Diego Maia participa do Festival Vale do Café 2015

IMG_9679Por #EquipedoDiego

Como parte da programação do Festival Vale do Café 2015, mais de 50 empresários do Vale do Paraíba, convidados pelos sindicatos que representam o comércio varejista de Barra Mansa; Barra do Piraí; Três Rios; Volta Redonda; Miguel Pereira; e Valença participaram no último dia 21, do almoço palestra “Movimento de Hospitalidade”, promovido pela Fecomércio RJ e pelo Senac RJ na Fazenda São Luiz da Boa Sorte, em Vassouras.

“O Vale do Paraíba tem um potencial econômico muito grande. É muito importante que a região e o Estado sejam cada vez mais reconhecidos como tendo uma mão de obra e um atendimento de excelência”, afirmou o presidente da Fecomércio RJ, Orlando Diniz.

Para o evento,  Diego Maia foi o principal convidado. Ele mostrou a importância de manter uma atitude positiva, principalmente nos momentos de crise. “É importante que o empresário busque inovação para enfrentar as adversidades e não adote uma postura reativa, que também acaba por contaminar os empregados”, disse.

Para garantir o crescimento dos negócios, Maia destacou que a única saída é a inovação, principalmente por meio da tecnologia e da hospitalidade. Segundo ele, atualmente, qualquer empresa que queira bons resultados deve estar presente nos meios digitais e fazer uso deles, de forma inovadora. “O outro pilar para a sobrevivência e o crescimento de uma empresa é a hospitalidade. O bom atendimento é muito mais que simpatia: tem a ver com eficiência, disponibilidade e relacionamento”. Na palestra altamente interativa, mostrou cases, e exemplos do que pode ser feito para acelerar resultados.

“É importante garantir o treinamento das equipes e descobrir um diferencial que gere encantamento e fidelize o cliente. E tudo o que vimos hoje será muito importante para nossa participação como anfitriões do Festival e no relacionamento com clientes em todas os ramos de atuação”, ressaltou o presidente do Sicomércio Júlio César Resende de Freitas, que participou do evento junto aos diretores do Sicomércio Luiz Medeiros, Jorge Ibrahim e Arnaldo Santa Rosa.

Ciente da importância da hospitalidade para o desenvolvimento do setor de comércio e serviços fluminense, como legado do Festival Vale do Café, que aconteceu de 16 a 26 de julho, a programação do Senac RJ continuará com a oferta de capacitações em atendimento para os empregados do comércio e de serviços em parceria com os sindicatos da região.

Diego Maia na Revista Empreendedor: “É preciso deixar o comodismo de lado e investir na motivação dos gestores”

portal-empreendedor

A Revista Empreendedor circula em todo o território brasileiro e se comunica com perfeição com o empresariado.

Recentemente, entrevistou Diego Maia sobre os desafios da gestão.

Neste post você tem acesso a íntegra da entrevista.

Boa Leitura! #EquipedoDiego

 

Falta de clareza e qualificação, dificuldade em definir metas e pouca disposição para treinar os subordinados. Estas são apenas algumas das falhas mais cometidas pelos gestores de empresas dos mais diferentes portes e segmentos. Diagnosticado por estudos e pesquisas em todo o mundo, esse despreparo é responsável por arruinar carreiras e comprometer o desempenho de toda a organização.

Para lidar com a situação é preciso deixar o comodismo de lado e investir no treinamento e motivação dos gestores, que devem sempre estar atualizados em relação às decisões estratégicas da companhia. “Tem empresário que cobra resultados sem nunca ter mostrado o que deve ser feito e insiste em dormir abraçado com o conformismo”, avalia Diego Maia, autor do livro Como ser um gestor de sucesso.

Especialista em vendas e gestão e presidente do Grupo CDPV(Centro de Desenvolvimento do Profissional de Vendas) há dez anos, ele fala a seguir sobre como é possível formar bons gestores e evitar o chamado “apagão de talentos”. “Com o chamado ‘apagão de talentos’, muitas empresas possuem vagas ociosas em atividades de coordenação, supervisão e gerência. E, para preenchê-las, contratam ou promovem pessoas que ainda não estão prontas, o que é muito perigoso. Fazendo uma analogia com um exército, como um coronel que nunca deu um tiro pode comandar um batalhão?”, indaga Maia. Ele explica também a diferença entre vendas corporativas e para o público e negociação de alto impacto, além de dar dicas para uma negociação mais eficiente, entre outros assuntos.

O que determina o sucesso de um gestor nos dias de hoje?

Continuar lendo

Investir para crescer ou crescer para investir?

Edson é um empresário novato: está começando agora no ramo de varejo. Está muito apreensivo quanto a baixa nas vendas e o futuro do país.

Ele escreve um longo texto pedindo ideias, certamente para se munir de motivação visando atravessar este período mais conturbado.

Sua pergunta central é simples, porém profunda. Em resumo ele escreveu: “Diego: devo INVESTIR PARA CRESCER OU CRESCER PARA INVESTIR?”

Edson, no Brasil é muito comum:

  • Encontrarmos o ponto antes de projetar o negócio;
  • Legalizar a empresa antes de confeccionar detalhadamente um planejamento;
  • Contratar funcionários sem ter um manual de cargos ou mesmo uma descrição do cargo;
  • Montar um negócio para depois buscar conhecer as entranhas do ramo, cidade, segmento;

O resultado disso sempre é a sensação de ter que ‘trocar um pneu com o carro andando’.

Sabemos que na prática a teoria é outra, mas certamente encontraríamos menos pedras no nosso caminho se planejássemos. Muitas vezes quando pergunto se existe planejamento em uma empresa, o que me dizem é que existe um planejamento “mais ou menos”. Na prática descobrimos que o planejamento não existe ou que não é implementado.

Melhor dos cenários: preparação e investimento contínuos para só então buscar o crescimento. 

Esta é a inovação empresarial na sua mais legítima forma.

Inovação é dizer não para mil coisas!

Empresa inovadora é aquela que cresce com consistência. Empresa inovadora é aquele que é gerida por empresários que sabem que, no cenário dinâmico que vivemos, precisam se manter permanentemente sintonizados com as melhores práticas.

Mas a verdade é que são inúmeros os impeditivos para a inovação e para o crescimento. A ideia do dia é simples: liberte-se de sentimentos e argumentos críticos que põe em xeque toda tentativa de fazer coisas diferentes na empresa e inovar.

Ou seja:  elimine de seu discurso as 10 frases que vou elencar a partir de agora.

  1. ( )  Aqui não há nada para mudar;
  2. ( )  Assim como está, está bom;
  3. ( )  Nós fazemos assim há muitos anos, tá bom do jeito que está;
  4. ( )  A experiência é o que vale, essas teorias não valem de nada;
  5. ( )  Os problemas que temos são causados pelos outros;
  6. ( )  Os controles manuais são mais confiáveis que qualquer sistema;
  7. ( )  Ninguém tem mais nada para nos ensinar;
  8. ( )  Não delego nada, pois sou o responsável e as coisas só acontecem porque eu estou aqui;
  9. ( )  Eles só fazem errado, o único certo sou eu;
  10. ( ) Não pode. Não dá.

Inovação é dizer não para mil coisas!

Não dá para inovar quando o básico não é feito!

Outro dia visitei uma empresa que se dizia inovadora. Esta expressão é estampada em toda sua comunicação interna e externa.  Pensei que veria data centers, servidores virtualizados, ótima infraestrutura de tecnologia de informação, uma posição diferenciada na internet ou mesmo um atendimento diferenciado a clientes… mas o que vi era oposto:

  • “servidores” e computadores com Windows pirata;
  • funcionários sem qualquer capacitação para atender clientes;
  • funcionários são contratados e não passam por qualquer tipo de ação de treinamento (mesmo que não seja a perfeita);
  • e até mesmo o simples gesto de não atender ligações de clientes e prospects (ou deixar tocar mais de 10 vezes “porque estou ocupado”).

Conheço inúmeras empresas que se dizem inovadoras mas que a  cultura é a seguinte, “chegue no horário, trabalhe calado, não reclame do salário nem peça aumento, as ideias novas deixe pra depois, concentre no trabalho”.

Como pode se auto-proclamar “inovadora” uma empresa que age assim?

Não podemos dizer que estes empresários estão errados (só eles sabem as dificuldades para chegar até os dias de hoje), mas querer inovar em empresas como estas é “dar murro em ponta de faca”.

Mas a ideia do dia é essa: “Não dá para inovar quando o básico não é feito!”

Inovação Empresarial: muita gente diz que tem, mas…

falta de tempoExistem mais de duas dezenas de traduções ou significados para o termo “empresa inovadora”. Ainda hoje, se classificar como como tal é algo chique, bonito, e status. É de graça se intitular assim.  Em quase toda “Missão, Visão e Valores” tem alguma referência ao conceito.

Pra mim, empresa inovadora é aquela que cresce com consistência e criatividade e que não se deixa abalar com crises, debandadas de funcionários ou mesmo com ofensivas nada legais da concorrência.

Inovação, pra mim, é ter processos claros, definidos e executáveis.

É desburocratizar ao máximo sem deixar de lado métricas consistentes e precisas.

A maioria diz que tem estes tais processos, mas na verdade não tem ou não sabe exatamente quais são seus processos…

Muitas contratam consultorias  que ajudam a mapear processos, mas em geral, o resultado quase sempre de alto nível destas consultorias é impresso, emoldurado, pendurado na parede para todos verem, mas não são lembrados e seguidos no dia-a-dia pelo grupo, seja ele P, M, G ou GG.

Muitas empresas que se dizem inovadoras, mas…

  •     bloqueiam o acesso a informação de seus colaboradores por diversos tipos de medo;
  •     não compartilham resultados (por medo, receio ou qualquer outro motivo que o valha);
  •     se preocupam mais com os concorrentes do que com os clientes.

Definitivamente, empresa inovadora é algo muito diferente do que é feito pela maioria. Se quer inovar, precisa fazer o básico e buscar formas reais de diferenciar seu processo , sua comunicação e seu atendimento.

Pense nisso!

#tomeprumo Diego Maia!

Fui convidado a participar da websérie “Tome Prumo” do Gshow / TV Globo. Foi divertidíssimo conhecer o Major, personagem criado e interpretado pelo craque do humor Edimilson Filho.

Major é o cearense mais inteligente do mundo e tira dúvidas sobre todo tipo de assunto. Como eu tenho muitas… :-).

Espero que você também goste do resultado. Pra assistir, é só clicar aí embaixo e, depois, procurar o episódio “Empresário”. A direção é do talentosíssimo Cláudio Torres Gonzaga. Vê lá e tome prumo!

DIEGO MAIA TOME PRUMO GSHOW 3 7 2015

Preparação para processo seletivo

recrutamento e seleçãoMuito se fala sobre como um candidato deve se portar num processo de seleção.

Quando se prepara para uma entrevista de emprego, os candidatos costumam a pensar antecipadamente sobre as perguntas que vão responder.

Quais os principais feitos no emprego anterior? Por que deixou o emprego? Como resolveriam determinado problema? O que espera da nova carreira?

Mas a dica de hoje é: prepare não só respostas, mas também perguntas para fazer ao recrutador.

É importante estar preparado também para fazer perguntas. Depois de falar sobre si e de escutar a proposta é hora de começar a sua investigação. Minhas sugestões:

  • Descubra por que a posição está aberta.
  • Alinhe expectativas – É importante não deixar dúvidas do que a empresa espera de você no curto, médio e longo prazo.
  • Analise a situação da atual equipe perguntando sobre o estilo de trabalho.

Além de tirar dúvidas e criar expectativas palpáveis sobre o trabalho que você irá desenvolver, certamente transmitirá ao recrutador uma impressão diferenciada sobre suas perspectivas. Cuidado, no entanto, para nao ser aquele candidato chato que faz perguntas intermináveis e quer saber de tudo durante uma simples entrevista. Escolha 3 perguntas inteligentes e faça!

Quer mais dicas  e ideias sobre carreira, gestão, vendas, marketing e negócios? Me adicione no Facebook e no Instagram.

O desespero do Gestor…

O uso desmedido das redes sociais durante o horário de trabalho continua seu ritmo alucinante de crescimento. Volta e meio falo sobre isso aqui; empresários e gestores me escrevem com frequência relatando o quanto isso tem prejudicado a produtividade de suas empresas, reduzindo consideravelmente a qualidade  de seus serviços.

Antes da proliferação do 3G (e agora, o 4G) o bom sendo dizia que o acesso a internet nas empresas poderia (e deveria) ser controlado, impedindo o acesso as redes e mídias sociais. Agora, nem adianta se preocupar com isso, pois o acesso esta na palma da mão das pessoas.

Gestores estão desesperados e não sabem muito o que fazer.

O jornal O GLOBO noticiou nos últimos dias que o Alair Correa prefeito de Cabo Frio, cidade da região dos Lagos do Rio de Janeiro,  publicou nesta quinta-feira um post no Facebook proibindo todos os seus secretários e demais assessores de participar de “qualquer grupo de Whatsapp que não seja o de trabalho como os da saúde, obras, Comsercaf, Comunicação e educação”. Veja só:

alair correa - facebook - wathsapp

No pedido, ele solicita a retirada de quaisquer outros grupos do aplicativo e deixa claro que quem quiser permanecer nesses grupos “proibidos” terá que pedir exoneração. Só profissionais da área jornalísticas têm a permissão do prefeito para continuar.

O post gerou reações inflamadas. Um internauta elogia a ordem, outra diz que “parece piada”. Pra mim, o gesto só mostra que nós, gestores, não sabemos bem o que fazer para controlar o uso desmedido dos aplicativos.

Você aí tem alguma sugestão? Me escreva clicando aqui. 

‘Socorro, minha empresa está afundando…’

Ana escreveu:

“Eu e meu marido somos sócios em uma Esmalteria. Atualmente estamos enfrentando muitos problemas. Em relação às funcionárias eu tenho problemas de falta de assiduidade e de comprometimento.

As manicures nwaths app no trabalhoão cumprem horário e não respeitam as ordens do salão. As recepcionistas quase nunca são simpáticas e ficam distraídas com Facebook e Whatsapp, e acabam não focando no trabalho. 

 

Com isso, percebo que as clientes estão desaparecendo!

A minha esmalteria é muito bonita, foi bem pensada, eu só utilizo esmaltes e produtos de excelente qualidade, mas mesmo assim não estou fidelizando clientes.

Por causa disso tudo, nosso negócio está indo de mal a pior, a ponto de estarmos pensando em jogar a toalha e fechar as portas. Mas na verdade, investimos muito dinheiro nesta empresa e eu não gostaria de ter que fechá-la agora.

Será que meu salão tem salvação?”

Ana: toda empresa tem salvação, principalmente aquelas que são dirigidas por pessoas que querem melhorar e se perguntam a todo o tempo o que pode ser feito.

O quadro relatado é nefasto: a fuga de clientes está claramente caracterizada pelas atitudes de suas colaboradoras e certamente por diversos outros motivadores.

A inclusão digital é fantástica, mas está ajudando muitas empresas  a se perderem no meio do caminho. Algo precisa ser feito! Seja na conscientização, seja no bloqueio, seja criando um regulamento que impeça o uso.  Já falei sobre o uso desmedido das redes sociais aqui

Para fidelizar clientes muito deve ser feito além do serviço de qualidade. Uma boa sugestão é criar promoções agressivas para o retorno de suas clientes, contatando-as. Mas, claro, a pergunta chave é: você tem os dados (nome, email e telefone) de quem frequenta seu salão?

Quando o assunto é aumentar as vendas e fidelizar clientes, pequenos detalhes podem fazer uma grande diferença.

Pense nisso e me adicione no Facebook e no Instagram.

Cuidado com os obesos cerebrais (o passado e o futuro no processo seletivo)

obeso cerebralSempre que eu estou procurando um novo colaborador – e pelo crescimento do Grupo CDPV contratamos gente nova com muita frequência – analiso centenas de currículos. A escolha de alguém para se juntar a equipe é árdua e ao mesmo tempo decisiva para o sucesso futuro.

Então, ao avaliar os candidatos, há  muitas coisas que eu sempre tento identificar. Duas delas compartilho hoje com você.

Em primeiro lugar, procuro descobrir o que o candidato fez de diferente ou fora da caixa em sua carreira. No mundo de hoje, seguir as regras normais do jogo não é necessariamente a fórmula vencedora.

  • Será que o candidato será capaz de olhar para um problema com uma nova lente, ou implementar uma abordagem pouco ortodoxa? Se sim, tô dentro!

Minha busca frequente é por  membros da equipe que possam trazer um novo ponto de vista, alguém que vai enriquecer ainda mais a criatividade da nossa organização.

Em segundo lugar, eu avalio se a pessoa tem potencial. E a gente consegue fazer isso com perguntas sobre a visão de futuro, não apenas sobre o passado. De nada adianta ter tido uma boa experiência e uma boa formação se o candidato é um obeso cerebral.

Pense nisso e me adicione no Facebook e no Instagram.

A importância do Clima Positivo e do Reconhecimento

Multitarefa-Trabalhar-em-MultitarefaNuma pequena ou média empresa é muito comum os colaboradores exercerem vários papéis. Nuna PME trabalha-se em maior volume do que numa estrutura com um funcionário para cada tema. Fato.

Por isso, manter um clima bacana é determinante para o sucesso.

O ambiente precisa ser leve, tem que ter senso de humor, e, na medida do possível, permitir mais liberdade de expressão e criatividade. Eu acredito que até em ramos técnicos e repetitivos dê para fazer isso.

Além disso, as pessoas precisam ser reconhecidas pelo seu trabalho árduo e bem feito (eu falei bem feito :-) ). 

Reconhecimento em dinheiro é o que sempre vem a mente das pessoas para que se sintam valorizadas. Mas existem outras maneiras de manter as pessoas satisfeitas e engajadas, com resultados muito melhores do que a premiação em grana.

Vale ter o “destaque do mês”, uma premiação em forma de viagem, um estimulo para a pessoa voltar a estudar ou concluir seus estudos.

O dia a dia de trabalho, em qualquer empresa e em qualquer ramo, já é pesado demais. Trabalhar numa empresa com ambiente pesado e sem reconhecimento pelo bom trabalho, é o fim da picada.

Ah, mas que fique claro: reconhecimento é quando a gente faz alguma coisa palpavelmente boa. Se você acha que trabalha muito e que não é reconhecido, lembre que trabalhar muito é beeem diferente do que trabalhar bem.

Pense nisso e me adicione no Facebook e no Instagram.

Por que os colaboradores ficam? Por que vão?

Rotatividade-na-empresa3O mundo dos negócios é como o mar: as ondas vêm e vão.  Colaboradores vêm e vão. Já foi época de um jovem entrar numa empresa e querer ficar nela até se aposentar.

Tenho falado muito sobre manutenção de talentos como diferencial competitivo de todos os tipos de empresa. Mas eu disse “talentos” :-). Mas é claro que toda ação de retenção   pode falhar devido a circunstâncias atenuantes fora do controle do RH, do gestor ou do empresário.

A questão chave que faz um talento permanecer na empresa é o que chamo de “cultura da oportunidade”. É ela que faz um profissional talentoso se manter motivado para o trabalho e inspirado a se manter no time a longo prazo.

Toda empresa, por menor que ela seja, deve deixar claro aonde as pessoas podem chegar ao vestirem a camisa.

Em minhas palestras e treinamentos para gestores, sempre falo da necessidade de ajudar um colaborador a construir seu próprio plano de carreira. Sim, porque se todo negócio tem um plano, porque uma carreira não?

É papel do gestor ajudar o colaborador a enxergar o amanhã, além de apresentar as oportunidades para os membros da equipe que querem trocar de posição, assumir novos papéis, títulos, cargos…

Quando as oportunidades não existem, é papel do gestor criá-las, mesmo em empresas pequenas.

É por não ver oportunidades de crescimento que as pessoas buscam outros rumos. Simples assim.

Pense nisso e me adicione no Facebook e no Instagram.