Motivação por si só não basta. O que importa é a disciplina

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Uma frase muito oportuna para o momento que estamos vivendo é da psicóloga americana Augusta F. Kantra. Ela disse certa vez: “Disciplina é escolher entre o que você quer agora e o que você mais quer.”

A disciplina, ou a falta dela, é um dos maiores entraves da produtividade. Aquele relatório que a gente deixa pra amanhã, aquele projeto que você posterga para entregar, o cumprimento daqueles combinados que você, por volume de trabalho ou mesmo interesse, não faz. Conheço uma penca de indisciplinados crônicos e a existência deles atravanca o resultado de qualquer empresa, pequena, média ou grande.

É comum confundirmos motivação com disciplina. Ou seja: se estamos desmotivados ou desgostosos com o trabalho ou com o chefe, “esquecemos” de fazer algumas coisas, ou vamos empurrando com a barriga.

De modo geral, a motivação é um estado mental ou emocional particular que impulsiona um indivíduo a realizar alguma tarefa.

Pra mim e pra diversos especialistas isso está completamente invertido, porque mais importante do que trabalhar motivado, é ter disciplina. É a disciplina que traz recompensas e evolução na carreira ou na empresa. Ser motivado e alegre por si só não é o bastante.

Profissional disciplinado é aquele que separa o funcionamento externo dos sentimentos e mudanças de humor e entrega o que lhe é pedido.

A ausência de disciplina gera uma série de “muletas”, que é como chamo as justificativas para não entrega de alguma demanda. E aja criatividade pra inventar tanta “muleta” assim…

Motivação por si só não basta. O que conta é a disciplina. Você é disciplinado?

 

É rir pra não chorar: recrutamento de pessoas

humorEu e minha equipe de recrutamento lá no Grupo CDPV – especificamente no serviço RH Vendas, catalogamos, sempre que dá, as pérolas ouvidas ou vistas durante um processo de seleção.

Além de ajudar a descontrair a pressão por resultados, brincamos que temos quase uma espécie de bíblia do que NÃO deve ser feito para buscar um emprego bacana.

Outro dia recebi um currículo de uma pessoa sem qualquer experiência, se candidatando ao cargo de gestão. Você pode não acreditar, mas no campo “experiências anteriores” o rapaz colocou lá: “administro 23 grupos de mensagens no WathsApp”.

Numa entrevista, quando perguntado sobre os fatos mais marcantes de sua vida profissional, o candidato respondeu: “O que mais me marcou foi a minha separação da minha ex-mulher. Isso me deixou desequilibrado emocionalmente”.

Numa entrevista para um cargo que o domínio do inglês era fundamental, foram selecionados currículos que mencionassem este diferencial. Quase chegando ao final da entrevista, a selecionadora  propôs que continuassem a conversa em inglês. “Sim”, respondeu o profissional. “Mas antes, posso ir ao banheiro?”. Ele nunca mais voltou.

É estranho, mas quase todo currículo que recebo consta nele que as pessoas possuem no mínimo inglês e espanhol básicos e que também possuem uso de Pacote Office completo, com Word, Excel, Power Point e Publisher… mesmo não tendo!

As pessoas precisam ser verdadeiras em suas habilidades. Devem colocar o que sabem fazer de verdade! Assim, economizam o tempo de muitos envolvidos, inclusive o seu próprio….

A pérola que eu mais gosto é essa:  quando perguntado sobre suas qualidades e defeitos, o candidato disparou a falar adjetivos positivos. Nada negativo. “Mas e os defeitos?”, insistiu o entrevistador. Candidato responde: “Estou pensando, mas não lembro de nenhum. Sou um profissional completo.”

Fecha o pano.

Ah se eles ligassem…

inovacaoCom ventos favoráveis ou nem tão favoráveis assim,  é sempre importante pensar em como ampliar os resultados de sua empresa.

E isto vale para todo tipo de negócio. De uma clínica médica a um distribuidor de alimentos. De uma farmácia a escritório de advocacia.

Que ações simples ou com baixo custo podem fazer o cliente procurar você? Pra toda ação existe uma reação. Quer ver só?

Estar mais perto do cliente é ação de ordem para quem não quer perde-lo para a concorrência. Ligar hoje para os clientes que não compram de você há 6 meses pode desencadear uma série de novos pedidos.

Mas tem que ser uma ligação ao estilo “prestação de serviços” e nao com a sensação de que quer vender alguma coisa. Por exemplo: se meu dentista ligasse hoje dizendo que já passei do prazo para fazer uma revisão, eu agendaria uma consulta instantaneamente.

Se a minha loja preferida de roupas ligasse hoje dizendo que chegou uma nova coleção de camisas sociais e dizendo que estou sumido, eu iria lá muito rapidamente.

Se a loja de informática que costumo comprar equipamentos me telefonasse apenas para perguntar se estou precisando de algo, eu mandaria vir um mouse óptico sem fio com urgência.

Se meu agente de viagens fizesse contato comigo hoje, eu pediria algumas cotações tendo em vista minhas próximas férias.

O problema é que estas pessoas e empresas não ligam. Não ligam pra mim, nem pra você.

Para se destacar, empresas e profissionais precisam se antecipar as demandas e cavar oportunidades. Precisam deixar de lado a passividade e ir buscar o cliente, que está cada vez mais sem tempo.

Algo precisa ser feito se você pretende se destacar e ganhar mercados.

Inovação na veia!

Mini Sky CityEu sou fã de carteirinha de todas as formas de inovação, sejam as produzidas por empresas, sejam as produzidas por pessoas.

É por isso que volta e meio dou exemplos diferentes aqui, no meu programa de rádio e nas palestras. A dica de hoje é incrivelmente diferente.

Sites de notícias internacionais tem repercutido a notícia de que uma empresa de construção chinesa afirmou ter construído um prédio de 57 andares em apenas 19 dias.

A construtora Broad Sustainable Building disse que o arranha-céu Mini Sky City (na foto) localizado em Hunan, possui 800 apartamentos e espaço para escritórios que recebem até 4.000 funcionários.

A companhia usou o “método modular” de construção. Os blocos que compõem a estrutura são entregues já prontos no local. Dessa forma, foi possível levantar três andares por dia.

De acordo com o um site de notícias, Huffington Post, a empresa gastou quatro meses e meio fabricando 2.736 blocos que iriam compor a estrutura do edifício antes da construção começar. Os blocos dos primeiros 20 andares foram terminados no ano passado e os blocos dos outros 37 foram construídos no período de 31 de janeiro a 17 de fevereiro deste ano.

O próximo desafio da empresa é construir 220 andares em menos de três meses. Será que vai conseguir?

Dê só uma olhadinha neste vídeo, que mostra a construção em poucos minutos.

 Fonte principal utilizada: Revista Época

Parcerias Estratégicas com outras empresas: como fazer e alavancar resultados?

jardim secreto livroRecentemente, apurei que os livros para colorir para adultos ultrapassaram os de “auto-ajuda” e conquistaram a liderança da lista de obras mais vendidas no país.

Desde dezembro/2014 até hoje, mais de 150 mil cópias do livro Jardim Secreto (Editora Sextante) foram compradas pelos brasileiros.

Essas obras, vendidas como uma “arte terapia” – de fácil acesso e execução – viraram febre nas redes sociais e se esgotaram em diversas livrarias. Mas, além das editoras, há uma empresa que está se beneficiando diretamente da onda: a Faber Castell. No Brasil, a maior fabricante de lápis do mundo vendeu no último mês cinco vezes mais lápis de cor do que em relação ao mesmo mês de 2014.

Parece não ter sido uma ação conjunta da Faber Castell com a Editora Sextante. Mas este resultado é a prova cabal de que não precisamos ir muito para desenvolver uma ação convergente com empresas diferentes e não competidoras em busca da alavancagem de resultados. É claro que o inesperado é sempre bem vindo, mas é possível organizar isso.

Há alguns meses, uma rede de restaurantes me contratou para ministrar uma palestra para seus gestores. E, de lá, surgiu, uma ideia simplória, nunca antes pensada .

Eles fecharam uma ação com salões de beleza próximos: o cliente de um teria 20% de desconto no outro. Fizeram uma identidade visual sofisticada (nada de folder mal feito) e não é que deu certo?

Gente é incrível: ambos estabelecimentos relatam que ampliaram em pelo menos 15% o acesso a clientes novos.

Em momentos competitivos como o que estamos vivendo, cabe bem o antigo ditado: “enquanto alguns choram, outros vendem lenços”.

Assumir a empresa da família ou trabalhar com Carteira assinada?

duvidaHumberto escreve: “Comecei a vida trabalhando na loja de minha mãe no ramo de produtos naturais. Mas entendi que era necessário ter um emprego formal com carteira assinada. Realizei: fui trabalhar numa grande concessionaria de veículos.

Lá, passei por muitos cargos, adquiri experiência e amadureci. Cheguei a um lugar de destaque. Recentemente cobri as férias do meu chefe. Durante este período atingi os objetivos e eles reconheceram meu trabalho, me elogiaram e tudo mais, mas quando eu mencionei que desejava ser promovido e ganhar mais, disseram que não poderiam aumentar, pois eu já estou no topo da lista de salários.

Será que estar chegando a hora de eu seguir meu caminho voltando a trabalhar com minha mãe no nosso próprio negócio? O que devo fazer para garantir o sucesso da loja familiar?”

Humberto, como empreendedor serial que sou, eu daria como finalizada a aventura no mundo corporativo e assumiria a loja de produtos naturais. Mas somente com um pré-requisito: “será mesmo que eu gosto disso?”.

Se a resposta for negativa, eu seguiria a vida de assalariado até me encontrar. Se a resposta for positiva, é hora, sim, de arregaçar as mangas.

Para diferenciar a loja de vocês só existe um caminho: é preciso ser mais competente do que a concorrência.

Pense e ache umas três ou quatro ações que possam diferenciar sua loja. Pode ser no layout, no relacionamento, no atendimento, em sistemas…

E tenha foco total no que interessa! Trabalhar com família não é fácil, mas pode ser menos danoso quanto entendemos que os problemas de casa ficam em casa e os problemas da empresa ficam na empresa. Simples assim. Ou nem tanto?

O exemplo tem que vir de cima… #diegomaia

estrada esburacadaA estrada para o sucesso empresarial é esburacada e cheia de altos e baixos. A um empresário ou gestor cabe se manter preparado a todo custo – técnica e emocionalmente – para os dias ruins.

Sou constantemente contratado por empresas dos mais variados ramos para palestrar sobre vendas, gestão e motivação. E, em alguns casos, tenho reparado uma atmosfera não tão positiva assim quanto aos desafios que estão por vir.

Outro dia, ouvi de um gestor a seguinte frase dirigida aos seus colaboradores: “cuidado, a coisa tá preta, não sabemos o que vai acontecer”. E percebi algo importante: quando uma empresa se deixa contaminar pelos fatos negativos e pelas notícias ruins, vai gradativamente perdendo seu ânimo, e aí sim a coisa fica mesmo complicada.

Sei que é poderosa a força das fofocas e dos boatos, mas mais poderosa ainda é a desmotivação quando disseminada pelos gestores. É do líder que se espera um novo horizonte. Se ele propaga notícias e sentimentos ruins a empresa fica sem ânimo e a equipe perde a força e a coragem. Palestras motivacionais, treinamentos, cursos, livros, ações de incentivo ajudam, claro. Mas se os formadores de opinião acreditarem que o caminho por vir é ruim, com certeza ele será.

Pense nisso e me adicione no Facebook clicando aqui. 

Crescer ou ficar pequeno? #diegomaia

crescer ou ficar pequenoCarla é ouvinte assídua do meu programa de rádio (estou no ar na Rádio MPB FM 90,3 do RJ de seg a sex às 8h e na Rádio A TARDEM FM 103,9 de Salvador – BA). . E escreveu uma linda mensagem contando seu atual momento. É empresária do ramo de beleza e bem estar e montou, há 7 anos, a empresa que sempre sonhou. Ela fatura o que projetou para se manter e crescer. Tem 30 funcionários mas confessa estar se perdendo na gestão do negócio, principalmente na parte burocrática, administrativa e contábil.

A empresa tem crescido e Carla está ciente de que quando uma empresa cresce e envelhece, crescem juntos os problemas, as dificuldades, a burocracia…

Obrigações trabalhistas, passivos, certidões, dezenas de órgãos reguladores… é surreal a quantidade de obrigações que precisamos cumprir pra manter uma empresa dentro da Lei.

E é justamente aí que está a grande questão da Carla: ela me pergunta se é melhor continuar crescendo com o intuito de faturar mais ou se manter pequena, equilibrada e saudável? Ela me confidenciou que esta de olho num novo ponto comercial para abrir sua primeira filial. Mas sabe que se com uma empresa a dor de cabeça é grande, com duas será no mínimo dobrado.

Carla, você está correta quanto a ampliação da intensidade e da burocracia que viverá ao abrir uma filial. Por isto, a decisão deve ser tomada não se baseando apenas em valores de investimento, projeção de lucro, taxas de retorno, plano de negócios. A questão é totalmente outra.

Sabe Carla, ficar pequeno tem suas vantagens: nosso foco é único, podemos criar novos métodos e processos com mais facilidade. Temos menos aborrecimentos.

Se você quiser crescer, deverácontratar pessoas para fazer as tarefas que você não gosta. Se não fizer isso você poderá sucumbir e viver estafada. Das três, uma: ou você deteriora sua saúde, sua vida pessoal ou a sua empresa.

A decisão é sua e precisa levar estes fatores em consideração…

Se você é empresário ou gestor, sabe que precisa de novas ideias para alavancar os resultados de seu negócio, participe do Seminário Empresas Inovadoras que ministrarei no resort  Blue Tree Park em Búzios – Rio de Janeiro, no mês de julho/2015. Serão 4 dias com temas de extrema relevância: Gestão, Sucessão, Alavancagem de Vendas e Recrutamento de Pessoas. Veja mais aqui.  

A sucessão em empresas familiares

empresas-familiares sucessaoPaulo escreve falando fundou, há 20 anos, uma empresa de prestação de serviços. Com ela, fez sua vida, criou seus filhos, ganhou dinheiro e garantiu o futuro. A empresa, embora desatualizada em questões de inovação e marketing, segue crescendo, ainda que a pequenos passos.

Paulo acredita que a empresa pode mais, que ela poderá durar muito e garantir a sobrevivência até de seus netos. O problema é que ele não vê preparo e dedicação em seus três herdeiros. Ele até acha que o pessoal gosta do negócio, mas entende que falta muito para poder passar o bastão com segurança.

Ele sabe que independente do tamanho, uma empresa familiar pode sucumbir devido a imprevistos: a morte do líder, o surgimento de um desequilíbrio conjuntural ou os efeitos perversos de uma separação conjugal.

Paulo, que é ouvinte de meu programa de rádio, parece estar cumprindo, ainda que sem saber, a primeira e indispensável missão para este gesto: ele reconhece a necessidade de preparar o futuro.

O segundo gesto necessário é aceitar a troca de personagens: para uma sucessão dar certo é fundamental que o fundador aceite sem crises que deve deixar de ser considerado o principal líder e passar a viver o papel de tutor do sucessor . É senso comum de que este gesto é incrivelmente difícil.

Igualmente essencial neste momento é entender que um sucessor não surge por decreto; portanto, a preparação precisa ser feita ao longo de um tempo, que é difícil ser mensurado mas pode ser planejado. Eu estimo, em geral, 2 anos, caso o sucessor já tenha a maturidade suficiente.

Nestas horas, o apoio incondicional da família e seu envolvimento no processo são fundamentais.

O centro da sobrevivência é este: manter e ampliar nos sucessores a  capacidade de empreender, caminhar na estrada da inovação e abrir caminhos para novos produtos.

Sucessão será um dos temas do Seminário Empresas Inovadoras, que ministrarei em julho/2015 no resort Blue Tree Park na cidade de Búzios no Rio de Janeiro.  Os outros temas são Gestao, Alavancagem de Vendas e Recrutamento de Pessoas. Serão 100 empresários, fundadores, herdeiros e gestores reunidos para pensar e repensar suas estratégias. Saiba mais clicando aqui. 

É uma oportunidade bacana para participar com sua família e pensar no futuro.

Mais e mais sobre liderança empresarial… #diegomaia

Trabalhar para o sucesso de uma empresa é algo que todo mundo deveria fazer, mas a maioria não faz. E isto não é culpa apenas da sociedade descansada ou da educação. É responsabilidade de quem gerencia as pessoas ou dirige um negócio.

Sabe por que? Porque as pessoas acreditam em algo quando possuem uma expectativa positiva. Ninguém se dedica quando não acredita no seu futuro ali.

Václav Havel foi um escritor, intelectual e dramaturgo checo. Foi o último presidente da Checoslováquia e o primeiro presidente da República Checa.

Václav Havel foi um escritor, intelectual e dramaturgo checo. Foi o último presidente da Checoslováquia e o primeiro presidente da República Checa.

Falecido em 2011, Václav Havel  foi o último presidente da Checoslováquia e o primeiro presidente da República Checa. Quando foi eleito, os cidadãos tinham muitas duvidas e incertezas sobre o futuro. Então, num discurso, o presidente lhes disse: “A esperança não é a convicção de que algo vai sair bem, mas a certeza de que alguma coisa faz sentido, independentemente do que acontecer.

As pessoas trabalham e se dedicam quanto acreditam num futuro melhor e se engajam nos processos quando as coisas parecem ter algum sentido. E é por isso que vemos nas empresas a baixa adesão quando um novo processo é apresentado ou mesmo quando alguma mudança deve ser colocada em prática. Ou elas não acreditam no Êxito ou as propostas não fazem sentido.

E isso vale pra tudo, tanto para  um salão de beleza quanto para uma indústria de alimentos.

As pessoas seguem e lutam por algo em que acreditam. Se as pessoas que trabalham com você fazem isso só para sobreviver ou pagar as contas, você terá um serviço medíocre e um time desalinhado, fato comum em milhares de empresas (conheço bem a situação, posso assegurar).

Sabe… Você pode não ser um líder nato. Mas você pode aprender a ser um líder. E um bom líder… um grande líder… um líder eficaz… apresenta muitos dos comportamentos que comento no meu programa de rádio, no livro “Como ser um Gestor de Sucesso” Mundo Empresarial e aqui no meu blog, que tem centenas de textos com este tema (basta clicar aqui para acessar todos).

Encontro Imobiliário, Conexões e Negócios. É no Rio. É dia 21/5.

Palestra de Diego Maia para ImovelWeb

No início de 2015, fui contratado pelo Imovelweb, um dos maiores portais de classificados de imóveis do Brasil (considerando as operações de sua holding em outros países, é o maior de América Latina).

Desde então tenho rodando o país reunindo pessoas que atuam no mercado imobiliário. Donos de imobiliárias, profissionais de marketing e acima de tudo profissionais de vendas. Tem sido um grande tour!

A Edição Rio de Janeiro está chegando e será dia 21/5/2015 no Windsor Barra. 

Eu falarei sobre “Os desafios do Mercado Imobiliário” e Martha Gabriel, superespecialista em marketing digital, claro, vai contar tudo que as empresas imobiliárias precisam fazer para se destacar neste tema.

É oportunidade única; as inscrições são gratuitas mas devem se esgotar nos próximos dias. É só acessar aqui e se inscrever.

Se você atua no setor, nos vemos lá!

O que faz um líder de verdade?

liderança responsabilidadeComo você pode reparar descendo aí a barra de rolagem, tenho falado estes dias sobre as práticas e atitudes que separam de forma significativa um gestor bom de um gestor ruim e isso tem causado uma certa polêmica.

Entendo que o que separa estes dois perfis é justamente o comportamento. Quer ver só?

Líder de verdade assume a responsabilidade. 

Infelizmente, é muito comum ver um líder com um alto nível de ego levar todo o crédito quando uma decisão funciona bem. Mas quando uma decisão se revela equivocada, ele pode não ser encontrado, não tem nada a dizer, ou culpa alguma outra pessoa para suas falhas.

Um verdadeiro líder, por outro lado, aceita a responsabilidade. Quando necessário, ele é capaz de dizer: “Eu estava errado. Eu sinto muito, vamos melhorar”.

Para ser um gestor de sucesso é preciso saber enterrar o seu próprio ego;  tem sucesso aquele que é um produtor de estrelas e não a estrela em si.

Como especialista do assunto, eu tenho catalogado e me dedicado incansavelmente a conhecer o que constrói e o que destrói uma empresa e posso assegurar: sucesso ou fracasso está muito relacionado ao estilo de gestão. Do dono (não apenas dele), do Diretor (não apenas dele), do gerente (não apenas dele), do supervisor(não apenas dele)…

Se você é gestor ou empresário e quer melhorar sua performance, conheça o Seminário Empresas Inovadoras. Será em julho, em Búzios – RJ. Tô tão feliz… tá vindo gente de todo o Brasil! Serão 4 dias e 3 noites dedicados a isso: como se tornar um gestor melhor e alavancar a empresa rumo ao sucesso. Saiba mais clicando aqui.

Deseja saber o que fazer para ser um gestor melhor? Se você é empresário ou exerce alguma posição de liderança, participe do Seminário Empresas Inovadoras que ministrarei em Búzios no Rio de Janeiro de 9 a 12 de julho. Lá, eu vou compartilhar inúmeras ferramentas inéditas e contar tudo o que sei para você ser um bom gestor.

Liderança tem sido definida como a capacidade de esconder o seu pânico de outros

executivo subindo escadaNão importa se você está conduzindo uma cidade, uma empresa, um departamento, uma equipe, uma igreja, ou até mesmo uma família … liderança não tem nada a ver com o título, currículo ou posição.

Você pode ser o presidente de um país ou o CEO de uma empresa de grande porte e não ser um grande líder. Na verdade, a liderança tem tudo a ver com o comportamento.

Por exemplo: um bom gestor  faz a coisa certa. Um gestor ruimconcentra seus esforços em “parecer legal”, e passa grande parte do tempo pensando em aparências e no que os outros vão achar. Grandes líderes não sabem apenas o que é certo, eles também fazem o que é certo.

Outra reflexão:  um bom líder, um bom gestor,  é mais preocupado com “nós” do que com o “eu”. Alguns pseudo gestores trabalham com o ego assoberbado, buscando para si toda a glória e monopolizando todos os elogios. Ele sempre fala “eu fiz”, “eu consegui”, “eu sou o cara”. Um bom líder é aquele que repassa os bônus e elogios para a equipe e assume o ônus de sua posição.

Um bom líder demonstra uma atitude positiva inabalável. Ele demonstra entusiasmo, alegria e contagia todos a seu redor. Dele não se ouve pessimismo e palavras como crise e dificuldade. Um bom líder sempre foca o lado positivo e trabalha incansavelmente para repercutir isso até o mais baixo cargo da sua operação.

A equipe é reflexo do líder. Se ele é negativo e transmite a sensação de que dias ruins estão por vir, qual será a reação das pessoas que o segue?

Um dos mais antigos pensadores de liderança, o chinês Lao Tzu, que viveu muitos séculos antes de Cristo, tem uma frase que sintetiza bem este meu comentário e dá título a este post “Liderança tem sido definida como a capacidade de esconder o seu pânico de outros.”

No meu livro “Como ser um Gestor de Sucesso” eu falo bastante sobre isso.

Ações decisivas: investir e cortar (entenda antes de começar) #diegomaia

Para se destacar no ambiente competitivo deste ano, as empresas precisam focar duas atividades:

Investir  no que pode te trazer resultados.

E cortar o que de fato de traz prejuízo.

 

açãoAfirmar isso parece simples, fazer estas coisas parece fácil. Mas não é nada disso.

Cortar o que trás prejuízo vai além de mandar funcionários embora, economizar na eletricidade ou cortar verbas mal utilizadas.

Cortar o que traz prejuízo, na minha visão, é cortar o mau atendimento a clientes, a morosidade nos processos, a não utilização da tecnologia, redes sociais, aplicativos…

Por natureza, investir no que traz resultsdos é o oposto, claro. É focar a capacitação da equipe para proporcionar um atendimento diferenciado e eficiente; Criar ações que simplifiquem os processos e tragam, claro, otimização. É descobrir como usar a internet, a tecnologia, os aplicativos a favor das empresas, por menor que elas sejam.

Com este entendimento, investir no que traz resultados e cortar o que traz prejuízo precisam ser  por si só decisões inovadoras. Porque se o empresário ou gestor se deixar dominar pelas incertezas e pelo medo do amanhã, é melhor antecipar o processo e fechar as portas logo.

Este ano requer altas doses de otimismo, inovação e capacitação. Dá sim pra crescer e faturar mais, dá sim para conquistar. O importante é agir.

E é por isso que eu criei o Seminário Empresas Inovadoras. Será de 9 a 12 de Julho no resort Blue Tree Park em Búzios no Rio de Janeiro. Serão 4 dias dedicados a pensar e a repensar as estratégias de sua empresa. Serão mais de 100 empresários e gestores reunidos para conhecer ações simples e eficazes sobre Gestão, Sucessão, Alavancagem de Vendas e Recrutamento de Pessoas. As informações estão aqui.