos os clientes que usam remédio periódico e controlado. E liga para ele, dois dias antes, pra lembrá-lo de que o remédio está terminando, propondo uma cômoda e eficaz entrega.

Ela, sem saber, está efetivamente blindando sua clientela num segmento em que quase não há fidelidade.

Tenho certeza de que são estas ações, simples e cativantes que podem posicionar sua empresa rumo ao sucesso.

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Desafios da Gestão de Pessoas…

Recebo quase diariamente mensagens de líderes e gestores em geral comentando a dificuldade em montar uma equipe, que sempre evolui para manter uma equipe e que sempre termina em “ter uma equipe criativa e competente.”.

São situações alarmantes, afinal, uma empresa sem equipe não vai a lugar algum.

Ocorre que muitas vezes o problema central não é a equipe, mas sim quem manda nessa equipe.

É difícil demais reconhecer e tratar isto, mas se enquadrando ou não no tema, convido você a refletir sobre práticas que podem melhorar o seu desempenho como líder.

Na empresa a mudança verdadeira só ocorre de cima para baixo e quase nunca ao contrário… Será que não está na hora de você mudar?

Confira estes quatro pontos:

  • Tem gestor que que espera receber tudo sem sacrificar nada. Que tal dar tempo para as pessoas criarem e se divertirem no ambiente de trabalho? A inovação também acontece com o ócio!
  • Nada mata a inovação mais rapidamente do a palavra ‘NÃO’! Reprovar  idéias e sugestões dos funcionários, sem explicações, faz a equipe fazer só o “feijão com arroz”. Então, ao invés de reprovar, peça para a pessoa trazer mais informações para análise. Meus liderados podem pensar o que quiserem sobre mim :-). Mas nunca falarão que eu não valorizo ou apoio ideias. Qualquer ideia.
  • Reconheça as pessoas que se dedicam e que entregam sem reclamar!  Quem dá o suor e o sangue na construção de uma empresa precisa deste reconhecimento .

Pense nisso!

Dicas de Micro Franquias Inovadoras

CÁSSIA é  enfermeira e mora em João Pessoa, na Paraíba. Está querendo abrir um negócio e pensou em uma esmalteria. Diz ter R$ 50 mil para investir e deseja ideias de  micro franquias inovadoras.

Cássia, decidir empreender não é uma tarefa simples; precisa de coragem, determinação e, claro, muita busca por conhecimento. E isto você está fazendo.

Considerando a rentabilidade média da poupança nos últimos meses; se este seu capital ficase parado, você receberia algo próximo a R$ 250 por mês. Com esta informação, entendo que, para começar, você deve considerar:

  1. quanto você precisa receber mensalmente da empresa para se manter?
  2. no mínimo e no pior dos cenários, descontando todos os custos direto e indiretos – inclusive o seu salário mensal, a empresa precisa deixar pelo menos R$ 250 de lucro todo mês. Por que se não for assim, é melhor deixar o seu dinheiro paradinho onde está.

Com este capital, recomendo que você identifique franquias que possam ser operadas a partir de sua casa, visando minimizar os custos e reduzir as chances de fracasso. E são muitas. Clique em “continuar lendo” para conferir as minhas dicas.

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