As 5 bases da liderança

Os tempos de chefes brutamontes dando ordens e empregados seguindo cegamente por medo do que pode acontecer felizmente estão ficando para trás.

Para uma empresa prosperar nestes tempos de instabilidade, os líderes devem criar ambientes favoráveis ​​para que o trabalho de qualidade possa acontecer.

Isso significa aplicar um conjunto inteiramente novo de práticas de liderança que leve em conta estas novas formas de fazer negócios. Os gestores mais eficazes de hoje utilizam o que chamo de “As 5 bases da liderança”. Confere só:

1ª.  Delegar:  já que para atingir os resultados os gestores precisam das pessoas, delegue a responsabilidade e a autoridade para que façam um bom trabalho. Esta é uma função vital de liderança, uma vez que nem o melhor dos melhores do mundo não pode ter sucesso por si mesmo (o problema é quando a delegação não é feita por esquecimento, incompetência ou porque o “funcionário tá cansado”, mas isso é outra história).

2ª – Energize a equipe. Os melhores líderes são mestres em fazer as coisas acontecerem. Eles criam muito mais energia do que consomem, fazendo com que as pessoas lutem pelos objetivos coletivos.

3ª -  Comunicação. Ela é a alma de qualquer negócio, grande ou pequeno. As empresas em que os trabalhadores e gestores realmente se conectam por meio da comunicação com freqüência e honestamente são muito mais eficazes e muito mais rentável do que as empresas que não o fazem. Informação é poder e, como a velocidade dos negócios continua a acelerar, a informação deve ser comunicada em toda a organização de forma rápida e eficiente.

4ª -  Resolver os problemas: Um dos trabalhos importantes dos gestores é resolver os problemas, sem essa de responder a uma questão crítica com um “isto é com o setor tal”.

5ª – Dar Suporte. No passado, os antigos patrões davam ordem e se certificavam se elas foram cumpridas. Este não é mais o caso. Cada vez mais, os gestores estão se tornando treinadores.

Grandes líderes permitem que seus funcionários cometam erros e discordem do status quo sem medo de represálias, mesmo isto não sendo tão fácil assim.

Difícil, né? Mas a gente tem que tentar. Me adicione no Facebook clicando aqui. 

A sobrecarga tá forte?

José Carlos escreveu falando que “está sempre trabalhando, mas ainda parece que deveria fazer mais. A carga de trabalho, que é pesada, faz com que se sinta culpado quando não completa tudo que queria naquele dia, obrigando-se a trabalhar mais”.

Dolores e Carla escreveram na mesma sintonia. A primeira disse:

“Tenho trabalhado tanto e ando muito cansada  e estressada. Estou vivendo hábitos pouco saudáveis como almoçar constantemente em fast foods, beber mais do que de costume e depender de café para continuar no mesmo ritmo de entregas”.

Já Carla disse:

“Sempre tive uma postura otimista perante a vida. Mas ultimamente estou com mau humor terrível e respondendo aos colegas de maneira rude. Todas as noites, antes de dormir fico sempre pensando na montanha de trabalho que enfrentarei no dia seguinte e, claro, não conseguir pegar no sono”.

O que José Carlos, Doleres e Carla tem em comum? Eles precisam de férias!

Na correria do dia a dia, pode até parecer normal se sentir cansado com frequência. Mas não é. Quando estes sentimentos de desgastes são expostos é hora de se cuidar e recarregar as baterias.

Estar mais lento, sentir-se oprimido ou facilmente irritado são indícios de que é hora de pegar mais leve — e pensar em investir em um período de férias. Será que você está neste momento?

Rosana tem uma colega ‘sangue suga’. Se este é o seu caso, saiba o que fazer

Rosana escreveu: “La na minha empresa, que é uma multinacional, o trabalho em equipe é fundamental para o nosso resultado . Porém um de meus pares é do tipo de pessoa ‘sangue suga’ , nunca sabe responde meus e-mails, nunca participa dos treinamentos; é extremamente folgada . Por ser próxima a mim, me suga como se eu estivesse sempre a sua disposição: tenho que tirar  todas as dúvidas e auxiliar na entrega de suas demandas. Como lidar com essa situação sem ser indelicada , já que trata de uma “colega de trabalho”?. A situação  está no limite, me sinto sufocada e fazendo o trabalho que não é meu”

Rosana, não apenas  multinacionais, mas todas as empresas exaltam a necessidade de ter um time coeso e não jogadores talentosos isolados. Para que o trabalho em equipe funcione, é necessário ter iniciativa, conhecer o trabalho do outro e ajudar sempre que possível for.

Mas ajudar os colegas não pode, claro, prejudicar o nosso desempenho. Recomendo uma conversa franca com sua colega, mostrando que esta quantidade anormal de pedido de ajuda está afetando sua produtividade.

Se a pessoa não’ se tocar’, a mesma transparência e objetividade é sugerida para uma reunião com o seu gestor imediato.

Se dar bem com o colega não quer dizer fazer o trabalho que é dele.

Seja honesta e deixe bem claro os temas que lhe afligem e ajude-a a refletir que sua negação em participar de treinamentos que a empresa oferece  faz com que ela perca, aos poucos, o potencial de diferenciação.

Todo profissional, por mais experiente que seja, deve participar de seminários, cursos, treinamentos… resistência a estas atividades nos coloca numa rota de pessimismo e más práticas que, quando a gente menos espera, nos tira oportunidades de crescimento.

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Crescer ou não crescer, eis a questão

Crescimento é o que quase todos os proprietários de pequenas empresas querem.

Eu disse “quase todos”.  Crescimento é uma escolha. E tem muito empresário que opta por não crescer – não há qualquer problema em relação a isso.  Ou há?

Tem negócio que chega a um determinado ponto que deixa o empresário satisfeito. Crescimento é um desafio. Dói, é arriscado, traz consigo inúmeras atividades e aborrecimentos…

Porém, é provável que se um negócio não está crescendo, ele está encolhendo ou encolherá. Por que? Simples:

  • Todos os anos, uma empresa perde alguns clientes, não importa quão bom seja seu serviço ou produto.
  • Alguns funcionários vão se afastar porque suas necessidades mudaram ou porque o concorrente o atraiu.
  • O aumento dos custos dos fornecedores poderá reduzir as margens de lucro, já que para se manter competitivo, o preço de venda tende a permanecer inalterado.
  • Inevitavelmente, o empresário vai enfrentar novos rivais ou novos tipos de competição, se tornando mais difícil que seu rendimento permaneça estável.

Escolher não crescer é uma opção, sim. Mas é como se sentar no meio de uma avenida movimentada. Mais cedo ou mais tarde você será atropelado.

Cuidado, entretanto, para as armadilhas do crescimento: a ampliação de custos e contratações equivocadas podem colocar tudo a perder…

Vem ai mais uma edição da Imersão para Empresários. Um dia inteiro dedicado a ampliar a competitividade de seu negócio. Saiba clicando aqui.

O que motiva é ter perspectiva

passado-presente-futuroSempre que me chamam para ministrar uma palestra motivacional, busco entender um pouco sobre o perfil do grupo. Em geral, faço sempre uma pergunta:

Quais são as perspectivas das pessoas?Onde elas podem chegar se se dedicarem e derem tudo que podem pro desenvolvimento de um setor ou da empresa?

Faço isso porque o que motiva mesmo alguém é a perspectiva. Um palestrante pode até ajudar a trazer entusiasmo, novas ideias e otimismo para um grupo. Mas se o grupo não tem perspectiva de futuro, nada feito.

Numa dessas palestras, uma jovem profissional de nome Márcia me abordou no final e pediu algumas ideias para otimizar seu desempenho na empresa.

Conversamos sobre a importância de ter brilho nos olhos, ser apaixonado pelo que faz e almejar o sucesso.  

Falamos que ter iniciativa é uma característica fundamental para o crescimento.
Falar é menos importante do que fazer. Tem gente que fala muito, fala bonito, mas que não faz, não acontece. Têm outros que nem falam tanto e fazem de uma maneira diferente, mas que de alguma maneira conseguem chegar lá.

No final do papo, perguntei pra Marcia qual era seu objetivo de vida, como ela se via daqui a 10 anos.

Ela foi categórica: “quero me tornar diretora desta companhia. Sei que aqui as pessoas são estimuladas a pensar no futuro e é nisso que me sustento”.

Deixei aquela palestra com o sentimento de dever cumprido e cada vez mais certo de que quando uma empresa investe e dá perspectiva para seus funcionários, as pessoas se conectam a ela de tal forma que se tornam blindadas contra agentes externos e períodos ruins.

E isto vale pra todo tipo de empresa: pequena, média ou grande. Onde as pessoas podem chegar? Esta pergunta precisa ser respondida em voz alta todos os dias por empresários, líderes e gerentes. 

Quanto vale sua empresa?

quanto vale um negocioHoje quem escreveu foi o Rui. Ele diz:

“Estou negociando a minha parte na empresa que administra condomínios com meus sócios. Como devo avaliar o valor de venda? Já tive informações que o método que devo me basear é multiplicar por sete o faturamento bruto anual. Estou correto?”

O questionamento do Rui é oportuno para todo empresário, mesmo pra aquele que não pensa em vender o seu negócio. Descobrir quanto vale e a empresa faz o gestor olhar o futuro com mais clareza – mesmo sendo o futuro algo incerto.

A forma mais adequada, mas nem assim 100% precisa, é copiar modelos adotados por grandes empresas e trazê-los para a realidade das pequenas. Em geral, uma pequena empresa tem, ao mesmo tempo, grande potencial de crescimento e grande chance de dar errado. Por isso, não existem métodos palpáveis sobre o que seria o valor ideal de um negócio desse porte. Mas vamos tentar elucidar:

  1.  Fazer um inventário detalhado e precificar seus ativos é o ponto de partida, mas jamais deve ser o  único ponto de avaliação. Muito mais importante do quanto a empresa tem em mesas, cadeiras, armários e computadores é avaliar o quanto isto tudo pode gerar de riqueza no futuro.
  1. Outra coisa: muita gente erra calculando o preço de sua empresa considerando tudo que já investiu nela. Este é um ponto meramente ilustrativo sem qualquer relação real com o  preço da empresa.
  2. O que muito se utiliza é o método  chamado de “fluxo de caixa descontado” (FDC). Nele, o empreendedor estima quanto será o fluxo de caixa líquido da empresa para os próximos cinco anos e soma o valor da perpetuidade, que é o fluxo de caixa a partir do sexto ano – época em que, teoricamente, o negócio tende a se estabilizar. O montante tem de ser atualizado com os valores de hoje. Porém, neste caso, quem vende sempre usa  uma taxa de desconto mais baixa e, quem compra, mais alta. É absolutamente recomendado que  este tipo de fluxo seja feito em conjunto com o contador.

Outro método comum entre empresas pequenas é a avaliação do negócio por múltiplos, método associado a uma conta simples: o preço da empresa dividido pelo seu faturamento. Para fazer esse cálculo, o empreendedor  precisa buscar os dados de preços de venda e de faturamento de empresas de atividade idêntica, para depois calcular todos os múltiplos e compará-los. O indicador múltiplo mostra o quanto o negócio vale em relação ao que fatura. Assim, um múltiplo “três” revela que a empresa vale o triplo do que fatura.

Como você pode observar, Rui, calcular quanto vale sua empresa é algo bem mais complexo do que simplesmente multiplicar por 7 o faturamento bruto.

Continue lendo e confira mais ideias sobre Precificação de Empresas…

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‘Socorro, minha empresa está em apuros!’

24 Avisão e a missão na empresaMarcio Costa escreve falando que sua empresa está em apuros. Está com 11 ações trabalhistas, 8 empréstimos bancários que prejudicam seu fluxo de caixa e ele confessa que não consegue lidar com os seus funcionários. No e-mail ele conta que parece que as pessoas jogam contra e não a favor. Ele está em dúvidas se é a hora de fechar o negócio ou resistir mais um pouco para ver o que acontece.

Olha Marcio, isto não vai resolver o seu problema. Mas é importante que saiba que muitas empresas brasileiras tem resultado semelhante. De acordo com o índice de Sobrevivência das Empresas do Sebrae, quase 25% delas não passam do segundo ano.

Já o Índice de Recuperação e Falência da Serasa Experian nos mostra que somente em 2013, 1758 empresas tiveram pedidos de falência no Brasil. Mais 60% são pequenas empresas.

Marcio, quando os bens particulares dos sócios ficam comprometidos por causa das dívidas da empresa e quando por um forte período há mais contas a pagar do que a receber, é hora de fechar as portas.

Mas se você está disposto a recuperar as rédeas, tente enxergar o que está acontecendo com sua empresa. Faça um fluxo de caixa para avaliar não apenas o mês, mas  o próximo ano. Tente renegociar suas dívidas de forma clara e transparente. E lembre que o melhor empréstimo é aquele que você consegue pagar e não contraia um novo enquanto tiver dívidas.

Por fim, a decisão de fechar ou insistir só pode ser tomada baseada em números financeiros reais. Não tome esta decisão apenas em achismos e sentimentos negativos que estão ao seu redor. Afinal, quando o time está perdendo quase todo mundo pensa em mudar de time.

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O que faz um bom líder e como ele motiva os jovens?

Pesquisa realizada pela agência Cia de Talentos em parceria com a Nextview People aponta que os jovens brasileiros valorizam líderes com iniciativa (94%), que inspiram e motivam (89%), trabalham em equipe (84%) e focam no desenvolvimento de pessoas (78%).

Para os pesquisados, o empresário Jorge Paulo Lemann (foto) reúne tudo isso: ele aparece na pesquisa como o líder brasileiro mais admirado pelos jovens.

Lemann, que é o homem mais rico do Brasil e o 9º da Europa, surgiu pela primeira vez no ranking, que este ano não conta com nomes como  Eike Batista. O querido Flavio Augusto da Silva, fundador da rede de ensino de inglês Wise Up, foi um dos mais citados pelos jovens. 18% deles afirmaram que admiram a capacidade de Flavio de transformar sonhos em realidade e 31% sua veia empreendedora

Essas pessoas não são 100% pereitas, mas são referência e inspiração em diversos aspectos.

Joaquim Barbosa, Roberto Justus, Silvio Santos, Vicente Falconi e até a jovem Bel Pesce – da qual eu sou fã – aparecem na lista que publico na íntegra logo aí embaixo.

Essas pessoas são fonte de inspiração para qualquer empresário e gestor – que muitas vezes se vê sozinho num turbilhão de situações negativas e positivas do dia a dia.

E que líder te inspira? Me conta!  Clique em “Continuar lendo” para ter acesso a lista. 

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A ‘vida dupla’ do João…

abertoOlha, tá cada vez mais comum a existência de profissionais que abrem uma empresa sem largar o emprego e passam a ter uma “vida dupla”.  João Carlos me escreveu justamente comentando este tema.

Ele é funcionário de uma multinacional há mais de 10 anos, raspou suas economias e junto com a esposa montou um restaurante. Investiu mais de R$ 750 mil e, mesmo com todo o frio na barriga, está confiante de que dará certo.

O problema é que, passados os três primeiros meses do empreendimento, ele começa a ter a certeza do velho ditado: “é o olho do dono que engorda o gado”; ele se vê preso no emprego e não tem coragem de jogar pro alto. Por outro lado, o restaurante – acredita ele – vingaria muito mais rápido se ele estivesse mais presente. O Que fazer?

João, existem pros e contras de começar um negócio sem largar o emprego.

Os prós:

  • manter um salário faz com que você mantenha seu padrão de vida;
  • a necessidade de buscar dinheiro emprestado diminui;
  • e, na empresa, você pode divulgar seu negócio e gerar mais clientes.

Mas existem os pontos contra:

  • conjugar duas atividades é sacrificante: horários ampliados de trabalho e maior preocupação.
  • É difícil de conciliar. No restaurante você pensa nas reuniões do emprego. No emprego, não tira a cabeça do restaurante.

E, por fim, a dupla jornada pode comprometer sua produtividade nos dois lugares.

Impossível não é. Mas lembre que quem tem muitos focos, no fundo, no fundo, não tem nenhum.

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O que fazer para recuperar uma empresa

sair-das-dividasAna Paula escreveu: “Abri um salão de beleza junto com duas irmãs, vamos fazer 2 anos no mercado, não temos problemas de relacionamento, mas estamos com sérias dificuldades financeiras. Os funcionários já se sentem como filhos e trazem para a empresa seus problemas familiares, o que acaba reduzindo a produção individual; Um dos funcionários só consegue chegar para trabalhar no meio do dia, apesar de pagar somente a comissão. 

Não consigo nem mesmo empatar o faturamento com as despesas, todo mês contraio mais uma dívida para quitar uma dívida antiga e não sei onde isto vai parar. Uma de minhas irmãs já acenou com a bandeira da desistência se até o final do ano nosso faturamento, pelo menos, não empatar com as despesas. O que você me diz?”

 Eu digo um monte de coisa, Ana! Continue lendo…

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Trocar ou não de emprego?

duvida-cruelNarciso escreve: “Trabalho em um escritório de contabilidade, ganho compatível com a minha função de analista contábil, sei que não vou crescer mais do que isso, pois é um escritório pequeno. O maior cliente do escritório q esta contratando para um cargo igual ao meu: o salário é quase o dobro do que ganho e a oportunidade de crescer é obvia, já que é uma empresa de importação que cresce ano após ano. 

Só não sei como falarei isso com a minha chefe (líder e dona do escritório) que eu estou interessada nessa vaga. Poderia me ajudar nessa questão?”

Continue lendo e confira a resposta que dei ao meu nobre ouvinte/ leitor.

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Enfim, uma notícia bacana para micro e pequenos empresários

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Foi sancionado esta semana o projeto que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e aumenta a quantidade de beneficiados com o sistema de tributação chamado de Simples Nacional. A norma complementar que estabelece o formato reduz em até 40% a carga tributária e unifica oito diferentes impostos em uma única alíquota. A lei também diminui o tempo para abrir uma companhia de 127 para cinco dias e cria um Cadastro Único Nacional destas companhias para reduzir os trâmites burocráticos que afetam seu funcionamento.

O setor mais beneficiado é da prestação de serviços: advogados, corretores de imóveis, corretores de seguros, agências de publicidade, fisioterapeutas… A aplicação deste regime tributário deve acontecer soemente a partir de janeiro de 2015 e segundo o governo federal, a medida beneficiará mais de 450 mil empresas brasileiras.

Porém, especialistas falam que para alguns segmentos, o método de pagar apenas 1 guia será o único benefício.  Para alguns o imposto não será reduzido, mas a simplificação já ajuda bastante.

Fico muito contente com este passo, vai facilitar a vida do pequeno empresário que em geral sofre com a dificuldade de entender o complexo sistema tributário e frequentemente, mesmo sem saber, paga mais do que o devido por conta dos erros de cálculo.

É o pequeno empresário quem de verdade faz a economia girar. É muito importante e animador que possam se dedicar mais em fazer as coisas acontecerem, ao invés de perder um bom tempo tendo que descobrir como, quanto e onde pagar tributos.

Sigamos em frente, na torcida para que outras boas notícias possam chegar. Me adicione no Facebook clicando aqui. 

Não tenha medo das mudanças. Coisas boas se vão para que melhores possam vir.

Chico Buarque MudançasA pessoa tem a vida estabilizada, tranquila e regrada e de repente… boom! Aquela bomba é anunciada e parece que ficamos sem chão.

Mudanças. Uma palavra que têm muito a dizer. Sejam pequenas, grandes, estruturais, tecnológicas, culturais… Não importam. São sempre mudanças que trazem medo, incerteza e insegurança.

No fundo, os seres humanos não têm medo das mudanças, mas sim de serem mudados ou de terem suas vidas alteradas em razão de um fato novo.

É certo que as mudanças vão continuar acontecendo, você certamente não está vivendo a primeira tampouco a última. Mas pare e pense em tudo que está acontecendo e responda:

  •  Nestes processos você foi conduzido ou conduziu?
  •  Foi ator/atriz principal, coadjuvante ou figurante?
  •  Você foi flexível ou sofreu demais com as incertezas?

É aquela velha história do copo preenchido por metade de água. Tem gente que o vê como “meio vazio”. Outros o vê como “meio cheio”. O que distingue o êxito de um processo de mudança – seja ele qual for – são suas atitudes perante o fato.

Eu adoro distinguir as diferenças entre mudar e evoluir; prefiro ficar com esta segunda. 

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A Lei de Pareto e sua influência no dia a dia das empresas

Na Europa do final do século 19, o ainda jovem italiano Vilfredo Federico Damaso Pareto nutria um fascínio por questões ligadas ao poder e à riqueza. Como as pessoas faziam fortuna ou ganhavam poder? Como a riqueza era distribuída na sociedade?

Aos 40 anos, já formado engenheiro civil, Pareto resolveu se dedicar seriamente a responder a essas questões, enveredando para a economia.

Em 1906, constatou que apenas 20% da população da Itália tinham 80% das propriedades. Também verificou que 20% dos pés de ervilha de seu jardim davam 80% das ervilhas. Por meio de muitas observações semelhantes, análises e cálculos, formulou as bases do que, alguns anos depois, seria batizado de Princípio de Pareto ou Lei de Pareto (leia mais na Wikipédia).

No trabalho vivemos a mesma coisa em muitos cenários:

  • 20% dos clientes representam 80% das vendas (e isso é sempre um perigo);
  • 20% das tarefas garantem 80% da produtividade;
  • 20% dos vendedores carregam a empresa nas costas.
  • Gastamos 80% de nosso tempo com coisas que não são tao importantes assim.

Então, faz assim: identifique os “20% mais importantes” de seus projetos e atividades. Enumere-os em ordem de relevância. Faça uma lista diária ou semanal e trabalhe a partir dela.

Se você é gestor, identifique 20% das pessoas mais importantes na sua gestão. Quais são as pessoas do seu time que estão produzindo? Quais apenas fingem produzir? Neste caso, tanto os 20% quanto os 80% merecem atenção, cada um a sua maneira. O que produz, para que produza cada vez mais. O que não produz, para que ache seu caminho.

Para resultados sólidos, existem somente algumas coisas que realmente são importantes e que precisam ser executadas. Pense nisso!

O home office no Brasil

Desde fevereiro, os funcionários da sede da Michelin no Brasil podem trabalhar uma vez por semana de casa. Com sede na avenida das Américas, uma das vias de trânsito mais intenso do Rio de Janeiro, a empresa descobriu, em 2012, ao realizar uma pesquisa de clima, que esse tipo de política era uma demanda importante entre seus funcionários.

Desde então, esforçou-se para desenvolver um programa de home office que atendesse tanto as necessidades da empresa quanto as dos funcionários. Dos 302 funcionários que participaram da fase de testes da política de trabalho a partir de casa, 97% ficaram muito satisfeitos com os resultados.

A iniciativa da Michelin reflete uma tendência de mercado no Brasil. De acordo com a consultoria internacional Top Employers Institute, 14% das empresas brasileiras têm programas formais de home office. Parece pouco, mas corresponde a mais do que o dobro dos 6% registrados no ano anterior.

Por trás desse aumento, há uma série de fatores. Além de uma melhora na aprovação junto aos funcionários, as empresas conseguem realizar cortes de custos significativos ao permitir que os empregados trabalhem em casa e aumentar a produtividade. Um levantamento da Fundação Getulio Vargas estima em 26 bilhões de reais as perdas anuais da cidade de São Paulo por causa do tempo gasto no trânsito. E, em dia de caos urbano, com protestos por exemplo, as empresas normalmente dispensam todo mundo. Se tivessem adotado o home office não teriam este prejuízo.

Em alguns casos, os ganhos trazidos pelo home office são tão significativos que as empresas começam a criar funções em que trabalhar em casa seja a regra, e não a exceção — um sistema que ficou conhecido como home based.

Porém, estruturar esses novos modelos de trabalho envolve desafios.

Aqui no Brasil a legislação é vista pelos empregadores como um dos principais entraves — o que ajuda a entender por que o índice brasileiro de empresas que adotam o home office é tão mais baixo do que o de outros países, como a Holanda, onde 67% das empresas têm políticas formais de trabalho remoto.

Para evitar problemas, o ideal é que a política de home office seja formalizada, com direitos e deveres da empresa e do empregado bem definidos, e não um acordo informal entre gestores e subordinados.

Pense nisso e comente!