Crise? Decidi que minha empresa não irá participar dela…

noticias ruinsCleide é empresária e escreve relatando um certo temor diante do desaquecimento da economia. As notícias que têm visto nos jornais e na TV dão conta de retração, queda do PIB, desemprego.

Por isso, pede ideias do que pode ser feito para não ser tragada pela maré de notícias ruins e não ver ruir os mais de 10 anos de muito suor, sacrifício e sucesso.

Cleide, é claro que precisamos acompanhar o noticiário com atenção, mas também com cautela. Cautela porque não podemos deixar que ele contamine nossa empresa, nossa equipe e a nossa rotina.

Tem uma frase bacana rodando na internet que diz assim: “Crise? Decidi que minha empresa não irá participar dela”.

Este, sem dúvida alguma, é o início do caminho. Todo empresário que está se destacando neste momento turbulento possui um pouco desta visão.

Vamos avaliar alguns outros pontos:

  1. Propagam por aí que esta terrível queda de quase dois pontos percentuais no PIB é muito ruim para a economia do Brasil . Ok, concordo. Mas o que isso tem haver com as micro e pequenas empresas? O PIB do México é de 1.3 trilhão de dólares. Da Índia, US$ 1.9. O do Brasil é de US$ 2.3 trilhões. Não sei pra você, mas me parece que mesmo caindo 2% ainda sobra muito, não é?
  2. Reportagens dão conta de que o desemprego está no patamar de 8%. É fato que algumas empresas tem demitido, mas conheço tantas que possuem vagas em aberto que não conseguem fechar, e não é por baixos salários ou por ausência de benefícios…

Diante de toda situação negativa, há sempre um ângulo positivo a ser observado.

É por isso que no mês que vem (outubro/2015), reunirei empresários, gestores e profissionais de vendas no Workshop “Missão Possível: como aumentar as vendas em períodos turbulentos”. Criei este workshop para disseminar boas práticas e fornecer ferramentas e estratégias para quem quer crescer e não apenas sobreviver.

Ideias de gestão para o Roberto

empresarios - desenhoHoje é dia de responder a mensagem do Roberto, empresário do ramo de beleza.

Ele fala que “concorda com muito do que tenho falado” aqui e no Rádio quanto a blindagem necessária para as empresas não sucumbirem a período turbulento.

Mas pede orientações mais práticas no que tange a administração. Ele se diz bom de vendas, mas reconhece que anda apreensivo já que seus conhecimentos na área financeira são fracos.

Roberto: o mais importante é agir proativamente e não deixar pra tomar atitude somente quando o temporal chegar.

Então, tome nota de 3 caminhos possíveis e necessários:

1 – Reduzir o custo fixo com criatividade: evitando desperdício e diminuindo despesas desnecessárias.

2 – Delete o que traz prejuízo e foque no traz rentabilidade. E isso vale para tudo: para foco, para gastos, para investimento e até para administração de pessoal.

3 – Gerencie e controle duramente o seu capital de giro. As empresas não quebram porque não vendem. Quebram, principalmente, pela falta de capital de giro.  Neste momento, a sugestão é evitar bancos, seja para empréstimos,  descontos de duplicatas e antecipação de recebíveis de cartão de crédito. As taxas tem oscilado muito!

Boa Sorte!

Restaurante em apuros… o que fazer?

restaurante 1Quem escreve hoje é a Rosângela, de linda cidade de Salvador da Bahia. Ela diz:

“Tenho um restaurante. Comecei com MEI (Micro Empreendedora Individual), cresci desordenadamente e cai de cabeça nessa crise econômica. Tinha 25 funcionários e hoje apenas 05. Perdi clientes, adquiri dívidas, ainda assim, continuo trabalhando.

Hoje meu faturamento mensal é de R$30.000,00, isto é, quando entra tudo no mesmo mês. Mas devo no mercado mais de R$100.000,00. Como sair dessa,  levantar a minha empresa e continuar na ativa?

Primeira questão, Rô: não dramatize a situação. O país não vai acabar com esta tal crise econômica e a sua empresa não irá morrer – desde que você faça minimamente a lição de casa.

Portanto, nada de pânico ou drama. Tem gente por aí que adora uma novela mexicana, vamos deixar a tal “crise” para eles!

Agora, é hora de agir. Menos discurso e mais ação. Pelo que parece você precisa agir em dois eixos: (1) a retaguarda, melhorando suas rotinas de compras e administração financeira e (2) as vendas.

Como minha especialidade é esta segunda, quero te dizer que é possível sim crescer e faturar mais mesmo neste período turbulento.

Crie produtos novos, para atrair os antigos clientes. Já que administra um restaurante de bairro, pense em diversificar os pratos, inclinar o ambiente para a moda gourmet e uma forma de cadastrar os consumidores.

Uma boa dica pra isso é criar uma pesquisa de avaliação, onde o cliente escreve num pedacinho de formulário o que achou da comida, o que acha que precisa melhorar e registra ali seus dados pessoais, como telefone, e-mail e data de aniversário.

E aí você já sabe: intensifique o contato! Você pode mandar e-mails ou mensagens de Whatsapp diariamente com o cardápio do dia e pode também, na data de aniversário do cliente, convidá-lo para almoçar com vocês, por sua conta, é claro.

Estas práticas te diferenciarão profundamente e farão a clientela retornar com frequência ao seu estabelecimento.

Mês que vem (outubro/2015) reunirei empresários, gestores e profissionais de vendas no Workshop “Missão Possível: como aumentar as vendas em períodos turbulentos”. Criei este workshop para disseminar boas práticas e fornecer ferramentas e estratégias para quem quer crescer e não apenas sobreviver.

Os 4 passos comportamentais para superar adversidades

crise-oportunidadeEsta semana é dedicada a comentar alternativas e posturas necessárias para empresas que querem não apenas sobreviver, mas crescer nestes períodos mais turbulentos.

Ontem comentei que existem 4 comportamentos indispensáveis para este momento. O primeiro é “fazer coisas diferentes”. O segundo é “trabalhar mais”.

O terceiro é Deixar de lado essa insatisfação e este clima de desânimo que tem assolado muitas empresas e muitas pessoas.  Eu sei que há empresas, que há companhias que têm sofrido muito com este momento brasileiro, mas tem outras que estão ganhando dinheiro. É aquele famoso ditado que você já conhece “Enquanto alguns choram sempre tem alguém vendendo lenço.”

E o quarto passo importante para a gente atravessar este período e faturar é:

Acreditar. Acreditar que é possível. Se as pessoas que trabalham na sua empresa não acreditam, porque que os clientes vão acreditar? Se as pessoas que trabalham contigo estão desanimadas, de baixo astral, pessimistas, porque que as coisas boas vão acontecer? É aquela tal questão: “Coisa ruim atraia coisa ruim, pessimismo atrai pessimismo.”

Então acima de tudo: acreditar que é o momento sim de faturar e crescer faz toda a diferença para aquelas empresas e para aquelas pessoas que querem não apenas sobreviver, mas crescer neste momento turbulento.

Em outubro iniciarei um grande tour ao redor do Brasil com o incrível e inédito Workshop “Missão Possível – como aumentar suas vendas em períodos turbulentos”. É um encontro ideal para empresários, gestores e profissionais de vendas visionários, onde apresentarei as melhores estratégias e ferramentas  para não apenas sobreviver, mas para crescer. As datas já confirmadas são: 01/10/15 no Rio, 06/10/15 em Cabo Frio – RJ e 23/10/15 em Salvador – BA. Saiba mais aqui. 

Como crescer em períodos turbulentos

Muitas pessoas têm mandado mensagens perguntando o que podem fazer para superar este momento mais competitivo, mais turbulento que estamos vivendo no Brasil.

ideograma_chines_criseSão pessoas de Norte a Sul do País, de Capital e do Interior, pessoas de vendas, pessoas de administração, pessoas de todas as áreas da economia.

Eu realmente acredito que existem quatro  ingredientes indispensáveis, para quem quer não apenas passar, atravessar este momento de competição acirrada como também ganhar dinheiro, não apenas sobreviver  mas crescer neste momento competitivo! Sim, isto é possível!

São quatro ingredientes e dois deles falarei hoje:

1º – Fazer coisas diferentes. Aquilo que trouxe a gente até aqui, até onde agente está agora não garante o sucesso no futuro. Então eu devo me perguntar todos os dias “O que eu devo fazer para melhorar”? Para entregar melhor este serviço que eu presto? Seja para meu chefe, seja para meu cliente, seja para meu colega.

A segunda grande questão nesse momento mais competitivo, mais acirrado é Trabalhar mais. Esses momentos competitivos não são favoráveis para aquelas pessoas que não gostam de trabalhar, e olha que no Brasil temos muita gente desse tipo. Ou seja, se eu trabalho de 9 as 18hrs, infelizmente ou felizmente eu tenho que trabalhar de 8 as 19hrs, eu tenho que acordar mais cedo, dormir mais tarde, preciso captar mais informações, eu preciso ler mais estudar mais, falar com mais pessoas.

Fazer coisas diferentes e se dedicar mais! É o caminho para quem não quer ser tragado por esta maré de notícias ruins.

Em outubro iniciarei um grande tour ao redor do Brasil com o incrível e inédito Workshop “Missão Possível – como aumentar suas vendas em períodos turbulentos”. É um encontro ideal para empresários, gestores e profissionais de vendas visionários, onde apresentarei as melhores estratégias e ferramentas  para não apenas sobreviver, mas para crescer. As datas já confirmadas são: 01/10/15 no Rio, 06/10/15 em Cabo Frio – RJ e 23/10/15 em Salvador – BA. Saiba mais aqui. 

27/8: Dia do Grande Corretor de Imóveis

Dia 27 de agosto é o dia! O dia de quem se dedica, de quem não desiste, de quem levanta a poeira e dá a volta por cima. No vídeo abaixo você encontra uma mensagem especial. SE você é corretor, assista! E depois diga o que achou :-).

Carpe Diem!

Um forte abraço do…

 Diego Maia | Grupo CDPV

A importância do foco e a Síndrome do Pato

Giselle escreve comentando  uma grande dúvida em seu momento profissional. Ao que tudo indica, foi mordida pela mosca azul do empreendedorismo e, provavelmente para levantar recursos, tem se dedicado a muitos ramos. Ela fala que tem exercido funções diversas como vitrinista, organizadora de eventos e até manicure. E pergunta dela é simples: “Você recomenda atuar em diversas e diferentes áreas ou é preciso focar em apenas uma coisa?”

Giselle: um clássico jargão do mundo empresarial pode ajudar a responder esta sua questão. Quem tem muitos focos no fim das contas não tem nenhum.

sindrome-patoAo prestar serviços em ramos que teoricamente não se comunicam, você acaba sem qualquer especialização.  É muito melhor ser reconhecido pelos clientes como alguém especialista em um, ou no máximo dois temas, do que tentar prestar diversos serviços. Lembro bem da metáfora do “profissional pato”. Frequentemente uso esta analogia no ambiente corporativo pois é de fácil compreensão: embora seja um animal bonito, simpático e apetitoso, ele parece não fazer nada direito embora domine diversas técnicas: ele anda, nada e voa. No entanto, por parecer dominar todas essas técnicas, não faz nada direito: voa apenas entre distâncias curtas, nada sem velocidade e anda mais devagar ainda e bem desengonçado.

Esta teoria totalmente abstrato também pode ser utilizada para colaboradores de diversas empresas quando tentam abraçar o mundo e acabam vendo sua produtividade ir para abaixo do volume morto.

Tenha um foco por vez. É melhor ser muito bom em alguma coisa do que tentar ser bom em várias e não entregar os resultados propostos ou estabelecidos.

O vídeo que posto abaixo ilustra bem a situação do foco no trabalho e na vida. Dê uma olhada:

Ser uma empresa socialmente responsável é possível

socialmente responsavelSer uma empresa socialmente responsável vai muito além de contribuir com ONG’s e entidades filantrópicas. Ser socialmente responsável é contribuir com o bem estar da sociedade de alguma forma, seja incentivando ações internas – junto a funcionários e fornecedores, ou incentivando boas práticas junto a sociedade.

Entendo que, em muitos casos, as empresas não precisam ter dinheiro sobrando ou ser de grande porte para ativar ações de responsabilidade social. Até porque, embora não seja e não deva ser este o objetivo, as ações retornam com um ganho tremendo de imagem e de posicionamento junto a clientes e sociedade em geral.

Conheço algumas empresas de pequeno porte que se destacam por ações desta natureza. Um pequeno supermercado localizado no interior de São Paulo se destaca na vizinhança todos os anos arrecadando alimentos não perecíveis para distribuir a comunidades necessitadas.

Uma grande fazenda de palmito localizada em Silva Jardim, também interior do Rio, incentiva os moradores de sua região rural a produzir artesanato e ajuda na comercialização em eventos prá lá de descolados.

A TAP, companhia aérea que liga Brasil a Europa propaga  informações importantes sobre saúde vascular. Há alguns dias lançou a campanha, “Mantenha-se em circulação. Previna-se!”, e trabalha fortemente a bordo de suas aeronaves, exibindo um vídeo lúdico para ilustrar as principais atitudes preventivas para a saúde vascular.

Todas estas iniciativas ajudam a melhoria da qualidade de vida e, como disse, ajuda no posicionamento da marca perante o mercado de atuação. Passa o sentimento de empresa que contrbui com a sociedade e embora isto pareça intangível, dá para quantificar o retorno no longo prazo. Pense nisso, avalie o que você pode fazer na sua empresa e mãos a obra. Não dá para ficar parado.

Projeto de vida: deixar um legado

Quem escreve é uma ouvinte que não quer se identificar. Ela é psicologa, funcionaria pública e mantém consultório. E nas palavras dela, continua:

Nos próximos dois anos me aposento.  Mas não pretendo parar de trabalhar. Sempre trabalhei com adolescentes. Agora estou querendo fazer algo mais dinâmico e com possibilidade de encerrar uma carreira deixando algo para o futuro. Tenho dúvidas qto o que escolher para prosseguir. Gostaria de fazer algo mais leve com melhor energia, menos desgastante emocionalmente. Fazer trabalhos viajando, por outras cidades e quem sabe outros países. O que fazer?”

Tem aumentado o número de profissionais – em vias de aposentadoria ou no meio de suas carreiras – com o interesse em jogar tudo pro alto e encontrar um sentido mais amplo para suas vidas, deixando legado para a humanidade.

Eu curto muito pessoas assim, que não se prendem em estabilidade e inovam na gestão de sua própria carreira e de seu próprio futuro.

Para ter êxito, o lado romântico do projeto de vida precisa estar amparado por pilares sólidos.

O que nossa ouvinte precisa, em primeiro lugar, é escrever o seu projeto: colocar no papel O QUE deseja fazer e responder as demais perguntas do planejamento padrão: ONDE, COMO QUANDO e COM QUEM.

No que tange a operacionalização, lembre que a tecnologia é a grande catalisadora das mudanças. E, através dela, você pode fzer seu projeto de vida virar realidade…

Um bom exemplo deste exercício de libertação e legado, é o projeto “Gente Extraordinária” da Bruna Talarico e do Felipe Carneiro. Eles abandoram suas carreiras de jornalistas e vão passar os próximos dois anos na estrada, sem endereço fixo,  trabalhando em condições complicadas para tentar entender como a busca de cada um de nós pela felicidade interfere e molda o planeta. Pra ser mais claro: vão viajar o mundo pesquisando e entrevistando pessoas para descobrir o que é a felicidade e publicarão na internet fotos, vídeos, textos e podcasts enquanto a viagem acontece.

Parece que parte do financiamento deste projeto de vida da Bruna e do Felipe é feito pelos próprios. Mas estão captando recursos através de site de financiamento coletivo. Confira o vídeo:

E você? Qual o sentido da sua carreira, do seu negócio, da sua vida? Qual legado você deixará?

 

Ao receber pedradas, jogue flores

Gláucia escreveu contando um pouco de sua trajetória. Ela é dona de duas papelarias na região de Niterói – RJ e, embora o negócio já tenha mais de uma década, ela tenta sempre inovar. Compra mercadorias diferentes, cuida do visual das lojas e valoriza, sempre que possível, seus funcionários.

O problema central do negócio dela não é nem o momento que vive a economia – ela diz que sente uma certa desaceleração nos seus negócios, mas soube preparar o futuro, guardando capital para as horas de aperto. Entende que talvez por isso consiga escapar ilesa.

O problema para Gláucia são as pessoas. Embora invista em premiações e presentes, sempre tem em sua equipe, de quase 30 funcionários, alguma ovelha negra tentando destruir o bom clima de comprometimento e dedicação, itens que considera vitais para sustentação do negócio. E pergunta o que pode fazer, já que ela já tentou de tudo e está quase perdendo as esperanças.

Gláucia, a reação comum da maioria dos empresários e gestores é combater a ovelha negra, reagindo na mesma moeda.

Diego Maia e Genival Beserra, Costazul MultimercadoEsses dias conversava com um grande amigo, o Genival Beserra (foto), diretor geral do Costazul Multimercado justamente sobre isso.

Genival me mostrou um caminho contrário para o tratamento de funcionários que parecem jogar contra a empresa.

Desta conversa, tirei duas conclusões. A primeira é esta: é bom desencanar, porque este tipo de postura vai existir em todas as empresas, mais dia, menos dia.

A segunda é bárbara: quando receber pedras, jogue flores.

Ou seja: a cada gesto de destruição do funcionário ovelha negra, devolva com alguma atitude que ela mesmo não espera: um elogio, um presente, uma palavra de apoio e união.

Com o tempo, o Genival me garantiu, estes gestos ajudam a criar uma espécie de cinturão de segurança e ajuda o profissional a cair em si. Ele entenderá que mesmo sendo reclamão e destrutivo, está empresa dá mesmo valor a evolução e a satisfação humana, e não aos pontos negativos.

Então, Gláucia, não devolva a ausência de comprometimento na mesma moeda. Quando receber pedras, por mais pesadas e tristes que sejam, devolva flores e doses cavalares de ações positivas e agregadoras.

Sei que é difícil, mas o resultado compensa, acredite.

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Crise? Deixe isto para a concorrência! #diegomaia

Muita gente tem mandado mensagens perguntando por aqui, no Facebook e no Twitter o que fazer para superar este momento turbulento que estamos vivendo.

Neste vídeo de apenas 2 minutos falo dos 4 passos indispensáveis para quem quer não apenas sobreviver, mas crescer. Sim, isto é possível! Eu acredito, e você?

Diego Maia participa do Festival Vale do Café 2015

IMG_9679Por #EquipedoDiego

Como parte da programação do Festival Vale do Café 2015, mais de 50 empresários do Vale do Paraíba, convidados pelos sindicatos que representam o comércio varejista de Barra Mansa; Barra do Piraí; Três Rios; Volta Redonda; Miguel Pereira; e Valença participaram no último dia 21, do almoço palestra “Movimento de Hospitalidade”, promovido pela Fecomércio RJ e pelo Senac RJ na Fazenda São Luiz da Boa Sorte, em Vassouras.

“O Vale do Paraíba tem um potencial econômico muito grande. É muito importante que a região e o Estado sejam cada vez mais reconhecidos como tendo uma mão de obra e um atendimento de excelência”, afirmou o presidente da Fecomércio RJ, Orlando Diniz.

Para o evento,  Diego Maia foi o principal convidado. Ele mostrou a importância de manter uma atitude positiva, principalmente nos momentos de crise. “É importante que o empresário busque inovação para enfrentar as adversidades e não adote uma postura reativa, que também acaba por contaminar os empregados”, disse.

Para garantir o crescimento dos negócios, Maia destacou que a única saída é a inovação, principalmente por meio da tecnologia e da hospitalidade. Segundo ele, atualmente, qualquer empresa que queira bons resultados deve estar presente nos meios digitais e fazer uso deles, de forma inovadora. “O outro pilar para a sobrevivência e o crescimento de uma empresa é a hospitalidade. O bom atendimento é muito mais que simpatia: tem a ver com eficiência, disponibilidade e relacionamento”. Na palestra altamente interativa, mostrou cases, e exemplos do que pode ser feito para acelerar resultados.

“É importante garantir o treinamento das equipes e descobrir um diferencial que gere encantamento e fidelize o cliente. E tudo o que vimos hoje será muito importante para nossa participação como anfitriões do Festival e no relacionamento com clientes em todas os ramos de atuação”, ressaltou o presidente do Sicomércio Júlio César Resende de Freitas, que participou do evento junto aos diretores do Sicomércio Luiz Medeiros, Jorge Ibrahim e Arnaldo Santa Rosa.

Ciente da importância da hospitalidade para o desenvolvimento do setor de comércio e serviços fluminense, como legado do Festival Vale do Café, que aconteceu de 16 a 26 de julho, a programação do Senac RJ continuará com a oferta de capacitações em atendimento para os empregados do comércio e de serviços em parceria com os sindicatos da região.

Diego Maia na Revista Empreendedor: “É preciso deixar o comodismo de lado e investir na motivação dos gestores”

portal-empreendedor

A Revista Empreendedor circula em todo o território brasileiro e se comunica com perfeição com o empresariado.

Recentemente, entrevistou Diego Maia sobre os desafios da gestão.

Neste post você tem acesso a íntegra da entrevista.

Boa Leitura! #EquipedoDiego

 

Falta de clareza e qualificação, dificuldade em definir metas e pouca disposição para treinar os subordinados. Estas são apenas algumas das falhas mais cometidas pelos gestores de empresas dos mais diferentes portes e segmentos. Diagnosticado por estudos e pesquisas em todo o mundo, esse despreparo é responsável por arruinar carreiras e comprometer o desempenho de toda a organização.

Para lidar com a situação é preciso deixar o comodismo de lado e investir no treinamento e motivação dos gestores, que devem sempre estar atualizados em relação às decisões estratégicas da companhia. “Tem empresário que cobra resultados sem nunca ter mostrado o que deve ser feito e insiste em dormir abraçado com o conformismo”, avalia Diego Maia, autor do livro Como ser um gestor de sucesso.

Especialista em vendas e gestão e presidente do Grupo CDPV(Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) há dez anos, ele fala a seguir sobre como é possível formar bons gestores e evitar o chamado “apagão de talentos”. “Com o chamado ‘apagão de talentos’, muitas empresas possuem vagas ociosas em atividades de coordenação, supervisão e gerência. E, para preenchê-las, contratam ou promovem pessoas que ainda não estão prontas, o que é muito perigoso. Fazendo uma analogia com um exército, como um coronel que nunca deu um tiro pode comandar um batalhão?”, indaga Maia. Ele explica também a diferença entre vendas corporativas e para o público e negociação de alto impacto, além de dar dicas para uma negociação mais eficiente, entre outros assuntos.

O que determina o sucesso de um gestor nos dias de hoje?

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Investir para crescer ou crescer para investir?

Edson é um empresário novato: está começando agora no ramo de varejo. Está muito apreensivo quanto a baixa nas vendas e o futuro do país.

Ele escreve um longo texto pedindo ideias, certamente para se munir de motivação visando atravessar este período mais conturbado.

Sua pergunta central é simples, porém profunda. Em resumo ele escreveu: “Diego: devo INVESTIR PARA CRESCER OU CRESCER PARA INVESTIR?”

Edson, no Brasil é muito comum:

  • Encontrarmos o ponto antes de projetar o negócio;
  • Legalizar a empresa antes de confeccionar detalhadamente um planejamento;
  • Contratar funcionários sem ter um manual de cargos ou mesmo uma descrição do cargo;
  • Montar um negócio para depois buscar conhecer as entranhas do ramo, cidade, segmento;

O resultado disso sempre é a sensação de ter que ‘trocar um pneu com o carro andando’.

Sabemos que na prática a teoria é outra, mas certamente encontraríamos menos pedras no nosso caminho se planejássemos. Muitas vezes quando pergunto se existe planejamento em uma empresa, o que me dizem é que existe um planejamento “mais ou menos”. Na prática descobrimos que o planejamento não existe ou que não é implementado.

Melhor dos cenários: preparação e investimento contínuos para só então buscar o crescimento. 

Esta é a inovação empresarial na sua mais legítima forma.