O que fazer para crescer na carreira?

Quem escreve é a Edi, de Salvador – Bahia.

Ela diz: “Diego, sempre te escuto na Rádio e preciso orientação sobre cursos gratuitos online na área de recursos humanos, pois estou trabalhando como auxiliar e preciso me qualificar mais ainda. Nessa área todo dia tem mudanças e quero sempre estar preparada.

Edi, em primeiro lugar parabéns pela sua iniciativa. O único e verdadeiro diferencial de um profissional é estar sempre com a mente aberta, buscando conhecimento e se preparando para os desafios que estão por vir.

Se eu fosse você, assumiria os  seguintes compromissos com minha própria evolução profissional:

1º - Participar, a cada dois meses, de algum evento, simpósio, palestra ou seminário. Na Bahia, a ABRH – Associação Brasieira de Recursos Humanos é uma entidade ativa e sempre proporciona este tipo de encontro para os profissionais do setor. Alguns são pagos, outros grautitos.

2º - Faça a maior quantidade possível de cursos gratuitos e on line. A renomada Fundação Getulio Vargas possui inúmeros através da plataforma FGV On Line, veja-os aqui:.  http://www5.fgv.br/fgvonline/Cursos/Gratuitos

3º - Um livro a cada semestre – especialmente para as pessoas que não possuem hábito de leitura.

Agora é com você, Edi!

Farinha pouca meu pirão primeiro

Tenho falado aqui e aqui sobre as causas e soluções da infelicidade no trabalho, especificamente sobre a deterioração da relação empresa X funcionário. Como talvez você saiba, pedi aos ouvintes que escrevessem comentando o tema e recebi diversas mensagens interessantes, tanto por email, aqui no blog e na minha página no Facebook.

Renata escreveu assim: “Nas grandes empresas faltam líderes com empatia, com capacidade para motivar suas equipes e, principalmente, com habilidade para negociar e identificar conflitos. Os funcionários, na grande maioria das vezes, são descartados sem um diagnóstico por parte do gestor.  Por parte dos funcionários, existe dificuldade em expressar suas insatisfações, perspectivas e frustrações aos seus líderes”.

Olha Renata: eu prefiro apostar na necessidade do “meio-termo”.  Tem um ditado antigo que diz “farinha pouca meu pirão primeiro” que parece pautar as relações profissionais aqui no Brasil.

As empresas de sucesso são baseadas em um tripé: RESULTADO, PESSOAS e PROCESSOS, não necessariamente nesta ordem. Quando só há a busca por resultado, ele não chega ou chega com muita dificuldade, pois quem faz o negócio são os funcionários.

Por outro lado, a massa trabalhadora parece só priorizar o seu. O seu salário, a sua multa do Fundo de Garantia, o seu aviso prévio, o seu auxílio desemprego, as suas férias.

Funcionário bom é aquele que abraça a causa e não apenas o seu salário, embora ninguém trabalhe só por reconhecimento. E este funcionário precisa ser reconhecido, acarinhado, se sentir protegido e compartilhar a visão de que, se fizer tudo certinho, o resultado chega.

Líder e funcionário não podem é se deixar levar pelas bordoadas que a vida já lhes deu, trazendo para hoje as experiências ruins de ontem.

Nem 8, nem 80, gente! Trabalhe duro e com comprometimento. Agindo assim a vitória pode até demorar, mas ela vem, como diz o sambista.

‘Quando o chefe vem com o caju, a equipe já fez o suco’

Tirei esta semana para falar sobre as causas e soluções da infelicidade no trabalho, especificamente sobre a deterioração da relação empresa X funcionário (veja os outros posts aí embaixo). Como talvez você saiba, pedi aos leitores e ouvintes que escrevessem comentando o tema e recebi diversas mensagens interessantes, tanto por e-mail, aqui no blog e na minha página no Facebook.

Flávia, de Maceió, escreveu: “Não sei se posso generalizar, mas, por experiência própria, já vi muitas relações estremecerem porque o dono da empresa é o primeiro a descumprir algumas regras básicas do passo-a-passo prévio de sua abertura, bem como de uma boa relação interpessoal com funcionários”.

Ela acredita que muitos donos de negócios (especialmente os de primeira viagem, franqueados por exemplo – complemento meu), não entendem nada sobre sua própria empresa e cobram de seus funcionários sem saber que eles são muito mais competentes do que eles próprios.

Flavia diz que, muitas vezes, “quando o dono vem com o caju, sua equipe já fez um suco, assou as castanhas e as comeu todinhas e, ele, sem saber, e sem fazer questão de ter tal conhecimento, se mete no trabalho dos funcionários e gera um mal estar completamente desnecessário, porque além de atrapalhar algo que já estava sendo feito com êxito, faz sua equipe se sentir completamente desmotivada”.

Aí o chefe se pergunta: ‘mas eu não entendo essa desunião aqui dentro, e toda esta desmotivação. Eu sou flexível, pago a todos (atrasado mas pago), mas só vejo o pessoal de cara feia.’

Sem entender que o único desunido dentro de toda a empresa é ele.

Mais sobre a insatisfação no trabaho

Semana passada falei aqui e no meu programa de rádio sobre as causas regulares da insatisfação entre funcionário, chefe e empresa. E pedi ajuda dos leitores e ouvintes para tentar decifrar outras causas e soluções, já que este será tema de meu próximo livro.

Neide escreveu falando que vive exatamente isto: a insatisfação.

Ela acredita que, como toda e qualquer relação tem que existir a reciprocidade. Diz que se sente satisfeita no trabalho se a empresa contemplar necessidade básicas tais como: transporte, alimentação, plano de saúde, um excelente salário e reconhecimento.

Mas de todos esses itens, com o passar do tempo, o único que se deteriora é o reconhecimento. Ela diz que “o profissional tem que ser igual a Fênix, renascer sempre”. O chefe quer alguém que esteja sempre se reinventando, produzindo e gerando algum tipo de lucro pra empresa. Quando isso não acontece, o chefe começa a pensar que está pagando muito pra uma pessoa que já não rende mais tanto assim e, o funcionário, por sua vez, entra na crise. Essa trajetória leva o cidadão a uma única alternativa: sair do emprego e tentar começar um novo ciclo.

Neide disse ainda que sempre defendeu a teste de que o reconhecimento não deve ser exclusivamente financeiro, porque este, um dia, será insuficiente. E enxerga o reconhecimento como os desafios que a empresa deve depositar em seus funcionários, incentivos de diversos tipos (bolsa de estudos, viagens, aula extra curricular, dentre outros), participação efetiva nas decisões da empresa…  enfim, são muitos e das mais variadas as formas de incentivar e fazer com que haja uma fidelização do funcionário pela empresa.

Neide acredita que, na verdade, as empresas devem despertar no empregado a paixão, já os funcionários devem se permitir ceder aos encantos dessa paixão.

E pra você, o que gera insatisfação no trabalho? E como evita-las? Me conta aqui ou no meu Facebook.

Começaram do nada e construíram um império

“Pobre e simples, ou no máximo de classe média”. É assim que a maioria dos empresários que hoje são bem sucedidos começaram suas carreiras, de acordo com o que está relatado no livro “Todo mundo disse que não ia dar certo” do competente jornalista Ricardo Viveiros. Ele reuniu historias de negócios que começaram pequenos e que superaram todas as adversidades que se pode imaginar. De Habibs a Cacau Show. Da Avianca ao China in Box.

Viveiros contam que todos tiveram uma boa ideia e que muita gente dizia que não ia dar certo. Mas estes empreendedores venderam carros, pediram dinheiro emprestado, sacaram o fundo de garantia e hoje possuem negócios milionários.

O livro relata estas trajetórias e ajudou ao jornalista a se convencer de que vale a pena acreditar no Brasil.

O livro dá diversas dicas e caminhos para o empreendedor que quer se superar, inspirados nas tais trajetórias. Dentre elas:

  1. Coragem, por que todo empreendedor tem que superar medos.
  2.  Fugir dos bancos – nenhum dos relatados pegou dinheiro em banco para iniciar o negócio.
  3.  Aprenderam fazendo, por isso quebraram muito a cara – e isso é o que vale.
  4.  Intuição. Os líderes relatados escutam tudo e a todos, mas so fazem mesmo o que a intuição recomenda.
  5. E separar as coisas. O habito de misturar vida pessoal com o negócio precisa ser, definitivamente, superado.

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A Geração “Nem Nem”

Olivia escreve falando que tem 23 anos e está sem trabalhar desde setembro, quando foi demitida do cargo de assistente comercial. Desde então ela já enviou mais de 80 currículos e diz que não foi chamada para nenhuma vaga que valha realmente a pena. “Só aparecem vagas aquém do que ela precisa para sobreviver”, diz

Ela pergunta o que fazer e pede ideias para ser contratada e logo voltar ao trabalho.

A Olívia provavelmente integra o grupo de quase 10 milhões de  brasileiros entre 15 e 29 anos que nem trabalham nem estudam, chamados carinhosamente de “nem-nem”.

A proporção é ainda maior na faixa dos 18 aos 24 anos, em que um em cada quatro jovens não está no mercado nem estuda (24%) — um aumento em relação ao censo de 2000, quando esse grupo representava 18,2% da população nessa idade. A explicação para esse crescimento estaria basicamente no aumento de renda da população brasileira, o que permitiu a esses jovens se dar ao luxo de adiar tanto a saída da casa dos pais quanto a entrada no mercado de trabalho.

Numa análise mais aprofundada, grupo dos “nem-nem” é bem mais heterogêneo do que se imagina. Segundo o IBGE, 69% dos “nem-nem” são mulheres e 57% delas têm pelo menos um filho — o que é, aliás, o principal motivo para a saída dessas profissionais do mercado.

E aí, encontram creches particulares caras demais, creches públicas sem vagas e empresas contratando pessoas com melhor especialização. É essa situação que dá origem ao chamado “desemprego por desalento”, caracterizado por pessoas que estão sem trabalho e deixaram de procurar durante, pelo menos, um mês, por desestímulo do mercado. Há ainda os que não buscam colocação porque não querem ou têm outros planos.

Considerando todas as faixas etárias, há 61 milhões de pessoas no Brasil que não trabalham, não procuram emprego e, em sua maioria, não estudam. Ainda que a maior parte dos “nem-nem” seja formada por profissionais com pouca qualificação, existe uma parcela do grupo constituída por gente que, em tese, teria facilidade para encontrar um novo emprego.

O que Olívia deve fazer é recomeçar por baixo em uma empresa promissora, com visão de futuro e oportunidade de crescimento. Deve se qualificar e fazer todos os cursos possíveis! Existem muitos gratuitamente por aí, inclusive na Fundação Getúlio Vargas.  O que não pode é desistir.

E pra descontrair um pouco, a charge de NANI sobre o assunto: 

O que deteriora a relação Empresa X Funcionário? Participe

Tenho avaliado os motivos que levam ao estremecimento das relações entre empresa e funcionário.

Tem chefe que deixa de lado um profissional porque ele não se compromete com o trabalho, porque é desorganizado ou porque não tem a qualificação necessária para cumprir as demandas.

Há funcionários que se desmotivam de seus trabalhos porque seus chefes não reconhecem seu esforço  (acho invertida a lógica brasileira de ter algum incentivo para fazer. O correto não seria o oposto, fazer para ter um incentivo?).

Mas em geral as relações se deterioram porque as expectativas são frustradas. Um chefe espera mais do que o funcionário pode entregar. Um funcionário espera mais do que a empresa pode oferecer. E aí caímos num círculo vicioso.

Pretendo aprofundar este estudo para, futuramente publicar um livro sobre o tema. E você pode fazer parte deste meu livro. 

Pra você, o que estremece as relações no ambiente de trabalho? Porque sempre encontramos desmotivados, rotatividade e chefes sempre procurando alguém mais capaz?

Me escreva contando, é só clicar aqui.

A melhor resposta, julgada por mim, receberá um exemplar do meu livro “Como ser um Gestor de Sucesso” devidamente autografado na comodidade de seu endereço.

Tá na hora de fazer alguma coisa

Abro o jornal e vejo que a nova equipe econômica do Governo Federal pretende aumentar os impostos de empresas prestadoras de serviço com o intuito de ampliar a arrecadação do Imposto de Renda devido por este tipo de organização.

Entro num site de notícias e vejo que os resultados do ENEM – o Exame Nacional do Ensino Médio foram assustadores: mais meio milhão de estudantes tirara nota zero na prova de redação.

Num portal de economia, o vejo que o varejo brasileiro cresceu pouco mais que 2% no acumulado do ano passado.

São três notícias desanimadoras que, claro, desestimulam a nossa crença por dias melhores.

Por um lado temos um sistema tributário enlouquecedor. Somando todos os impostos diretos de nível federal, estadual e municipal que pagamos no Grupo CDPV, empresa que dirijo, eu poderia contratar mais de 60 pessoas com salários razoáveis.

Um empresário amigo me confidenciou outro dia que, quando soma todos os encargos tributários de seu negócio, ele descobre que o governo ganha mais, muito mais que ele a frente da empresa. E imposto não se pode atrasar ou parcelar, pois os juros são exorbitantes.

Meu clamor é que os líderes políticos entendam que a classe empresarial e os milhares de trabalhadores  que colocam a mão na massa precisam de incentivos e não de mais taxas e impostos. Ou, melhor – uma vez mantendo estas taxas e impostos, que toda esta grana seja de fato bem investida.  Meio milhão de estudantes com 16, 17, 18 anos de idade que tiram nota zero em redação causa temor, pois são essas pessoas que estão entrando ou entrarão no mercado de trabalho muito em breve. Como uma empresa conseguirá crescer contratando quem não sabe escrever? 

Tá na hora de fazer alguma coisa. Só torcer parece que não está dando certo.

É hora de… DECIDIR e MUDAR

riscos a frenteTodo empresário sabe muito bem o que é correr riscos. Cada oportunidade tem o potencial para ser um sucesso ou um completo fracasso. O desafio é saber o quanto investir e se dedicar para que a coisa aconteça.

Em seu novo livro ainda não traduzido para o português chamado em tradução livre de   “A Vantagem do Risco “, Tom Pannagio – que é um empreendedor e ex-piloto de corridas – descreve como empresários experientes devem considerar dois riscos essenciais em todas as oportunidades: a decisão e a mudança.

O autor diz que,  “primeiro, os empreendedores eles decidem em qual direção saltar, e, em seguida,  fazem ajustes e inovações para continuar e crescer“.

Oportunidades e riscos são dois lados da mesma moeda. A melhor forma de aproveitar o melhor desta moeda, é, enquanto continua a desenvolver projetos atuais, não ter medo de olhar para ideias completamente novas.

Novas oportunidades trazem risco, mas quando equilibrado, o crescimento pode ser enorme. Mas e a possibilidade real de fracassar e não dar certo?

O fracasso é uma lição … e uma oportunidade para mudar. 

Eu acredito que todos nós, mas principalmente os empresários,  aprendem mais com os fracassos do que com os sucessos. Falhas de curto prazo podem  levar a sucessos de longo prazo.

Thomas Edison descobriu 1.000 maneiras para não fazer uma lâmpada. O que a gente não pode é desistir no meio do caminho.

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Como será o amanhã?

o segredo é nao olhar pra baixoCom o atual quadro de funcionários, o empresário Jorge diz não conseguir mais crescer. Chegou ao limite de sua capacidade de entrega de serviços. Ou seja: para continuar na sua rota de crescimento, ele precisa crescer em estrutura física, em tecnologia, equipamentos e contratar novos funcionários – além de trocar os que são esforçados (mas que não entregam resultados).

O problema é que ele não está tão confiante neste ano que se inicia. Na verdade, ele tem muitas dúvidas se o mercado continuará aquecido, se os clientes continuarão comprando e se não haverá nenhum revés na economia nacional e global, de modo que possa influenciar seus resultados.

Jorge, nenhum setor está blindado de possíveis crises econômicas. Há muitos profetas pregando que 2015 será ruim e que ações governamentais vão impedir o crescimento.

Sem utopias, prefiro acreditar nas oportunidades do que nas dificuldades.

A pior das crises para este empresário que vos fala é a crise de confiança, aquela que as pessoas deixam de comprar e de fazer as coisas por medo do que pode acontecer. E ela acontece quando a disseminamos.

O melhor a fazer é conversar com seus principais clientes, checar se continuarão comprando, se pretendem ampliar os negócios e entender como estão enxergando o amanhã.

Depois, é hora de buscar novos clientes e oportunidades para subsidiar seu crescimento.

O início de ano é a melhor hora para repensar a equipe e contratar pessoas. Se você quer crescer, precisa fazer as trocas necessárias para começar o campeonato com um time renovado e dedicado a fazer o que deve ser feito.

Eu acredito na força do trabalho e no empreendedorismo; acredito num ano promissor.

Mas no geral, é como diz o lindo samba da União da Ilha do Governador: como será o amanhã? Responda quem puder…

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E chegou o Natal…

E chegou mais um Natal. E tenho vários pedidos a fazer, mas começo agradecendo a incrível oportunidade que a vida me deu de poder contribuir com a vida de outras pessoas. Ou melhor, com a ampliação da qualidade de vida, de trabalho, de organização, de produtividade.

Você que me acompanha aqui no blog e no meu programa de rádio (no ar na MPB FM do Rio de Janeiro e na A TARDE FM de Salvador) sabe que este tem sido meu foco central: contribuir significativamente com as pessoas. E parece que tem dado certo.

Neste 2014 recebi mais de 8000 comentários de pessoas que me escutam no rádio – atrvés de email, do meu blog e de minhas redes sociais, como Facebook, Twitter e Instagram.

Tive a oportunidade de falar através de palestras para um grande grupo de profissionais, distribuídos em 11 estados brasileiros. Ao todo, a conta chega a quase 50mil pessoas que me ouviram somente em 2014, distribuídas em 208 eventos – convenções, treinamentos, palestras…

E continuo vibrando com as conquistas do Grupo CDPV , empresa que tenho a grande satisfação de conduzir. Foi um ano crítico  para os negócios por conta da Copa do Mundo e das Eleições. Tivemos momentos de desespero mas mantivemos os pés no chão e tomamos decisões importantes para manter o crescimento.

O Natal é engraçado; nos dá a sensação de recarregar as baterias. Mas vale a pena para refletir sobre acertos e erros para que 2015 seja espetacular. O que a gente não pode é abandonar a fé em dias melhores. E é isso que eu desejo pra você.

A sobrevivência das pequenas empresas

Durante muitos anos, a taxa de sobrevivência das pequenas empresas brasileiras era assustadora. Nem 30% dos negócios sobreviviam aos primeiros 2 anos. Segundo o mais recente estudo do Sebrae sobre o tema, a média nacional de sobrevivência chegou a 75,6%.

O relatório de sobrevivência mediu empresas criadas em 2007 e que tinham informações atualizadas em 2010 na Receita Federal. A taxa foi melhor do que as de 2005 e 2006. Assim, só duas em cada dez empresas criadas em 2007 não completaram dois anos.

Para Luiz Barretto, presidente do Sebrae, três fatores foram indispensáveis para isso:

  • O aumento do mercado interno;
  • a melhora nos níveis de escolaridade dos empreendedores; e
  • o surgimento da modalidade de tributação chamada de Supersimples.

Apesar de a sobrevivência ser apenas um dos indicadores de sucesso para pequenas empresas, esta taxa indica que os empresários brasileiros têm superado o período mais crítico dos primeiros dois anos, mesmo considerando que o novato não tem expertise e está formando clientela.

Uma boa gestão é um dos principais motivos de sucesso. É preciso:

  • ter bom planejamento;
  • não errar na capacidade financeira;
  • ter controle de caixa;
  • não misturar as finanças; e
  • ser atento aos que os concorrentes estão fazendo.

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