O problema do erro é continuar errando…

Já falei em outras oportunidades sobre os erros e falhas que cometemos no dia a dia profissional.

Mas não tem jeito: todo mundo erra. O que diferencia vencedores de perdedores é  a habilidade de aprender com os erros. E não apenas deixá-los de lado, esquece-los e seguir a vida.

Na Olimpíada de Londres em 2012, Chad le Clos ganhou de Michael Phelps nos 200 metros borboleta por 0,05 segundos. Phelps viu a gravação da competição centenas de vezes e identificou quais foram suas falhas. Como resultado, Phelps chegou em primeiro nos Jogos do Rio e encerrou sua carreira com 23 medalhas de ouro. E, se você acompanhou, sabe bem: ele ganhou do le Clos.

Eu sou um tremendo partidário do erro. É importantíssimo falharmos cedo e falharmos sempre, desde que sejam erros novos. Repetir os velhos erros no ambiente de trabalho é o fim da picada!

Eu sempre acreditei que aprendemos muito mais com as derrotas do que com as vitórias. Basta ter mente aberta e refletir profundamente sobre os erros.

Faz assim: falhou? Errou? Dedique um tempo para revisar suas falhas e o que você poderia fazer de diferente.

Peça ajuda de seu gestor, de um colega, de um subordinado. Feio não é pedir ajuda. Feio é continuar errando.

Para os grandes vencedores que conheço, de empresários a jogadores de futebol, as maiores lições sempre acontecem após os maiores erro que cometem.

As semelhanças entre profissionais de sucesso e os atletas olímpicos

Os Jogos Olímpicos Rio 2016 foram incríveis, não é mesmo?

Minha timeline no Facebook ficou abarrotada de fotos e comentários sobre a performance dos campeões olímpicos. Eu mesmo, quando assisti alguns jogos ao vivo ou pela televisão cheguei a acreditar que alguns destes atletas são de outro mundo.

Eles podem até ter nascido com alguma característica fora do comum, mas não é bem assim não. Avaliando a origem destes atletas e as entrevistas que deram após as conquistas, dava para perceber claramente traços similares aos de empreendedores e profissionais de sucesso.

Quando estamos tentando fazer alguma coisa desafiadora – seja escalar uma montanha, completar míseros 5 quilômetros na corrida semanal ou mesmo lançar um novo produto ou abrir uma empresa é sempre bom manter um conceito que está entranhado na vida de todo atleta olímpico. São as horas, horas e horas de treino e dedicação antes de colocar em prática o seu objetivo.

Michael Phelps, ganhador de 5 medalhas de ouro nos Jogos do Rio, treina seis horas por dia todo dia, incluindo feriados. Ele também disputa provas continuamente ao longo do ano.

Persistência, dedicação, muito treinamento e estudo fazem o sucesso. Da mesma forma ,que a persistência e a resiliência diante das falhas e dos nãos que recebemos ajudam a forjar o caráter do empreendedor ou profissional de sucesso. Pode checar: os que alcançam o sucesso profissional, independente da área de atuação, continuam trabalhando e não desistem diante das dificuldades.

Me adicione no Facebook e no Instagram. Tem muitos insights por lá.

Foco!

Você esta escrevendo um email super importante e de repente chega uma mensagem no seu Whatsapp, de um daqueles 673 grupos que você participa. Ao mesmo tempo, chega uma notificação no Facebook.  Isto lhe parece familiar?

Com toda certeza, isto acontece com todo mundo. Com o empresário, com o funcionário, com o atleta olímpico.

A diferença é que os verdadeiros campeões, no esporte ou na vida profissional são aqueles que esquecem do mundo ao redor e só pensam nos movimentos que precisam fazer para conquistar seus objetivos.

É muito fácil se perder neste imenso oceano de informações que vivemos imersos. Mas para ser bem-sucedido, você precisa manter os olhos fixos na bola.

Os profissionais que se destacam em suas áreas são disciplinados para administrar seu tempo. Isso ocorre porque eles desenvolvem a habilidade de focar e ignorar qualquer coisa que entre no caminho da sua produtividade.

Pense em quanto você poderia ser mais produtivo, se os agentes da desconcentração não existissem?

Não dá para eliminá-los, mas o simples fato de compreender que cada minuto concentrado em algo que não agrega ao seu trabalho, é um minuto perdido. E o tempo, você sabe, ele não para, ele não volta.

 

Para ser, aja como se fosse!

Hoje é dia de responder o advogado BRYAN ROJTENBERG. No e-mail, ele duvidou que eu responderia. E aqui estou! Coloquei no ar na Rádio MPB FM (no programa “Mundo Empresarial”, que apresento de segunda a sexta às 8h  nos 90,3 do Rio de Janeiro). Se tivesse apostado, o doutor teria perdido.

acreditar - Diego MaiaEle diz: “Tenho um pequeno escritório de advocacia, com sala própria e apenas uma sócia, sem empregados. Meu custo mensal é bem pequeno, mas meu lucro por enquanto também! Sou especializado em Direito do Consumidor, direito do trabalho, responsabilidade civil e contratos, e minha sócia em Direito Penal.

Tento seguir esta linha: ‘o cliente que entra pela porta adentro do meu escritório será meu cliente, não sairá sem assinar procuração’.

Infelizmente ou felizmente por este lema, fico restrito a contratos de valores muito pequenos, até mesmo com cláusulas de êxito, com recebimento no final.

Cobro valores pequenos para distribuir o processo, mas que garantem o meu tonner e luz do escritório. O que faço para alavancar contratos mais avantajados, com valores mensais maiores? Ainda não temos CNPJ. Preferi dar entrada nesta burocracia quando conseguirmos um contrato que valha a pena, além de exigir tal documento.”

Veja a resposta de Diego Maia continuando a leitura…

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Sua empresa pode estar perdendo vendas neste exato momento (e você não faz ideia do porquê)

Na manhã do dia 10 do mês passado fui ao Google procurar um determinado equipamento de audiovisual.

Entrei no site – que por sinal estava muito bem programado – e chamei o vendedor pelo atendimento virtual, aquele chat que muitos sites possuem.

Fiz o meu pedido e solicitei um email com mais informações e o resumo da compra. Recebi o tal email com mais de 6 horas de atraso, no final daquele dia. De imediato, respondi pedindo que entrassem em contato comigo no dia seguinte para fechamento da venda.

A partir daquele momento, todo site que visitava estava lá o produto pesquisado em forma de anúncio. Ou seja: aquela empresa possui uma boa ação de marketing digital; executam uma estratégia chamada de Re-marketing. Ate na minha pagina do Facebook eles apareceram.

Mas no dia seguinte, nada de contato. Mandei email, nada de resposta.

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RH deve ser o preparador físico do time!

Deu o que falar meu comentário de ontem sobre o posicionamento estratégico que o setor de recursos humanos precisa ter nas empresas.

Dulce escreveu falando que trabalha numa empresa com 65 lojas e que possuem apenas um setor de departamento pessoal. O recrutamento e feito pelas gerentes das lojas, o treinamento é no modelo VQV – o tradicional vamos que vamos. Incentivo? Só os padronizados.

O mais curioso do relato da Dulce é que o próprio fundador reconhece que o resultado de suas operações acontece por conta das próprias gerentes; ou seja: os resultados acontecem por contas das pessoas.

Já a Natalia escreveu falando que acabou de ser contratada como estagiaria de uma micro empresa, que tem 14 funcionários apenas e a primeira vez que esta empresa contrata alguém para o RH. Como quer crescer na carreira, escreveu pedindo ideias.

Veja você: uma micro operação estruturando o RH. Uma grande operação sem qualquer processo de gestão de pessoas.

Os resultados seriam melhores e maiores na empresa da Dulce, que tem 65 lojas, se tivessem um programa de valorização, retenção e incentivo de talentos estruturado? Se eles tem um bom resultado sem treinamento, imagina se as pessoas fossem treinadas?

E uma dica pra Natalia, que acabou de ser contratada como estagiaria de RH numa micro empresa: aproveite tudo! Não e porque você e estagiária que deve fazer apenas o papel de estagiária. Pense como gestora, pense como dona. E esforce-se ao máximo para entender o negócio e para interpretar o mais importante papel de um RH: que é ajudar as pessoas do time a entregarem o resultado desejado.

Nada além disso importa.

Na sua empresa, o RH é estratégico?

Quanto mais ando por ai ministrando palestras e treinamentos para empresas dos mais variados ramos (são mais de 15 todos os meses), mas me impressiono como o setor de recursos humanos continua sendo secundário na gestão de uma empresa. E isto vale para várias, não apenas para as grandes: pequenas e médias, com boas e diversas exceções, também entram neste rol. Quer ver só?

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Conheça os 5 tipos de chefes que não servem de modelo para ninguém!

Carlos Otavio parece estar sofrendo os males da muitas vezes ingrata função de gestor de equipes. Na mensagem relata que não esta conseguindo engajar o time; acredita que por isso seu resultado está sofrível.

Sabe que o ano não está fácil,  mas acredita que se tivesse tido uma preparação mais estruturada, seus resultados estariam melhores.

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Farinha pouca, meu pirão primeiro

Renata escreveu assim: “Nas grandes empresas faltam líderes com empatia, com capacidade para motivar suas equipes e, principalmente, com habilidade para negociar e identificar conflitos. Os funcionários, na grande maioria das vezes, são descartados sem um diagnóstico por parte do gestor. Por parte dos funcionários, existe dificuldade em expressar suas insatisfações, perspectivas e frustrações aos seus líderes”… Confira esta história! Aumente o som e aperta o play!

Os Jogos Olímpicos e os Cariocas

Olimpiadas RJ - Foto de Antonio Scorza - Agencia O GLOBO

Abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Foto de Antonio Scorza – Agencia O GLOBO

Era de se esperar que um grande e único evento como as Olimpíadas fosse recheado de polêmicas, conflitos e preocupações.

É claro que o ato do prefeito de decretar um feriado a mais, assim, encima da hora prejudica absurdamente as empresas da cidade, que no geral, não estão vivendo um bom ano.

É claro que o trânsito, o alto investimento publico em obras, a diária dos hotéis que quintuplicaram de preço e o aumento desenfreado da criminalidade são efeitos colaterais que causam tensão e pânico.

Mas a probabilidade é gigantesca de você que está lendo este texto não ver de novo, pelo menos nesta vida, uma outra Olimpíada aqui no país. Talvez até na América do Sul.

Como tudo na vida, temos duas alternativas: fechar a cara e reclamar de tudo ou aproveitar o momento.

Embora caro, o Rio tá lindo, mesmo com obras inacabadas. Vamos prestigiar o evento! Vamos torcer pelos atletas brasileiros que deram sangue, suor e lágrimas para participar deste momento mágico.

Vamos enfatizar o positivo. Que tal ao invés de repercutir as mazelas da nossa cidade e do nosso país nas redes sociais, publicar fotos dos milhares de atletas que já estão aqui entre nos. Que tal publicar fotos das coisas boas e belas?

Nós podemos ser agentes de mudança e de situações positivas!

Convoco você a olhar o momento por um outro! E vamos deixar, para o mês que vem, para descobrir o que será de nós quando tudo isso passar.

Que nossos Jogos olímpicos sejam inesquecíveis. Boa Sorte, Rio! Boa Sorte Brasil!

Em tempo: não, com certeza não. Este meu áudio não recebe nem recebeu nenhum tipo de incentivo financeiro de qualquer esfera publica ou privada para falar bem das Olimpíadas. É apenas um desabafo simples de um carioca cansado de sofrer.

Convoco você a olhar o momento por um outro! E vamos deixar, para o mês que vem, para descobrir o que será de nós quando tudo isso passar.

O que estas pessoas tem em comum?

Walt Disney foi demitido de seu primeiro emprego sob a alegação de que “não era criativo e não sabia lidar com novas ideias”.

Antes de ter seu livro “Fernão Capelo Gaivota” publicado, o escritor Richard Bach teve os originais de sua obra recusados por nada mais, nada menos, do que 18 editores. Seu livro está incluído entre os mais lidos do mundo.

Michael Jordan perdeu mais nove mil cestas e trezentos jogos para só então se tornar um profissional reconhecido mundialmente até hoje!

As barreiras sempre existirão na vida profissional. Ter sucesso no concorrido ambiente corporativo não é uma questão de sorte, mas, sim, o resultado da forma como nós encaramos as dificuldades.

São realmente incríveis as coisas que conseguimos fazer quando realmente queremos. Saber lidar com as derrotas e, principalmente, aprender com os erros. É isso que constrói uma carreira vitoriosa.

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Metas ou Desejos de realizar?

“É importante ter metas. Mas o fundamental é planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las”. Frase do Bernardinho.

Meta é diferente de vontade. Porque vontade de fazer alguma coisa melhor todo mundo tem! Tire as ideias da cabeça, coloque no papel e, claro, depois execute-as, uma por uma. Pensamento positivo não adianta de nada se não colocamos as ideias em prática.

Metas de vida e de trabalho precisam ser:

Mensuráveis. Exemplo: uma coisa é dizer “vou passar 3 horas por dia com a minha família”. Outra, totalmente diferente, é dizer “vou passar mais tempo com a família”. Porque nesta segunda, não concretizamos nada!

Metas precisam ser específicas. Dizer “vou comer 5 frutas por dia” é o caminho. Dizer “vou ser mais saudável” não é algo específico.

Metas precisam ser temporizadas. Exemplo: “A partir de hoje chegarei em casa às 20h para jantar com meus filhos”. Pensar e afirmar algo do tipo “como eu tenho vontade de chegar mais cedo e jantar com meus filhos” você estará apenas expressando um desejo.

Metas precisam ser Mensuráveis, Específicas e Temporizadas.

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